Novembro Azul: Saúde também é papo de homem

Dr Ciro Eduardo de Souza
29/11/2021 5 min de leitura

O movimento Novembro Azul teve origem em 2003, na Austrália, com o objetivo de chamar a atenção para o diagnóstico precoce de doenças que atingem a população masculina. Esse mês foi o escolhido pois em 17/11 é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata.

A partir de 2016, a campanha Novembro Azul teve seu foco ampliado com a intenção de se tornar um movimento permanente pela saúde integral do homem. A proposta agora é ir além do diagnóstico precoce do câncer de próstata, para abranger todo o espectro de doenças ligadas ao sexo masculino, como disfunção erétil

Vacina é trunfo brasileiro para evitar avanço da covid como na Europa e EUA

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Diante de uma realidade mais controlada da pandemia da covid-19, o Brasil assiste a alguns países da Europa e os Estados Unidos enfrentarem uma nova onda de casos e mortes pela doença e à retomada de restrições. O problema lá fora acontece por um conjunto de fatores, como uma baixa taxa de cobertura vacinal em alguns países, além da presença da variante delta — conhecida por ser mais transmissível —, além da aproximação do inverno no Hemisfério Norte. Apesar de terem desembarcado, na manhã de ontem, no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais de dois milhões de doses de vacinas contra a covid-19 doadas pelos Estados Unidos, especialistas indicam que o Brasil não está alheio às novas ondas que acometem outras nações. Por causa disso, apontam estratégias que podem fazer o país não ter de voltar a conviver com uma escalada de mortes causadas pelo novo coronavírus. André Bon, infectologista do Hospital Brasília, afirma que a vantagem brasileira é que a expansão da vacinação pode ser um fator inibidor do avanço da covid-19. "A cobertura vacinal cada vez mais ampla na nossa população nos dá certa segurança quanto a essa questão", salienta. O infectologista lembra que a adesão às campanhas de vacinação no Brasil é mais um aspecto que o diferencia de outros países. "A gente tem, culturalmente, uma população que adere muito à vacinação, bem maior do que países europeus e Estados Unidos", observa. Infectologista do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, Valéria Paes concorda e ressalta que o momento de maior tranquilidade vivido no Brasil está relacionado à vacinação, que já imunizou completamente contra a covid-19 131 milhões de pessoas. "Como vemos lá fora, esse aumento de casos ocorre principalmente entre os não vacinados. Temos que buscar quem não tomou a primeira dose e fazer com que quem tomou apenas esta tome a segunda", aponta. Terceira dose Jonas Brant, epidemiologista e coordenador da sala de situação de saúde da Universidade de Brasília (UnB), lembra que a dose de reforço vem como um "ganho" no combate contra uma nova onda de covid-19. "A gente tem visto que, a partir do quinto ou sexto mês, a imunidade contra o vírus começa a diminuir. Logo, a aplicação da dose de reforço garante que as pessoas voltem a ter um nível alto de imunidade contra o vírus", explica. Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou a ampliação da aplicação da injeção adicional, que agora deve ser ministrada a toda a população adulta brasileira cinco meses depois da segunda dose. Valéria Paes vê o anúncio da expansão da dose de reforço como uma vantagem do Brasil. "O fato de essa terceira dose ser viabilizada no Brasil, antes de uma nova onda, diferentemente da Europa, é uma vantagem. Começar a vacinar quando já se vive um aumento de casos é pior. Se a gente puder antecipar essa injeção para evitar uma nova onda, com certeza ela vai ajudar a evitar um aumento de casos", avalia. Atenção Brant e os especialistas ouvidos pelo Correio ressaltam que, apesar de tudo, o Brasil não está alheio às novas ondas que acometem outros países. O epidemiologista diz que é preciso estar atento à situação da Europa. "Com as férias de fim de ano, há um grande trânsito entre o Brasil e Europa, e isso pode nos levar a ter um maior número de exposições a outras variantes do vírus", alerta. Ele explica que essas novas cepas podem ganhar vantagem na "competição" com outras que circulam no Brasil. Além disso, Jonas Brant reforça que a vacinação sozinha não é suficiente. Ele elege o tripé "vigilância, organização dos serviços (para detectar os casos rapidamente) e ações de bloqueio" como determinante para evitar uma nova onda. "O Brasil tem apostado muito no fortalecimento da vacinação. Mas também precisa fortalecer a atenção primária, a vigilância e a testagem para que estejamos preparados para detectar rapidamente qualquer nova variante, novos casos, e isolar essa transmissão", observa. *Estagiário sob a supervisão de Odail Figueiredo.

