Ansiedade que paralisa

Saúde, Notícias, Bem-estar e Hospital

​Primeiro, uma sensação de perigo toma conta do corpo. Não é possível detectar uma ameaça real ou um motivo específico, mas o medo chega e se apossa. Em seguida, vêm as palpitações, a alteração no ritmo da respiração, a falta de ar e a sensação de opressão no peito. O coração parece estar a ponto de explodir, as mãos começam a tremer como se você se preparasse para enfrentar algo terrível.

A descrição acima nada mais é do que os componentes fisiológicos de uma reação ansiosa que atinge a maioria dos que sofrem de transtorno de ansiedade generalizada (TAG). Os sintomas e a intensidade variam de pessoa para pessoa. O período, também. Tudo pode chegar e desaparecer em um piscar de olhos, mas é possível que dure horas, exigindo técnicas ou medicamentos para cortar a evolução das manifestações.

Geralmente, não é possível identificar o que desencadeou as reações tão abruptas e extemporâneas. Você fica aturdido e não entende por que está sofrendo essas crises, que se repetem uma, duas ou mais vezes por mês — algumas pessoas passam pela mesma situação inúmeras vezes em uma mesma semana.

Segundo o neurologista Marcio Balthazar, o TAG está descrito no Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais (DSM 5) como ansiedade ou preocupação excessiva acerca de diversos eventos ou atividades. De acordo com o médico, a intensidade, a duração ou a frequência da ansiedade são desproporcionais à probabilidade real ou ao impacto do evento antecipado.

Pesquisa recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que brasileiros são os que mais sofrem de transtornos de ansiedade no mundo. Os dados alarmantes sobre a situação mental no país apontam que 23,9% da população têm algum tipo de transtorno de ansiedade. Esse é o caso de G. F., 42 anos, que preferiu não se identificar. Psicóloga, ela sempre fez acompanhamento com outro profissional da área. A surpresa foi quando começou a desenvolver sintomas que não compreendia muito bem: falta de sono e de ar, além de taquicardia, que se tornaram cada vez mais frequentes. A psicóloga que acompanhava G. F. diagnosticou o transtorno de ansiedade generalizada. Por algum tempo, tentou controlar o problema com técnicas de relaxamento. Após falharem, porém, o encaminhamento para um psiquiatra fez-se necessário.

Tudo começou em 2012. Em abril, os sintomas se tornaram mais intensos. "Comecei a ter crises de ansiedade com muita frequência, até no trabalho. Isso me atrapalhava muito." O tratamento com medicamentos foi iniciado, mas G. F. não conseguia fugir do mal-estar com as oscilações da ansiedade. "Tudo acontecia do nada. Muita falta de ar e taquicardia. Era impossível me concentrar em qualquer outra coisa", relembra. Poucos meses depois, ela recebeu o diagnóstico de câncer de mama.

"Quando descobri o tumor, decidi que cuidaria de mim por completo. Todo meu foco foi para a recuperação da doença e, aos poucos, percebi os sintomas da ansiedade diminuindo." Somente após alguns meses, é possível enxergar os medicamentos fazendo efeito. Esse é o tempo que o organismo precisa para a adaptação da dosagem.

G. F. continuou com o uso de remédios por dois anos e, em 2014, foi autorizada a suspendê-los. Apesar da alegria de superar o câncer e deixar as substâncias de lado, um ano depois, a psicóloga passaria pela cirurgia de reconstrução da mama e, novamente, viveria um forte estresse emocional. Os sintomas do transtorno foram despertados. "A mente controla o corpo e vivemos em função de nossos medos e inseguranças. Não quero mais isso para mim. Hoje, eu me cuido e não me deixo abater."

