Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 31/12/2020 às 12h30

O médico Geraldo Costa Marques Bunlai morreu nesta quinta-feira (31) aos 72 anos. Ele estava internado em um hospital de São Paulo, depois de contrair Covid-19. Ele estava internado no Hospital Sírio Libanês desde setembro. O Hospital Jardim Cuiabá, onde ele atuou por 30 anos, emitiu uma nota de pesar pela morte dele e o citou como referência em urologia no estado. "Doutor Geraldo foi um profissional honrado, ético, brilhante no exercício da causa pela vida, exemplo de profissional, amigo, pai, marido, ser humano e convicto da importância do amor ao próximo", diz a nota.

UOL VIVA BEM/UOL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 31/12/2020 às 04h00

Quem é João? O que é importante para o seu José? Com quem Maria mora? Dona Irene tem alguma crença? Do que Francisco realmente gosta? Lá no início da pandemia, mal começou a ver a UTI do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, se encher de pacientes intubados, a psicóloga e paliativista Juliana Batista sentiu que era preciso fazer algo a mais. Telefonar para as famílias para dar notícias não bastaria, já pressentia. Isso ela e seus colegas faziam de rotina, procurando oferecer suporte para as más notícias ou renovar as forças de quem dia após dia ouvia que a pessoa querida estava na mesma. Pois este, aliás, é um sadismo dos quadros severos da covid-19: há um patamar cruel em que o organismo parece não reagir, mesmo quando se tenta de tudo e mais um pouco. Por um longo período, ninguém sabe dizer se aquele indivíduo, sedado e respirando com a ajuda de uma máquina, seguirá para a morte ou seguirá com vida. Saúde que passam por uma pessoa assim na UTI, daí dão alguns passos e topam com um segundo paciente no mesmo estado — no final, dezenas, um atrás de outro. Naquele mês de abril, quando eu conheci a psicóloga em uma entrevista, ela estava animada com um projeto. Tinha começado a ligar para os parentes dos internados graves — "justamente daqueles que não podiam falar". Fazia todas essas perguntas e tantas quantas viessem à cabeça. Na sequência, escrevia a biografia de cada um dos intubados para pendurá-la na parede do box onde ficava o seu leito, muitas vezes ao lado de fotografias coladas de filhos, netos, momentos importantes, amigos, time do coração .... As imagens serviriam para apaziguar quando o indivíduo voltasse da sedação. "Todos costumam ficar desorientados e inquietos, sem entender o que está acontecendo", observa a paliativista que, nessas horas, se duvidar até deixa a música favorita do paciente tocando baixinho. E qual o sentido da biografia então? Ela explicou que esse texto era para médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, os próprios psicólogos. Que passando de leito em leito então poderiam descobrir que ... João esperava ansioso o primeiro neto. Seu José? Ninguém o chamava assim. Para todos, era seu Zezinho. Dona Maria vivia com o marido e seus cachorros. Irene gostava de ir à missa. E Francisco adorava tomar Coca-Cola. "Ao passar as informações e as fotos, a família se sente participando e não só ouvindo boletins passivamente", avalia Juliana, depois de todos esses meses. "E, no caso da equipe da UTI, além de não faltar assunto quando o paciente é extubado, é criado um vínculo fundamental para o seu próprio bem-estar. Porque essa pandemia também bate na nossa porta, a dos profissionais de saúde. Muitos de nós perdemos colegas, internamos familiares ou tememos que tudo isso aconteça. Portanto, nos identificamos com quem está ali, em tratamento." Um outro projeto da equipe de psicólogos do Sírio Libanês, segundo Juliana, é o das visitas virtuais que, diga-se, se tornaram rotina na maioria dos hospitais. O cuidado foi tentar encaixar visitas extras, além daquelas com horários agendados, para que os familiares pudessem dar uma força em momentos delicados, como