Jejum intermitente ajuda a perder peso e tratar diabetes, mas exige cuidados

Dr Antonio Roberto Chacra
26/06/2017 4 min de leitura
jejum-agua.jpg

O jejum intermitente tem ganhado grande notoriedade nos últimos anos entre as pessoas que desejam emagrecer. Esse tipo de dieta alterna períodos de jejum com períodos de alimentação; e quando feita corretamente, além de ajudar na perda de peso, pode contribuir também para o tratamento do diabetes tipo 2, o mais comum.

Hoje, o regime de jejum intermitente mais usado para emagrecer envolve 16 horas diárias sem qualquer tipo de alimentação sólida. O jantar é feito por volta das 20h, por exemplo, e depois a pessoa irá apenas almoçar no dia seguinte, às 12h. São duas refeições por dia (almoço

Paralisia facial pode ser revertida. Conheça suas principais causas e seus sintomas

Dr Manoel Jacobsen Teixeira
14/06/2017 4 min de leitura

Nosso rosto é repleto de músculos. São eles os responsáveis por nossas expressões faciais de alegria, tensão, medo; e por movimentos como piscar, bocejar e sorrir. Diante de uma paralisia facial, porém, essas reações podem ser prejudicadas.

A paralisia facial é um tipo de fraqueza da musculatura da face, que pode afetar diferentes extensões do rosto. "Trata-se de um problema de saúde com grande impacto social, pois a pessoa acaba perdendo algumas expressões faciais", comenta o prof. dr. Manoel Jacobsen, neurologista no Hospital Sírio-Libanês.

Quais as causas da paralisia facial

Insônia - 10 dicas para dormir melhor

Dr Mauricio da Cunha Bagnato
12/06/2017 8 min de leitura

Insônia: por que acontece e como resolver a falta de sono

foto-Post-Blog-Insônia-10-dicas-para-dormir-melhor-Alimenta.webp

‘Insônia’, uma palavra que muitos conhecem bem, mas poucos entendem em toda sua complexidade.

Esse distúrbio do sono afeta milhares de pessoas, e apesar de ser comum, suas causas podem ser variadas.

Seja por estresse, maus hábitos ou problemas médicos, a insônia pode prejudicar não só o descanso, mas

Energético e álcool: uma mistura perigosa

​A combinação das duas bebidas aumenta o risco de acidentes e lesões

O consumo de bebidas alcoólicas, como vodca e whisky, misturados com energético, é comum entre os jovens.

A combinação, à primeira vista, pode parecer boa, já que o energético, além de mascarar o sabor das outras bebidas, dá mais energia para curtir a festa. Mas não é bem isso o que acontece.

Recente pesquisa da Universidade de Victoria, no Canadá, aponta que essa combinação aumenta a possibilidade de acidentes e brigas, uma vez que a cafeína presente nos energéticos faz com que as pessoas se sintam mais despertos e propensos a beber mais.

Os cientistas responsáveis pelo estudo identificaram correlação entre consumo de álcool e energéticos e aumento nos riscos de acidentes e brigas em 10 das 13 pesquisas publicadas entre 1981 e 2016 que foram analisadas.

"A cafeína e a taurina, estimulantes presentes nos energéticos, disfarçam os efeitos do álcool, ou seja, ocultam a sensação depressiva do álcool. Esse efeito aumenta o risco de intoxicação e inclusive de morte por excesso de álcool, já que a pessoa não tem noção do quanto já bebeu", alerta Arthur Guerra de Andrade, coordenador do Núcleo de Álcool e Drogas do Hospital Sírio-Libanês, presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), além de psiquiatra e especialista em dependência química.

Para se ter uma ideia, uma lata de 250 ml de energético contém 80 mg de cafeína, quase três vezes mais que uma lata de coca-cola e o equivalente a uma caneca de café.

Dados do Levantamento Nacional sobre Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas, realizado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas em 2010 com universitários das 27 capitais brasileiras, mostraram que 74% dos entrevistados relataram já ter consumido bebidas energéticas juntamente com álcool pelo menos uma vez na vida.

Entre aqueles que admitiram o uso combinado de energéticos e bebidas alcoólicas, 90% relataram o consumo nos últimos 30 dias, dos quais 5% consumiram esta combinação diariamente ou em uma frequência de 2 a 3 vezes por semana.

"Essa prática, mais frequente entre os jovens, vem sendo foco de pesquisas devido à sua associação com o aumento dos riscos à saúde e prejuízos acadêmicos", afirma Andrade.

Inicialmente, o álcool causa euforia e desinibição. Com a ingestão de mais doses, a bebida atua como depressor do sistema nervoso central (SNC), e compromete funções vitais do corpo como: controle da temperatura, respiração e batimentos cardíacos.

