Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

JORNAL GLOBONEWS - EDIÇÃO DAS 10H/GLOBONEWS
Data Veiculação: 31/03/2021 às 10h14

Sabemos que hospitais e particulares operando pandemia está controlado postamos agora há pouco voltou a mallet saúde dezessete estados e o distrito federal estão com mais de ocupação ninguém no bolso não tem mais vaga e hospitais na rede quem te convidou luciano azevedo ele é que tal o Sírio libanês são paulo dois hospitais de referência luciano muito obrigada the e uma gente a nossa atenção nesta semana envolve exatamente o libanês em brasil e tal é como aprender a entrada pelo tem como sorteio ouvido seus colegas de lá e o quanto isso mostra a bom dia e fato que tal algo da idade estava pelo socorro né o estúdio do acesso datados Covid19 então a ou os próprios joyce trabalhar contra a Covid19, lola muito mais cidade então a e calma gostou temporariamente tulu socorro mente pra mim sua um sinal disso doutor luciano ai a gente tá pra visualizar comércio seria como essa de alguém chegando pronto atendimento e tal aqui em brasília se tiver uma uma bc um derrame lido uma queda um acidente eu não que tal essa é na verdade ou através de a sial mobilidade também o outro muito mais ou respiratório Covid19 está acima da então luta sabemos que hospitais e particulares operando pandemia está controlado postamos agora há pouco voltou a mallet saúde dezessete estados e o distrito federal estão com mais de ocupação ninguém no bolso não tem mais vaga e hospitais na rede quem te convidou luciano azevedo ele é que tal o sírio libanês são paulo dois hospitais de referência luciano muito obrigada the e uma gente a nossa atenção nesta semana envolve exatamente o libanês em brasil e tal é como aprender a entrada pelo tem como sorteio ouvido seus colegas de lá e o quanto isso mostra a bom dia e fato que tal algo da idade estava pelo socorro né o estúdio do acesso datados dezenove então a ou os próprios joyce trabalhar dezenove lola muito mais cidade então a e calma gostou temporariamente tulu socorro mente pra mim sua um sinal disso doutor luciano ai a gente tá pra visualizar comércio seria como essa de alguém chegando pronto atendimento e tal aqui em brasília se tiver uma uma bc um derrame lido uma queda um acidente eu não que tal essa é na verdade ou através de a sial mobilidade também o outro muito mais ou respiratório Covid19 está está acima da então lula outra outras questionou para os dezenove agora sim luciano comércio está noutro a rotina do senhor em são paulo os seus dias bom na verdade não sou eu que trabalha trabalha e para mim está é bastante obrigada né então a hospital ricardo sim e sons habituais gestão e locais ou médico fonte da idade e dias rotineiros unidade se estiver bem roubados e cada um desses lugares fisioterapia para que por um lugar está mais adequado pessoa a sua rendimento o próprio é duro com é então não até e realizado como aumentou jovens e alguns jovens e aumentou permanência mais prolongada sido mais jiro o leito a ser liberado odir alta risa mais silêncio e então e tudo mais bom em outros locais dourados por médico fisioterapia lugares certo se pudermos então além dessa mudança os pacientes eu não quero até ouvir o senhor mais é uma situação nova que cultura pra vocês que não foi passado mia em todo brasil essa espera que tem que aguardar quatro horas por um leito de uti e ficam ali na enfermaria aguardando também a relação o restante da equipe médica com os enfermeiros com as famílias então aguardem felipe que maneira muito angustiada e tudo mais senhor nessa relação milhares não é o senhor imaginava viver algo assim é em um ano não né a fase inicial ou mesmo passadas em nenhum momento chegaram a de fato senhor capros familiares é a suporte mas e o ideal para sílvia a risadas será e do próprio uma pau dos mais saúde dificuldade de dormir já por isso muitos colegas como eu né é tendo a crise de ansiedade trabalhava micológicos difícil segui trabalhar nesse