Fonte: CORREIO WEB/CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA

País alerta contra nova onda de covid

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País alerta contra nova onda de covid Vacinação é o trunfo brasileiro para evitar que chegue aqui o avanço da doença como na Europa e nos EUA iante de uma realidade mais controlada da pandemia da covid-19, o Brasil assiste a alguns países da Europa e os Estados Unidos enfrentarem uma nova onda de casos e mortes pela doença e à retomada de restrições. O problema lá fora acontece por um conjunto de fatores, como uma baixa taxa de cobertura vacinai em alguns países, além da presença da variante delta — conhecida por ser mais transmissível —, além da aproximação do inverno no Hemisfério Norte. Apesar de terem desembarcado, na manhã de ontem, no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais de dois milhões de doses de vacinas contra a covid-19 doadas pelos Estados Unidos, especialistas indicam que o Brasil não está alheio às novas ondas que acometem outras nações. Por causa disso, apontam estratégias que podem fazer o país não ter de voltar a conviver com uma escalada de mortes causadas pelo novo coronavírus. André Bon, infectologista do Hospital Brasília, afirma que a vantagem brasileira é que a expansão da vacinação pode ser um fator inibidor do avanço da covid-19. “A cobertura vacinai cada vez mais ampla na nossa população nos dá certa segurança quanto a essa questão”, salienta. O infectologista lembra que a adesão às campanhas de vacinação no Brasil é mais um aspecto que o diferencia de outros países. “A gente tem, culturalmente, uma população que adere muito à vacinação, bem maior do que países europeus e Estados Unidos”, observa. Infectologista do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, Valéria Paes concorda e ressalta que o momento de maior tranquilidade vivido no Brasil está relacionado à vacinação, que já imunizou completamente contra a covid-19 131 milhões de pessoas. “Como vemos lá fora, esse aumento de casos ocorre principalmente entre os não vacinados. Temos que buscar quem não tomou a primeira dose e fazer com que quem tomou apenas esta tome a segunda", aponta. Terceira dose Jonas Brant, epidemiologista e coordenador da sala de situação de saúde da Universidade de Brasília (UnB), lembra que a dose de reforço vem como um “ganho” no combate contra uma nova onda de covid-19. “A gente tem visto que, a partir do quinto ou sexto mês, a imunidade contra o vírus começa a diminuir. Logo, a aplicação da dose de reforço garante que as pessoas voltem a ter um nível alto de imunidade contra o virus”, explica. Na semana passada, 0 Ministério da Saúde anunciou a ampliação da aplicação da injeção adicional, que agora deve ser ministrada a toda a população adulta brasileira cinco meses depois da segunda dose. Valéria Paes vê 0 anúncio da expansão da dose de reforço como uma vantagem do Brasil. “O fato de essa terceira dose ser viabilizada no Brasil, antes de uma nova onda, diferentemente da Europa, é uma vantagem. Começar a vacinar quando já se vive um aumento de casos é pior. Se a gente puder antecipar essa injeção para evitar uma nova onda, com certeza ela vai ajudar a evitar um aumento de casos”, avalia. Atenção > Brant e os especialistas ouvidos pelo Correio ressaltam que, apesar de tudo, 0 Brasil não está alheio às novas ondas que acometem outros países. O epidemiologista diz que é preciso estar atento à situação da Europa. “Com as férias de fim de ano, há um grande trânsito entre o Brasil e Europa, e isso pode nos levar a ter um maior número de exposições a outras variantes do vírus”, alerta. Ele explica que essas novas cepas podem ganhar vantagem na “competição” com outras que circulam no Brasil. Além disso, Jonas Brant reforça que a vacinação sozinha não é suficiente. Ele elege 0 tripé “vigilância, organização dos serviços (para detectar os casos rapidamente) e ações de bloqueio" como determinante para evitar uma nova onda. “O Brasil tem apostado muito no fortalecimento da vacinação. Mas também precisa fortalecer a atenção primária, a vigilância e a testagem para que estejamos preparados para detectar rapidamente qualquer nova variante, novos casos, e isolar essa transmissão”, observa.