a primeira vez em que a pessoa se sentou em uma cadeira depois de semanas na cama sedada. "Em situações assim, os pacientes precisariam estar juntinhos dos seus e, no entanto, eles estão completamente afastados de todas as pessoas de sua intimidade", nota Juliana. E quais reflexões extraídas dessas histórias poderiam ajudar quem, por sorte, não está vivendo essa situação? O que as UTIs lotadas de covid-19 podem ensinar ao mundo fora delas? Aqui vão três lições. Lição número 1: pequenos gestos de cuidado já fazem enorme diferença "Andamos com medo", diz Juliana. "Não apenas o medo de adoecer, morrer ou passar a doença e perder pessoas próximas. Pode ser um temor pelo emprego ou de não arrumar outro, no caso de quem ficou desempregado", exemplifica. "E o ser humano tende a não querer ficar sozinho quando experimenta esse sentimento. Ele sempre busca alguém que possa ajudá-lo a dar conta." Busca, mas nem sempre encontra. Ainda mais em tempos de isolamento também compartilhá-los, quem sabe. E então, como um segundo passo, ouvir o outro, que pode ser até mesmo aquele que mora sob o mesmo teto, mas com quem você não converse tanto sobre o assunto pandemia. Fica a dica: não pergunte o que ele está achando desse mundo infectado pelo novo coronavírus, política, se teremos ou não vacina, o que lê nos jornais e coisa e tal, mas o que está sentindo calado, lá no fundo, após tantos meses. É de emoção que se trata. Ela, a emoção, é que precisa dos nossos ouvidos. No caso de quem não vive com você, algumas atitudes caem muito bem. "Pode ser uma ligação rápida ou até perguntar se essa pessoa tem comida em casa, se estiver sozinha", sugere Juliana. "Não é só quem está no hospital ou com parente hospitalizado que precisa ser cuidado em uma situação como a que enfrentamos", lembra. Muita gente imagina ser algo extremamente complicado oferecer esse tipo de atenção. "Nada disso, pequenas atitudes já têm uma potência enorme para o outro se sentir melhor", garante a psicóloga. Sim, como a foto ao lado do leito ou a enfermeira que se aproxima chamando o paciente pelo seu apelido. "O cuidado de uns com os outros é o único caminho possível para não sairmos estraçalhados de vez dessa experiência", assegura Juliana. Lição número 2: pense sobre como você preenche o seu tempo se há uma lição óbvia é esta: a da vulnerabilidade da vida. "De tanto ver notícias sobre a covid19, só de pensar na possibilidade de pegá-la e morrer dá um frio na espinha de qualquer um", diz Juliana. "Que isso sirva de lembrete para uma boa reflexão para o ano novo: como preencho a minha vida? Que relações realmente me importam? De quem ou do que eu sinto falta?" Temos a oportunidade de dar uma virada não só de ano — mas uma virada na vida. Lição número 3: a urgência da empatia. Dizem por aí que empatia é se colocar no lugar do outro. Juliana discorda um pouco: "Cá entre nós, nem sempre a gente consegue", assume. Mas então o que seria? "É reconhecer que o outro tem um lugar diferente do meu e respeitar mesmo assim que ele está sofrendo", define. Vamos trazer esse conceito para o dia a dia: já deve ter acontecido de você falar com alguém que está com pânico de ser infectado. E você, que não está com um medo tão descontrolado, diz que não há razão para ficar assim, que a vacina vem aí ou algo do gênero na melhor das intenções. Para Juliana, a verdadeira empatia seria validar o que o outro sente. A vacina virá e você não está em pânico — mas o outro está. Acolha. Lembre-se também que existem outros lutos, por diferentes perdas, sejam simbólicas ou concretas — as perdas financeiras, de saúde, de papéis, entre outras. "Não minimize isso só porque essa pessoa não perdeu alguém de fato para morte ou porque os seus valores são outros. Para ela, é uma dor sofrida. Portanto, o seu lugar é diferente. Para você, talvez, imaginar isso não parece ser algo tão doloroso quanto ver um alguém partir. Mas