cenário acontece que tal como o pórtico articulares da mesma mesmo padrão eu imagino e inteiro sabe privados ter profissionais então realmente não pode estar consagro quebrado botou luciano para fechar então gostaria que o senhor fiquei como está vivendo a gravidade pra mim agora a gente jornal e morte e internações de enterros sente aí em são paulo é o medo o recorde da denúncia pessoas citando o isolamento social que está não faz o menor sendo as duas situações ou mesmo gostaria de né eu acho que estão não social não usando máscara ou não não não enfim não adequado e se tivessem o contato que nós temos mas sim e todos pessoas limpeza mais na época família queimadas nela o morre o pai muitos órfãos e pra gente que tá na onda isso é um uma tristeza do diário cada mila boa noite ma an que é cidade compota de recuado o cenário e mais você pela suas janary e pensar em nós isolado chega familiares ou que tal isso tudo bem considerado é isso senhor nós né podemos amanhã nós qualquer um doutor luciano seu tempo aqui com a gente e a nossa nosso carinho tudo nosso eis aí nossa admiração pela entrega funcionários da saúde a filmagem b já tá pronto beijo obrigada LUCIANO AZEVEDO HOSPITAL SÍRIO LIBANÊS a outra outras questionou para os dezenove agora sim luciano comércio está noutro a rotina do senhor em são paulo os seus dias bom na verdade não sou eu que trabalha trabalha e para mim está é bastante obrigada né então a hospital ricardo sim e sons habituais gestão e locais ou médico fonte da idade e dias rotineiros unidade se estiver bem roubados e cada um desses lugares fisioterapia para que por um lugar está mais adequado pessoa a sua rendimento o próprio é duro com é então não até e realizado como aumentou jovens e alguns jovens e aumentou permanência mais prolongada sido mais jiro o leito a ser liberado odir alta risa mais silêncio e então e tudo mais bom em outros locais dourados por médico fisioterapia lugares certo se pudermos então além dessa mudança os pacientes eu não quero até ouvir o senhor mais é uma situação nova que cultura pra vocês que não foi passado mia em todo brasil essa espera que tem que aguardar quatro horas por um leito de uti e ficam ali na enfermaria aguardando também a relação o restante da equipe médica com os enfermeiros com as famílias então aguardem felipe que maneira muito angustiada e tudo mais senhor nessa relação milhares não é o senhor imaginava viver algo assim é em um ano não né a fase inicial ou mesmo passadas em nenhum momento chegaram a de fato senhor capros familiares é a suporte mas e o ideal para sílvia a risadas será e do próprio uma pau dos mais saúde dificuldade de dormir já por isso muitos colegas como eu né é tendo a crise de ansiedade trabalhava micológicos difícil segui trabalhar nesse cenário acontece que tal como o pórtico articulares da mesma mesmo padrão eu imagino e inteiro sabe privados ter profissionais então realmente não pode estar consagro quebrado botou luciano para fechar então gostaria que o senhor fiquei como está vivendo a gravidade pra mim agora a gente jornal e morte e internações de enterros sente aí em são paulo é o medo o recorde da denúncia pessoas citando o isolamento social que está não faz o menor sendo as duas situações ou mesmo gostaria de né eu acho que estão não social não usando máscara ou não enfim não adequado e se tivessem o contato que nós temos mas sim e todos pessoas limpeza mais na época família queimadas nela o morre o pai muitos órfãos e pra gente que tá na onda isso é um uma tristeza do diário cada mila boa noite ma an que é cidade compota de recuado o cenário e mais você pela suas janary e pensar em nós isolado chega familiares ou que tal isso tudo bem considerado é isso senhor nós né podemos amanhã nós qualquer um doutor luciano seu tempo aqui com a gente e a nossa nosso carinho tudo nosso eis aí nossa admiração pela entrega funcionários da saúde a filmagem b já tá pronto beijo obrigada LUCIANO AZEVEDO HOSPITAL SÍRIO LIBANÊS

