Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

PORTAL MORADA/ARARAQUARA
Data Veiculação: 29/09/2020 às 21h24

O médico e candidato à Prefeitura de Araraquara, Luís Cláudio Lapena Barreto (Patriota), está internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, para tratamento da Covid-19. Dr. Lapena teve o diagnóstico confirmado para coronavírus no domingo, dia 20, depois que teve febre e procurou atendimento médico em Araraquara. Os sintomas iniciais foram leves, tanto que o paciente ficou os primeiros dias tratando a doença em casa. Na madrugada de quinta-feira (24), após ter seu quadro respiratório agravado, o médico e ex-vereador de Araraquara Dr. Lapena foi internado na ala de tratamento para COVID-19 do Hospital São Paulo (Unimed). Ainda não há detalhes sobre o motivo do candidato ter sido internado no Hospital Sírio-Libanês. No último domingo, dia 27, o candidato do partido Patriota, que tem como vice na chapa o candidato coronel Prado (Podemos), lançou de forma virtual a sua candidatura na disputa pelo cargo de Chefe do Executivo de Araraquara. Os vídeos exibidos na rede social foram gravados antes de sua internação no hospital São Paulo. O Portal Morada tentou falar por telefone com a assessoria de comunicação da campanha do candidato, mas não conseguiu contato.

SEGS/SANTOS
Data Veiculação: 29/09/2020 às 18h18

Materiais orientam gestores de RH e colaboradores sobre confiabilidade dos testes, protocolos de testagens, além dos processos e perspectivas de vacinas em desenvolvimento contra o vírus A expectativa para uma vacina contra o coronavírus que mostre eficácia e segurança está alta em todos os países. Mais de 200 vacinas estão sendo desenvolvidas no mundo voltadas para uma possível proteção contra o vírus. No entanto, tudo depende da conclusão da fase de testes clínicos que estão acontecendo exatamente ao mesmo tempo em vários países, com os olhares atentos da OMS. Pensando em orientar e apoiar gestores de RH, colaboradores e público em geral a entender melhor os avanços no combate à Covid-19 e as diferentes fases de desenvolvimento das vacinas, a Omint, assumindo seu protagonismo na gestão da saúde, elaborou novos e-books gratuitos para explicar sobre as fases e protocolos de testagens, bem como o andamento e as tecnologias utilizadas nas vacinas em produção contra o vírus. “A corrida na produção de uma vacina eficaz contra o SARS-CoV-2 tem sido intensa. Para termos em mãos uma imunização segura e eficaz, precisamos passar por processos complexos e repletos de etapas. Nos e-books, explicamos de forma simples e consultiva, as fases de desenvolvimento, - uma das razões da demora para a comercialização - além das diferentes tecnologias envolvidas nos estudos nacionais e internacionais, e os tipos de vacinas que estão sendo testadas”, explica Marcos Loreto, diretor Médico Técnico da Omint, apoiado pela consultoria da infectologista Dra. Mirian Dalben do Hospital Sirio Libanês, além de médica credenciada Omint. O que sabemos sobre o desenvolvimento das vacinas? Atualmente, o Brasil participa da fase 3 de desenvolvimento, a última antes da comercialização da vacina, em que sua segurança e eficácia é testada em milhares de pessoas. “A fase 3 contribui para entender se a vacina vai gerar uma resposta imunológica satisfatória o suficiente para proteger a população contra o vírus, além de verificar se ela é segura e não induz reações adversas atípicas”, afirma Dr. Loreto. Os e-books também apresentam detalhes das principais vacinas em testes e dos estudos e tecnologias que vêm sendo conduzidos no Brasil, entre elas: vacinas de vírus inativado, que é a tecnologia usada na CoronaVac; vacinas com vetor viral não replicante, em que o material genético do novo coronavírus é introduzido em outro vírus que não gera doença em humanos. É a tecnologia usada na vacina de Oxford e da Janssen; vacinas baseadas no RNA viral, produzida pela BioNtech. Para saber mais, os arquivos completos estão disponíveis para download no site www.omint.com.br/coronavirus. Sobre a Omint A Omint iniciou suas operações no Brasil em 1980, com o lançamento do primeiro plano de saúde voltado ao segmento de alto padrão do país, setor em que até hoje é líder de mercado. A Omint Saúde está entre as 500 maiores empresas do país, ocupando a 3ª posição em saúde, de acordo com o ranking Exame Melhores e Maiores 2019. O Grupo Omint atua no segmento de viagem desde 2011, sendo parceira da IAG (International Assistance Group), considerada a mais completa associação de empresas especializadas em assistência em viagem pelo mundo. Posteriormente, com a Omint Seguros, passou a comercializar apólices individuais e coletivas para empresas - além de passar a operar no ramo de seguro de pessoas, comercializando seguros de vida em grupo e individual. O Grupo Omint faturou R$ 1,6 bilhão em 2019, resultado de crescimento orgânico e sustentável.

AE BROADCAST/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/09/2020 às 16h02

Macro Plataforma: Startup promete minimizar impactos da redução salarial Com cerca de 46% dos brasileiros com rendas afetadas pelo coronavírus e falta de perspectivas de aumentos salariais, empresa de tecnologia oferece formas de fazer o salário render mais PR Newswire SÃO PAULO, 29 de setembro de 2020 SÃO PAULO, 29 de setembro de 2020 /PRNewswire/ -- Recentemente, o Datafolha divulgou uma pesquisa que mostra que 46% dos brasileiros tiveram redução de renda familiar durante a quarentena do novo coronavírus. A informação é ainda mais desoladora aos 11,7 milhões de brasileiros que tiveram impacto em seus salários, quando comparada à perspectiva apontada pelo estudo da Willis Towers Watson, que aponta que um terço das empresas da América Latina congelou ou adiou os aumentos salariais até 2021. Para minimizar os impactos causados à rotina das famílias, uma startup de São Paulo tem focado seus esforços em oferecer às empresas uma solução que beneficia contratantes e colaboradores de todo o Brasil. A partir de um mapeamento de consumo e preferências pessoais e corporativas, baseadas também em geolocalização, a Macro Plataforma desenvolve uma rede de parcerias que oferecem os serviços e produtos já consumidos pelas equipes das empresas, porém, com descontos que, ao final do mês, proporcionam economias que variam de 10% a 60%, de acordo com os itens escolhidos. A startup que iniciou suas operações em janeiro de 2019, foi reconhecida em dezembro pela Liga Insights HR Tech como uma das 25 startups de benefícios corporativos mais inovadoras do País. Apenas três meses após o reconhecimento, a equipe da Macro Plataforma, que já oferecia benefícios personalizados para empresas como Petz, HBO, Sírio Libanês, colocou o time de inovação mais uma vez para repensar o produto e, junto às empresas atendidas, passou a buscar outros tipos de benefícios necessários para tempos de isolamento, como terapias, telemedicina, exercícios online, itens para home office, entre outros serviços que pudessem minimizar os impactos psicológicos e físicos, além dos impactos monetários causados pela pandemia. Para Marta Reis, CEO da Macro Plataforma, a intenção da startup sempre foi "melhorar a vida das pessoas, e em meio a nova realidade econômica brasileira, oferecer às empresas a possibilidade de auxiliar os colaboradores a gastarem menos é uma função social", explica. O app também possui o compromisso de fortalecer os pequenos comércios e serviços, criando convênios e parcerias que incentivam, através da plataforma corporativa, que os colaboradores conheçam restaurantes do bairro, experimentem novos serviços, oferecendo a esses locais uma divulgação nichada e gratuita. "Os pequenos parceiros, que são aqueles que normalmente não possuem fôlego para fazer campanhas de divulgação para atrair seus públicos, conseguem mostrar aos usuários que eles possuem vantagens em pedir um almoço, recebendo uma sobremesa ou um suco gratuitamente. Tudo o que o parceiro precisa fazer para estar cadastrado no sistema e ser visível aos usuários é se comprometer em entregar vantagens", destaca Marta. Movimentação na economia em apenas um ano, os usuários de empresas cadastradas na Macro Plataforma que criaram os seus próprios clubes de benefício, movimentaram na economia R$35 milhões. Um outro levantamento da startup mostra que os colaboradores das empresas economizaram R$10 milhões de seus salários realizando compras através do aplicativo. "Melhorar a vida das pessoas é também oferecer maior poder de consumo para que elas possam fazer o que tem vontade, para que seus salários não sejam apenas para pagar contas, para que eles possam aproveitar a vida também. A movimentação do nosso aplicativo nos mostrou que no ano passado, os usuários puderam investir mais em cursos e em lazer, foram as áreas em que as pessoas mais utilizaram seus descontos. Se não fosse com essa possibilidade, provavelmente teriam adiado a ideia de uma especialização, de aprender um novo idioma ou de viajar em família, pois precisariam economizar para outras áreas. Agora é hora de as empresas avaliarem que elas podem fazer a diferença e compensar de alguma forma essa crise. Economia em itens básicos do dia a dia como mercados, farmácias, feiras é essencial agora e estamos focados em continuar criando formas para melhorar ainda mais a vida das pessoas não apenas agora na pandemia, mas depois também, porque queremos que elas façam mais com seus salários", finaliza a empresária. FONTE Macro Plataforma

SEGS/SANTOS
Data Veiculação: 29/09/2020 às 11h22

Novas soluções de diálise também chegam ao mercado para dar suporte ao aumento da demanda, com benefícios significativos para pacientes de UTI (unidade de Terapia Intensiva) e profissionais de saúde A crise de saúde desencadeada pela pandemia do Covid-19 provocou lotação nas unidades de terapia intensiva (UTIs) dos hospitais e um aumento exponencial de pessoas com injúria renais agudas (IRA) e, consequentemente, a sobrecarga de trabalho para os profissionais de saúde que trabalham em neste ambiente. Dados locais de um hospital de São Paulo, primeiro epicentro da pandemia no país, publicados na revista internacional Kidney 360, mostram que a incidência de IRA com necessidade de terapia de substituição renal continua (CRRT, do inglês Continuous Renal Replacement Therapy) ocorreu em 17% do total das internações de UTI durante a pandemia, ou seja, 1 em cada 5 pacientes internados em UTI precisou de suporte renal. Preocupada com o cenário e com a segurança dos pacientes e profissionais de saúde, a Baxter - empresa com amplo portfólio de equipamentos médicos e produtos farmacêuticos – anuncia o lançamento no Brasil da tecnologia Prismax e das novas soluções Regiocit, Biphozyl e Phoxilium para terapia CRRT. Criado com base em estudos sobre as necessidades e dificuldades diárias dos profissionais de saúde que utilizam máquinas de CRRT, o sistema Prismax apresenta múltiplas ferramentas que simplificam o dia-a-dia nesse ambiente complexo de cuidados intensivos, com essa e outras terapias de suporte multi-órgãos. Para isso, a nova tecnologia conta com Interface Touchscreen Intuitiva que gerencia a terapia com opção de bloqueio da tela para prevenir alteração acidental ou não autorizada da prescrição; sensor de nível de líquido que ajusta automaticamente a altura do fluido na câmara de retirada de gases não condensáveis durante a terapia; um kit auto-efluente que reduz a necessidade de trocas constantes de bolsas com resíduos filtrados do sangue; alarmes inteligentes; e aquecedor que possibilita o controle preciso da temperatura de retorno do sangue entre 35 °C e 38 °C. “A tecnologia Prismax foi projetada para dar mais segurança aos tratamentos dentro das UTIs, proporcionando recursos integrados que monitoram a configuração da terapia e podem ajudar a reduzir o erro humano e a sobrecarga de trabalho, principalmente da enfermagem. As múltiplas funções desses sistemas ajudarão os profissionais da saúde a terem mais confiança nos procedimentos diários e, consequentemente a reduzir a sobrecarga da equipe”, ressalta a Dra. Maristela Carvalho da Costa, nefrologista dos hospitais Sírio-Libanês e Santa Catarina e do Instituto do Coração (InCor). Além da nova tecnologia, a Baxter apresenta ainda ao mercado brasileiro novas soluções de diálise contínua que, diferentemente das soluções já existentes, são prontas para o uso e trazem inovação no quesito segurança hospitalar, ajudando no manejo e prevenção de algumas situações recorrentes durante a terapia de substituição renal contínua e que podem agravar a situação do paciente. “A solução Regiocit fornece anticoagulação regional com citrato (RCA), evitando a coagulação no filtro da máquina de CRRT e a redução a permeabilidade da membrana. Já Biphozyl e Phoxilium são soluções completas que corrigem desequilíbrios de eletrólitos, impedem redução de fósforo na corrente sanguínea (chamada de hipofosfatemia), e eliminam escórias nitrogenadas acumuladas no organismo deste paciente”, afirma a Dra. Geovana Basso, Nefrologista e Gerente Médica da Baxter Brasil. Sobre a CRRT A terapia de substituição renal contínua (CRRT) é realizada em pacientes que perderam a capacidade dos rins de limpar o sangue de substâncias tóxicas. Como o próprio nome diz, o tratamento substitui o rim fazendo todas as funções do órgão, como filtrar o sangue e regular o balanço do ácido-base do corpo e do eletrólito e o fluido. A CRRT é normalmente realizada 24 horas por dia na UTI para tratar da injúria renal aguda, que normalmente se desenvolve em decorrência de outro problema de saúde, muitas vezes de forma temporária. Sobre a Baxter A Baxter oferece um amplo portfólio de produtos renais e hospitalares essenciais, incluindo diálise domiciliar, aguda e em centros; soluções IV esterilizadas; sistemas e dispositivos de infusão; nutrição parenteral; produtos biocirúrgicos e anestésicos; e automação, software e serviços farmacêuticos. O impacto mundial da empresa e o caráter fundamental de seus produtos e serviços desempenham um papel importante na expansão do acesso aos cuidados de saúde em países emergentes e desenvolvidos. Os funcionários da Baxter no mundo todos se apoiam no rico legado de descobertas médicas da empresa para avançar a próxima geração de inovações em cuidados de saúde que permitam o tratamento dos pacientes.

AGÊNCIA FIOCRUZ DE NOTÍCIAS
Data Veiculação: 29/09/2020 às 00h00

A Fiocruz participou, nesta segunda-feira (28/9), da edição online dos Diálogos Democráticos, evento promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para debater o Plano de Segurança Sanitária para as Eleições Municipais 2020. O encontro reuniu os médicos Marilia Santini (da Fiocruz), David Uip (do Hospital Sírio Libanês) e Luis Fernando Aranha Camargo (do Hospital Israelita Albert Einstein), que elaboraram o Plano, tendo em vista a pandemia de Covid-19. A atividade contou com a mediação do presidente do TSE, o ministro Luís Roberto Barroso. Assita a íntegra do evento. O ministro disse que “o desafio foi ajustar os mais de 147 milhões de eleitores, em mais de 95 mil locais de votação e mais de 400 mil seções eleitorais, sem promover aglomerações e estabelecendo uma ordem mínima para levar segurança sanitária aos mesários, aos eleitores e aos candidatos”. Barroso chamou os três médicos responsáveis pelo Plano de “dream team da infectologia brasileira” e classificou a atitude deles como “valiosa e patriótica”, pois prestaram consultoria gratuitamente à Justiça Eleitoral. “O país é devedor da boa vontade, do empenho e da dedicação desses três médicos durante dois meses e meio da confecção do Plano”, afirmou. A médica e pesquisadora Marilia Santini, da Fiocruz, observou que “sete meses depois de a pandemia ter chegado ao país, os especialistas têm um conhecimento maior do novo coronavírus e da pandemia, principalmente sobre as formas de transmissão, e consequentemente têm mais bagagem para recomendar medidas de prevenção. Essas informações nos possibilitaram elaborar um plano que tornará possível promover uma eleição segura, sobretudo com a colaboração dos eleitores”. Marilia acrescentou que “assim como incorporamos novos hábitos em nossas vidas e empregos, devido à pandemia, creio que os eleitores também serão capazes de seguir as recomendações do Plano, para que tenhamos segurança na eleição. Que todos votem seguindo todas essas medidas”. A principal mensagem da Justiça Eleitoral é a de que o eleitor fique de máscara desde o momento em que sair de casa para votar, evite contato físico com outras pessoas e cumpra o dever cívico da forma mais ágil possível, sem permanecer por tempo desnecessário nos locais de votação. De acordo com o TSE, o Plano de Segurança permitirá proporcionar o mais alto grau de segurança possível para os eleitores, mesários e demais colaboradores da Justiça Eleitoral. No dia do pleito serão disponibilizados 10 milhões de máscaras; 2 milhões de face shields; 2 milhões de frascos de álcool gel para os agentes da Justiça Eleitoral; 1 milhão de litros de álcool em gel para os eleitores; adesivos para demarcar os pisos e indicar o distanciamento correto entre os eleitores; e canetas sobressalentes. Os materiais foram doados ao TSE por empresas e instituições, evitando custos ao Erário num momento em que o foco é combater a pandemia. Conforme a emenda constitucional promulgada pelo Congresso Nacional o primeiro turno será em 15 de novembro e o segundo turno duas semanas depois, em 29 de novembro.

