Covid: Pacientes internados mais que dobram na rede particular

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Com o espalhamento da variante ômicron, as internações por covid-19 mais do que dobraram em ao menos três hospitais privados de São Paulo, na comparação com o final do ano passado. No Hospital Israelita Albert Einstein, a alta foi de 707%. Hospital Sírio-Libanês e Hospital Alemão Oswaldo Cruz também tiveram aumento. O Hospital Israelita Albert Einstein informou que no dia 31 de dezembro tinha 14 pacientes internados por covid-19, sendo 11 deles em leitos clínicos e três em unidades de terapia intensiva (UTI). Ontem, o número de hospitalizados saltou para 99. Do total, são 81 em apartamentos e 18 em unidades de terapia intensiva e semi-intensiva. Três deles estão entubados. "Com a variante gama, por volta de metade dos pacientes precisavam de terapia intensiva, era um quadro bem mais grave. Agora, são casos em que os pacientes têm principalmente uma gripe forte. Não chegam a ter pneumonia. Até tem casos, mas são mais raros", explica o superintendente e diretor médico do Hospital Albert Einstein, Miguel Cendoroglo Neto. "Em média, o paciente fica cerca de três, dois dias internado por covid19 (no Einstein). Há um ano, quando estava começando a subir a Gama, o índice estava em 9,5 dias. O quadro clínico é bem mais brando", acrescenta. Aumento O Hospital Sírio-Libanês, por sua vez, informou que as unidades de São Paulo tinham 27 pacientes internados com covid-19 no dia 31 de dezembro. Desse total, 22 pacientes estavam em enfermaria e outros cinco em leitos de UTI. Já em balanço feito na quarta-feira, o hospital contabilizou 67 pessoas hospitalizadas com a doença, 11 delas em UTI. "Olhando por um panorama geral, o número de casos aumentou muito, é uma coisa notória. E quando a gente aumenta esse número absoluto de casos, por mais que eles aparentem ter um quadro clínico pouco severo, até por estarem associados a uma maior taxa de vacinação, a gente tem um aumento do número absoluto de hospitalizados", explica a infectologista do Hospital Sírio-Libanês, Carla Kobayashi. A Rede D'Or São Luiz informou que seus hospitais na Grande São Paulo estão, em média, com um volume de atendimento em seus prontos-socorros 50% maior do que o habitual em semanas anteriores.

Fonte: UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO

Chegam ao Brasil as primeiras doses da vacina infantil contra a Covid-19

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As primeiras doses da vacina infantil contra a corrida e chegaram ao brasil hoje de madrugada foram quatro semanas de espera desde que a anvisa a imunização de crianças de cinco a onze anos o voo chegou ao aeroporto internacional de viracopos em campinas interior de são paulo de lá as vacinas foram levadas para o centro de distribuição do ministério da saúde em guarulhos já na região metropolitana mais de um milhão e duzentas mil doses serão distribuídas de acordo com a população infantil de cada estado a previsão do ministério da saúde é de que até amanhã todos os estados estejam com a vacina para que as prefeituras organizem o calendário a vacina pediátrica da fazer é a única autorizada para uso em crianças no brasil até agora e é diferente da aplicada em adultos até o frasco tem outra cor é laranja o ministro marcelo queiroga disse que até o fim de março o brasil vai receber vinte milhões de doses para imunizar todas as crianças de cinco a onze anos do país é necessário mais que o dobro quarenta e um milhões de doses a autorização da anvisa foi no dia dezesseis de dezembro quase um mês atrás mas o ministério da saúde postergou a decisão entre outras medidas resolveu fazer uma consulta e uma audiência públicas antes de incluir as crianças na campanha de vacinação contra a Covid19 enquanto isso nos laboratórios os testes positivos do público infantil foram aumentando numa velocidade que deixou os médicos em alerta a infectologista de uma rede de laboratórios que faz vinte mil testes por dia em todo o país diz que ainda não tinha visto uma quantidade tão grande de crianças diagnosticadas com convite ontem a um a às crianças entre zero e trezentos percentual de positivo foi de quarenta e um ponto sete por cento muito semelhante ao percentual de adultos positivo é então que a gente percebe é que é isso foi visto ao longo da evolução da vacinação no brasil é que a população que era vacinado o percentual de teste positivo caía e a população não vacinada aumentava e é o que acontece com as crianças hoje este hospital público em são paulo é referência no tratamento da Covid19 em crianças em dezembro havia apenas uma internação neste mês já foram doze duas em uti o superintendente do hospital reforça a importância da imunização das crianças para reduzir esses números experiências o lugar de entradas os estudos foram feitos e já não há mais dúvida em relação ao benefício que a vacinação pode trazer para essa faixa etária de cinco a onze anos o dom muito baixa gente e massificar quanto mais recente disseminar a vacinação uma proteção maior para toda a população essa também a opinião do médico ricardo fonseca do hospital sírio libanês a vacina é segura e a efetiva existe a recomendação de todas as entidades de classe e a experiência internacional de vacinação nessas faixas etárias não demonstrou nenhum grave problema a que possa trazer alguma insegurança para que os pais não vacinem seus filhos o andré de nove anos e a mãe dele testaram positivo depois de passar alguns dias com os parentes na semana passada eu fiquei sem chão principalmente por ele que não tem nenhuma dose eu agradeço muito pelo meu filho não ter tido nenhuma complicação mais grave ele se queixa um pouco de falta de fato mas também dos males o menor né eu vou vaciná-las sim com certeza enquanto os brasileiros esperavam pela decisão do governo sobre a vacinação infantil o ministro marcelo queiroga chegou a dizer que a pressa é inimiga da perfeição tentando justificar a demora pra essa decisão mas hoje o discurso era outro o ministro defendeu a necessidade de vacinar todos os brasileiros mas aqueles que se encerre os hospitais e nas unidades da a grande maioria são de indivíduos não vacinados estamos aqui falando sobre vacinas infantis mas é necessário reafirmar é a orientação para que aqueles que não tomaram a segunda dose se há muitos no brasil felizmente muito menos do que em outros países e aqueles que ainda não tomaram a dose de reforço que procure a sala de vacinação para completar o seu esquema afinal.