CNN BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 31/03/2021 às 09h32

Pelo menos 249 pessoas já morreram enquanto aguardavam vaga em leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) para tratamento da Covid-19 no estado de São Paulo. A maioria dos pacientes estava internada na rede pública e solicitou, via Central de Regulação e Oferta de Serviços de Saúde (Cross), a transferência para leitos de alta complexidade, mas morreu antes que uma vaga fosse liberada. No estado, a taxa de ocupação nas UTIs está em 92,2%, enquanto a Região Metropolitana de São Paulo registra 91,8%. Os altos índices também atingem os hospitais particulares da capital paulista. O Sírio-Libanês tem 87% dos leitos de UTI ocupados por pacientes de Covid-19; o São Camilo, 91%; o Santa Catarina, 96%. O hospital Oswaldo Cruz tem 100% dos seus leitos de UTI ocupados. Pelo segundo dia consecutivo, São Paulo registrou menos de 3 mil internações por Covid-19: na terça-feira (30) foram 2.926 entradas de pacientes infectados com o novo coronavírus na rede estadual. Na segunda-feira (29), o total era de 31.041, número que ainda não foi atualizado pelo governo, mas correspondeu à queda de 0,5% nas internações. Na Cross são cerca de 1.500 solicitações diárias por vagas em UTI para pacientes com Covid-19 no estado.

CNN NOVO DIA/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 31/03/2021 às 07h22

No estado de são paulo pelo menos duzentas e quarenta e nove pessoas já morreram enquanto aguardavam vaga na uti para tratamento da Covid19 noventa e dois por cento dos leitos estão ocupados no estado ou renault fiúza atualiza pra gente ao vivo a situação aqui em são paulo bom dia renato oi luciana colombo tudo bem é bom dia pra vocês bom dia pra todo mundo que tá com a gente aqui na cnn pois é você ressaltou luciana duzentas e quarenta e nove morreram aguardando um leito de uti só pra gente ressalta perder uma vida estavam sem lei de apoio ou até mesmo a assistência médica estavam em hospitais aguardando na fila do cross né por uma vaga na uti mas por conta da problema de saúde acabaram perdendo a vida enquanto aguardavam esse leito de uti taxa de ocupação continua altíssima no estado de são paulo de leitos de uti ultra passando a casa dos noventa por cento no estado esse número chega a noventa e dois vírgula dois por cento e na região metropolitana de são paulo noventa e um vírgula oito por cento sem contar também os hospitais particulares que hoje estão no limite né hospitais inclusive de referência no tratamento da Covid19 só pra vocês terem uma ideia o sírio libanês está com uma taxa de ocupação de oitenta e sete por cento assim como o hospital alemão oswaldo cruz que já chegou no seu limite cem por cento preocupação santa catarina noventa e seis são camilo noventa e um esse é um retrato que a gente traz um recorte do estado de são paulo e também aqui da capital paulista novas internações continuam altíssimas mas a boa notícia é que a gente teve uma ligeira queda esse número que vinha acima dos três mil das três mil internações diárias teve uma queda portanto chegamos à marca e nas últimas vinte e quatro horas ontem de duas mil novecentas e vinte e seis internações abaixo de três mil internações em seu segundo dia consecutivo que mostra uma pequena queda ser aí reflexo já que algumas medidas mas é digamos é drásticas né que foram adotadas para conter o avanço da Covid19 no estado de são paulo vale ressaltar também que as internações elas estão altas no estado de são paulo total aí de trinta e uma mil e quarenta e uma não tivemos atualização ontem então esse número é referente a segunda-feira ainda e como a gente mostrou ontem é zero vírgula cinco por cento menor porque que a gente teve no dia anterior no fim de semana foi a primeira vez desde o dia vinte e sete de fevereiro que a gente tem uma queda neste ano só pra gente penalizar são ao menos mil e quinhentas pessoas pedem por dia pra que consigam a transferência para uma unidade de terapia intensiva ou seja a fila do cross central reguladora de vagas do sistema único de saúde está também cada vez mais recebendo mais e mais preciso dessa desse atendimento na uti só pra gente finalizar rapidinho a gente tá aqui em frente ao hospital municipal capela do socorro que daqui a pouco vai ser entregue na usina de oxigênio a primeira das dezenove aqui em são paulo tudo isso pra também dar mais assistência a essa população por fim da Covid19 volta daqui a pouco mais novidades combinado renan fiúza falando ao vivo direto de são paulo agora de goiânia marina demore com a gente goiás.