FOXBE
Data Veiculação: 29/09/2020 às 00h00

Novos modelos de remuneração podem aumentar eficiência do setor de saúde Setor busca evitar agravamento do quadro clínico de pacientes através do retorno seguro às cirurgias 29 de setembro de 2020 29 de setembro de 2020 Carregue mais WhatsApp Facebook Twitter Recomendada pelo Instituto Coalizão Saúde (ICOS), adoção de novos modelos de remuneração baseados em valor conta com o apoio da Johnson & Johnson Medical Devices e de importantes centros de referência da América Latina Surgido nos Estados Unidos na década de 1930, o modelo de remuneração prevalente dos hospitais brasileiros, baseado no pagamento por serviço executado, está defasado devido à maior longevidade da população e ao aumento da prevalência das doenças crônicas. A tendência mundial é substituí-lo pelo pagamento baseado em valor – em que a remuneração acontece de acordo com o desfecho para o paciente – mais adequado para garantir a sustentabilidade do setor de saúde no longo prazo. Para promover a evolução dos modelos de financiamento do setor, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mantém, desde 2016, um grupo de trabalho que avalia alternativas e publicou, em 2019, um guia para implementação de modelos de remuneração baseados em valor. Para debater a relevância crescente desses modelos, o Instituto Coalizão Saúde (ICOS), entidade formada por representantes da cadeia produtiva do setor de saúde e presidida por Claudio Lottenberg, reuniu especialistas no webinar “O Impacto da Pandemia na Adoção de Modelos de Pagamento Baseados em Valor”, no dia 19 de agosto. O evento foi realizado em parceria com a Johnson & Johnson Medical Devices e contou com o apoio do hub de inovação em saúde InovaHC. Novos formatos “Existe um denominador comum que, a meu ver, é o grande responsável pela insustentabilidade que vem se apresentando, até mesmo antes do período da pandemia, que são os modelos de pagamento. Precisamos rever algumas práticas nas mecânicas regulatórias legais para acelerar o aprimoramento e a produtividade da cadeia produtiva da saúde com mais segurança e inovação”, afirmou, logo na abertura do evento, o presidente do ICOS, Claudio Lottenberg. “Isso nos leva, como líderes do setor saúde, a repensar os modelos de remuneração, na busca por alternativas mais sustentáveis para termos um atendimento mais efetivo de nossos pacientes”, reforçou Gustavo Galá, presidente da J&J Medical Devices no Brasil. A necessidade de instaurar novos formatos foi reforçada pela Covid-19, como afirmou Marcia Mak disse, mentora estratégica em VBHC (Cuidado de Saúde Baseado em Valor, na sigla em inglês) na AsQ. “Com a pandemia, ficou muito claro que a gente precisa inovar os modelos de atenção, de cuidado e de financiamento”. Ela disse esperar que as “lições aprendidas com a Covid-19 sirvam para que o setor olhe para a grande população em risco hoje: os pacientes com doenças crônicas”. Também participante do evento, o CEO do Hospital Sírio Libanês, Paulo Chapchap, descreveu o processo necessário para implementar a mudança no modelo de financiamento. “Existem alguns agentes que são fundamentais para que possamos fazer essa tão necessária transformação”, afirmou. “O primeiro deles é o paciente, que precisa ser informado adequadamente acerca do que vem a ser a entrega de valor por parte dos prestadores de serviços em saúde”. Em seguida vem o agente responsável pela coordenação do cuidado, em especial as operadoras de planos de saúde. “São elas que podem, e devem, reunir todos os dados do paciente ao longo de sua ‘vida de saúde’, para que esse paciente seja enxergado como um todo”. Economia expressiva A Johnson & Johnson Medical Devices conduziu a produção de um documento a respeito do futuro dos hospitais no cenário pós-pandemia. Resultado da cooperação com especialistas de gestão de saúde de alguns dos principais centros médicos de Buenos Aires, Bogotá, São Paulo e Cidade do México, o estudo reforçou a necessidade da mudança no financiamento. Concluiu que o modelo que se apresenta mais compatíveis com o cenário atual é o de remuneração baseados em valor. Seguindo esse padrão, diz o documento, “operadoras de planos, provedores de serviços, profissionais de saúde e a indústria vão colaborar para reduzir o desperdício econômico que é da ordem de 25%, de acordo com o Instituto Americano de Medicina”. A migração do modelo de pagamento por volume para o pagamento por desfecho pode reduzir significativamente estes desperdícios. Os ganhos com tal redução poderá ser compartilhados por toda a cadeia. Um bom exemplo é o modelo assistencial para cirurgia bariátrica implantado pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz em parceria com a J&J Medical Devices, cujos resultados de 18 meses sugerem redução de 12% nos custos totais”, descreve Fabrício Campolina, diretor de Transformação do Sistema de Saúde da Johnson & Johnson Medical Devices América Latina. Outra experiência bem sucedida também realizada em parceria com a empresa foi a da Fundación Santa Fe de Bogotá, focada na linha de cuidado de fraturas geriátricas, que buscou superar, como aponta o documento, “as expectativas de pacientes, familiares, cuidadores, pesquisadores e a comunidade em geral”. “Desenvolvemos uma rede de serviço que garanta o cuidado completo, que é coordenado e promove a busca dos melhores resultados clínicos, com níveis superiores de qualidade e segurança”., conta Dr. Henry Gallardo, diretor geral da Fundación Santa Fe de Bogotá. Já para a Advisory Board Company, que também participou do estudo, “a pandemia fez com que ficasse impossível continuar a adiar uma transformação em modelos de pagamento”. Afinal, “a entrega de serviços de saúde de qualidade e o financiamento eficaz são duas faces da mesma moeda”.

REVISTA INSURANCE CORP ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/09/2020 às 00h00

A expectativa para uma vacina contra o coronavírus que mostre eficácia e segurança está alta em todos os países. Mais de 200 vacinas estão sendo desenvolvidas no mundo voltadas para uma possível proteção contra o vírus. No entanto, tudo depende da conclusão da fase de testes clínicos que estão acontecendo exatamente ao mesmo tempo em vários países, com os olhares atentos da OMS. Pensando em orientar e apoiar gestores de RH, colaboradores e público em geral a entender melhor os avanços no combate à Covid-19 e as diferentes fases de desenvolvimento das vacinas, a Omint, assumindo seu protagonismo na gestão da saúde, elaborou novos e-books gratuitos para explicar sobre as fases e protocolos de testagens, bem como o andamento e as tecnologias utilizadas nas vacinas em produção contra o vírus. “A corrida na produção de uma vacina eficaz contra o SARS-CoV-2 tem sido intensa. Para termos em mãos uma imunização segura e eficaz, precisamos passar por processos complexos e repletos de etapas. Nos e-books, explicamos de forma simples e consultiva, as fases de desenvolvimento, – uma das razões da demora para a comercialização – além das diferentes tecnologias envolvidas nos estudos nacionais e internacionais, e os tipos de vacinas que estão sendo testadas”, explica Marcos Loreto, diretor Médico Técnico da Omint, apoiado pela consultoria da infectologista Dra. Mirian Dalben do Hospital Sirio Libanês, além de médica credenciada Omint. O que sabemos sobre o desenvolvimento das vacinas? Atualmente, o Brasil participa da fase 3 de desenvolvimento, a última antes da comercialização da vacina, em que sua segurança e eficácia é testada em milhares de pessoas. “A fase 3 contribui para entender se a vacina vai gerar uma resposta imunológica satisfatória o suficiente para proteger a população contra o vírus, além de verificar se ela é segura e não induz reações adversas atípicas”, afirma Dr. Loreto. Os e-books também apresentam detalhes das principais vacinas em testes e dos estudos e tecnologias que vêm sendo conduzidos no Brasil, entre elas: • vacinas de vírus inativado, que é a tecnologia usada na CoronaVac; • vacinas com vetor viral não replicante, em que o material genético do novo coronavírus é introduzido em outro vírus que não gera doença em humanos. É a tecnologia usada na vacina de Oxford e da Janssen; • vacinas baseadas no RNA viral, produzida pela BioNtech. Para saber mais, os arquivos completos estão disponíveis para download no site www.omint.com.br/coronavirus Edelman

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 29/09/2020 às 04h00

A realização das eleições municipais em meio à pandemia do novo coronavírus levou a questionamentos sobre a segurança para os eleitores. Qual o risco de teclar na urna eletrônica? Como manter distanciamento na hora do voto? O que devem fazer os idosos, considerados grupo de risco? As eleições para prefeito e vereador serão realizadas em 5.569 municípios nos dias 15 (primeiro turno) e 29 (segundo turno) de novembro. Especialistas das instituições que deram consultoria à Justiça Eleitoral na elaboração do plano sanitário para as eleições afirmam que é seguro ir às urnas, desde que os procedimentos de prevenção sejam rigorosamente obedecidos. "Estamos convencidos de que é possível, claro, com a colaboração de todos, ter uma eleição segura que vai ser bem importante para o país", afirma a médica e pesquisadora da Fiocruz Marilia Santini. A pesquisadora participou da consultoria que auxiliou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a definir as regras de segurança para as eleições. Além de Santini, da Fiocruz, também participaram David Uip, professor de medicina e médico infectologista do Hospital Sírio-Libanês, e Luis Fernando Aranha Camargo, pesquisador e médico infectologista do Hospital Albert Einstein. Os três médicos participaram ontem de um debate promovido pelo TSE para tirar dúvidas sobre as regras de prevenção e a estrutura preparada para as eleições. Veja abaixo como as principais medidas adotadas pela Justiça Eleitoral podem minimizar os riscos na hora de votar. É obrigatório o uso de máscara? Sim. Sem máscara não será permitido o acesso aos locais de votação e os eleitores que não estiverem usando a máscara serão impedidos de entrar, segundo afirmou o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso. A urna eletrônica vai ser limpa com álcool? Não. Higienizar a urna com álcool poderia danificar o equipamento. Por isso, o eleitor deve higienizar as mãos com álcool antes de votar e logo após deixar a cabine de votação. As seções eleitorais terão à disposição álcool gel e álcool líquido em recipiente borrifador. O que mudou na hora de identificar o eleitor? Na hora da votação, vai funcionar assim: o eleitor apresenta seu documento ao mesário (que não vai manusear a documentação) e assina a lista de votação, preferencialmente com uma caneta própria que ele trouxe de casa. Em seguida, higieniza as mãos com álcool e se dirige à urna para depositar o voto. Após votar, higieniza novamente as mãos com álcool. Antes, nas últimas eleições, o eleitor entregava o documento ao mesário, assinava a lista, ia até a urna e somente após votar resgatava seu documento. Para reduzir as filas, nessas eleições não será feito a identificação do eleitor por meio da biometria, método que torna o tempo de votação 70% maior, segundo o TSE. Devo levar minha própria caneta? Se possível, sim. Se não for possível, haverá canetas a disposição, que serão higienizadas com álcool, para que os eleitores possam assinar a lista de votação. "Apesar de a gente saber hoje que a transmissão por toque em superfície objeto contaminado é menos importante que a transmissão quando se respira perto de alguém contaminado, ela não é zero", afirma Santini, da Fiocruz. "Então por isso nós recomendamos que se possível cada um leve sua caneta e não toque em um objeto que outro eleitor tocou. Se isso não for possível, se não tiver caneta ou a que levou não funcionou, haverá várias outras canetas e além disso o mesário vai receber treinamento para higienizar a caneta com álcool spray após cada uso", afirma Santini. Como os mesários vão estar protegidos? Além do uso de máscara e constante higienização das mãos com álcool, os mesários vão utilizar um protetor facial de plástico, um tipo de viseira que costuma ser chamado de face shield. "Decidimos ser bastante rigorosos, porque o mesário é aquela pessoa que vai ficar o dia todo, então como ele vai ter a possibilidade de ter muita interação com o público, resolvemos adotar uma postura de máxima proteção", afirma o infectologista Luis Fernando Aranha Camargo. "A utilização de máscara e protetor facial e a assepsia frequente das mãos é o que a gente tem de melhor e mais completo na prevenção", diz o médico do Hospital Albert Einstein. Quem é idoso pode ir votar? Sim. O TSE recomenda que os eleitores com 60 anos ou mais, considerados grupo de risco para a covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, votem entre as 7h e as 10h. Esse intervalo, porém, não será obrigatório e pessoas de outras idades não serão barradas nesse horário mas deverão aguardar ao final da fila ou em fila separada, respeitando a preferência dos maiores de 60 anos. "A gente pensou nesse horário onde as pessoas com maior risco vão ter atendimento preferencial na hora de se dirigir à urna para que fiquem menos expostos a uma contaminação pelo vírus", afirma Santini. Quem tem sintomas não deve ir votar? O TSE orienta os eleitores e mesários que estiverem com febre ou tenham testado positivo para covid-19 nos últimos 14 dias antes da eleição a ficarem em casa. O infectologista Luis Fernando Camargo explica que os principais sintomas da covid-19, doença provocada pelo coronavírus, são: sintomas nas vias aéreas como dor de garganta e tosse, dor no corpo e febre. A doença também pode provocar diarreia e a perda do olfato ou do paladar. Mas Camargo afirma que como muitos dos sintomas são semelhantes ao de outras doenças, o ideal é que o eleitor busque a análise de um médico antes de decidir sobre se deve ou não comparecer às eleições. Na ausência de febre e se os sintomas forem leves, o infectologista afirma que não há problema em comparecer à votação. "É importante dizer que muitos desses sintomas se aplicam a outras infecções virais comuns e não perigosas, então é preciso muito discernimento, não é qualquer sintoma que vai impedir o eleitor de comparecer à urna, tem que ser uma suspeita muito forte e de preferência atestada por algum serviço de saúde", afirma Camargo. Haverá distanciamento nas filas? Sim. Os locais de votação terão marcações no chão para indicar a distância mínima de segurança, que será de um metro entre mesários e eleitores e também de um metro entre os eleitores nas filas. Outra medida para evitar aglomerações foi a extensão do horário de votação em uma hora. Em vez do horário tradicional das 8h às 17h, neste ano a votação começa mais cedo, às 7h, e vai até as 17h. Será feita a medição de temperatura dos eleitores? Não. O TSE considerou que implementar a medição de temperatura nos locais de votação teria um custo elevado, mas não seria capaz de detectar pessoas infectadas que sejam assintomáticas ou que estejam em período de incubação do vírus. Como posso justificar a ausência nas eleições? Este ano ficou mais fácil o processo de justificativa da ausência à votação. Os eleitores que estiverem fora do seu domicílio eleitoral poderão fazer a justificativa pelo aplicativo E-Título, que pode ser baixado pelo telefone celular. Quem não conseguir acesso ao aplicativo continua podendo fazer a justificativa presencialmente nas seções eleitorais. A epidemia vai ficar menos grave até a data da votação? O infectologista David Uip afirma que em muitas cidades, como São Paulo, já é possível notar uma queda no número de novos casos, mas disse que o comportamento da doença vai depender da atitude das pessoas, que devem manter as medidas de higienização, uso de máscara e distanciamento social. Uip se disse preocupado com o comportamento de parte da população que tem promovido aglomerações em praias e bares. "Todos precisam entender que essa pandemia não acabou", afirmou. "Nossa proposta é a de termos a eleição mais segura, com o maior número de votantes e menor número de abstenções. Então, gostaria de conclamar a população a viver esse momento democrático, a despeito da pandemia que tanto nos machuca. A pandemia vai passar, o nosso voto fica", disse o médico do Hospital Sírio-Libanês.