respeite o que o outro está sentindo", diz Juliana, em nova demonstração de legítima empatia. Isso é arriscar a vida de todos ao redor. Se a questão da transmissão do vírus não entra na cabeça e se a pessoa diz não ter medo da covid19, que pelo menos ela respeite o medo alheio e use o bendito pedaço de pano no rosto nem que seja só para evitar mais desconforto ao seu próximo. Para 2021 Preciso dizer que os nomes dos pacientes no início deste texto saíram da imaginação porque a minha entrevistada preservou a identidade de todos. Mas as histórias são reais. Inclusive a do netinho do seu "João", que nasceu bem no dia em que ele foi extubado. Desses mistérios da vida. Na primeira oportunidade, o vovô assistiu em seu leito da UTI o filme do parto. Talvez seja esquisito terminar um texto assim, mas a vida real é feita de lugares-comuns. Assim, se você me permite, desejo que em 2021 a gente se lembre que cada um dos 193.940 brasileiros que perdemos (somente até ontem, dia 30) tinha um nome, um apelido, um time, um santo de devoção, um sonho, uma música preferida. Nunca foi um número. Números não têm nada disso. Que venha 2021. Espero que estejamos mais sábios. Quem sabe, como diz Juliana Batista citando o filósofo alemão Martin Heidegger, "habitando poeticamente o mundo". Tomara. Veja também ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA | Outros
Data Veiculação: 31/12/2020 às 03h00

Luta coletiva contra uma ameaça global A ESPERANÇA (2UE VEM DAS VACINAS l». a Com batalhas diárias travadas contra a covid-19 e mais de 1,8 milhão de vidas perdidas no planeta, os imunizantes surgem como resposta aos anseios da população mundial. No Brasil, porém, sinais trocados e disputas políticas deixam a sociedade desorientada O ano de 2020 é histórico. Na guerra mundial contra o inimigo comum, o novo coronavírus, mais de 1,8 milhão de vidas foram perdidas. As inúmeras batalhas silenciosas, travadas dentro dos hospitais lotados, potencializaram a necessidade de apostar num mecanismo de defesa coletivo, única maneira de derrotar este mal que assola o planeta. Nesse contexto, a vacina surge como resposta e renova as esperanças para um novo ano, pródigo em desafios. Quando se ofereceu como candidata para testar uma vacina contra a covid-19, a cirurgiã-dentista Denise Abranches — primeira voluntária brasileira a participar do estudo clínico do imunizante do laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Óxford — não imaginava que, no mesmo ano, veria, pela tevê, a primeira idosa a ser imunizada contra a doença em um programa nacional de saúde, na Inglaterra. “Aquilo tomou conta de mim. Eu era inteira emoção. Um filme passou pela minha cabeça com uma sensação inexplicável de agradecimento por estar viva e fazer parte disso”, relata. Ao recapitular a trajetória da pandemia, o diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês, o médico Gustavo Fernandes, relembra que estava em uma conferência nos Estados Unidos quando debateu com colegas o início das mobilizações para conter um agente infeccioso novo, na China. “Era meados de janeiro, e discutíamos o fato de ter sido levantado um hospital inteiro, em poucos dias, para tratar chineses acometidos por essa doença desconhecida”, afirma. Dois meses depois, o mundo já estava tomado pelo novo coronavírus. De forma desigual—ao considerar a capacidade de controle da disseminação do vírus em cada local—, o Sars-cov-2 fez vítimas em todo o planeta. Cerca de 5 mil pessoas morreram na China, número que, semanalmente, é registrado nos Estados Unidos, no Brasil e na Rússia, os três países com óbitos até o momento. No Brasil, a divergência de discursos sobre a covid-19 e as disputas políticas foram marcantes ao longo do ano. “O prejuízo veio de maneira intensa e evidente. Durante o ano, gastamos boa parte das energias, que deveriam ser centralizadas com objetivo de vencer o vírus, focalizando na tentativa de evitar uma guerra. O Sistema Único de Saúde (SUS) é tripartite entre União, estados e 0 municípios. Todas as vezes que essa harmonia, sinergia entre os entes da Federação se rompe, o SUS também se rompe”, ressalta o presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Carlos Eduardo de Oliveira Lula. “O SUS é o maior programa de direitos humanos da história do país. É a estratégia que mais permitiu que pessoas com qualquer tipo de renda e, muitas vezes, invisibilidades, ti * vessem direito a um tratamento seguro, digno e adequado. O sistema tem muitos problemas a serem corrigidos, muitas falhas, mas é essencial para a vida dos brasileiros e continuará demonstrando sua força no combate à pandemia”, frisa. Sem harmonia entre gestores de estados e o governo federal, o Poder Judiciário ganhou um espaço relevante no cenário e é constantemente acionado. Em abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os governos estaduais e municipais podem definir medidas de isolamento e restrição de atividades. Ministério Público de diversos estados também provocaram tribunais na intenção de acelerar a tomada de decisões mais rígidas por parte dos gestores. Até mesmo a vacinação foi pauta do Judiciário. “A ciência e a mídia, em sua grande maioria, fazem um trabalho muito bem-feito, só que a sociedade está desorientada, porque os poderes políticos não conversam”, afirma Gustavo Cabral, imunologista e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). “Por mais que a gente tenha a vacina, essa desunião pode fazer com que qualquer estratégia de vacinação vá por água abaixo. Temos de ter essa união dos Poderes para imaginarmos que, em 2021, conseguiremos controlar a doença. ” Compromisso conjunto Apesar de indicar o início de uma nova vida para todos, a vacina contra o novo coronavírus não vai permitir, num primeiro momento, o relaxamento de todas as medidas preventivas incorporadas na pandemia, como o uso de máscaras. Isso ocorre por diversos motivos, como a impossibilidade de uma vacinação em massa, a princípio. Por isso, especialistas indicam que 2021 será crucial para o controle da crise sanitária e o descrevem como o ano da responsabilidade. Gustavo Cabral, imunologista e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), explica que, além da improbabilidade de vacinar 90% da população, ou pelo menos dois terços — número que é visto como o necessário para o controle da pandemia —, a vacina protegerá as pessoas da doença, mas não necessariamente porá fim ao vírus. “O foco dessas vacinas primárias é evitar que a covid19 se desenvolva e, principalmente, de uma forma grave, mas proteger contra a doença não quer dizer que acabará com o vírus. Não estou falando que, necessariamente, todas as pessoas que são vacinadas podem transmitir, mas, em alguns casos, pode acontecer de as pessoas que forem vacinadas também transmitirem", indica Cabral. Isso pode acontecer porque, para desenvolver a doença, o vírus entra no corpo, infecta as células, prolifera e gera uma carga viral muito alta. Com a vacina, o sistema imunológico tem uma preparação prévia para lutar contra a proliferação do vírus, para não adoecer. No entanto, em alguns casos, mesmo com uma propagação controlada do vírus por causa do sistema imune fortalecido, ainda há uma carga viral, e o vírus consegue ser transmitido por aquela pessoa. “Enquanto a gente não consegue ter uma vacinação de, pelo menos, dois terços da população, que é quando geramos a imunização de rebanho, precisamos continuar a usar máscaras, porque podemos ser um transmissor”, diz Cabral. Nesse cenário, é preciso responsabilidade coletiva. “A vida é feita de alguns atos de amor. O fato de a gente se privar de um abraço é priorizar a vida, e nós só chegamos tão longe porque o que nos diferencia é que somos seres sociáveis, nós evoluímos cuidando um do outro. Vai ser um ano de responsabilidade, não um ano de caos e