Fonte: CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA | GERAL

Arquiteto Raimundo Dias morre vítima de sequelas da Covid aos 78 anos; projetou Centro de Convenções, Centro Administrativo e 47 igrejas no Piauí

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Morreu aos 78 anos, nessa sexta-feira (19), o arquiteto Raimundo Dias, natural de São Raimundo Nonato e que viva em Teresina. Ele foi vítima de sequelas da Covid19 e contraiu uma infecção hospitalar. Raimundo estava internado havia mais de 70 dias no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, devido a sequelas da Covid-19. Raimundo era proprietário de uma construtora e ao longo da carreira projetou prédios muito importantes como o Centro de Convenções e o Centro Administrativo estadual, ambos em Teresina. Segundo Susy Dias, nora do arquiteto, um dos maiores legados de Raimundo é pessoal para os que conviviam com ele: "Para nós, o que fica principalmente é o sonho dele e o quanto ele gostava de estar sempre com a família, todos unidos", disse. Raimundo dividia com os filhos - um arquiteto, uma advogada e uma administradora - a gestão da construtora fundada há quase 40 anos. Obras importantes Ao longo dos anos, Raimundo projetou obras importantes para o estado. Estão no currículo do arquiteto o projeto do Centro de Convenções, Centro Administrativo, o Quartal da PM, Hospital da PM, Sede da Agespisa, a Rodoviária de Teresina, o Jockey Clube de Teresina e mais de 47 igrejas espalhadas pelo estado. Veja as últimas notícias do g1 Piauí VÍDEOS: Assista às notícias mais vistas da Rede Clube.

Fonte: G1/NACIONAL

Troféu Raça Negra homenageia bailarino Ismael Ivo, vítima de Covid

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O bailarino e coreógrafo Ismael Ivo, ex-diretor do Balé da Cidade, será o homenageado da 19º edição do Troféu Raça Negra, que está marcado para às 19h do próximo domingo (21) na Sala São Paulo, região central da capital paulista. A premiação, que contará com a jornalista Glória Maria e com o ator Paulo Betti como mestres de cerimônias, também homenageará outras 19 personalidades, como as cantoras Ludmilla, Preta Gil e Mart'nália, e a família de João Alberto Silveira Freitas, morto por seguranças em um supermercado Carrefour em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Principal homenageado da noite, Ivo morreu em abril deste ano, aos 66 anos, vítima da Covid-19, após ficar cerca de um mês internado no Hospital Sírio-Libanês. Ele ganhou notoriedade dentro e fora do país e despontou no auge da dança contemporânea de São Paulo, nos anos 1970. Devido à pandemia de coronavírus, a última edição foi transmitida de forma online, homenageando o cantor Luiz Melodia (1951-2017). Na ocasião, o rapper Emicida, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso, a empresária Luiza Trajano e a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) estavam entre os homenageados. Criado e organizado pela ONG Afrobras e pela Universidade Zumbi dos Palmares, o evento tem como objetivo destacar personalidades que contribuem para a luta contra o racismo e a inclusão racial. AdChoices ADVERTISING Nomes como Cartola, Milton Nascimento, Mano Brown, Zezé Motta, Elza Soares, Martinho da Vila, Jair Rodrigues e Wilson Simonal já foram homenageados. A premiação faz parte da Virada da Consciência 2021, apoiada pela Folha.

