Boletim Médico - Prof. Dr. Raul Cutait

O cirurgião do aparelho digestivo Prof. Dr. Raul Cutait encontra-se internado desde o dia 27 de março e, no dia 29, foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva para tratamento da Covid-19. Seu estado é estável.

O paciente vem sendo acompanhado pela equipe médica do Prof. Dr. David Uip e pelo Prof. Dr. Carlos Carvalho.

Dr. Fernando Ganem
Diretor de Governança Clínica

Dra Maria Beatriz Souza Dias
Diretora Clínica

Dia Mundial de Combate à Tuberculose

Dr André Nathan Costa
24/03/2020 2 min de leitura

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Tuberculose permanece como um importante problema de saúde pública em todo o planeta, com cerca de 10.0 milhões de novos casos estimados no ano de 2018 e um total de 1.2 milhão de mortes por ano. Apesar da tendência de queda global, a Tuberculose está entre as dez principais causas de morte em todo o Mundo, sendo a mais letal dentre o rol de doenças infecciosas. O Ministério da Saúde do Brasil (MS), no ano de 2018, reportou o número total de 72.788 casos de Tuberculose no território nacional, totalizando 4534 óbitos neste período.

Mesmo

Coronavírus

Dr. David Uip
Dr. David Uip
01/03/2020 2 min de leitura
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Os coronavírus são a causa de 5 a 10 por centro das infecções do trato respiratório alto adquiridas na comunidade e também tem papel importante quanto à gravidade das manifestações clínicas em crianças e adultos.

Um novo tipo de coronavírus (Covid-19), detectado inicialmente na cidade de Wuhan, província de Hubei, na China, é responsável pela morte de milhares de pessoas em todo o mundo. Já há casos confirmados no Brasil.

No passado, outros coronavírus causaram síndromes de repercussão na saúde pública. Em 2002 - Síndrome Respiratória Aguda (SARS) e em 2012 - Síndrome Respiratória do

Cuidado com a Doença do Beijo durante o Carnaval

Saúde

Beijou muito no pré-Carnaval e agora está com sintomas como garganta inflamada, náuseas, fadiga, dores musculares e de cabeça, febre e inchaço no pescoço e nas axilas? Pode ser mononucleose, também conhecida como Doença do Beijo.

“A mononucleose é uma doença infecciosa causada pelo vírus Epstein-Barr, da família do vírus do herpes”, explica a infectologista Miriam de Freitas Dal Ben, do Hospital Sírio-Libanês, acrescentando que a doença é transmitida pelo contato íntimo de salivas e afeta principalmente jovens entre 15 e 25 anos. Também pode ser transmitida pelo contato com secreções orais pela tosse ou espirro.

As pessoas são infectadas via orofaringe e, depois, o vírus atinge os linfócitos B (também conhecidos por glóbulos brancos), responsáveis pela produção de anticorpos. Como outros vírus da família dos herpes, uma vez infectado e, após o quadro clínico agudo inicial, o vírus permanece no organismo ao longo da vida. Mesmo sem apresentar nenhum sintoma a pessoa pode ser um transmissor da doença.

“Não existe tratamento específico para a mononucleose, por isso a recomendação médica é tratar dos sintomas, como febre e dor de garganta”, explica a médica. Também é importante fazer repouso e tomar bastante líquido.

Sírio-Libanês lança Centro de Infectologia

Institucional

Coordenado pelo Prof. Dr. David Uip, o Centro atenderá as demandas internas e prestará consultoria e assessoria para hospitais do Brasil e do exterior.

 

A Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês lançou oficialmente o seu Centro de Infectologia, coordenado pelo Prof. Dr. David Uip e que contará com mais de 30 especialistas, além de profissionais de diversas áreas, como enfermagem, nutricionistas e fisioterapeutas, entre outras. “O Centro vem sendo montado há um ano e, agora, já está em pleno funcionamento”, comenta o infectologista, acrescentando que o objetivo é tratar de doenças infecciosas e parasitárias.