Fonte: JORNAL NACIONAL/TV GLOBO/SÃO PAULO

Entenda qual é o vírus responsável pela gripe e como se proteger!

Sírio-Libanês
Sírio-Libanês
13/01/2022 2 min de leitura

Diversos locais do Brasil passam por um surto da doença

O culpado

O vírus que está causando Os casos é chamado H3N2 Darwin, um subtipo do Influenza A. As vacinas contra a gripe aplicadas no Brasil em 2021 não dão cobertura específica contra essa variante, e por isso ele pode infectar mesmo quem foi vacinado.

Viralizou

Normalmente, os casos de gripe têm seu pico no inverno. Porém, o surto está acontecendo no verão, provavelmente, devido aos encontros para as festas de fim de ano. É importante lembrar que o vírus Influenza é altamente transmissível, embora não se saiba se a cepa Darwin

Atendimentos nos hospitais de SP crescem 90%

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Explosão dos casos de convide também de influenza quem traz as informações pra gente é a bruna macedo bruno aqui ontem trouxe uma matéria importantíssimo falando da vacina corona vac sua eficácia com relação a omicron que repercutiu bastante agora também traz dados pra gente trazendo a situação nos hospitais nas unidades de saúde boa tarde bruna boa tarde daniel ouvi que você estava conversando agora pouco com o secretário estadual de saúde doutor jean agora está eu queria trazer uma apuração que eu fiz minutos atrás eu até te mandei remotamente agora conversei há pouco com o secretário municipal de saúde édson aparecido e ele me disse que assim que chegarem as doses pediátricas da vacina essas doses vão ser é já aplicadas nas crianças aqui em são paulo a previsão segundo édson aparecido é que isso aconteça já na segunda-feira viu mas agora falando ai a respeito dessa alta nos atendimentos dos hospitais e é verdade está acontecendo é um levantamento que foi feito inclusive pelos sindicato dos hospitais aqui de são paulo e ele mostra que noventa por cento dos hospitais registraram este aumento é um aumento que não acontece só nos atendimentos que acontecem de forma presencial muito pelo contrário um aumento também sentido na pele a medicina nos atendimentos virtuais pra você ter uma idéia daniel mais da metade dos hospitais aqui são paulo cinquenta e oito por cento disseram que esse atendimento multiplicou dobrou só nos últimos quinze dias e ai agora eu trago pra vocês alguns números que fazem parte deste levantamento que mostra pra gente o que que tá acontecendo de fato no sistema de saúde aqui de são paulo olha só a primeiro no hospital sírio libanês houve um aumento de mil duzentos e quarenta por cento no número de internações de pacientes com sintomas de Covid19 e sintomas de gripe claro que esse é o número que foi feito aí com base nela os atendimentos de janeiro uma comparação também com os atendimentos que acontecerão em dezembro do ano passado no hospital oswaldo cruz entre novembro e dezembro do ano passado setenta e quatro pacientes foram diagnosticados com síndrome respiratória só nesses primeiros dias de janeiro esse número foi de cinquenta portanto a gente percebe uma aceleração bastante rápida acontecendo aqui em são paulo o são camilo atendeu uma média de doze mil pacientes com os mesmos sintomas só nos primeiros dias de janeiro e por fim pra gente terminar o hospital santa catarina registrou nos últimos dias né nos primeiros dias aí de janeiro um aumento de duzentos e oitenta por cento agora nas internações dos pacientes que já foram diagnosticados com a corrida dezenove devolvo pra você no estúdio Daniel.