Os remédios estão de volta à sua rotina, mas, felizmente, todos os sintomas estão sob controle. "Aprendi a ficar mais atenta aos sinais do meu corpo, e acredito que tudo isso é um aprendizado enorme na minha vida." Para G.F., o mais importante é que não se hesite na hora de procurar a ajuda de um profissional e, principalmente, que as pessoas deixem de lado o tabu de que o acompanhamento com psicólogo e psiquiatra é para pessoas loucas. "É preciso desmistificar essa ideia e se apoiar na família e em coisas que te fazem bem, porque, eventualmente, tudo melhora. Não é um problema sem solução. Há esperança!"

Quando vira patologia

A psicóloga do Hospital Sírio-Libanês Ana Brunetto Tancredi explica que o TAG se trata de um quadro complexo, no qual a pessoa sofre um estado de ansiedade excessiva por grande parte do dia ou na forma de crises esporádicas. "O paciente passa a apresentar preocupações sobre diversos eventos cotidianos de maneira persistente, desproporcional e de difícil controle." Na maioria das vezes, não há um motivo identificado, mas, em algumas circunstâncias, pode haver um fator desencadeante, como algum trauma vivenciado ou uma situação corriqueira. Em situações extremas, o TAG pode evoluir para um ataque de pânico.

Quando alguém está sendo assaltado ou passando por problemas profissionais, por exemplo, a ansiedade não passa de um mecanismo de defesa do corpo. Ela só deixa de ser normal — e aí se justifica o uso temporário de medicação ansiolítica — se sua intensidade perturbar o desempenho nas funções de vida. Para Ana, o atendimento psicológico é, habitualmente, mais eficiente do que o uso prolongado de "calmantes" para ajudar a atravessar o período de estresse.

O psiquiatra Victor Soares, da clínica Anankê, acrescenta que o sentimento de ansiedade — quando não relacionado ao transtorno — é saudável. "Quando somos confrontados com um problema ou uma dificuldade, a sensação despertada é a apreensão e uma certa angústia para que a situação seja resolvida. É como um impulso do organismo para que possamos lidar com as dificuldades", explica.

A partir do momento em que a apreensão comum se manifesta com tremores, palpitações, falta de ar, por exemplo, e impede que a pessoa resolva alguma situação, pode ser um sinal de que o indivíduo tem o TAG. "Quando essa ansiedade se torna constante, mesmo nos menores problemas, e paralisa a pessoa, ou mesmo quando os sintomas se apresentam sem nenhum confronto aparente, já pode ser considerada um transtorno", ensina.

O cérebro que adoece

Neurocientistas do comportamento identificaram a existência de um circuito cerebral comum a todos os mamíferos, incluindo o homem, cuja função é identificar sinais de perigo real ou potencial e comandar reações apropriadas de medo e ansiedade. Anatomicamente, esse circuito é composto pela amígdala cerebelosa, hipotálamo, matéria cinzenta periaquedutal dorsal e hipocampo. Todas essas estruturas são ativadas por estímulos que sinalizam o perigo.

Segundo o professor do Instituto de Psicologia da UnB e neurocientista do comportamento Antonio Pedro de Mello, a amígdala cerebelosa ocupa papel central nesse circuito e comanda todas as reações de medo e ansiedade. "Sem a amígdala, seríamos menos ansiosos, mas nossa vida, certamente, seria mais curta também, pois seríamos incapazes de identificar sinais de perigo em potencial no ambiente."

De fato, a identificação desse circuito tem contribuído para o entendimento das bases neurobiológicas dos diversos transtornos de ansiedade. Por exemplo, já se sabe que indivíduos com traços elevados de ansiedade, assim como pacientes fóbicos, têm a amígdala mais ativada em comparação a indivíduos menos ansiosos. "No caso do transtorno de pânico, parece haver uma alteração dos níveis de serotonina na matéria cinzenta periaquedutal", diz o neurocientista.

Patrícia Shimata Kikuchi, fisioterapeuta especializada em estresse pós-traumático através do corpo, explica como se inicia o processo de manifestação física de uma crise. Ao ser deparado com uma situação de estresse, de grande ou pequena magnitude, o ansioso costuma tensionar o corpo. O movimento faz com o que o diafragma também se tensione e altere o ritmo da respiração, deixando-a mais rápida e curta.

