Cardiopatia congênita
Perguntas frequentes
Alguns casos são identificados ainda na gestação, por meio do ecocardiograma fetal. Outros são descobertos após o nascimento. Sinais como cansaço ao mamar, coloração arroxeada (cianose) ou dificuldade para ganhar peso podem indicar a necessidade de avaliação.
Entre os mais frequentes estão a comunicação interventricular (CIV), a comunicação interatrial (CIA), persistência do canal arterial (PCA),a Tetralogia de Fallot, a transposição das grandes artérias (TGA) e a atresia tricúspide. O tipo define o tratamento necessário.
Não. Algumas são leves e só exigem acompanhamento. Outras podem necessitar de cirurgia, que é indicada conforme a gravidade e o momento mais adequado e seguro para a criança.
Os tratamentos podem variar. O paciente necessita de um acompanhamento médico regular especializado e os tratamentos podem ser medicamentosos, procedimentos minimamente invasivos (cateterismo) e cirúrgicos.
Sim, mas é importante fazer um pré-natal com acompanhamento especializado. Em alguns casos, o aconselhamento genético também pode ser indicado.
Manter hábitos saudáveis, evitar infecções, controlar doenças como diabetes e não usar medicamentos sem orientação médica ajudam a proteger o desenvolvimento do bebê.