Fonte: LIVE CNN BRASIL/CNN BRASIL/SÃO PAULO

Aumento dos atendimentos em São Paulo contra a Influenza e a pandemia da Covid-19

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Bruna Macedo traz informações pra gente em são paulo a respeito dos atendimentos em são paulo relacionados tatua a influenza na quanto claro a pandemia da Covid19 oi bruna bom dia para você coronel é bom dia pra você é bom dia pra todo mundo que escuta gente aqui na cnn rádio só eu trago dados do sindicato dos hospitais do estado de são paulo eles mostram que noventa por cento dos hospitais registraram um aumento de atendimento seja atendimento presencial ou também o atendimento pela internet por via da telemedicina né isso foi observado também principalmente nos ambulatórios de nos prontos-socorros aqui do estado de são paulo pra se ter uma ideia mais da metade dos hospitais cinquenta e oito por cento afirmam entendimento mais que dobrou se a gente for comparar com um período de quinze dias atrás por exemplo em meio a essa alta todos os hospitais do estado a gente pode destacar alguns números de atendimentos e de internações de alguns hospitais privados que ficou assim na capital por exemplo do sírio libanês houve um aumento de mil duzentos e quarenta por cento no número de pacientes internados com suspeita ou confirmação de Covid19 isso claro esse aumento nessa porcentagem se a gente for comparar o cenário de agora nos primeiros dias de janeiro com o início do mês de dezembro já o hospital oswaldo cruz entre novembro e dezembro de dois mil e vinte e um setenta e quatro pacientes foram diagnosticados com síndrome respiratória já agora nos primeiros dez dias de janeiro já foram cinquenta pacientes com este diagnóstico se a gente consegue observar uma aceleração até rápida o hospital são camilo também aprendeu uma média de doze mil pacientes com sintomas respiratórios só nesses primeiros dias de janeiro número cento e dois por cento maior do que o observado em dezembro de dois mil e vinte e um e pra gente finalizar nonato hospital santa catarina aqui na capital paulista também registrou nos últimos dias no nesses primeiros dias de janeiro um aumento de duzentos e oitenta por cento das internações aí já de pacientes que foram diagnosticados com a Covid19 devolvo pra você né obrigado bruno macedo ou seja são números indicando claro esse momento pelo qual passamos com essa invasão da variante omicron está em todo o mundo e claro o brasil não escapa sete e quatro agora passei a manhã com oferta pulmonar todo bom dia pra você que nos acompanha nesta quinta-feira treze.

Fonte: RÁDIO TRANSAMÉRICA FM 100,1/SÃO PAULO | CNN MANHÃ

A dermatite atópica em criança e no adolescente

A dermatite atópica encontra-se entre os quadros de pele mais importantes na criança e no adolescente e não raramente acaba sendo de igual ou maior transtorno também nos adultos. Um ponto interessante é que este tipo de dermatite, quando surgido nos primeiros meses de vida, costuma ser o prenúncio do possível aparecimento de quadros alérgicos em um futuro não muito distante, como a rinite alérgica e a asma, ambas podendo se estender também por toda a vida adulta.