Fonte: FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO

Documentário aborda a pandemia no Brasil pela perspectiva dos médicos

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Os diretores Eduardo e Lauro Escorel se preparam para entrevistar o médico Drauzio Varella, um dos sete especialistas em saúde ouvidos no documentário, que estreia hoje Rodado entre abril e maio deste ano, o documentário “SARS-CoV-2 / O tempo da pandemia”, que teve pré-estreia mundial na 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e chega aos cinemas de todo o país nesta quinta-feira (18/11), lança um olhar cirúrgico sobre a tragédia que, até o momento, causou mais de 600 mil mortes no Brasil. Dirigido pelos irmãos Eduardo e Lauro Escorel, o filme se estrutura a partir de entrevistas com médicos que integram o comitê gestor da iniciativa Todos pela Saúde, capitaneada pelo ex-diretor do hospital Sírio Libanês Paulo Chapchap, e sete profissionais que atuaram na linha de frente no combate à COVID-19, em São Paulo e em Manaus. Drauzio Varella, Eugênio Vilaça, Gonzalo Vecina, Maurício Ceschin, Pedro Barbosa e Sidney Klajner, além do próprio Chapchap, são os especialistas que depõem para as lentes dos diretores. Segundo Lauro Escorel, a realização do documentário partiu de uma demanda dos próprios integrantes do Todos pela Saúde. “Eles queriam que a experiência deles fosse documentada. Surgiu a ideia de fazer um documentário, Eduardo foi convidado para dirigir e me chamou. Nós nos aproximamos do Todos pela Saúde e, gradualmente, ampliamos o escopo, porque além de incluirmos esse grupo de médicos, percebemos a necessidade de colher também os depoimentos dos profissionais de saúde que estavam na linha de frente”, diz. DIMENSÃO Ele explica que, para se chegar a esses profissionais, a equipe do filme foi em busca de pessoas que atuaram nas ILPIs (Instituições de Longa Permanência de Idosos) e nas UTIs em São Paulo e em Manaus, que foi o epicentro da tragédia no Norte do país. “Fomos atrás desses profissionais que traduzem a dimensão real do que ocorreu”, diz o cineasta. Além das entrevistas, imagens dos locais em São Paulo e no Amazonas relacionados aos eventos – desde a nova fábrica de vacina do Instituto Butantan ao cemitério na capital do Amazonas, passando pela usina de oxigênio em Tefé, entre outros – também compõem o documentário. Dos sete integrantes do comitê gestor que dão depoimento para o documentário, seis foram entrevistados em São Paulo e um – o doutor Eugênio Vilaça – em um estúdio em Belo Horizonte, onde atua. Lauro explica que o médico já tem mais de 80 anos e, como o filme foi rodado num momento ainda agudo da pandemia, quando a vacinação era incipiente, ele não pôde viajar. Da mesma forma, a equipe central do documentário não saiu de São Paulo e, como diz o cineasta, contou com o apoio de parceiros tanto para as filmagens em Belo Horizonte quanto em Manaus. “Para colher o depoimento do doutor Eugênio, recorremos ao nosso colega Helvécio Ratton. Preparamos a pauta e ele conduziu essa entrevista em Belo Horizonte. Também mobilizamos uma pequena equipe de produção em Manaus, composta por Orlando Lima Jr., Fernando Crispin e Lídia Ferreira. Discutimos a situação no Amazonas, mostramos o que desejaríamos registrar e eles foram a campo”, diz o diretor, acrescentando que, nos três polos de realização do filme, todos trabalharam dentro dos mais estritos protocolos. DESIGUALDADE Numa determinada passagem do documentário, Gonzalo Vecina avalia que “o vírus veio nos mostrar como nós somos uma sociedade desigual e o que mata não é ele, é a desigualdade”. Em outra, Drauzio Varella ressalta a necessidade de “entendermos que a desigualdade social não é um destino final do Brasil”. Já Paulo Chapchap relembra o colapso da saúde ocorrido em Manaus devido à falta de um simples equipamento. Assim, para além da questão da saúde, o documentário contempla um viés político e social. “Não tem como tratar da pandemia e não se dar conta da situação política e social do país. Uma das coisas que o filme nos revelou foi essa relação direta entre saúde, política e a questão social. O documentário apresenta todo o panorama da saúde pública no Brasil. Antes da pandemia tinha gente querendo acabar com o SUS. O filme propõe uma reflexão sobre isso também”, diz Lauro Escorel. No atual cenário de diminuição dos índices de contágio e das mortes, devido ao avanço da vacinação, o cineasta considera que o momento é de certo alívio, mas observa que é importante não baixar a guarda. “Enfrentamos uma tragédia de uma dimensão inacreditável. Esse documentário é um registro da maior importância para o futuro. Estamos num momento de retração, mas a pandemia ainda está aí e vamos ter que continuar a conviver com ela. Não podemos nos iludir que ela simplesmente passou; ela vai virar uma endemia, e teremos que conviver com outras que virão. As questões levantadas pelo filme servem para a gente pensar a saúde pública daqui para a frente”, ressalta.

