Desafios e Gestão Estratégica de Custos na Saúde

A gestão estratégica de custos é um dos maiores desafios do setor de saúde. No novo episódio do podcast Saúde & Negócios, especialistas discutem como operadoras, hospitais e profissionais podem equilibrar qualidade assistencial e sustentabilidade financeira. O debate aborda temas como inflação médica, judicialização, glosas, novos modelos de remuneração e o papel essencial do médico e da atenção primária na construção de um sistema mais eficiente e sustentável.
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Sírio-Libanês

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Desafios e gestão estratégica de custos na saúde: como equilibrar qualidade assistencial e sustentabilidade financeira

A sustentabilidade do setor de saúde tem se tornado um dos principais desafios para instituições, operadoras e profissionais. No novo episódio do podcast “Saúde & Negócios”, especialistas discutem os caminhos para uma gestão de custos mais estratégica, capaz de conciliar qualidade assistencial, previsibilidade financeira e eficiência operacional.

Como reduzir os danos da inflação médica?
A inflação médica segue em ritmo superior à inflação geral da economia. Custos com insumos, tecnologias, medicamentos e pessoal pressionam as margens de hospitais, clínicas e operadoras. Em um cenário pós-pandemia, a necessidade de reajustar modelos de remuneração e revisar protocolos tornou-se indispensável para garantir sustentabilidade financeira e competitividade.

Judicialização e glosas: desafios da previsibilidade financeira
Outro ponto crítico debatido no episódio foi a judicialização da saúde, que tem aumentado o passivo das operadoras e gerado incertezas na gestão de custos. Além disso, o volume crescente de glosas médicas reforça a importância da integração entre hospitais e operadoras, com processos mais claros e comunicação eficiente ao longo do ciclo de receita.

Por que operadoras e hospitais precisam unir-se
Mais do que contratantes e prestadores, operadoras e hospitais precisam atuar como parceiros estratégicos. A troca de informações e a definição conjunta de indicadores e protocolos clínicos são essenciais para garantir previsibilidade de custos, reduzir desperdícios e manter a qualidade do atendimento. Essa aproximação também favorece a criação de pacotes e modelos baseados em valor (value-based healthcare), que priorizam resultados clínicos e eficiência financeira.

O papel do médico no ciclo de receita e na eficiência de custos
Quando o médico entende o impacto financeiro de suas decisões e participa da definição de protocolos, há maior assertividade nos processos assistenciais e redução de desperdícios. A percepção do médico sobre sustentabilidade e uso racional de recursos é um pilar para a transformação do sistema de saúde.

Atenção primária, jornada do cuidado e novos modelos de atenção
Modelos mais sustentáveis também passam pelo fortalecimento da atenção primária, que atua de forma preventiva e reduz internações desnecessárias. A integração entre atenção primária, secundária e terciária, somada ao uso de telemedicina, promove uma jornada do cuidado mais coordenada e eficiente, diminuindo custos e melhorando desfechos clínicos.

Sustentabilidade e o futuro da gestão de custos na saúde
O futuro da saúde depende de estratégias colaborativas, com análise de dados, indicadores de desempenho e foco na entrega de valor. A previsibilidade de custos e a sustentabilidade financeira só serão alcançadas por meio de parcerias transparentes entre todos os agentes do ecossistema de saúde.

🎧 Ouça o episódio completo do podcast Saúde & Negócios e aprofunde-se nas discussões sobre os desafios e oportunidades da gestão estratégica de custos no setor da saúde.

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