Diante disso, o Núcleo de Especialidades Pediátricas do Hospital Sírio-Libanês

‘Com a pandemia, nos tornamos mais cautelosos’

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Paulo Chapchap Conselheiro estratégico da Dasa ‘Com a pandemia, nos tornamos mais cautelosos’ _ Médico ressalta avanços em prevenção e telemedicina: ‘Gestão, hoje, é mudança permanente■’ KAZUO KAJIHARA Brasil ‘só aplica 4,5% do PIB em saúde pública’, adverte Chapchap. CENÁRIOS SONIA RACY Oão é nada simples o dia a dia do médico Paulo Chapchap. Formado pela USP,professorvisitante na Universidade de Pittsburgh, nos EUA. Ele é hoje uma referência em transplantes de fígado e, igualmente, um experiente administrador de hospitais. Depois de longo tempo no Sírio Libanês, que chegou a comandar entre 2016 e 2021, o médico hoje é conselheiro estratégico da Dasa o maior sistema de diagnósticos da América Latina e o quinto maior do mundo. De quebra, ele somou à carreira uma permanente dedicação à filantropia. Preside o Conselho de Administração do Instituto Todos pela Saúde e é conselheiro do Instituto Phaneros, voltado à saúde mental. Qual o aprendizado de tudo isso? “A gente aprende que gestão, hoje, é mudança permanente”, resume Chapchap nesta entrevista a Cenários. O que implica “montar equipes técnicas, reunir gente com diversas visões sobre os problemas, saber incorporar tecnologia, compartilhar a experiência que adquiriu, aprender com a dos outros”. E, sem tirar os olhos do real e imediato, acrescenta: “Com a pandemia, aprendemos a ser mais cautelosos, fazer prevenção primária e secundária. A segunda coisa é que as tecnologias meio, como a telemedicina, trazem avanços incríveis. E o SUS fez uma diferença enorme”. A seguir, trechos da conversa. Como um grande conhecedor de saúde preventiva, diria que a pandemia nos ensinou coisas novas e úteis? Sem dúvida nenhuma. Com a pandemia, aprendemos duas coisas. A primeira, a ser mais cautelosos, detectar os sinais de agravo, fazer a prevenção primária e secundária. A segunda é que o uso das tecnologias meio como a telemedicina e o uso de plataformas tecnológicas e digitais podem fazer a diferença no tratamento das doenças. Podendo dispor de imagens e dados diagnósticos do médico, a gente pode mudar o comportamento, a atitude, e ficar mais saudável por mais tempo. Pode explicar melhor esses dois pontos, prevenção primária e tecnologias meio? A prevenção primária é quando você tem a capacidade de prever que vai acontecer alguma coisa e você evita que isso ocorra. Na pandemia, por exemplo, para não ficarmos doentes nós usamos máscaras, nos vacinamos, mantemos distância uns dos outros. Prevenção secundária é quando você já tem uma doença crônica, tipo diabetes, colesterol alto, e sabe que precisa se cuidar para evitar as consequências- Aprendizado ‘Aprendemos a montar equipes, a incorporar tecnologia, a aprender com a experiência dos outros’. E tecnologia meio é o uso de dados e imagens, que permitem a manutenção da saúde. Você está agora na D asa, depois de um longo período como superintendente do Sírio-Libanês. E tem experiência no setor filantrópico, na saúde privada, no setor público. Os dados que a Dasa tem são públicos? Eles são sempre de propriedade do paciente e ficam sob guarda do prestador de serviço de saúde, o paciente é que os disponibiliza. O que a Dasa tem de diferente de um hospital único, de um prestador? Ela é o maior sistema de diagnósticos do Brasil e também da América Latina. E o quinto maiordo mundo. Então as pessoas vão aos laboratórios da Dasa, que são dezenas de marcas, e os diagnósticos, bem analisados, permitem que a gente entenda o perfil daquele paciente e lhe recomende ações preventivas. De que forma a Dasa aproveita tudo isso? Ela organiza os dados. Colocar num “data lake”, um lago de dados com uma arquitetura que permita a análise e o fluxo desses dados. Para você ter uma ideia, nos últimos anos a Dasa investiu R$ 1,6 bilhão na organização desse “data lake”. Isso permite uma integração do cuidado. O que é isso? Hoje, se você vai a diferentes lugares se tratar, os dados ficam em diferentes setores o diagnóstico, o tratamento -, e há enorme dificuldade em coordenar essas informações. E a integração, a coordenação, é um investimento que a Dasa está fazendo. Já temos uma ferramenta, a “nave pro”, nove mil médicos já a baixaram. O médio acessa num celular e, autorizado pelo paciente, captura dados de outros sistemas, integra os dados e mostra seu laudo evolutivo, os exames laboratoriais e de imagem. Já existe isso? Não, ainda estamos preparando essa plataforma, para que possa ser operada por prestadores públicos, inclusive o SUS. Hoje beneficiamos o SUS de outra forma. Fomos o laboratório que mais fez exames para ele, 3 milhões de testes PCR. O que falta para o sistema público de saúde do País ser mais célere e beneficiar mais gente? O SUS fez uma diferença enorme na pandemia. Essa catástrofe, mais de 630 mil brasileiros mortos, só não foi maior porque as pessoas tinham aonde ir. Em outros países, muita gente deixou o problema se agravar. Você chegou a gerir um hospital como o Sírio-Libanês e então passou para a Dasa. O que você está levando, profissionalmente, de um para outro? Acho que tudo. A gente acumula aprendizados, competências, e isso inclui compartilhar isso com outras pessoas. Encontrei agora essa oportunidade, ter essa troca de saberes é enriquecedor. Acho, então, que estou num lugar onde posso ficar o resto da minha carreira profissional, procurando ampliar o benefício da sociedade. Eu quero continuar relevante. • NA WEB No Facebook e no Twitter do 'Estadão', no Linkedln.no YouTube do 'Estadão' eno YouTube do Banco Safra. www.estadao.com.br/e/chapchap

Fonte: O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | ECONOMIA & NEGÓCIOS

Secretaria de Saúde confirma 530 casos de coinfecção por Covid e gripe no DF

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) confirmou, nesta terça-feira (11), 530 casos de pacientes com infecção dupla por Covid-19 e Influenza A. Os dados são referentes a cinco testes feitos no Laboratório Central do DF (Lacen-DF) e o restante, na rede privada da capital. Os dados mostram um salto de 495% em menos de uma semana já que, até a última quinta-feira (6), eram apenas 89 casos confirmados. A alta ocorre em meio a um aumento de casos de Covid-19 e Influenza A na capital, nas últimas semanas. A Secretaria de Saúde não informou se algum dos infectados precisou ser internado. A pasta ofereceu, apenas, informações do último boletim, divulgado em dezembro, que mostra que 36 pessoas infectadas por gripe precisaram de internação hospitalar. Dupla infecção A chamada dupla contaminação é constatada quando os dois testes – para gripe e para Covid – dão positivo. Ela foi apelidada de "flurona" (união dos termos "flu", de influenza, com "rona" de coronavírus) na imprensa internacional, mas o termo não designa um novo tipo de doença, apenas uma forma simplificada de se referir à ocorrência simultânea de contaminações. Ainda não é possível dizer se o paciente com esse quadro terá um quadro pior de saúde. O infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) Renato Kfouri explica que ela pode comprometer a saúde de pessoas que já são imunocomprometidas, mas, em geral, a dupla contaminação não significa que você terá quadro mais grave. Mirian Dal Ben, infectologista do Hospital Sírio Libanês, explica que a infecção dupla não aumenta as chances de óbito nem faz com que as doenças sejam mais leves. "O importante é que as pessoas precisam saber que a gente não tem nada ainda na ciência que fale pra gente que pegar as duas coisas ao mesmo tempo aumente as chances da pessoa morrer ou que faça a doença talvez ser mais leve. Nenhuma das duas coisas". "O importante é que as pessoas precisam saber que a gente não tem nada ainda na ciência que fale pra gente que pegar as duas coisas ao mesmo tempo aumente as chances da pessoa morrer ou que faça a doença talvez ser mais leve. Nenhuma das duas coisas". Alta de gripe e Covid19 Para evitar novas infecções, a SES-DF reforça que as medidas de prevenção, tanto para Influenza quanto para o novo coronavírus, são as mesmas: uso de máscara, distanciamento social, lavar as mãos com frequência e vacinação. A pasta orienta as pessoas que apresentarem sintomas de gripe a fazerem primeiro o teste para detecção da Covid-19. Caso o resultado seja negativo, o ideal é seguir as medidas de prevenção. A Secretaria de Saúde não realiza teste de Influenza na atenção primária à saúde, em casos de sintomas leves. De acordo com a pasta, "a identificação do sorotipo viral não é necessária para que seja iniciado o plano terapêutico e não muda a conduta clínica, que permanece a mesma para todos os casos de síndrome gripal sem complicação".

