Marcapasso
Perguntas frequentes
Sintomas como tontura frequente, desmaios, cansaço excessivo, falta de ar ou batimentos cardíacos muito lentos podem ser sinais de que o coração está com dificuldade de manter o ritmo ideal. Nesses casos, o cardiologista pode investigar a necessidade do uso de um marcapasso.
O procedimento é cirúrgico, mas minimamente invasivo. O marcapasso é implantado abaixo da pele, geralmente na região do tórax, e conectado ao coração por meio de eletrodos. A cirurgia é rápida e, em muitos casos, o paciente recebe alta em um ou dois dias.
Pessoas com arritmias que causam sintomas como tonturas, desmaios, cansaço extremo ou pausas longas nos batimentos cardíacos. A necessidade é avaliada por um cardiologista, com base em exames como o eletrocardiograma e o holter.
Após o período de adaptação, a maioria dos pacientes volta à vida normal, com pequenas restrições apenas em ambientes com campos magnéticos muito fortes. O dispositivo é programado para funcionar de acordo com as necessidades do coração.
Sim. Embora o marcapasso dure muitos anos, a bateria tem vida útil limitada — geralmente entre 5 e 10 anos, dependendo do uso. O cardiologista acompanha o funcionamento do dispositivo e indica a troca no momento certo.
Sim. Consultas regulares são fundamentais para monitorar o funcionamento do marcapasso, fazer ajustes quando necessário e garantir que tudo está bem com o paciente. Esse acompanhamento é simples, mas essencial para a segurança e o bem-estar.