Eletrofisiologia

Eletrofisiologia

A eletrofisiologia é uma subespecialidade da cardiologia que estuda os sinais elétricos do coração e como eles controlam os batimentos. Quando há falhas nesse sistema, podem surgir arritmias, batimentos acelerados, lentos ou irregulares. 

O eletrofisiologista investiga essas alterações com exames e procedimentos específicos, como o estudo eletrofisiológico e ablação. O objetivo é identificar o foco do problema e oferecer o tratamento mais adequado, ajudando o coração a recuperar seu ritmo normal com mais segurança e qualidade de vida.

Perguntas frequentes

Por que os batimentos do coração podem ficar irregulares?

Os batimentos cardíacos são controlados por sinais elétricos naturais. Quando há alterações nesse sistema — por doenças, envelhecimento, uso de medicamentos ou até fatores genéticos — o ritmo pode se tornar irregular, gerando arritmias que precisam ser avaliadas.

Quais problemas ela ajuda a tratar?

Principalmente as arritmias cardíacas, como taquicardias (batimento acelerado), com por exemplo fibrilação atrial e flutter, bradicardias (batimento lento / bloqueio) . Algumas arritmias são leves, outras precisam de tratamento para evitar complicações.

Como sei se tenho uma arritmia?

Sintomas como palpitações, tontura, sensação de desmaio, falta de ar ou cansaço sem motivo podem indicar arritmia. O diagnóstico é feito com exames como eletrocardiograma, holter ou estudo eletrofisiológico.

O que é um estudo eletrofisiológico?

É um exame minimamente invasivo, feito em ambiente hospitalar, com sedação, realizado por meio de uma punção venosa na região da virilha e introdução de cateteres com o objetivo de analisar diretamente a atividade elétrica do coração. Ele ajuda o médico a identificar o tipo e a origem da arritmia, guiando o tratamento mais adequado.

Quais são os tratamentos disponíveis?

Dependendo do caso, o tratamento pode incluir medicamentos, uso de marca-passo, desfibrilador implantável ou ablação por cateter, um procedimento que corrige o foco da arritmia de forma minimamente invasiva.

É possível prevenir arritmias?

Nem todas as arritmias podem ser evitadas, mas manter hábitos saudáveis, controlar doenças como hipertensão e diabetes e fazer acompanhamento cardiológico regular ajuda a reduzir os riscos e detectar alterações precocemente.