Mas não será apenas isso. David Uip explica que o Centro de Infectologia trabalhará em todas as áreas de atuação do Hospital Sírio-Libanês, entre elas consultoria e assessoria na área de medicina. “Estamos aptos a prestar assessoria a hospitais nas áreas de imunodepressão, infecções hospitalares, como agir e tratar casos em grandes epidemias, programas de vacinação, desospitalização e tratamento em hospital dia para doenças infecciosas”, afirma. Essa assessoria e consultoria será prestada não apenas em hospitais do Brasil, mas também em países de língua portuguesa, como Angola, onde o médico já tem uma atuação reconhecida internacionalmente. “Queremos e podemos ajudar de muitas formas no combate de doenças infecciosas”, diz o especialista, que já foi secretário estadual de Saúde e tem forte atuação na área de saúde pública.

Para marcar o lançamento do Centro de Infectologia, David Uip comandou um talk show sobre o Coronavírus, que contou com a presença do ex-embaixador Rubens Barbosa, presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior; do secretário estadual de Saúde de São Paulo, Dr. Jose H. Germann Ferreira; do secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido dos Santos; e integrantes do Centro. Eles falaram sobre os impactos econômicos da epidemia, os riscos para o Brasil, o que é a doença, sintomas, prevenção e como os hospitais públicos e particulares, em especial o Sírio-Libanês, estão se preparando para o caso de a doença chegar e se alastrar no país.

Estatísticas do Câncer 2020

Dr. Gilberto de Castro Junior
12/02/2020 3 min de leitura

O planejamento das ações de prevenção primária do câncer, seu diagnóstico precoce e rastreamento, além das prioridades de tratamento, é guiado por dados de incidência e mortalidade por esta doença. Foram publicados recentemente os dados de estimativa do número de casos novos e de mortes por câncer nos EUA para o ano de 2020 pela American Cancer Society no artigo de autoria de Siegel et al. em CA: A Cancer Journal for Clinicians (disponível em https://doi.org/10.3322/caac.21590).

Estima-se 1.806.590 casos novos de câncer em 2020 nos EUA. Entre os

Coronavírus: Quais são os sintomas? Existe tratamento? O que as autoridades têm feito?

Sírio-Libanês
Sírio-Libanês
30/01/2020 2 min de leitura

Os coronavírus são a causa de 5 a 10 por cento das infecções do "trato respiratório alto" adquiridas na comunidade e também tem papel importante quanto à gravidade das manifestações clínicas em crianças e adultos.

Um novo tipo de coronavírus (nCoV-2019), detectado inicialmente na cidade de Wuhan, província de Hubei, na China, é responsável pela morte de mais de 50 pessoas e já atinge diversos países: Arábia Saudita, Austrália, EUA, Coreia do Sul, França, Japão, Macau, Malásia, Nepal, Singapura, Tailândia, Taiwan e Vietnã. Ainda não há casos confirmados no Brasil.

No passado, outros

Amamentação reduz risco de câncer de mama

Ensino e Pesquisa

Estudo publicado na revista médica European Journal of Cancer avaliou comportamentos reprodutivos em pacientes com Síndrome de Li-Fraumeni

Existe no Brasil um grupo de pessoas, cerca de 0,3% da população do Sul e Sudeste do País, que tem uma alteração no DNA que predispõe o aparecimento de tumores, como câncer de mama em mulheres jovens, sarcomas e cancer infantil. Essas pessoas são portadoras da Síndrome de Li-Fraumeni (SLF), caracterizada pela ocorrência de tumores a partir de uma idade muito precoce.

Dado a idade precoce e alta incidência de câncer de mama nessa população, cientistas estudaram mais a fundo os fatores reprodutivos e riscos em mulheres com SLF. O resultado desse trabalho foi publicado recentemente na revista médica European Journal of Cancer, realizado pelo National Cancer Institute, nos Estados Unidos, e foi coordenado pela Dra. Maria Isabel Achatz, pesquisadora do Instituto de Ensino e Pesquisa e coordenadora da Unidade de Oncogenética do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. "No encontro de adolescentes com SLF, uma moça de 18 anos me perguntou se tomar anticoncepcional aumentaria seu risco para ter cancer de mama", explica a médica. "Como não havia resposta para esta pergunta na literatura médica, conduzimos uma análise de dados em pacientes com a síndrome e descobrimos comportamentos importantes que podem influenciar no risco do câncer de mama."

Esse foi o primeiro estudo que avaliou o risco de fatores reprodutivos em pacientes com SLF. O mais importante achado dessa análise foi que a amamentação por pelo menos 7 meses reduz em 49% o risco do câncer de mama nesse grupo de pacientes. "Mulheres que tem filhos e são portadoras dessa síndrome devem priorizar a amamentação", explica Dra. Maria Isabel.

A pesquisa avaliou 152 mulheres com a síndrome, sendo que, dessas, 85 já tinham apresentado câncer de mama, ou 56% do total analisado. A médica explica que os tipos mais frequentes de tumores de mama diagnosticados nessas pacientes eram hormônio positivos e HER2 positivos. Não há dados que apontem para alterações em resposta ao tratamento nessas pacientes. Ou seja, elas eram tratadas da mesma forma que mulheres que não apresentam a síndrome e as respostas às intervenções clínicas foram iguais à população geral.

Dados preliminares desse estudo apontam também para uma possível redução do risco de câncer de mama em mulheres com SLF que tem o primeiro filho em idade jovem. "A população analisada não era grande o suficiente para confirmar esses riscos, por isso, trata-se apenas de fatores indicativos preliminares, que ainda precisa ser confirmados em um grupo maior de pacientes", informa.

A Síndrome de Li-Frauleni é caracterizada por mutações no gene TP53. Esse gene é responsável pela produção da proteína p53. Essa proteína tem importante papel de supressão tumoral. Por isso, o p53 é chamado de "guardião do genoma".

"Portadores de alterações no gene TP53 devem receber o aconselhamento genético e realizar exames especificos anualmente visando a redução de risco por geneticistas para poder adotar comportamentos preventivos", explica Dra. Maria Isabel. Por isso, complementa a médica, é fundamental conhecer melhor como os fatores reprodutivos podem ajudar a reduzir o risco de câncer de mama, que é um dos tipos mais frequentes em mulheres portadoras dessa síndrome.

Sírio-Libanês usa ultrassom de alta resolução para diagnosticar e avaliar câncer de pele

Release

pinta-min.png Neoplasias cutâneas são as mais prevalentes no mundo e podem ser divididas em câncer de pele não-melanoma, o mais frequente do Brasil, e o melanoma, representado apenas por 4%. Ou seja, um tumor raro, mas responsável por 75% da mortalidade relacionada ao câncer de pele. Todos estes tumores, se forem detectados e tratados precocemente, apresentam altos índices de cura. Por isso a sua correta caracterização é imprescindível para a indicação do tratamento mais adequado, proporcionando menor morbidade e maior sobrevida dos pacientes.

Um dos grandes aliados na identificação de tumores benignos e malignos, bem como outras lesões de pele, é o ultrassom. Os mais recentes equipamentos, com transdutores lineares de alta resolução, que atingem frequências altíssimas de 33MHz, possibilitam uma avaliação mais acurada e diagnósticos bastante precisos de lesões da pele e caracterização de estruturas superficiais, vasculares (veias e artérias) e nervos periféricos, que não eram sequer antes identificadas pelos métodos de imagem. O Hospital Sírio-Libanês foi o pioneiro no Brasil e uma das primeiras instituições no mundo a adotar a ultrassonografia de alta resolução com transdutores de 24MHz para avaliação da pele, anexos e nervos periféricos. Hoje, a instituição usa os equipamentos de 24MHz e o 33MHz nestas avaliações.

Com essa tecnologia é possível caracterizar o tipo de câncer de pele, sua correta localização, dimensões, espessura e limites; determinar quais camadas invade e avaliar estruturas nobres como cartilagem, vasos e nervos, antes não visualizadas. É possível ainda selecionar o melhor local de biópsia e predizer subtipos de câncer de pele mais agressivos e com maior chance de recidiva, tudo isso para um melhor planejamento cirúrgico. No pós-operatório, permite a detecção e investigação de recidivas, metástases locais e em linfonodos, atuando na vigilância tumoral.

“Isso nos faz repensar o melhor exame a se indicar quando há suspeita de lesões superficiais. Para as afecções da pele, a ultrassonografia de alta resolução é o principal método, à frente da ressonância magnética. Para o estudo dos tumores cutâneos há novas e promissoras aplicações da ultrassonografia”, afirma Dr. Antonio Sergio Zafred Marcelino, um dos responsáveis por este tipo de exame no Centro de Diagnósticos do Sírio-Libanês. De acordo com Dra. Luciana Zattar, radiologista especialista em músculo-esquelético e também responsável pela ultrassonografia cutânea no Sírio-Libanês, trata-se de uma ultrassonografia com tecnologia de ponta que oferece mais precisão diagnóstica. “A alta frequência disponível no novo equipamento faz com que a gente consiga ver melhor estruturas superficiais, avaliar e individualizar inclusive as camadas e anexos da pele - a epiderme, a derme e o subcutâneo -, ou seja, o equipamento permite que tenhamos muito mais detalhes anatômicos e das lesões, facilitando seu diagnóstico, localização e estadiamento”, explica.

A isso somam-se as vantagens já conhecidas do ultrassom, como a ausência de radiação, a avaliação da vascularização sem a necessidade do uso de contraste iodado - que pode causar reações alérgicas e até dano aos rins -, facilidade de escanear grandes extensões em menos tempo, a possível comparação com o lado contralateral ou regiões sadias, que na avaliação de patologias e alterações sutis da pele tem um impacto ainda maior.

Além da atuação importantíssima na Oncologia dermatológica, em câncer de pele, também pode atuar em outras doenças dermatológicas, sejam inflamatórias - como a Hidradenite Supurativa e Morfeia por permitir o melhor e estadiamento e seguimento dos pacientes -, alterações e lesões da unha, patologias de origem vascular, como hemangiomas e malformações vasculares, e outras. Já na Dermatologia estética, avalia procedimentos com fios cirúrgicos e injeção de preenchedores; com o ultrassom o médico pode definir o local de injeção, o tipo de substância utilizada e pode fazer o diagnóstico de complicações, que podem ser graves. As aplicações são infinitas, promissoras e modificadoras de condutas e paradigmas.

Mitos e verdades sobre o câncer de pele

Com as férias de verão chegando, todo mundo quer se bronzear, mas é preciso ter cuidado. A médica dermatologista Cristina Abdalla, do Hospital Sírio-Libanês, comenta os mitos e verdades sobre o câncer de pele:

1 – Quanto maior o fator de proteção solar, melhor o protetor.

Mito. A sigla FPS, que aparece no rótulo do produto sempre seguida de um número, significa Fator de Proteção Solar, que é o índice que determina o tempo que uma pessoa pode permanecer ao sol sem produzir vermelhidão. O protetor solar de FPS 30 oferece quase 96% de proteção. O 50, protege 98% e o 100, 99%. Se o FPS 30 for aplicado corretamente, oferece proteção suficiente à exposição solar. É de extrema importância a quantidade de aplicação do filtro para que ele proteja a pele. Para o rosto pescoço e orelhas, uma colher de chá; para o tórax e costas, duas colheres de chá; para braços, uma colher de chá para cada braço; pernas, duas colheres para cada perna.

2 – É preciso usar protetor em dias nublados.

Verdade. Os raios ultravioleta, principalmente o UVA, estão presentes na mesma intensidade em dias nublados, portanto, o uso de protetor solar é imprescindível.

3 – O risco é maior no verão.

Verdade. O que determina maior risco de incidência de câncer de pele é o índice ultravioleta (IUV), que mede o nível de radiação solar na superfície da Terra. Quanto mais alto, maior o risco de danos à pele. Esse índice é mais alto no verão, porém pode ser alto em outras épocas do ano.

4 – Existe exposição ao sol 100% segura.

Mito. É preciso evitar excessos e sempre tomar sol com moderação

5 – Depilação a laser pode ser um fator para o surgimento do câncer de pele.

Mito. A fonte de luz é diferente das lâmpadas de bronzeamento e não causam câncer de pele. A interação pele e laser é conhecida há muitos anos e até o presente momento não se detectou evidência entre tratamentos a laser e câncer da pele.

6 – Quem tem pele, cabelo e olhos claros corre maior risco de ter câncer de pele.

Verdade. As pessoas morenas produzem mais melanina, que protegem a pele. Já as pessoas claras são mais sensíveis, então têm de se proteger e sempre usar protetor solar nas áreas expostas ao sol.

7 – Toda pinta escura é câncer de pele.

Mito. A pinta precisa ser examinada pelo dermatologista para avaliação. Somente após esta avaliação o especialista indicará a retirada ou não da pinta. É preciso atenção com pintas que coçam, que crescem, que sangram. Um jeito de identificar se uma pinta ou mancha pode representar algum perigo é utilizar a escala do ABCDE:

A de assimetria entre as metades da mancha B de bordas irregulares C de cores, que avalia a variação da coloração D de diâmetro E de evolução (mudança no padrão de cor, crescimento, coceira e sangramento)

8 – Queimadura pode se tornar um tumor de pele.

Verdade. É raro, mas pode acontecer, principalmente em grandes cicatrizes de queimaduras. É preciso observar mudanças na pele da cicatriz e buscar um especialista caso alguma diferença seja notada.

9 – Na sombra não é preciso usar filtro solar.

Mito. Mesmo na sombra é preciso passar o protetor solar, pois não estamos livres dos raios ultravioleta.

10 - Câncer não-melanoma pode evoluir para melanoma.

Mito. São lesões distintas. Mas quando a pessoa tem um câncer não-melanoma é sinal de que abusou do sol e que também poderá ter um melanoma, então precisa ficar sempre atenta.

11 – Melanoma não tem cura.

Mito. O importante é o diagnóstico em estágios iniciais, quando os tratamentos são mais eficientes. Hoje já há tratamentos inclusive para estágios mais avançados, mas quanto antes começar o tratamento, melhor.

12 - Somente regiões expostas ao sol podem ser afetadas.

Mito. Melanomas podem surgir em qualquer área do corpo, como genitais, glúteos, couro cabeludo e entre os dedos.

13 – Negros não precisam usar protetor solar.

Mito. Independentemente da cor da pele, todas as pessoas têm de usar protetor solar para se proteger, apesar de o câncer de pele negra ser menos comum. Porém, pessoas de pele negra podem adquirir o carcinoma espinocelular, carcinoma basocelular e o melanoma.

14 – Câmeras de bronzeamento são 100% seguras.

Mito. No Brasil, este tipo de bronzeamento é proibido, assim como em outros países, justamente pelo alto risco que oferecem. Banhos de luz são recomendados apenas para doenças como psoríase e vitiligo, entre outras, pois as lâmpadas usadas nestes tratamentos usam ondas apropriadas para o tratamento.

15 – Quem tem muitas pintas ou histórico familiar de câncer de pele corre mais riscos.

Verdade. Pessoas com histórico familiar ou que tenham de 50 a 100 pintas no corpo devem ser avaliadas com maior frequência e também têm de se proteger, usando protetor solar e se expondo ao sol com moderação.