desordem, um ano de responsabilidade pela vida”, enfatiza. O diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês, Gustavo Fernandes, concorda com o pesquisador. Para ele, o que se leva de 2020 é a ressignificação de valores sociais. “Tudo se traduz no nível de cooperação. Países que enfrentaram bem a crise conseguiram alinhar um olhar para a sociedade. Solidariedade é uma chave de transformação. ” (BLeMEC) como o viras age no corpo humano anticorpo (formato emy, que fica entre o vírus e a célula, não permitindo que o vírus entre para dentro da célula) PESSOA COM SISTEMA IMUNE BOM, MENOS VULNERÁVEL Tem maiores chances combater a doença, sem gravidade PESSOA MAIS VULNERÁVEL, COM SISTEMA FRÁGIL Tende a ter mais dificuldade para enfrentar sozinha o vírus, por isso estão no grupo de prioridades, para diminuir a mortalidade e os casos graves. QUANDO CHEGAR A VACINA Dá ao corpo, de forma segura e eficaz, tempo de preparar sua resposta para combater a covid-19, deixando-nos imunes ao vírus TIPOS DE VACINAS CONTRA A COVID-19 ■ Vacinas de vírus: são as mais comuns, onde você pega o próprio vírus e atenua ou inativa. Assim, o novo coronavírus entra no seu corpo, mas não é capaz de gerar a doença. É o caso da CoronaVac. ■ Vacinas de vetor viral: uma manipulação em laboratório introduz em um outro vírus a proteína do coronavírus, de forma a levar o material para dentro do corpo, possibilitar o reconhecimento, mas não permitir que se multiplique. É o caso da de Oxford e da Janssem. ■ Vacinas genéticas: São produzidas a partir do RNA ou do DNA do coronavírus. É-o corpo humano quem produzirá a covid-19, sem o malefício da doença, mas capaz de fazer com que o sistema imune aja. É o caso daPfizereda Moderna. VaLdo Virgo/CB/D.A PressQ Resposta (quando a célula não permitindo as células infectadas lotadas de sars-cov-2, adoeçam outras células). QUAL O OBJETIVO DO BRASIL? ■ Como não há vacina para todos, em um momento inicial, a ideia é privilegiar aqueles que têm mais chance de contrair o vírus ou que tendem a desenvolver casos mais graves e gerar morte ■ Depois, quando houver disponibilidade, a ideia é realizar uma imunização rebanho artificial, o que vai barrar a transmissão do vírus e proteger, inclusive, àqueles que não tomaram a vacina. As pesquisas indicam que, para isso ocorrer, pelo menos 70% da população precisa ter recebido as doses PLANO DEVACINACÃO CONTRA COVID-19’ Grupos prioritários: ■ Trabalhadores da área da saúde; ■ População idosa (60 anos ou mais); ■ Indígena em aldeias em terras demarcadas; ■ Morbidades (diabetes mellitus; hipertensão arterial grave; doença pulmonar obstrutiva crônica; doença renal; doenças cardiovasculares e cérebro-vasculares; indivíduos transplantados de órgão sólido; anemia falciforme; câncer; e obesidade grau III); ■ Membros das forças de segurança e salvamento; ■ Funcionários do sistema de privação de liberdade; ■ comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas; ■ população em situação de rua; ■ trabalhadores da educação (professores e funcionários de escolas públicas e privadas); ■ pessoas com deficiência permanente severa; ■ trabalhadores do transporte coletivo; ■ transportadores rodoviários de carga; ■ população privada de Liberdade. ■ Caso todos os acordos e projeções se concretizem, o Brasil terá acesso a 460 milhões de doses ao Longo de 2021 ENCOMENDA TECNOLÓGICA ■ Fiocruz/AstraZeneca 100,4 milhões de doses, até julho/2021 +110 milhões de doses entre agosto a dezembro/2021; ■ Covax Facility 42,5 milhões de doses; MEMORANDO COM INTENÇÃO DE ACORDO ■ Butantan/Sinovac 100 milhões de doses no primeiro semestre ■ Pfizer/BioNTech 70 milhões de doses 8,5 milhões de doses até junho/2021; 32 milhões no 3o trimestre e 29,5 milhões no 4o trimestre; ■ Janssen -38 milhões de doses 3 milhões de doses no 2o trimestre de 2021,8 milhões no 3o trimestre, 27 milhões no 4o trimestre; BRUNA UMA MARIA EDUARDA CARDIM