Fonte: G1/NACIONAL

Butantan começa a produzir vacina eficaz contra o atual surto de gripe

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O Instituto Butantan começou a produzir nesta terça-feira (11) a vacina contra o vírus H3N2, que está provocando um surto de gripe no país. Oitenta milhões de doses devem estar disponíveis a partir de março. Na receita da vacina contra a gripe vai ovo - muito ovo. Só nesta terça, o Instituto Butantan recebeu mais de 40 mil dúzias. Logo que chegam, eles vão para uma sala escura onde um funcionário usa uma luz forte para ver dentro do ovo. É um controle de qualidade. “Não são os ovos que nós encontramos no mercado. Já é uma produção específica para essa finalidade. Os ovos desde as granjas eles têm um cuidado de temperatura, umidade, controle de CO2 durante todo o transporte e aqui na fábrica quando eles são recebidos”, explica o gerente de produção Douglas Gonçalves de Macedo. “Não são os ovos que nós encontramos no mercado. Já é uma produção específica para essa finalidade. Os ovos desde as granjas eles têm um cuidado de temperatura, umidade, controle de CO2 durante todo o transporte e aqui na fábrica quando eles são recebidos”, explica o gerente de produção Douglas Gonçalves de Macedo. A vacina da gripe muda sempre porque o vírus da gripe muda muito. Então, todo ano a Organização Mundial da Saúde (OMS) identifica os três tipos que estão circulando mais e são eles que vão estar na próxima fórmula. A vacina da campanha de 2022 vai proteger contra os vírus H1N1, aquele da pandemia de gripe suína, o da influenza B e de um tipo de H3N2, que é o que tem provocado esse surto de gripe em várias cidades do país. O Jornal Nacional acompanhou com exclusividade o início da produção do ingrediente farmacêutico ativo, o IFA, da vacina contra o H3N2. O vírus é injetado dentro dos ovos com agulhas muito finas. Essa é uma tecnologia que o Butantan usa para fabricar a vacina da gripe há mais de dez anos. Depois, os ovos são abertos, o líquido é filtrado, o vírus é inativado e perde a capacidade de provocar a doença. Aí o Ingrediente Farmacêutico Ativo está pronto. Em seguida, ele vai ser misturado ao IFA dos outros dois vírus: H1N1 e B, que já foram feitos nos últimos meses. Assim a vacina vai proteger contra os três vírus. A epidemiologista Carla Domingues, que já coordenou o Programa Nacional de Imunizações, reforça que o número de vacinados contra gripe no país precisa aumentar. “Nós precisamos alertar a população todos os anos sobre a necessidade de vacinar a população alvo e atingir uma cobertura vacinal de pelo menos 90% de cobertura. É dessa forma que nós protegeremos as pessoas mais vulneráveis no nosso país”, afirma Carla Domingues. “Nós precisamos alertar a população todos os anos sobre a necessidade de vacinar a população alvo e atingir uma cobertura vacinal de pelo menos 90% de cobertura. É dessa forma que nós protegeremos as pessoas mais vulneráveis no nosso país”, afirma Carla Domingues. Em 2021, o país não atingiu a meta. A cobertura vacinal do grupo prioritário ficou em 71,2%. A infectologista Mírian Dal Ben, do Hospital Sírio-Libanês, alerta que essa situação é crítica, porque a gripe também pode evoluir para casos graves. “A gente sabe que este ano a gripe causou esse estrago que a gente viu no final do ano, justamente porque, em 2021, a cobertura vacinal foi muito baixa. A gente vacinou bem menos pessoas do que a gente tinha por hábito vacinar nos anos anteriores. Então é importante estar todo mundo com isso bem na cabeça e programado: tem que vacinar tanto para Covid-19 quanto para gripe”, enfatiza Mírian Dal Ben. “A gente sabe que este ano a gripe causou esse estrago que a gente viu no final do ano, justamente porque, em 2021, a cobertura vacinal foi muito baixa. A gente vacinou bem menos pessoas do que a gente tinha por hábito vacinar nos anos anteriores. Então é importante estar todo mundo com isso bem na cabeça e programado: tem que vacinar tanto para Covid-19 quanto para gripe”, enfatiza Mírian Dal Ben.

