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Horários de funcionamento das unidades no feriado 21/04/2017

Unidades em São Paulo

Unidade Bela Vista

  • Hospital e Pronto Atendimento: 24 horas
  • Laboratório Clínico: 06h30 às 18h30
  • Raio X: 08h00 às 18h00
  • Exames Agendados: 07h00 às 18h00*
  • Central de Laudos: 08h00 às 13h00
  • Centro de Imunizações: Fechado

* Conforme disponibilidade da agenda

Unidade Itaim

  • Laboratório Clínico: 06h00 às 14h30
  • Raio X: 07h00 às 12h30
  • Exames Agendados: 06h00 às 13h00*
  • Central de Laudos: 07h00 às 13h00

* Conforme disponibilidade da agenda

Unidade Jardins

A unidade estará fechada

Unidades em Brasília

Unidade Asa Sul

  • Procedimentos Agendados: 08h00 às 16h00

Unidade Lago Sul

A unidade estará fechada

Centro de Diagnóstico
da Unidade Asa Sul

A unidade estará fechada

Hospital Sírio-LibanêsQualidade e SegurançaPrevenção e Controle de Infecção

Qualidade e Segurança

Prevenção e Controle de Infecção

​​​​​​O que é?

A infecção relacionada à assistência à saúde (IRAS) é aquela adquirida em função dos procedimentos necessários à monitorização e ao tratamento de pacientes em hospitais, ambulatórios, centros diagnósticos ou mesmo em assistência domiciliar (home care).

O diagnóstico das IRAS é feito com base em critérios definidos por agências de saúde nacionais e estrangeiras, como o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os Centers for Disease Control and Prevention (CDC), dos Estados Unidos.

Mesmo quando se adotam todas as medidas conhecidas para prevenção e controle de IRAS, certos grupos apresentam maior risco de desenvolver uma infecção. Entre esses casos estão os pacientes em extremos de idade, pessoas com diabetes, câncer, em tratamento ou com doenças imunossupressoras, com lesões extensas de pele, submetidas a cirurgias de grande porte ou transplantes, obesas e fumantes.

O monitoramento das IRAS permite que os processos assistenciais sejam aprimorados e que o risco dessas infecções possa ser reduzido.

Nesse sentido, a higienização das mãos é um procedimento essencial. O nosso processo é baseado nas recomendações da OMS, que considera a necessidade de higienização das mãos, por todos os profissionais de saúde, em cinco momentos diferentes, incluindo antes e depois de qualquer contato com o paciente, conforme mostra a figura abaixo.

Nossas mãos levam saúde

​Entre as infecções sistematicamente monitoradas pela instituição estão as de corrente sanguínea (ICS) associada ao cateter venoso central (CVC) e as que acontecem após cirurgias.

Infecção da corrente sanguínea associada ao cateter venoso central (CVC)

O que é?

A infecção de corrente sanguínea (ICS) associada ao cateter venoso central (CVC) ocorre quando bactérias ou fungos entram no sangue por meio do cateter e se manifesta normalmente com febres e calafrios ou tom avermelhado e sensação de dor na pele ao redor do cateter.

Procedimentos padronizados baseados em conhecimentos científicos, treinamento dos profissionais e uso de produtos de boa qualidade são estratégias que nós utilizamos no processo de prevenção dessa infecção.

O que medimos?

Nesse indicador, consideramos o número de episódios de infecções associada ao uso de cateter em pacientes internados em unidades críticas. A meta estabelecida é fixada em 1 para cada 1.000 cateteres/dia, conforme o gráfico.

Densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central em unidades críticas do Hospital Sírio-Libanês em comparação com hospitais dos EUA

Densidade de incidência de infecção de corrente sanguínea associada a cateter venoso central em unidades críticas do Hospital Sírio-Libanês

No último trimestre, o indicador de infecção da corrente sanguínea associada ao cateter venoso central apresentou o valor abaixo da meta pré-estabelecida. Várias ações são realizadas com o objetivo de manter excelência no cuidado a esses dispositivos e consequentemente taxas baixas, entre elas: estímulo das unidades no consumo de produto alcoólico para higiene das mãos; envolvimento dos familiares, pacientes e visitantes sobre importância da higienização das mãos; treinamento de cuidados com o cateter para todos os profissionais que manipulam o cateter.​

O que você pode fazer para melhorar esse processo?

Pergunte ao médico ou enfermeiro por que você deverá usar o cateter e quanto tempo precisará ficar com ele. Questione-os sobre as medidas de prevenção de infecção que serão adotadas.

Certifique-se de que os profissionais realizam a higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel antes e depois de cada atendimento.

Se o curativo estiver sujo ou molhado, informe o médico ou enfermeiro imediatamente.

Avise-os também sobre a ocorrência de dor ou vermelhidão na pele.

Não deixe que familiares, amigos e demais visitantes troquem o cateter. Todos devem higienizar as mãos quando entrarem e quando saírem do quarto.

Esclareça suas dúvidas com os profissionais de saúde que estão lhe atendendo. Isso pode evitar falhas. Participe desse processo.

Infecção de sítio cirúrgico (ISC) em cirurgias limpas e acompanhadas

O que é?

Esse tipo de infecção ocorre após a cirurgia, na parte do corpo onde foi realizado o procedimento. Estudos internacionais calculam uma estimativa de um a três casos de infecção a cada 100 cirurgias realizadas. Os sintomas mais comuns envolvem vermelhidão e dor ao redor da área operada, drenagem de líquido turvo no local e febre. A maioria dessas infecções pode ser tratada com antibióticos, selecionados pelo médico de acordo com o agente causador da infecção. Eventualmente, outra cirurgia pode ser necessária para o tratamento da infecção.

Procedimentos padronizados e baseados em boas práticas internacionais, treinamento e atualização dos profissionais e uso de produtos de boa qualidade são estratégias que nós utilizamos para prevenção dessas infecções.

O que medimos?

Nesse indicador, consideramos o número de episódios de infecção no local cirúrgico após cirurgias acompanhadas, conforme mostra a tabela abaixo.

Tipo de cirurgiaNosso resultado no
1º semestre de 2016
Benchmarking (NHSN*)
Prótese de quadril00,54%
Mastectomia2,20%2,26​%
Herniorrafia0,60%1,58%
Tireoidectomia0,70%0,24%
Cirurgia de cólon4,20%2,40%

Indicadores validados (auditados) por BDO.

Comparamos nossas taxas de infecção cirúrgica com dados reportados por hospitais norte-americanos. Devido à forma como os dados são publicados pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), não é possível avaliar se as duas populações são semelhantes em relação à faixa etária dos pacientes e à gravidade dos casos, fatores que influenciam bastante os dados sobre infecção.

O que você pode fazer para melhorar esse processo?

Antes da cirurgia, informe o médico sobre problemas de saúde que você tem. Alergias, diabetes e obesidade, por exemplo, podem afetar tanto o procedimento como o tratamento.

Pare de fumar, uma vez que isso reduz o risco de contrair uma infecção.

Não raspe os pelos próximos ao local da cirurgia, pois essa ação pode irritar a pele e torná-lo mais propenso a infecções. Pergunte ao médico se você tomará antibióticos.

No período pós-operatório, certifique-se de que os profissionais da equipe assistencial higienizaram as mãos com água e sabão ou álcool gel antes de examiná-lo.

Não deixe que familiares, amigos e visitantes toquem a ferida cirúrgica ou os curativos e oriente-os a lavar as mãos antes e depois da visita.

Esclareça suas dúvidas com os profissionais de saúde que estão lhe atendendo. Isso pode evitar falhas. Participe desse processo.


Conheça outras metas: