Agosto Dourado: mês de incentivo à amamentação

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01/08/2022 4 min de leitura
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Agosto Dourado: mês de incentivo à amamentação

Agosto Dourado é o conceito adotado para o mês que tem o objetivo de divulgar o ‘padrão ouro’ do leite materno e conscientizar sobre a importância do aleitamento para a vida.

O leite humano é o mais rico e completo alimento a ser ofertado de forma exclusiva, sem o uso de água, chás ou qualquer outro alimento até os seis meses de vida, devendo permanecer como única fonte láctea até os dois anos de idade ou mais.

A importância da amamentação já é conhecida, e envolve diversos benefícios para a mãe e para o bebê e deve ser estimulada como

28 de julho: Dia Mundial da Luta Contra as Hepatites Virais

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28/07/2022 2 min de leitura
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As hepatites virais são infecções que atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves.

Na maioria das vezes são silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Os tipos mais comuns são as hepatites A, B e C, sendo que os tipos B e C podem se tornar crônicos e, em alguns casos, apresentar gravidade. Vamos conferir mais informações a seguir?

Tipos de Hepatite

Hepatite A: Representa 25% das hepatites no Brasil. Na maioria dos casos é benigna, mas a gravidade dos seus sintomas aumentam conforme a idade dos pacientes.

Hepatite B: Corresponde a 36,8% das

Chocolate faz bem para a saúde?

Bem-estar

O chocolate faz bem à saúde? Quem nunca disse isso para justificar o consumo desse doce? Então, para a alegria de todos, a resposta para a pergunta é um ressonante sim! O grão de cacau é uma das fontes mais conhecidas de polifenóis e flavonoides, compostos orgânicos que possuem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, além de ser um alimento rico em minerais: potássio, fósforo, cobre, ferro, zinco e magnésio.

De acordo com a nutricionista do Hospital Sírio-Libanês, Maryana Virginia Orellana, o chocolate possui a capacidade de estimular a produção de serotonina, um hormônio responsável pelo bom humor, auxiliando no combate da ansiedade e da depressão. Porém, os teores de flavonoides encontrados variam para cada chocolate, sendo o chocolate amargo o que mais contém compostos com reconhecida atividade.

“Cabe destacar dois fatores em relação ao consumo do chocolate: o tipo ingerido e a quantidade”, explica a nutricionista. O chocolate branco é feito basicamente de manteiga de cacau, leite e açúcar, possui um maior teor de gordura saturada, açúcar e caloria. Ao leite é um alimento de alto valor calórico, que contém grandes quantidades de gorduras saturadas e açúcar. Já os chocolates do tipo meio amargo e amargo apresentam menor quantidade de leite, gordura e açúcar, e maior quantidade de cacau, conferindo maiores teores de substâncias antioxidantes e menor valor energético. “Além destes tipos, existem no mercado o chocolate de soja, isento de lactose e glúten, sendo uma alternativa de consumo para os intolerantes à lactose”, destaca Maryana.

A nutricionista completa que não existe uma quantidade determinada diária para o seu consumo, entretanto, de acordo com a literatura, para ter todos os benefícios do chocolate amargo, basta comer um quadradinho de chocolate amargo ou meio amargo por dia, o que equivale a cerca de 6 g. Outro ponto importante é quanto maior a quantidade de cacau na composição dos chocolates, maior será benéfico à saúde. O chocolate acima de 50% de cacau tem menos açúcar e gordura saturada.

É mais custo-efetivo investigar mutação genética que predispõe ao câncer do que tratar as neoplasias no SUS, conclui estudo

Notícias

Nossos genes podem contar a nossa história, podem predizer o risco de uma pessoa ter certas doenças. Por isso, conhecer a história que nossos genes nos contam, em alguns casos, pode ajudar a diagnosticar precocemente ou até prevenir doenças como o câncer. Por exemplo, um erro, ou mutação, no gene TP53 pode causar a pessoa a desenvolver câncer mais precocemente, quadro que leva o nome de Síndrome de Li-Fraumeni (LFS).

Apesar desta ser uma síndrome rara no mundo, sabe-se hoje que os brasileiros têm uma prevalência maior dessa síndrome em comparação com o resto do mundo. Mas, essa síndrome nem sempre é reconhecida, pois o sistema público de saúde no Brasil não investiga os pacientes suspeitos de ter essa mutação. “As famílias como a Síndrome de Li-Fraumeni tem um risco muito alto para o desenvolvimento de câncer e o rastreamento vai salvar muitas vidas! É mais custo-efetivo hoje no Brasil fazer o teste genético para identificar pessoas com Síndrome de Li-Fraumeni do que tratar todos os casos de câncer que esses portadores da mutação terão ao longo da vida, mesmo para pacientes do SUS”, explica Maria Isabel Achatz, pesquisadora do Hospital Sírio-Libanês. Ela acaba de publicar um estudo que comprova essa tese na revista The Lancet Regional Health – Americas, conduzido juntamente com sua aluna de doutorado Mariana Cartaxo, com a economista Isadora Frankenhal, brasileira que está realizando seu doutorado no MIT (Massachusetts Institute of Technology - EUA), e Casey Tak, professor da Universidade de Utah (EUA).

Os portadores da Síndrome de Li-Fraumeni no Brasil apresentam uma mutação específica (R337H) localizada no gene TP53, que é o principal gene supressor de tumores em todos humanos. A presença de uma mutação pode impactar na sua capacidade de exercer sua função de suprimir células que apresentem informações que levem à formação de tumores. Portadores dessa síndrome apresentam casos frequentes de câncer em idades muito precoce e podem ter múltiplos canceres ao longo da vida.

Os brasileiros do Sul e do Sudeste apresentam a mutação R337H, que leva à Síndrome de Li-Fraumeni, a uma proporção muito maior do que os demais países. Estudos envolvendo mais de 150.000 crianças recém-nascidas verificaram que a prevalência nestas regiões é de 0,3% da população, ou seja, cerca de uma pessoa a cada 300 pessoas apresentam a mutação. Como temos no Brasil cerca de 75% da população dependente do Sistema Único de Saúde (SUS), a ideia deste estudo foi avaliar se realizar o teste genético e todos os exames de rastreamento nas pessoas que tiverem a Síndrome de Li-Fraumeni custaria menos ao governo brasileiro do que tratar todos os casos de câncer com quimioterapias, cirurgias e com todas as perdas humanas que podem acontecer. A identificação da mutação genética permite o diagnóstico precoce do câncer para o portador e, também, para sua família – que pode ser portadora da mesma mutação. Cada familiar direto tem 50% de risco de ter herdado a mesma alteração genética. “Hoje, não é possível realizar o teste genético para investigação da Síndrome de Li-Fraumeni no SUS. É importante entendermos que este é um problema de saúde pública e que precisa ser endereçado”, diz Maria Isabel Achatz.

Na prática
Uma paciente que apresenta câncer de mama aos 30 anos de idade dentro do SUS seria uma pessoa que poderia ser testada para esta mutação específica. Essa paciente identificada permitiria então investigar a sua família, que pode incluir pais, irmãos, filhos, primos. Como se trata de uma mutação hereditária, identificar uma pessoa dentro da família pode ser um alerta para todos. Ao encontrar aquela pessoa dentro do sistema de saúde, o rastreamento genético de apenas esta mutação pode ajudar dezenas de pessoas. Pois o irmão dessa paciente pode já ter seus próprios filhos, e assim subsequentemente. São pessoas que vão saber da sua predisposição para tumores e começar a fazer seus próprios check-ups mais precocemente. Segundo o estudo publicado no The Lancet, o modelo adotado pelos pesquisadores foi o ICER -razão de custo-efetividade incremental, que expressa qual o custo adicional por ano de vida ganho, comparando as estratégias com e sem vigilância em portadores com Síndrome de Li-Fraumeni. “Nossa pesquisa foi clara ao concluir uma maior probabilidade de o uso da investigação genética nesse gene ser uma estratégia de vigilância mais custo-efetiva, além de aumentar a sobrevida e qualidade de vida dos pacientes”, diz Maria Isabel Achatz. Ela explica que hoje os preços dos testes genéticos caíram muito, possibilitando um ganho substancial nos custos acumulados dos cuidados com pacientes com essa mutação dentro do SUS. “Estamos trazendo aqui a evidência científica para que medidas públicas possam ser adotadas para melhorar o sistema de saúde para os brasileiros”, conclui a pesquisadora.