O especialista destaca ainda que os jovens estão mais expostos aos riscos da combinação álcool e energéticos. Além disso, os riscos que essa mistura causa à saúde são potencializados em populações mais vulneráveis, como adolescentes, mulheres grávidas, idosos, pessoas com estado de saúde geral comprometido e pessoas com sensibilidade à cafeína.

O efeito depressor do álcool é mascarado pelo energético, podendo colocar a pessoa em risco.

"O indivíduo pode beber mais do que pretendia. Além de aumentar a probabilidade de intoxicação, ocorre um aumento do comportamento de risco, como dirigir embriagado, ter relação sexual sem preservativo ou consentimento, violência e utilização de outras drogas", destaca o especialista.

Além da combinação não ser recomendada, o consumo consciente de bebidas alcoólicas é importante tanto para o bem-estar como para a saúde.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), não há níveis seguros para o consumo de álcool, podendo acarretar riscos à saúde se a pessoa beber mais de duas doses por dia e mais do que cinco vezes na semana.

Fonte: coracaoevida.com.br

Conheça as semelhanças e diferenças entre o herpes oral e o genital

Dra Vivian Helena Iida Avelino da Silva
08/06/2017 5 min de leitura
herpes.jpg

Quase 70% das pessoas no mundo com menos de 50 anos idade têm o herpes-vírus simples tipo 1, principal causador de herpes oral, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Já o herpes-vírus simples tipo 2, da mesma família e principal causador de herpes genital, afeta aproximadamente 8% da população entre 15 e 49 anos de idade.

A principal diferença entre esses dois tipos de herpes é o local de manifestação no corpo. Ou seja, em ambos os casos, podem ocorrer dores, manchas vermelhas na pele e pequenas bolhas que se rompem e cicatrizam com uma crosta (casquinha). No herpes oral

6 sinais de que o resfriado é mais sério do que você pensava

Bem-estar, Hospital, Notícias e Saúde

1 - Tosse que não passa

Sintomas que duram entre duas e três semanas não devem causar tanta preocupação, mas se você perceber que já se passaram 21 dias e aquela tosse chata insiste em não ir embora, é melhor procurar um otorrinolaringologista. Pode ser sinal de asma ou outra patologia envolvendo o pulmão.

2 - Os sintomas voltam ainda mais fortes

Se você sentir que está se recuperando e, de repente, sofrer uma recaída, não perca tempo e consulte um especialista. O reaparecimento da febre, por exemplo, indica que o corpo está sofrendo com algum tipo de infecção secundária, como bronquite ou pneumonia.

3 - O catarro não está transparente

O normal, mesmo em casos de resfriados, é que a secreção nasal seja clara. "Quando o muco começa a ficar amarelado ou esverdeado isso pode ser um sinal de sinusite aguda ", alerta Fausto Nakandakari, otorrinolaringologista do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Vale ficar de olho também se não há sangue misturado à secreção.

4 - Olhos coçando muito

Incômodo e coceira excessiva na região dos olhos indica que o problema é uma alergia e não um resfriado comum. "O gatilho pode ser a poeira, pelos de animais ou até mofo", conta Nakandakari.

5 - Você está perdendo peso

Resfriados não são capazes de alterar os ponteiros da balança. Caso isso esteja acontecendo, procure um médico, pois sintomas de resfriado combinados à perda de peso podem ser sinônimos de mau funcionamento da tireoide, infecção bacteriana ou até mesmo alguns tipos de câncer.

6 - Pressão no corpo

A sensação de dor ou pressão em alguma parte específica do corpo, como garganta, boca ou ouvido, pode indicar outros tipos de encrencas, como faringite, sinusite e infecções. "Nesses casos, é preciso fazer um tratamento com anti-inflamatórios e antibióticos", orienta Nakandakari.

Fonte: m.diarioonline.com.br

O que ouvidos, nariz e garganta podem dizer sobre sua saúde

Dr Oswaldo Laercio Mendonca Cruz
31/05/2017 8 min de leitura
garganta-ouvido-min.png

Independentemente da idade, todas as pessoas, em um ou em vários momentos da vida, terão um problema na garganta, nos ouvidos ou no nariz. Pequenos sangramentos nasais, dor de ouvido, laringite, faringite, rouquidão. Esses e outros problemas podem surgir a qualquer momento, mas é nos meses mais frios e secos que eles costumam acontecer com maior frequência.