Fonte: G1/NACIONAL

Gripe e Covid afastam profissionais de saúde em São Paulo

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Gripe e Covid19 afastam profissionais de saúde em São Paulo Somente na rede estadual são mais de 3.000 médicos, enfermeiros e técnicos; na capital, passa de mil pessoas Paulo Eduardo Dias são Paulo. Os casos de síndromes respiratórias, o que incluiu os de Covid-19 e de gripe, já resultaram no afastamento de ao menos 3.339 profissionais de saúde no estado de São Paulo. O montante, que faz parte de apuração consolidada com dados disponíveis nesta quinta-feira (6), pode ser ainda maior, uma vez que o número se refere a funcionários apenas da rede pública. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, 1.754 pessoas estão afastadas de suas funções por confirmação da Covid-19 e suspeita de outras síndromes respiratórias. O estado conta, atualmente, com mais de 172 mil profissionais que atuam em hospitais, clínicas e unidades especializadas. Somente no Hospital das Clínicas, na zona oeste da capital paulista, estavam afastados 56 colaboradores com diagnóstico de Covid-19 e outros 15 com suspeita, aguardando resultado de exames. “Seguindo o protocolo de assistência e de segurança das equipes, qualquer profissional com suspeita da doença é temporária, preventiva e prontamente afastado, para recuperação de sua saúde e prevenção dos demais”, disse a secretaria em nota. Na capital paulista, a Secretaria Municipal da Saúde afirmou que, até a última quinta, 1.585 profissionais estavam afastados por Covid-19 ou síndrome gripai. A administração conta com 94.526 servidores efetivos ou contratados por OSS (Organizações Sociais de Saúde). Segundo a gestão Ricardo Nunes (MDB), o crescimento na quantidade de funcionário com o aumento da demanda de atendimentos, a categoria fica sujeita a situações que podem afetar a qualidade da assistência, como maior tempo para atendimento, e sobrecarga aos profissionais de enfermagem e da saúde James Francisco dos Santos presidente do Coren-SP os afastados foi notado em i° de dezembro, sem impactos significativos na assistência. A SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), uma das principais OSS que atuam na capital, informou que possui 800 colaboradores isolados após serem diagnosticados com gripe ou com coronavírus. Se o estado e a prefeitura ainda não falam em novas contratações para suprir uma possível carência com as baixas, a instituição do terceiro setor explicou estar atenta à situação epidemiológiea e promovendo contratações emergenciais, para garantir que a população não deixe de ser atendida nos serviços de saúde. Outro município afetado é Campinas, no interior paulista, que na última semana registrou filas de pacientes à procura de atendimento médico com sintomas gripais. Até a última atualização, 129 funcionários que atuam na Secretaria Municipal da Saúde e na Rede Mário Gatti estavam afastados por sintomas respiratórios. No total, a cidade tem 6.075 colaboradores na área. Com os afastamentos, os conselhos de classe se movimentam para entender melhor o que seus filiados que atuam na linha de frente estão passando. O Coren (Conselho Regional de Enfermagem) prepara um relatório que pretende detalhar as situações encontradas pelos enfermeiros no último mês. “Como aumento da demanda de atendimentos, a categoria fica sujeita a situações que podem afetar a qualidade da assistência, como maior tempo para atendimento, e sobrecarga aos profissionais de enfermagem e da saúde" disse para a Folha o presidente do Coren-SP, James Francisco dos Santos. Sobre como tentar remediar a situação, Santos disse que é preciso que as instituições de saúde estejam atentas ao dimensionamento adequado de profissionais, respeitando todas as normativas que prezam pela segurança do paciente e também dos trabalhadores. Na tentativa de conter uma redução ainda mais drástica no número de profissionais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a pasta pode reduzir o isolamento para pessoas assintomáticas com Covid19 de 10 para 5 dias, o que é um pedido dos empresários do ramo, na tentativa de contornar possíveis transtornos com a ausência prolongada de médicos, enfermeiros ou técnicos. Ao falar sobre essa possibilidade, o ministro citou que o CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos) já deu essa recomendação. A reportagem procurou as acessórias dos principais centros médicos privados de São Paulo, mas não recebeu o número de colaboradores com atestado médico. Em nota, o Sírio-Libanês informou estar chamando os médicos de retaguarda e que já fazem parte do corpo clínico da instituição para apoiar durante esse período de alta procura de pacientes. “O hospital está remanejando internamente as equipes assistenciais e administrativas para apoiar esse aumento de procura. A equipe do pronto atendimento já abriu novas salas e aumentou seu número de colaboradores para acelerar o atendimento de síndromes gripais" diz trecho da nota.

Fonte: FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO