Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

JORNAL DA GAZETA/TV GAZETA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 30/06/2021 às 19h46

Está na hora da entrevista do dia com denise campos de toledo vamos falar agora sobre as preocupações mundiais com a variante delta do coronavírus a situação do brasil e as possíveis estratégias de controle eu converso com luís cardoso que é diretor de governança clínica no hospital sírio libanês e coordenador do comitê de crise da Covid19 na instituição a doutor luís cardoso boa noite boa noite denise boa noite telespectadores otoni escadas a gente vê preocupação com variantes em todo o mundo alguns países temos de voltar um pouquinho atrás e liberação a questão de uso de máscara mesmo aqueles que avançaram na vacinação não é e aí começa um questionamento quanto a eficácia mas a gente percebe que tem um impacto mesmo num país que está tão atrasado em termos proporcionais a vacinação né é verdade denise é sua preocupação tenha ocorrido em alguns países austrália portugal e outros países da europa também é pra nós aqui no brasil nós temos observado pelo menos aqui no sírio libanês um comportamento diferente este ano é após o início da vacinação é nas faixas etárias mais elevadas na principalmente aqueles é acima de setenta anos de idade houve uma diminuição da prevalência da doença nessa faixa da população ou seja nós estamos vendo o acometimento é em faixas etárias mais a mais jovens né é do começo do ano pra cá e nós também observamos uma diminuição da mortalidade que o ano passado é dois mil e vinte a mortalidade era em torno de quatro por cento no dos nossos pacientes internados este ano já houve uma redução para cerca de três meio por cento é lógico que é nós aprendemos a lidar muito melhor com a doença aprendemos a estreitar melhor utilizar melhor os tratamentos em si mas é houve essa redução além disso é essa os pacientes que receberam a vacina é nosso aproximadamente dos de todos os encarnados que foram foram aproximadamente seiscentos depois do início da vacina é e unidade de terapia intensiva apenas cerca de doze treze por cento é tinham recebido a vacina as duas doses de forma completa ou seja é houve uma uma proteção é muito grande desses indivíduos né e a mortalidade muito baixa principalmente nessa faixa etária e a aos principais ou cometidos e que foram a óbito em média em torno de oitenta e oito anos mais ou menos então de fato há uma proteção da vacina para internações internações graves na que leva o paciente a precisar de unidade terapia intensiva agora nós tivemos no início desta segunda onda quando houve a maior aceleração dos casos há o registro de um período maior de internação embora fossem pessoas mais jovens isso ainda continua acontecendo e qual seria o motivo isso aconteceu é o nosso maior pico foi dos meses de fevereiro e março onde nós tivemos uma aceleração muito grande é de casos e casos realmente graves com piora é progressiva dos pacientes em questão de de horas é questão de dias na pelos passeios de fato experimentar uma uma piora muito grande agora em junho nós tivemos uma outra onda mais uma ruga é de menor intensidade e os casos mais leves na é com menos intensidade e muito menos a gravidade e também a embora ainda continuamos tendo casos casos delicados ainda a grande maioria dos pacientes é como internação mais curta e com necessidade de é menor de recursos ao hospital ele é um hospital de referência não é pro brasil pro estado de são paulo né pras outras cidades então nós continuamos ainda recebendo pacientes de várias regiões do brasil e às vezes eles chegam em condições clínicas ou um pouco mais avançadas agora havia uma certa expectativa de uma proteção maior das vacinas inclusive em casos de internação é quando se começou a ter a aprovação dessas vacinas aplicação no exterior se falava de alguns casos em que haveria cem por cento de proteção este percentual só vai ser alcançado quando a gente vê um percentual maior de vacinados é isso olha é seu acredito que de todos os trabalhos que já foram publicados é bem um deles fala a língua assinas com cem por cento de proteção mas a vacina ela foi idealizada para evitar casos graves na praia evitar internações e evitar casos graves então é cem por cento de proteção é ladrão não vai confiscou ferir eu não vi nenhum trabalho que mostrasse essa esse resultado mais proteção contra casos mais graves e mesmo assim só registrou internações de pessoas que tinham sido vacinadas a estou mesmo assim as vacinas não vão conseguir evitar casos mais graves na europa acho que tem melhor performance solo em torno de noventa e quatro noventa e seis por cento e não foi por cento de proteção para evitar casos graves também agora e com a perspectiva que a gente tem de ter uma liberação maior de poder retirar a máscara de tem aglomerações festas se nós ainda teremos esse risco de contágio e tendo o risco de contágio ter risco de ter um caso grave dependendo das condições de cada um não é a gente vai continuar convivendo com isso eu acredito que sim porque é só o são muitas variáveis que estão envolvidas na e e ainda a possibilidade de surgir novas variantes também né é nós temos que ter uma grande quantidade da população vacinada é pra começar a diminuir a circulação do vírus deixou de ser é pandêmico prócer endêmico mas enquanto isso não acontecer é vai haver ainda necessidade das pessoas se protegerem né utilizar máscara distanciamento social e realização das mãos ainda vai ser importante isso é de forma que é eu acredito que esse horizonte ainda tá um pouco longe principalmente aqui entre nós onde a vacinação ainda é necessita avançar muito protegia uma grande parcela da população agora em relação a variante delta que teria origem na índia há risco na sua avaliação de o brasil ter uma onda por conta dessa é a dessa variante nas condições atuais que nós temos que a gente está vendo a faixa etária decrescente de vacinação na estava nesse fala na vacinação de toda a população acima de dezoito anos até setembro o senhor acha que a gente consegue fazer frente e evitar uma onda com esta variante e não vou ter que usar políticas de é política de saúde pública na pra que a gente possa conseguir barrar a entrada é de indivíduos contaminados vamos ter que utilizar é o nosso conhecimento é junto a sua as vacinas para que elas de nos digam se elas estão protegendo ou não contra essas variantes e evidentemente que é são perguntas ainda que não tenham uma resposta é clara e evidente e a gente vai ter que esperar para ver como vai ser a evolução estes outros países também é caminharam com vacinação também tiveram é o tom experimentando a circulação é difícil é dessas variantes por exemplo a portugal tem vacinado a cerca de quarenta por cento da população e assim mesmo experimentou está experimentando a esta variante delta agora lá na austrália já não é um comportamento diferente porque eu gosto lançou ela não foi ainda é difundida na população de uma maneira geral agora até a questão também dos testes a gente vê que há acesso ao teste principalmente para quem pode pagar o sistema público é demorado para sair o resultado a pessoa continua convivendo com outras pessoas a conexão vê a situação hoje do brasil em relação à testagem olha a a eu acho a testagem ela é muito importante principalmente se nós pretendemos é ter um controle é da da população ou da contaminação da população na eu acho que todo indivíduo que tem sintomas ou teve contato com alguém é com a doença ele precisa ser testado é frequentemente é uma maneira muito clara da gente conseguiu um controle da doença se nós pretendemos em algum momento também é pensar em atividades coletivas é atividades esportivas por exemplo é jogos shows eticétera a gente precisa pensar muito nesta questão da testagem é hoje em dia nós temos vários testes disponíveis e com boa sensibilidade e especificidade são testes é relativamente recuou o custo baixo hoje em dia né a gente evoluiu bastante do cenário que era é do ano passado pra cá é feita conversei com luís cardoso que é diretor de governança clínica no hospital sírio libanês também coordenador do comitê de crise convide da instituição doutor luís cardoso muito obrigada uma boa noite eu que agradeço dormir boa noite bem essa entrevista da denise assim como os comentários do josias e do tomé e ainda produções exclusivas do nosso jornalismo como por dentro da estação inverno também estão disponíveis nas principais plataformas de pode a questionar.

24 BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 30/06/2021 às 15h37

Na tarde desta quarta-feira (30), o prefeito de Cajazeiras José Aldemir deixou a UTI e foi transferido para uma unidade semi-intensiva, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde se encontra internado para tratamento da Covid-19. A notícia foi transmitida pela esposa do gestor e deputada estadual, Drª Paula. Em áudio divulgado em suas redes sociais, a deputada e primeira dama de Cajazeiras assim se pronunciaram: “A fé move montanhas! Agradecer todas as orações; agradecer a Deus. José Aldemir já saiu da UTI, já está aqui na semi-intensiva, muito bem, cada dia melhor. Vocês todos já sabem como é recuperação do coronavírus, e ele está tendo uma recuperação, assim, surpreendente, como sempre. Ele surpreende sempre. Deus está no caminho, eu queremos cada vez mais nos fortalece através da fé, do pensamento positivo”. José Aldemir foi diagnosticado com Covid-19 no início de junho. No dia 12, precisou ser internado no Hospital da Unimed, em João Pessoa. No dia 16, o gestor apresentou piora no estado de saúde e teve que ser intubado. Após isso, a família decidiu transferi-lo para São Paulo, já que os problemas do coração do prefeito se agravam após a Covid-19. No dia 17, Aldemir foi levado para São Paulo, a bordo de uma aeronave UTI-Móvel. Primeiro, foi hospitalizado no Incor – Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Em seguida, foi transferido para o Hospital Sírio-Libanês, onde foi intubado. Na tarde do dia 24, o gestor foi extubado e, no dia seguinte (25), ele falou e expressou vontade de voltar para casa.

RÁDIO BANDNEWS FM 96,9/SÃO PAULO | EXPRESSO SÃO PAULO
Data Veiculação: 30/06/2021 às 05h04

Cidade de são paulo mantém todos os pontos de vacinação abertos hoje entrave truss ubs farmácias parceiras os mega postos tudo funcionando porque o município começa a vacinar as pessoas com quarenta e dois e quarenta e três anos de idade tá chegando em é lembram quem tem mais de quarenta e quatro ainda não tomou a primeira dose também pode procurar o posto de vacinação mais próximo tem acompanhamos aquilo bandido são paulo in loco é ao vivo a luiz megale se tornando jacaré é muito legal cara porque a gente se emociona com gente que a gente nem conhece né tomando vacina então quando uma pessoa próxima sim e você vai se emocionando também foi muito legal ver o megale se vacinando da capa quinta todo mundo lê tomando também a vacina contra a convide dezenove ou aqui tem quarenta e quatro não tomou a primeira dose pode procurar um posto de vacinação táxi os endereços você encontra no site da prefeitura de são paulo e na página você consegue acessar também filometor que é um sistema muito legal sim muito bacana pra saber se tem fila se tem se não tem se tem vacina se não tem no postinho aí que você é pretende a partir da próxima segunda-feira estado de são paulo vai vacinar contra a convite de dezenove pessoas com quarenta e um anos lembrando que pra receber a dose na capital paulista tem que comprovar que mora no município médica infectologista sheila freitas da clínica regenerate do hospital sírio libanês alerta que não é pra escolher qual vacina tomar todas as vacinas que temos aqui tem insegurança elas têm qualidade elas são eficazes vacina ela é um mecanismo de controle da pandemia que é coletivo não é um mecanismo individual então ela só vai ser mais eficaz mais efetiva quanto mais gente estiver sendo vacinadas independente da vacina se a vacina x se a vacina y é isso aí motoristas de caminhões vans e ônibus de todo o brasil precisam atualizar o exame toxicológico em gabriela morgado.