Mas por que será que isso acontece? O otorrinolaringologista do Hospital Sírio-Libanês, dr. Oswaldo Laércio Mendonça Cruz, lista abaixo uma série de dúvidas sobre esses e outros problemas e também explica como evitá-los, mantendo em dia a

Alimentos calmantes controlam a ansiedade, mas é preciso consumir sempre

Bem-estar, Hospital, Notícias e Saúde

​Uma alimentação saudável e equilibrada ajuda a aplacar os efeitos nocivos da ansiedade sobre a saúde. Alguns alimentos, como a alface, o farelo de aveia e o abacate, atuam no combate ao estresse, favorecem o sono e fornecem a matéria-prima de que o organismo precisa para fabricar neurotransmissores -- substâncias químicas que regulam o humor e induzem ao relaxamento, provocando sensação de bem-estar. Confira abaixo algumas das melhores fontes de nutrientes para quem quer sair do estado de agitação mental.

Maracujá

Essa é receita da vovó, mas realmente funciona. A fruta é considerada um sedativo natural, graças à presença de passiflora em sua composição. Para garantir um dia mais calmo, a orientação é beber duas xícaras (chá) de suco concentrado, uma de manhã e outra à tarde. Só não exagere. "Se tomar mais do que três xícaras, há risco de ter sonolência", afirma a nutricionista Samanta Brito.

Chá de camomila

Possui substâncias como lactonas e alfa bisabolol, que têm efeito calmante. Pode ser consumido diariamente, de preferência, antes de dormir. Uma xícara é o suficiente para induzir a um sono mais profundo.

Alface

A substância que dá à folha a propriedade calmante é a lactucina, concentrada, principalmente, no talo. A verdura deve estar no cardápio diariamente, em quantidade equivalente a um prato (sobremesa) por refeição. Para variar, a dica é apostar em diferentes tipos de molhos e combinar a alface a outras variedades de folhas, legumes e frutas. Também é possível fazer chá das folhas de alface, priorizando o talo no preparo da infusão.

Farelo de aveia e de trigo

São fontes de magnésio, mineral que promove o relaxamento. Também contêm vitaminas do complexo B e fibras, que dão uma força ao funcionamento intestinal e favorecem a síntese de serotonina – neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. "O complexo B, em particular, é fundamental para modular a química cerebral, que, por sua vez, regula o humor", diz a nutricionista Roseli Rossi. No dia a dia, o alimento pode ser adicionado a iogurtes, frutas, mingaus, vitaminas e shakes, na quantidade mínima de 1 colher (sopa).

Abacate

Além do magnésio, contém beta sitosterol, substância que atua na regulação do cortisol -- conhecido como o hormônio do estresse, que deixa o corpo todo em ritmo acelerado. Também dá uma força ao funcionamento intestinal, facilitando a síntese de neurotransmissores que melhoram o humor. Pode ser consumido diariamente, nos lanches, mas é importante não exceder a quantidade de 2 colheres (sopa). Embora tenha uma gordura saudável em sua composição, ele também tem muitas calorias.

Frutas cítricas

Laranja, morango e kiwi, entre outras, são ricas em ácido fólico, potássio e vitamina C, nutrientes que atuam sobre o sistema nervoso, combatendo o stress e o cansaço. Segundo os especialistas, as frutas cítricas também ajudam a diminuir a irritabilidade. Comer uma porção por dia – 1 laranja, 1 kiwi ou 10 morangos – garante que o organismo estará bem abastecido com esses nutrientes essenciais.

Banana

A vitamina B6 facilita a síntese de serotonina. Já o magnésio da fruta promove o relaxamento. Vale comer uma por dia, entre as refeições ou no café da manhã.

Chocolate 60% cacau

Não é à toa que ele é a escolha de muitas mulheres para amenizar os sintomas da TPM. A explicação está nas substâncias que contém, como a feniletilamina e o magnésio. Ambas participam da regulação dos níveis de estresse, promovem a liberação de substâncias que melhoram o humor e favorecem o bem-estar. Para que a escolha não pese na balança, dois quadradinhos pequenos, por dia, são a medida ideal.

Nozes, amêndoas e castanhas-do-pará

Elas fazem parte da turma de oleaginosas. São alimentos ricos em magnésio, vitaminas do complexo B e triptofano, que contribuem para minimizar o estresse, combater a depressão e ainda induzem ao sono. Porém, como contêm gordura – ainda que considerada boa --, deve ser consumida com moderação, por conta das calorias que oferecem. Em razão disso, o consumo diário deve ser de um punhado, com um mix dessas oleaginosas.

Lentilha, grão-de-bico e ervilha

São outras boas fontes de magnésio, mineral de importância fundamental para o bom funcionamento do sistema nervoso. Basta uma concha pequena de um desses alimentos, cozido, nas refeições principais, para ajudar a aliviar os sintomas da ansiedade. Versátil, essas leguminosas vão bem em saladas, cremes e pastas.

Fontes consultadas: Renato Zilli, endocrinologista do Hospital Sírio Libanês. Roseli Rossi, nutricionista, especialista em Nutrição Clínica e Fitoterapia. Samanta Brito, nutricionista.

Fonte: estilo.uol.com.br