Mais esperanças contra o infarto

Dr. José Mariani Jr.
Dr. José Mariani Jr.
23/09/2022 2 min de leitura
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Geração mais eficaz de medicamentos fibrinolíticos passa a ser usada em larga escala no Brasil

Muito trabalho, estresse e má alimentação são características que fazem parte da rotina de parte das pessoas que mora nas grandes cidades. Por conta disso, e devido à melhoria do diagnóstico, o Brasil tem registrado mais casos de infarto agudo do miocárdio nos últimos anos.

Entre 1998 e 2005, o número de internações em decorrência desse tipo de ataque cardíaco cresceu em 65%, enquanto que as mortes subiram 10% de 1998 a 2003, de acordo com o Datasus, o banco de dados do Sistema Único de Saúde

Alzheimer: a primeira luta é contra o estigma e a desinformação

Notícias

Estamos vivendo mais. Bom por um lado, mas isso também pode trazer uma abrangência média maior de problemas de saúde, como é o caso das doenças degenerativas. Por exemplo, em relação ao Alzheimer e às demências, dados da Organização Mundial da Saúde dão conta de cerca de 55 milhões de pessoas que sofrem dessas doenças no mundo, a maioria idosa. Mas será que episódios de esquecimento ou confusão mental são realmente sintomas de demência? E qual é a relação entre a demência e a doença de Alzheimer?

É importante entender as diferenças e as relações entre sintomas, a demência e o Alzheimer. A médica neurologista do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, Dra. Ingrid Faber, explica que “a demência é uma condição neurológica onde a perda das capacidades cognitivas, ou seja, dificuldades para se lembrar de eventos passados, a perda de memória, dificuldades para se localizar em ambientes e para compreender questões visuais, como, por exemplo, identificar objetos mais complexos, conseguir dirigir um automóvel, localizar-se em ambientes que não sejam tão familiares, perda das capacidades viso-espaciais, dificuldades para falar e de compreensão da linguagem, alterações no comportamento ou mudanças no modo de ser, sintomas psiquiátricos que ocorrem tardiamente, todos esses são potenciais sintomas da condição clínica neurológica que é a demência”.

A especialista explica que os sintomas, inicialmente, poderão ser apenas um ou dois desses listados, mas a demência pode ter causas diferentes e a investigação neurológica é importante justamente por isso.

Segundo a médica, a causa mais frequente de demência é a doença de Alzheimer, que é neurodegenerativa, com perda progressiva de neurônios, levando à dificuldade de executar tarefas cotidianas. Mas a neurologista alerta que existem ainda outras causas de demência degenerativa como a por corpos de Lewy nas células nervosas, a demência fronto-temporal e ainda a demência vascular, que pode ser causada por inúmeros acidentes vasculares cerebrais. Há demências que podem ser reversíveis, como a provocada por sífilis ou por déficits de vitaminas, como a vitamina B12. Quadros metabólicos como o hipotireoidismo muito acentuado também podem provocar demência, mas se enquadram nas situações reversíveis.

O reconhecimento dos sinais e sintomas da demência são fundamentais para que se verifique se é um quadro de Alzheimer ou se é um outro tipo de demência, porque os tratamentos são distintos para cada caso. Há vários tratamentos que buscam aliviar os sintomas e trazer melhor qualidade de vida para os pacientes.

Estímulos cerebrais, como a prática de exercícios físicos e mentais, investir em uma vida social ativa e aprender novas atividades e hobbies podem ser de grande ajuda para um envelhecimento saudável, reduzindo os riscos de doenças degenerativas ou desacelerando o avanço dos sintomas. Prevenção, diagnóstico precoce e oferta de cuidado são fundamentais.

Sírio-Libânes é um dos melhores hospitais da américa latina segundo ranking NewsWeek 2023

Hospital

Novamente, o Hospital Sírio-Libanês foi reconhecido internacionalmente pela revista norte-americana Newsweek em dois rankings elaborados pela publicação. Os rankings são um dos mais renomados do mundo no setor hospitalar e reconheceu as instituições de saúde de última geração que têm equipes de excelência, entrega de valor e tecnologia de ponta.

O primeiro ranking, World’s Best Specialized Hospitals, reconhece as instituições de referência em dez especialidades médicas. Na edição 2023, Sírio-Libanês foi considerada a 17ª melhor instituição de saúde do mundo em Urologia e a melhor da América Latina em Endocrinologia. Também entrou na lista dos 100 melhores hospitais do mundo em Cardiologia, Oncologia, Gastroenterologia, Neurocirurgia e Pediatria. Considerando apenas as instituições brasileiras, o Sírio-Libanês está entre os primeiros cinco colocados em sete das dez categorias.