Fonte: EM.COM.BR/BELO HORIZONTE

Covid-19: Estudo revela que nutrição especializada pode diminuir tempo de hospitalização

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O estudo ‘Recovid’, publicado em julho de 2021, traz uma nova evidência sobre como o suporte nutricional com suplemento hipercalórico e hiperproteico pode reduzir o tempo de hospitalização e o uso de oxigênio em pacientes com Covid-19 internados em UTI. Segundo a pesquisa, realizada na Rússia, a utilização do suplemento nutricional oral Nutridrink® reduziu o tempo de internação em mais de três dias e diminuiu o uso de oxigênio em 1,4 dia. Liderado por pesquisadores da Sociedade Nacional Russa de Nutrição Parenteral e Enteral (RSPEN) e da Pirogov Russian National Research Medical University, o estudo também avaliou como o uso de suplemento nutricional oral altamente proteico e energético (SNO) Nutridrink®, da Danone, associado com a dieta padrão hospitalar poderia auxiliar na recuperação dos pacientes. Segundo os autores, em comparação com o atendimento padrão, a intervenção nutricional oral resultou na melhora significativa de força muscular no momento da alta hospitalar e melhor qualidade de vida no aspecto físico após 28 dias do início do tratamento. Ao todo, foram selecionadas 185 pessoas entre 18 e 69 anos em seis hospitais diferentes das cidades de Moscou, São Petersburgo, Omsk e Ekaterinburg, na Rússia. Dos 185 pacientes analisados, 90 receberam a dieta padrão hospitalar e 95 foram tratados com dieta padrão associada ao uso de suplemento nutricional oral altamente proteico e energético (SNO), Nutridrink®. Análise de força muscular no momento da alta hospitalar e melhor qualidade de vida no aspecto físico após 28 dias do início do tratamento “A partir desses resultados temos uma nova abordagem no tratamento da Covid-19 que beneficiará pacientes e o sistema de saúde, uma vez que diminuirá o tempo de internação e o uso de suporte respiratório”, comenta o Dr. Dan Waitzberg, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e um dos maiores especialistas em terapias nutricionais do Brasil. No País, Waitzberg liderou ao lado do Dr. Paulo Cesar Ribeiro, chefe da comissão de terapia nutricional do Hospital Sírio-Libanês, outro estudo inédito. Waitzberg e Ribeiro buscaram compreender como as manifestações gastrointestinais e sensoriais (MGSs) podem afetar a nutrição de pacientes com Covid-19 internados e como a nutrição especializada poderia ajudar na recuperação desses pacientes. Segundo o especialista, as evidências científicas mostraram que o suplemento nutricional oral, Nutridrink® Compact Protein, contribui para que os pacientes não apresentem quadros graves de desnutrição e tenham suas necessidades energético-proteicas atendidas por mais tempo. Programa NutriCOVer de incentivo a pesquisa Ambos os estudos realizados fazem parte do programa global NutriCOver, liderados pela divisão de nutrição especializada da Danone, e tem como objetivo incentivar pesquisas independentes e colaborações para impulsionar coletivamente a discussão do impacto nutricional da Covid-19 e o uso de terapia nutricional especializada durante a recuperação da doença. O programa está sendo realizado em 16 países e quatro pesquisas já foram publicados ou estão em vias de publicações nos principais periódicos científicos do mundo. “Essas iniciativas de pesquisa foram iniciadas e conduzidas por pesquisadores experientes de forma independente em vários países”, comenta Márcia Schöntag, Diretora de Assuntos Médicos e Acesso ao Mercado da Danone. “Os resultados dos estudos vão ajudar o mundo a entender melhor o impacto da desnutrição na Covid-19 e o papel que a nutrição especializada pode desempenhar na recuperação dos pacientes, uma vez ainda não conhecemos a doença por completo”, completa a executiva. O contexto da Nutrição Especializada no Brasil Atualmente, a Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), estabelecida pelo Ministério da Saúde, tem como objetivo orientar profissionais e gestores de saúde na vigilância, promoção, prevenção e cuidado de problemas relacionados à alimentação e nutrição. “A Política Nacional de Alimentação e Nutricional foi um grande avanço do Ministério da Saúde, pois traz imprescindíveis diretrizes para a atenção primária. No entanto, há um gargalo estrutural que é a ausência de diretrizes sobre a nutrição especializada, que constitui um importante eixo para o tratamento da desnutrição hospitalar e relacionada a outras condições clínicas que tem impactado a recuperação de pacientes, por exemplo, com Covid-19″, ressalta Márcia Schöntag, Diretora de Assuntos Médicos e Acesso ao Mercado da Danone.