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | ECONOMIA & NEGÓCIOS
Data Veiculação: 29/09/2020 às 03h00

ELBIO FERNANDEZ MERA ★ 194312020 Morre o fundador da Fernandez Mera Empresário havia dado entrada há 20 dias no hospital Sírio Libanês com sintomas relacionados à covid-19 O empresário Elbio Fernandez Mera, sócio-fundador da imobiliária Fernandez Mera, morreu ontem aos 77 anos. Ele havia dado entrada no hospital Sírio Libanês, há cerca de 20 dias, com sintomas relacionados à covid19. Ele fundou a imobiliária em 1983 e permaneceu no comando até 2010, quando foi sucedido no cargo pelo filho Gonzalo Fernandez. Desde então, estava no conselho de administração. Nascido no Uruguai, em 21 de setembro de 1943, Fernández Mera trabalhava em um banco em Montevidéu quando tinha 18 anos. “Eu sentia que tinha algum atributo a mais que o banco não estava reconhecendo. Pensei: como posso dar o verdadeiro valor à minha capacidade? Meu pai me mostrou um anúncio de jornal em que procuravam corretores de imóveis. Eu me apresentei e escolhi que aquela seria minha profissão. No primeiro mês eu vendi seis imóveis”, disse, em vídeo publicado no canal de sua empresa, em 2013. O presidente do Secovi-SP, Basilio Jafet, disse que Femandez Mera tinha uma “enorme inteligência emocional” que ajudou a modernizar o jeito de vender casas e apartamentos no Brasil. “Ele foi, talvez, a primeira pessoa que enxergou que um imóvel não é (apenas) uma compra que você faz, mas mais que isso (representa) seu chão, sua cidadania, o refúgio da sua família. Nos anos 1980, foi ele quem introduziu uma atitude absolutamente emocional.” A personalidade de Fernández Mera fez com que ele chegasse às entidades de classe ele foi presidente da Federação Internacional Imobiliária (Fiabci) para as Américas. O empresário tinha uma grande habilidade interpessoal, de acordo com Ricardo Yazbek, vice-presidente de assuntos legislativos e urbanismo Metropolitano do Secovi-SP. “Como ele era uma pessoa muito cativante, criou essa trajetória (em associações do setor). Tinha um perfil muito agregador. Como ele era uruguaio, tinha muita facilidade de encontro dos países do Cone Sul”, disse Yazbek. Em 1995, o empresário foi o responsável por introduzir outra tradição do mercado paulista: o prêmio Master Imobiliário, que tem como objetivo reconhecer e estimular a excelência profissional no setor. Um dos projetos mais emblemáticos da carreira de Fernandez Mera foi o loteamento Tamboré, localizado nas proximidades de Alphaville, em Barueri (SP). O presidente da agência Publicidade Archote, Pedro Cesarino, lembrou a estratégia diferente que o empresário montou para vender os lotes. O desafio, segundo o publicitário, era o fato de que se sabia que haveriaum dia o Rodoanel, que facilitaria a ligação entre Tamboré e São Paulo mas, na época, as obras não tinham sequer começado. Logo, contou Cesarino, a tática foi fazer uma grande campanha de mídia, em parceria com os principais veículos de comunicação. “Assim, conseguimos fazer grandes campanhas para lançar e vendemos os primeiros lotes.” Além de ser citado como um profissional visionário no mercado imobiliário, Fernandez Mera era um entusiasta de vinhos e charutos em sua vida pessoal. Ao lado de amigos, como o construtor Romeu Chap Chap, criou uma confraria de vinhos. Segundo o construtor, o grupo se reunia geralmente às sextasfeiras, em restaurantes como Fasano e Santo Colomba, em São Paulo. “Tenho muito respeito por ele e saudade”, disse Chap Chap.