No segundo ranking publicado pela revista, que foi inaugurado este ano, o Sírio-Libanês também foi incluído na lista do World's Best Smart Hospitals 2023, iniciativa que reconhece as 300 melhores instituições médicas do mundo que estão liderando o campo em tecnologias inteligentes. O Sírio-Libanês ficou na segunda posição entre os hospitais mais tecnológicos do Brasil, com destaque para seus programas de robótica e transformação digital.

“Resultados como este são fruto do trabalho de todos os colaboradores que trabalham para oferecer excelência médica na prática diária do nosso propósito de levar uma vida plena e digna a todos”, afirma Fernando Ganem, diretor geral do Hospital Sírio-Libanês. Para ele, trabalhar com saúde exige constante atualização de conhecimento e cuidado no acolhimento. “Estamos verdadeiramente comprometidos para atender plenamente as diferentes necessidades dos pacientes, sobretudo nos tratamentos de alta complexidade”, finaliza.

Exercícios Físicos: grande aliado da saúde cardiovascular

Bem-estar

As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, e sua presença está associada a fatores de risco como tabagismo, diabetes, colesterol alto, sedentarismo, estresse e obesidade. Modificações nos hábitos de vida podem reduzir em até 80% os casos de doenças cardiovasculares. “Fazer exercícios físicos, perder peso, não fumar e controlar os fatores de risco diminuem os riscos de infarto e outras doenças cardiovasculares, como o acidente vascular cerebral (AVC)”, ressalta a Dra. Amanda Gonzales, Médica da Unidade de Cardiologia do Exercício do Hospital Sírio-Libanês.

Sabemos dos múltiplos benefícios dos exercícios aeróbios como caminhada, ciclismo e natação, para a saúde cardiovascular, mas saiba que outros exercícios também podem ajudar. Um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine mostrou que esportes como tênis, assim como tênis de mesa, são capazes de reduzir em 56% o risco de doença cardiovascular e em 47% da mortalidade por doença cardiovascular.

A hidroginástica, atividade muitas vezes indicada à idosos, também pode ajudar o coração pois sua prática está associada a melhor controle da pressão e dos níveis de colesterol. Outra modalidade que pode ajudar a reduzir o estresse, fator associado ao aumento de doenças cardiovasculares, é o Tai-Chi, arte marcial chinesa que combina movimento e relaxamento, ajudando o corpo e mente.

A médica sugere que os pacientes façam o check-up com regularidade, para detecção precoce dos fatores de risco, mas ressalta que um estilo de vida saudável, que une atividades físicas à hábitos alimentares balanceados são fundamentais na prevenção.

Cuidados com o Coração

Sírio-Libanês
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09/09/2022 2 min de leitura
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Cuide do seu coração com todo o amor que ele merece.

No dia 29 de setembro, comemoramos o Dia Mundial do Coração, uma iniciativa criada no ano 2000 com o objetivo de reduzir os números cada vez mais alarmantes relacionados às doenças cardíacas.

Para mudar esse cenário, nossos maiores aliados são o acesso às informações de qualidade e a nossa conscientização. Em primeiro lugar, devemos estar atentos aos fatores de risco para doenças cardiovasculares, como o histórico familiar, hipertensão arterial, diabetes, obesidade, alterações no colesterol e triglicérides. Essas alterações podem

Os benefícios para a saúde do sexo na terceira idade

Bem-estar

No dia 6 de setembro, comemora-se o Dia do Sexo, a data de se lembrar de como o sexo pode fazer bem para a saúde para todas as gerações. A terceira idade não deve ser vista como a fase em que se deixa de ter vida sexual. Afinal, não existe diferença no sexo em si realizado na terceira idade e na juventude. A idade e experiência, aliás, são capazes de tornar o ato ainda mais prazeroso. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), exercer a sexualidade com saúde é um dos pilares que sustentam a qualidade de vida. Pode contribuir para a melhora da autoestima, prazer, bem-estar, mesmo quando exercido individualmente, e gera conexão e suporte nos relacionamentos a dois.

A tecnologia melhorou a saúde das pessoas mais velhas. Fatores biológicos, psicológicas e sociais interferem na maneira como vivemos e exercemos nossa atividade sexual. Assim, manter fatores hormonais necessários equilibrados, controle de doenças crônicas, troca de medicamentos que possam perturbar o funcionamento sexual, revisão de pensamentos, sentimentos e ações no âmbito psicológico que não permitam a boa vivência e ajuste de fatores de relacionamento podem ser alguns exemplos que impactam positivamente a vida sexual.

Segundo a ginecologista Helga Marquesini, do Centro de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês, as mulheres após a menopausa têm a vida sexual afetada por conta de maiores dificuldades de lubrificação e qualidade da mucosa vaginal decorrente da diminuição da produção hormonal no organismo. Por isso, as mulheres na terceira idade sentem mais dor nas relações sexuais com penetração. “O orgasmo pode se tornar mais difícil de ser atingido e ser menos intenso. A queda de desejo, desencadeada como resultado de más experiências por dor ou impactada pela queda hormonal, também pode ser um fator importante. Muitas mulheres também têm a crença de que após a menopausa ou na terceira idade seria natural que o sexo deixe de ser praticado”, explica. “Uma das estratégias para essa questão é o uso de lubrificantes e a manutenção da saúde da mucosa vaginal. Por isso, sempre que existir queixa ginecológica ou sexual, é importante se consultar com um especialista”, diz a médica.

Por outro lado, os benefícios do sexo são muitos, como a melhora da autoestima, da qualidade de vida, do humor e da intensidade das relações. Com os homens não é diferente. Estudos comprovam que uma vida sexual satisfatória contribui para uma maior longevidade e redução de declínio cognitivo. A partir dos 50 anos, o homem pode passar pela andropausa (caracterizada pela baixa hormonal masculina), quando começa a diminuir as taxas de testosterona, que é o principal hormônio sexual masculino. Por conta dessa perda, a vida sexual e a sexualidade do idoso podem ser afetadas de maneira considerável, já que a perda desse hormônio pode levar a algum tipo de disfunção sexual, diminuição da libido ou até mesmo impotência sexual.

“Na terceira idade, o homem pode precisar de mais estímulo para obter uma ereção. Portanto, não tenha pressa para realizar a relação sexual com penetração. Os estímulos antes do ato sexual, seja sozinho ou com a ajuda da parceira, ajudam a facilitar a ereção, além de melhorar o clima antes da relação sexual em si”, explica Dr. Bruno Nascimento, urologista e integrante do Centro de Medicina Sexual do Hospital Sírio-Libanês. O médico também chama atenção para a possibilidade de doenças cardiovasculares em pacientes com disfunção erétil. “Importante sempre realizar um check-up e avaliar todo o quadro clínico”, afirma o médico. O especialista dá outro conselho. Na terceira idade, valorizar o afeto existente também pode favorecer as relações sexuais. Por isso, uma conversa agradável e intimidades únicas do casal podem ajudar a despertar o desejo para o sexo na terceira idade.

A importância do sono

Sírio-Libanês
Sírio-Libanês
05/09/2022 2 min de leitura
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O que podemos fazer para dormir melhor? 10 ajustes na sua rotina que podem ajudar na hora do sono.

Uma boa noite de sono traz impactos muito positivos para a nossa saúde: nos sentimos mais alegres, relaxados e descansados, o que contribui para a nossa qualidade de vida.

Por outro lado, uma noite mal dormida pode atrapalhar diversos aspectos da nossa vida por conta da falta de disposição e energia para as nossas atividades cotidianas. Trabalhar, cuidar dos filhos e se exercitar, por exemplo, se tornam tarefas árduas quando não descansamos o suficiente.

Pensando nisso, nosso Time de

O combinado japonês

Enviado por augusto@dexa.ag em
Revista Viver #31
Set/2022
Alimentação, movimento, vida social e respeito à sabedoria do idoso garantem o título de povo mais longevo do mundo.
O combinado japonês
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Setembro Amarelo: Mês de Prevenção ao Suicídio

Sírio-Libanês
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01/09/2022 3 min de leitura
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A campanha Setembro Amarelo foi criada para abordar temas relacionados ao sofrimento emocional e ao suicídio, trazendo visibilidade, diminuindo tabus e estigmas, sensibilizando e conscientizando a população não apenas no mês de setembro, mas de maneira contínua.

A ideia é não só disponibilizar informações relevantes, como também promover a cultura do acolhimento, da escuta e do cuidado com a saúde mental. A seguir, veja os principais questionamentos e respostas importantes sobre o tema:

Como ajudar alguém que está em sofrimento emocional?

Ao identificar em alguém sinais de sofrimento