Boletim Médico - Wesley Oliveira Silva

Após a realização de exames e nova avaliação médica, informamos que o paciente Wesley Oliveira Silva foi submetido a uma intervenção cirúrgica para descompressão do canal vertebral, motivada por canal estreito congênito, associado a hipertrofia ligamentar e volumosa hernia discal. Os sintomas se agravaram nos últimos dias e o risco de danos neurológicos eram cada vez mais evidentes, levando a necessidade cirúrgica.

A cirurgia realizada na manhã de hoje, 7 de julho, apesar de complexa, foi bem-sucedida, o paciente passa bem e já está na unidade semi intensiva para recuperação pós-operatória.

O cantor está sob os cuidados do Dr. Francisco Sampaio Junior e da equipe coordenada pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho.

Dr. Luiz Francisco Cardoso
Diretor de Governança Clínica

Dr. Angelo Fernandez
Diretor Clínico

Os 60 são os novos 30. Como envelhecer de maneira saudável?

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05/07/2022 3 min de leitura
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A figura estereotipada de envelhecimento relacionada ao descanso e à inatividade, está no passado! Como o próprio adjetivo já diz, não condiz com a maior parte das pessoas desse grupo etário.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a legislação brasileira (Estatuto do Idoso), idoso é aquele indivíduo com 60 anos ou mais. No Brasil, essa faixa etária corresponde a 18% da população do país.

Pensando nessa parcela populacional tão representativa e das mais diferentes idades, escolhemos conversar com você sobre um tema fundamental: o envelhecimento saudável. A escolha se dá pelo

Prática de exercícios físicos no frio: faz bem?

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28/06/2022 3 min de leitura
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Claro que você já se perguntou, após ter enfrentado uma verdadeira batalha para ir treinar naqueles dias mais frios, se valeria a pena.

E a resposta é sim! Os benefícios de malhar no frio são muitos:

Seu corpo queima mais calorias no frio
O corpo trabalha mais para manter a temperatura, com o frio temos a perda da temperatura corporal, nosso organismo aumenta o metabolismo para que as células consumam mais energia e as transformem em calor para nos manter aquecidos.

Queima calorias extras
Treinando no frio, o aumento do metabolismo ajuda a ter vantagem do gasto calórico

Manifestos Inclusão e Diversidade Sírio-Libanês

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19/06/2022 2 min de leitura
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O Sírio-Libanês valoriza cada ser humano do seu jeito, e acredita que a soma das nossas particularidades nos torna únicos e mais fortes, e estamos na jornada por uma instituição cada vez mais diversa, equitativa e inclusiva, com o apoio dos nossos Grupos de Afinidade.

Por isso, repudiamos qualquer comportamento discriminatório ou de assédio com base em raça, etnia, religião, nacionalidade, sexo biológico, identidade de gênero, orientação afetivo-sexual, expressão de gênero, idade, classe social, origem regional, deficiência, estado civil, fundamentado no Código de Conduta

Guia da Inclusão e Diversidade LGBTQIA+

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10/06/2022 9 min de leitura
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O Sírio-Libanês valoriza cada ser humano do seu jeito, e acredita que a soma das nossas particularidades nos torna únicos e mais fortes, e estamos na jornada por uma instituição cada vez mais diversa, equitativa e inclusiva, com o apoio dos nossos Grupos de Afinidade.

Por isso, repudiamos qualquer comportamento discriminatório ou de assédio com base em raça, etnia, religião, nacionalidade, sexo biológico, identidade de gênero, orientação afetivo-sexual, expressão de gênero, idade, classe social, origem regional, deficiência, estado civil, fundamentado no Código de Conduta do Sírio-Libanês

Mês do Orgulho LGBTQIA+

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07/06/2022 2 min de leitura
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Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIA+. Abordar este tema no contexto da saúde é fundamental em vários aspectos, como a necessidade da pessoa se sentir acolhida e bem-vinda no serviço de saúde ficando confortável para tratar de qualquer assunto relacionado à sua saúde sem restrições, e também a saúde mental, que é um dos fatores determinantes do bem-estar e, consequentemente, da saúde em geral.

São frequentes os relatos de preconceitos sofridos por pessoas LGBTQIA+ em serviços de saúde, o que pode ocorrer não só abertamente por meio de falas que evidenciem julgamento, mas também de forma implícita