Em paz com a idade
Institucional
Esta é a primeira vez que o Geriatric Emergency Department Accreditation (GEDA), programa criado pelo American College of Emergency Physicians (ACEP), é conferido a uma instituição da América do Sul
O Hospital Sírio-Libanês recebeu a acreditação Geriatric Emergency Department Accreditation (GEDA), programa criado pelo American College of Emergency Physicians (ACEP), com apoio do Instituto de Saúde Gary e Mary West e da Fundação John A. Hartford, para reconhecer os centros de emergência ao redor do mundo que fornecem atendimento de excelência aos idosos. É a primeira vez que um hospital da América do Sul recebe esta acreditação.
O Pronto Atendimento Geriátrico Especializado (ProAGE) do Sírio-Libanês foi criado em 1º de agosto de 2017 e, desde então, a instituição conta com especialistas para o atendimento ao paciente idoso, das 10h às 24h, sete dias por semana.
“O idoso é um paciente frequente em nossa instituição. O seu atendimento é mais complexo, pois muitas vezes a saúde é frágil, as queixas e os sintomas são vagos e o diagnóstico é mais desafiador. Assim, um atendimento especializado é fundamental para melhorar a experiência e proporcionar mais conforto e segurança. Estamos muito orgulhosos, pois esse reconhecimento coroa um trabalho especializado e de muito cuidado que prestamos em nosso pronto atendimento”, diz Dr. Pedro Curiati, geriatra do ProAGE, que liderou o processo de acreditação com o apoio da Qualidade, área do IQS (Instituto de Qualidade e Segurança).
A acreditação, nível 3 (bronze), tem validade de três anos e avalia as instituições com base em critérios e metas específicos recomendados para cuidados geriátricos, como disponibilidade de alimentos durante todo o período do atendimento, equipamentos de auxílio à marcha, box privativo com maca de altura regulável e atendimento prioritário, classificando-as pelos níveis de 1 a 3 de acordo com a quantidade de práticas atendidas.
O economista e ex-ministro do Trabalho Walter Barelli faleceu ontem, dia 18, às 21h, em decorrência de complicações de traumatismo cranioencefálico causado por uma queda. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 10 de abril de 2019, sob cuidados das equipes do Dr. Paulo Cesar Ayrosa Galvão e Dr. Felix Hendrik Pahl.
O velório terá início hoje na Cripta da Catedral da Sé, por volta das 15h, e segue até as 22h. Amanhã, dia 20, o velório recomeça às 7h e às 10h haverá uma missa de corpo presente. Às 11h o corpo seguirá para o Cemitério Gethsêmani Anhanguera (km 23,4 da rodovia Anhanguera), onde será sepultado.
Dr. Fernando Ganem
Diretor de Governança Clínica
Dra Maria Beatriz Souza Dias
Diretora Clínica
O encontro anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO, na sigla em inglês), que acontece em Chicago esta semana, teve pela primeira vez uma mesa de discussão sobre o uso terapêutico da cannabis no tratamento contra o câncer. Apesar de muito se discutir sobre o assunto e, inclusive, o seu uso já estar aprovado em muitas partes do mundo não só para fins terapêuticos, mas também recreativo, a conclusão médica foi de que ainda faltam informações clínicas que possam garantir o benefício e segurança de seu uso na oncologia.
A cannabis tem duas principais substâncias: o
O diabetes mellitus é uma condição que, assim como muitas outras, requer alguns cuidados especiais. Pessoas que possuem a doença têm cerca de três vezes mais chances de falecer com gripe ou pneumonia. Este risco pode ser muito reduzido através da vacinação periódica.
Em geral, pacientes com diabetes precisam de uma vacina contra a gripe a cada ano. A vacinação comumente se inicia no final de fevereiro. As vacinas contra a gripe não oferecem 100% de proteção, mas dificultam muito o aparecimento de gripe por cerca de 6 meses, ou tornam sua evolução mais amena.
Já a vacinação para pneumonia é
Hospital Sírio-Libanês ampliou sua emergência com atendimento especializado em doenças cardiovasculares
O Hospital Sírio-Libanês inaugurou em abril o Pronto Atendimento Cardiovascular em sua unidade da Bela Vista, em São Paulo. No mesmo complexo onde está o Pronto Atendimento Adulto, Pediátrico e Geriátrico, o espaço conta com farmácia, enfermagem, consultórios médicos e boxes exclusivos equipados com aparelhos de eletrocardiografia e ecodopplercardiografia para realização de exames à beira-leito, além de comunicação direta com as salas de
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Lábio leporino (ou fissura labial) e palato fendido (ou fenda palatina) são más-formações congênitas que ocorrem durante o desenvolvimento do embrião.
De acordo com informações do Hospital Sírio-Libanês, as condições possuem diversos graus de intensidade, estão ligadas a fatores genéticos e infecções durante a gravidez. Em ambos os casos, podem afetar a fala, alimentação e dentição da criança, além de acarretar distúrbios respiratórios.
O lábio leporino é caracterizado por uma abertura que começa na lateral do lábio superior, que o divide em duas partes.
A falha no fechamento das estruturas pode afetar apenas o lábio ou se estender até o sulco entre os dentes incisivo lateral e canino, atingir a gengiva, o maxilar superior e chegar o nariz.
No caso da fenda palatina, a abertura pode atingir todo o céu da boca e a base do nariz, estabelecendo comunicação direta entre um e outro. Pode também aparecer dividida a úvula (campainha da garganta), resultando em úvula bífida.
Segundo dados do Hospital Sírio-Libanês, o lábio leporino, na grande maioria dos casos, é resultado da combinação da suscetibilidade genética a fatores ambientais, que ainda permanecem controversos entre os médicos, mas acredita-se que o consumo de álcool e cigarro, além de deficiências nutricionais durante a gestação, podem estar relacionados ao problema.
Um estudo realizado no Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) levanta a hipótese de que a deficiência na metabolização do ácido fólico pela mãe é um dos fatores responsáveis pelo desenvolvimento do lábio leporino no feto, pois isso prejudica a constituição dos genes fetais, inclusive daqueles ligados à formação labial.
A coordenadora do trabalho científico, Maria Rita Passos Bueno, explica, no entanto, que não é correto dizer que a insuficiência metabólica é uma doença materna. A mãe apenas funcionaria como fator ambiental para o surgimento do lábio leporino.
Segundo Dr. Paulo Marinho, ginecologista e obstetra da Perinatal, é possível descobrir se o bebê terá a má-formação ainda na barriga da mãe. Dependendo do tamanho da fissura, o diagnóstico pode ser feito no pré-natal, por meio de ultrassom.
Durante o exame, que geralmente é realizado a partir da 20ª semana de gestação, são analisadas diversas áreas do corpo do bebê – inclusive possíveis lesões nos lábios.
Mas, de acordo com o médico, em alguns casos essa anomalia não é percebida. Em situações mais raras, as lesões podem passar despercebidas por serem pequenas ou pelo bebê estar em uma posição desfavorável no momento do exame. No entanto, na hora do parto são identificadas.
O lábio leporino, quando tratado, não traz sequelas à criança. De acordo com o ginecologista, recomenda-se que a malformação seja corrigida o mais rapidamente possível. Ele explica que alguns procedimentos podem começar já nas primeiras horas de vida, como a colocação de placa moldada no céu da boca do bebê.
A intervenção não-cirúrgica irá permitir que o bebê respire com mais facilidade, e muitas vezes consiga mamar ao seio, ou em mamadeira, com um menor risco de aspirar alimentos para o pulmão. A cirurgia virá um pouco mais tarde junto com o suporte de outros profissionais, afirma o especialista.
O tratamento, tanto para o lábio leporino quanto para fenda de palatina, é o longo e é finalizado apenas com a consolidação total dos ossos da face, que ocorre aproximadamente aos 18 anos de idade.
Durante o período, os portadores de fissuras devem ser acompanhados por especialistas em diferentes áreas, incluindo cirurgiões plásticos, fonoaudiólogos e ortodontistas.
Os procedimentos cirúrgicos para o lábio leporino são indicados após os três meses de vida. O tratamento consiste em uma série de cirurgias e, por isso, leva tempo. Normalmente, os médicos acompanham a criança até a idade adulta para verificar se houve mudanças no quadro com o crescimento da face.
Fonte: Vix
O Brasil tinha 28 milhões de idosos em 2016, 13,5% do total da população. Em dez anos, chegará a 38,5 milhões (17,4% do total de habitantes). Em 2042, a projeção do IBGE é de que a população brasileira atinja 232,5 milhões de habitantes, sendo 57 milhões de idosos (24,5%). Em 2031, o número de idosos (43,2 milhões) vai superar pela primeira vez o número de crianças e adolescentes, de 0 a 14 anos (42,3 milhões). Antes de 2050, os idosos já serão um grupo maior do que a parcela da população com idade entre 40 e 59 anos.
Aproximadamente 30% das pessoas com mais de 65 anos de idade caem pelo