CORREIO BRAZILIENSE
Data Veiculação: 31/03/2021 às 04h00

A mortalidade de pacientes com covid-19 intubados no Brasil durante a segunda onda da pandemia chega a 83,5%, segundo dados coletados por pesquisadores em hospitais do país, o segundo com mais óbitos no mundo. Esse índice evidencia a “fragilidade do sistema de saúde, que já vinha sofrendo com falta de investimento nos últimos anos, e ficou sobrecarregado pela grande quantidade de casos” do novo coronavírus, afirma o chefe do estudo, Fernando Bozza, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) — cuja equipe, associada à Universidade de São Paulo (USP), compila dados de hospitais públicos e privados desde 15 de fevereiro do ano passado. Um relatório sobre os primeiros 250 mil pacientes hospitalizados, publicado pela revista especializada The Lancet, mostrou que 78,7% dos pacientes com covid-19 intubados entre 15 de fevereiro e 15 de agosto de 2020 não sobreviveram à doença. Essa taxa de mortalidade já era superior à de países como Reino Unido (69%), Alemanha (52,8%), Itália (51,7%) e México (73,7%), mas a situação piorou com a segunda onda, com a mortalidade chegando a 83,5%, entre 15 de novembro e 14 de março. Essa segunda onda também é caracterizada por uma “sincronização da epidemia, com todas as regiões afetadas ao mesmo tempo”, ressalta Bozza. Mesmo assim, persistem disparidades regionais, com maior mortalidade de pacientes intubados nas regiões Norte (90,8%) e Nordeste (89,9%) em relação aos estados do Sudeste (79,8%). A taxa cai para 25% em um hospital particular de primeira classe, como o hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, ou para 36%, no hospital público Emilio Ribas, também na capital paulista. “Alguns hospitais estão tão sobrecarregados, que há pacientes que precisam ser intubados fora de unidades de terapia intensiva. É o que ocorre com 17% deles na região Norte”, afirma o pesquisador da Fiocruz.

CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA | Outros
Data Veiculação: 31/03/2021 às 03h00

83% dos intubados não resistem à covid19 A mortalidade de pacientes com covid-19 intubados no Brasil durante a segunda onda da pandemia chega a 83,5%, segundo dados coletados por pesquisadores em hospitais do país, o segundo com mais óbitos no mundo. Esse índice evidencia a “fragilidade do sistema de saúde, que já vinha sofrendo com falta de investimento nos últimos anos, e ficou sobrecarregado pela grande quantidade de casos” do novo coronavírus, afirma o chefe do estudo, Fernando Bozza, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) — cuja equipe, associada à Universidade de São Paulo (USP), compila dados de hospitais públicos e privados desde 15 de fevereiro do ano passado. Um relatório sobre os primeiros 250 mil pacientes hospitalizados, publicado pela revista especializada The Lancet, mostrou que 78,7% dos pacientes com covid-19 intubados entre 15 de fevereiro e15de agosto de 2020 não sobreviveram à doença. Essa taxa de mortalidade já era superior à de países como Reino Unido (69%), Alemanha (52,8%), Itália (51,7%) e México (73,7%), mas a situação piorou com a segunda onda, com a mortalidade chegando a 83,5%, entre 15 de novembro e 14 de março. Essa segunda onda também é caracterizada por uma "sincronização da epidemia, com todas as regiões afetadas ao mesmo tempo”, ressalta Bozza. Mesmo assim, persistem disparidades regionais, com maior mortalidade de pacientes intubados nas regiões Norte (90,8%) e Nordeste (89,9%) em relação aos estados do Sudeste (79,8%). A taxa cai para 25% em um hospital particular de primeira classe, como o hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, ou para 36%, no hospital público Emüio Ribas, também na capital paulista. “Alguns hospitais estão tão sobrecarregados, que há pacientes que precisam ser intubados fora de unidades de terapia intensiva. É o que ocorre com 17% deles na região Norte”, afirma o pesquisador da Fiocruz.