Ao receber esse sinal, o cérebro identifica que o corpo passa por situação de perigo e envia mensagens a todo o organismo, promovendo uma descarga de adrenalina. O coração bombeia o sangue com mais rapidez, causando a taquicardia e a sensação de dor no peito. Essas reações constantes alteram o fluxo de energia comum do organismo, deixando-o cada vez mais "confuso", sem saber distinguir o perigo real de situações de conflito comuns no dia a dia.

Fonte: impresso.correioweb.com.br

Como me proteger dos sangramentos nasais?

Dr Oswaldo Laercio Mendonca Cruz
15/09/2017 4 min de leitura
nariz.jpg

O sangramento nasal, também conhecido por epistaxe, é um problema relativamente comum durantes os períodos de baixa umidade. Devido ao ar seco, as mucosas nasais tornam-se mais suscetíveis a inflamação, e as pequenas veias do nariz se rompem facilmente, provocando os sangramentos.

Conversamos com o dr. Oswaldo Laércio Cruz, otorrinolaringologista no Hospital Sírio-Libanês, e selecionamos cinco informações importantes para te ajudar a controlar os sangramentos nasais. Veja:

1) Rinite é uma das principais causas de sangramentos nasais
A rinite, doença provocada por infecções virais

Sepse requer diagnóstico e tratamento precoce

Dr. Luciano César Azevedo
Dr. Luciano César Azevedo
13/09/2017 3 min de leitura

Pouco conhecida pela maior parte da população, a sepse (antigamente conhecida como septicemia ou infecção generalizada) é um conjunto de manifestações produzidas por nosso organismo quando se depara com uma infecção. Na tentativa de responder a esse agente infeccioso estranho, nosso sistema imunológico acaba afetando diferentes órgãos, o que pode levá-los à falência. A melhor maneira de enfrentar a sepse então é reconhecê-la e tratá-la rapidamente.

13 de setembro é o Dia Mundial da Sepse

Para aumentar o conhecimento da população em geral e também dos profissionais de saúde sobre a sepse

Quando roncar se torna um problema para a saúde?

Dr Mauricio da Cunha Bagnato
04/09/2017 4 min de leitura
ronco.png

O ronco é a vibração das vias aéreas (nariz e garganta) em decorrência de uma dificuldade da passagem de ar. Depois dos 40 anos idade, estima-se que aproximadamente quatro de cada dez pessoas roncam; e depois dos 60 anos esse número cresce para seis de cada dez pessoas. Apesar de comum, o ronco merece atenção quando começa a provocar “quebras” frequentes do sono.

Pneumologista e integrante da Unidade de Medicina do Sono do Hospital Sírio-Libanês, o dr. Maurício da Cunha Bagnato explica que o ronco está ligado ao relaxamento de uma musculatura que temos na região da garganta. Por isso, tudo que

Tumor mais frequente nos jovens, câncer de testículo pode ser curado

Sírio-Libanês
Sírio-Libanês
22/08/2017 4 min de leitura

Diagnosticado em julho de 2017 com câncer de testículo, o jogador do Flamengo Ederson Honorato Campos, conhecido apenas como Ederson, chamou a atenção fora dos gramados ao falar sobre a doença. Incomum, esse tipo de câncer representa 5% do total de casos de tumores em homens no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). No entanto, trata-se do câncer mais frequente em homens jovens. A boa notícia é que esse tipo de tumor pode ser curado na maioria dos casos, mesmo quando há metástases.

O tumor de testículo consiste em dois subtipos principais: seminoma e não seminoma. Essa

Procedimento para cura de arritmias cardíacas fica mais rápido e seguro

Dr Mauricio Ibrahim Scanavacca
18/08/2017 3 min de leitura
arritmias-cardiacas-min.png

O tratamento das arritmias cardíacas — alterações no ritmo das batidas do coração — vem passando por grandes avanços nos últimos anos. Hoje, além de medicamentos, os cardiologistas dispõem de marca-passos especiais e tratamentos minimamente invasivos, como a ablação por radiofrequência, que proporcionam bons resultados, como a recuperação mais rápida do paciente e maior segurança no procedimento, com menos riscos cirúrgicos, já que não é necessário realizar uma cirurgia aberta. Mais recentemente, o sistema de mapeamento eletroanatômico tridimensional vem contribuindo muito para os

Vacina contra a dengue, já disponível, deve ser tomada em três doses para garantir a imunização

Dra. Maria Zilda de Aquino
Dra. Maria Zilda de Aquino
08/08/2017 6 min de leitura
vacina-dengue-min.png

Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a dengue é uma doença viral que se espalha rapidamente pelo mundo. Nos últimos 50 anos, a incidência aumentou 30 vezes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente e que aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas morem em países onde a doença é endêmica. No Brasil, nos primeiros três meses de 2017, segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados mais de 113 mil casos suspeitos da doença.

Incidência de casos de dengue por região do Brasil (1º trimestre de 2017)

  • Sudeste: 37.281 casos

Assintomático, aneurisma de aorta abdominal pode ser fatal em 90% dos casos

Dr Mauro Figueiredo Carvalho de Andrade
13/07/2017 4 min de leitura

Menos conhecidos do que os aneurismas cerebrais, os aneurismas de aorta abdominal são dilatações dessa importante artéria na região do abdômen. A maioria dos especialistas considera como aneurismas as dilatações acima de três centímetros.

Segundo explica o dr. Mauro Figueiredo Carvalho de Andrade, angiologista e cirurgião vascular no Hospital Sírio-Libanês, os aneurismas de aorta abdominal podem permanecer estáveis durante anos, mas alguns crescem rapidamente.

Os fatores que mais influenciam no aparecimento e no crescimento dos aneurismas são:

  • Envelhecimento.
  • Sexo masculino (embora

A importância da vitamina D

Saúde, Notícias, Bem-estar e Hospital

A vitamina D é muito importante para o corpo humano. Além de suas funções mais conhecidas relacionadas à saúde dos ossos, é responsável também por outras atividades, trabalhando como reguladora do crescimento, sistema imunológico, cardiovascular, músculos, metabolismo e insulina.

Como funcionam as vitaminas no organismo? A substância, na verdade, é um hormônio produzido pelo próprio corpo humano. Mas, quando descoberta, acreditava-se que ela só poderia ser adquirida por meio de alimentos. Foi na década de 70 que os cientistas descobriram que a vitamina era um hormônio e não uma vitamina, mas sua nomenclatura já estava consolidada e assim permaneceu.

"A importância da vitamina D pode ser vista quando ela está em falta no nosso organismo. Em adultos, os ossos se tornam frágeis (osteoporose), com riscos de fraturas espontâneas", explica José Antonio Miguel Marcondes, endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês.

Nessas situações, segundo ele, há concomitantemente uma perda de força muscular, o que pode facilitar quedas. Já em crianças, a deficiência acentuada pode comprometer o crescimento e levar a uma formação inadequada dos ossos, dando origem ao chamado raquitismo, situação em que existem deformidades ósseas.

Onde encontrar? A principal forma de ativar a vitamina D no organismo é através da exposição solar. Pode ser encontrada ainda em alguns poucos alimentos, como peixes gordurosos, óleo de fígado de bacalhau e cogumelos secos. Leite, ovos e fígado bovino também têm a vitamina, mas em menor quantidade. "Entretanto, para suprir a necessidade diária de vitamina D, é necessário o consumo de grandes quantidades desses alimentos. Por isso, a principal fonte no nosso organismo vem da sua síntese na pele, por ação da luz solar", orienta Marcondes.

Como o corpo absorve a vitamina A vitamina D é lipossolúvel, ou seja, para ser absorvida no intestino, precisa da presença de gorduras, quando adquirida por meio de alimentos. "Entretanto, como a principal fonte de vitamina D é a nossa pele, o ideal é tomarmos sol sem filtro solar por pelo menos 20 minutos por dia, preferencialmente no início da manhã e no final da tarde", explica o especialista.

Ossos fortes A vitamina D é um hormônio que regula a quantidade de cálcio e fósforo em nosso organismo, aumentando a absorção desses sais minerais no intestino. É responsável pela saúde de nossos ossos, e tem um papel importante na força muscular.

Benefícios para coração e músculos O cálcio e o fosforo, substâncias reguladas pela vitamina D, têm um papel importante na contração muscular, valendo isso para todos os tipos de músculos, inclusive o coração. Quando há a deficiência da vitamina no organismo, é maior o risco de quedas e fraturas, devido à fraqueza muscular. No coração, tem influência no controle das contrações do músculo cardíaco, importante no bombeamento de sangue para o corpo.

Sistema imunológico As células que fazem parte do sistema imunológico, como os linfócitos, têm receptores para a vitamina D, que atua no fortalecimento do sistema de defesa, auxiliando na prevenção de doenças.

Atuação no controle do diabetes "Há evidências que demonstram que uma concentração diminuída de vitamina D em crianças está associada a um aumento de incidência de diabetes tipo 1, e que a reposição de vitamina D em crianças diminui o risco futuro de diabetes", destaca o endocrinologista. Ele alerta, no entanto, que os estudos são observacionais e não há nenhuma pesquisa específica que permita confirmar esses dados.

Gravidez mais segura Existem algumas evidências de que a deficiência da vitamina D durante a gestação está associada ao aumento de risco de hipertensão arterial e o diabetes gestacional, bem como ao nascimento de bebês com baixo peso ou pequenos para a idade gestacional. "Uma vez que mais de 50% das gestantes apresentam deficiência de vitamina D em graus variáveis, é consenso que devem receber suplementação. Isso atende também uma necessidade do feto, que depende exclusivamente da vitamina D materna", destaca o especialista.

Esperança para doenças autoimunes

A vitamina D está sendo usada de forma experimental no tratamento de doenças autoimunes, pois acredita-se que a substância poderia inibir de forma seletiva a reação do organismo de se auto atacar. "Estudos observacionais em humanos sugerem uma associação entre diabetes tipo 1, esclerose múltipla e doença inflamatória intestinal, mas não existe nenhum levantamento realizado especificamente para verificar essa relação", explica Marcondes.

Prevenção do câncer

Estudos iniciais indicam que a vitamina D poderia auxiliar na prevenção de diversos tipos de câncer, já que atua no processo de diferenciação celular, evitando o aparecimento de células cancerosas. Como são estudos recentes, Marcondes recomenda cautela: "Embora alguns estudos inicialmente demonstrem uma relação entre baixa concentração de vitamina D e câncer de intestino grosso (colón) e mama, estudos posteriores não conseguiram confirmar essa associação".

Fonte: coracaoevida.com.br

Ansiedade exagerada é doença. Conheça as formas de tratamento

Dr Antônio Hélio Guerra Vieira Filho
30/06/2017 4 min de leitura

Quem nunca se sentiu tenso ou muito agitado por conta de um evento importante? Este é um sinal típico de ansiedade — sensação de expectativa que é benéfica quando nos estimula a ficar espertos para entrar em ação. No entanto, quando a ansiedade se torna excessiva, ela pode se transformar em doença.

Informações recentes divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o Brasil é o país com a maior taxa de prevalência de transtorno de ansiedade no mundo. Estima-se que 9,3% dos brasileiros sofram desse problema, enquanto que a média mundial é de 3,6%.

Quando a ansiedade