Fonte: PORTAL HOSPITAIS BRASIL

DF: Sírio-Libanês zera internações por Covid pela 1ª vez em 19 meses

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Pela primeira vez desde o início da pandemia da Covid-19, o Hospital Sírio-Libanês de Brasília completou 24 horas sem nenhum paciente internado com a infecção pelo novo coronavírus. Os últimos pacientes hospitalizados com a doença receberam alta durante o feriado (15/11). De acordo com o boletim médico desta segunda, os leitos de internação e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) encontram-se sem pacientes confirmados ou com suspeita da doença. Além disso, não foram registrados óbitos pela infecção no período. No pico da pandemia no Distrito Federal, em março deste ano, o hospital chegou a ter os 25 leitos de UTI ocupados. Em meio à crise sanitária, os médicos precisaram dar prioridade aos pacientes em situação mais crítica, direcionando os demais para atendimento em outros hospitais. A equipe de médicos e enfermeiros do Sírio-Libanês avalia a queda acentuada de novas hospitalizações como o resultado do avanço da vacinação no país. Veja quais são os sintomas mais frequentes de Covid-19.

Fonte: METRÓPOLES/BRASÍLIA

Infectologia e destaque contra Covid-19

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A área de Infectologia do Hospital Sírio-Libanês teve papel fundamental 11 a pandemia de Covid-19. : Organizou 0 atendimento de urgência no Pronto Atendimento, ex: pediu internações nas UTls e nas : enfermarias de acordo com a de: manda e teve grande participação ; ria consultoria sobre 0 enfrenta• mento da doença, desde os protocolos de prevenção até a orientação : no retomo às atividades .Participou, : por exemplo, da orientação ao Tribunal Superior Eleitoral, em 2020, na prevenção a transmissão da Covid-19 nas eleições municipais. • “A infectologia fez parte da as: assistências pacientes internados, por1nciode equipes multiprofissionais: de como lidar com a Covid-19 nas empresas, indústrias, escolas e em serviços de saúde. Foi uni desafio imenso”, explica 0 infectologista David Uip, coordenador tio Centro de Infectologia do Sírio-Libanês. O hospital trabalha com a infectologia em vários setores, ressaltando-se atuação nos convênios que mantém com 0 município e 0 estado de São Paulo na gestão de equipamentos públicos, como 0 Hospital Geral do Grajaú e 0 Municipal Infantil Menino Jesus. Nesses hospitais, além da área de doenças infecciosas, atua na organização da prevenção de infecções hospilalares e do tratamento e prevenção de infecções em pacientes imunodeprimidos, oncológicos e transplantados. “Em tudo isso tem a infectologia, tanto na infecção hospitalar como nos doentes internados”, diz Uip. Paralelamente, a infectologia está presente na prevenção de doenças, com imunização alivae passiva, por meio de vacinas e soros. “Isso é algo que vem sendo muito desenvolvido no hospital”, diz. 0 Sírio-Libanês se prepara para o enfrentam-no) daquilo que virá, para o futuro. “Isso ficou claríssimo para nós. 0 enfrentamento à Covid19 foi bem-sucedido porque tinha uma ótima estrutura hospitalar e equipes inullidisciplinares muito bem treinadas e integradas", conclui Uip.

Fonte: FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | Outros