Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

AE BROADCAST/SÃO PAULO
Data Veiculação: 28/09/2020 às 14h56

Elbio Fernandez Mera, sócio-fundador da imobiliária Fernandez Mera, morreu aos 77 anos nesta segunda-feira, 28, após ter dado entrada no hospital Sírio Libanês há cerca de 20 dias por causa do novo coronavírus. As informações foram confirmadas pela gerência de marketing da imobiliária. Fundada em 1983, a Fernandez Mera foi criada originalmente para vender imóveis residenciais de alto padrão. Ao longo dos anos, a imobiliária ampliou a atuação para outros segmentos do mercado. No início de 2010, Elbio passou a presidência para o filho Gonzalo Fernandez. "Inesquecível a alegria dele de viver. Infelizmente perdemos um ser muito especial", disse o publicitário Pedro Cesarino, que está à frente da agência Publicidade Archote, especializada no ramo imobiliário. O Secovi-SP divulgou uma nota lamentando a morte do "grande entusiasta" do mercado imobiliário. "Descrever a contribuição deste entusiasta para o setor imobiliário é fácil. Basta lembrar de suas magníficas campanhas e iniciativas empreendedoras que fizeram nascer Tamboré, para citar apenas um exemplo. Também não é complicado recordar sua permanente contribuição ao Secovi-SP e à Fiabci-Brasil (Federação Internacional Imobiliária), com ideias como salão do imóvel, Prêmio Master, Rede Imobiliária, enfim, coisas que saíram de uma cabeça efervescente, incapaz de parar de criar." "Difícil, porém, é colocar em palavras o significado desse grande ser humano para nós, como pessoas", disse o Secovi. O velório será realizado nesta segunda, das 13h às 14h, no cemitério Memorial Parque Paulista. Haverá um revezamento de 10 em 10 pessoas.

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 28/09/2020 às 13h05

Elbio Fernandez Mera, sócio-fundador da imobiliária Fernandez Mera, morreu aos 77 anos nesta segunda-feira, 28, após ter dado entrada no hospital Sírio Libanês há cerca de 20 dias por causa do novo coronavírus. As informações foram confirmadas pela gerência de marketing da imobiliária. Fundada em 1983, a Fernandez Mera foi criada originalmente para vender imóveis residenciais de alto padrão. Mas ao longo dos anos, a imobiliária ampliou a atuação para outros segmentos do mercado. No início de 2010, Elbio passou a presidência para o filho Gonzalo Fernandez. “Inesquecível a alegria dele de viver. Infelizmente perdemos um ser muito especial”, disse o publicitário Pedro Cesarino, que está à frente da agência Publicidade Archote, especializada no ramo imobiliário. A Secovi-SP divulgou uma nota lamentando a morte do “grande entusiasta” do mercado imobiliário. “Descrever a contribuição deste entusiasta para o setor imobiliário é fácil. Basta lembrar de suas magníficas campanhas e iniciativas empreendedoras que fizeram nascer Tamboré, para citar apenas um exemplo. Também não é complicado recordar sua permanente contribuição ao Secovi-SP e à Fiabci-Brasil (Federação Internacional Imobiliária), com ideias como salão do imóvel, Prêmio Master, Rede Imobiliária, enfim, coisas que saíram de uma cabeça efervescente, incapaz de parar de criar.” “Difícil, porém, é colocar em palavras o significado desse grande ser humano para nós, como pessoas”, disse a Secovi. O velório será realizado nesta segunda, das 13h às 14h, no cemitério Memorial Parque Paulista. Haverá um revezamento de 10 em 10 pessoas.

MSN BRASIL
Data Veiculação: 28/09/2020 às 06h00

Meses após o novo coronavírus surgir no cenário mundial – e a Covid-19 ser declarada pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) –, os sintomas da doença estão mais claros, e nós, médicos, aprendemos a tratar essa doença de forma mais eficaz. Entre os sintomas mais comuns estão febres, fadiga, dor de cabeça, tosse, anosmia (perda do olfato) e ageusia (perda do paladar), e, com menor intensidade e frequência, um número crescente de dermatologistas que trataram de pacientes confirmados com coronavírus relataram padrões e tendências de doenças da pele. A partir dessa observação, foi sugerido que algumas lesões cutâneas também podem estar relacionadas à Covid-19. Um estudo publicado por pesquisadores italianos, em março de 2020, no Journal of the European Academy of Dermatology, relatou que 18 de 88 pacientes com Covid-19 (cerca de 20,4%) desenvolveram lesões cutâneas. Tais lesões foram encontradas, especialmente, no tronco, nas mãos e nos pés. A maioria dos casos apresentava manchas e lesões avermelhadas, erupções parecidas com as do sarampo ou urticárias. Tendo em vista a relevância deste e de outros relatos, a Associação Americana de Dermatologia resolveu coletar informações vindas de vários dermatologistas sobre as manifestações cutâneas apresentadas em pacientes com coronavírus. A partir da reunião de mais de 300 relatos recebidos, uma alteração peculiar, apelidada de “dedos do pé de Covid”, foi comum à maioria dos casos. Trata-se de um fenômeno observado em alguns países, principalmente em pessoas mais jovens, em que os dedos dos pés ficam avermelhados e até arroxeados. Alguns descrevem ainda uma sensação de ardência na área. A lesão não parece estar associada à gravidade da doença e tende a desaparecer em poucos dias. "A partir da reunião de mais de 300 relatos recebidos, uma alteração peculiar, apelidada de 'dedos do pé de Covid', foi comum à maioria dos casos." Além dos “dedos dos pés de Covid”, a publicação apontou outra lesão cutânea que parece ser um padrão entre os pacientes que foram hospitalizados, chamada livedo reticular, que se manifesta como uma descoloração da pele, caracterizada pelo surgimento de linhas avermelhadas ou azuladas, de contornos irregulares, que seguem com exatidão a disposição das veias. De acordo com os especialistas, essa anomalia está relacionada a problemas de coagulação do sangue e se manifesta principalmente nos braços, nas pernas e nas nádegas. O estudo ainda revela que existe a ideia de que o vírus pode superestimular o sistema imunológico em certos pacientes. Mais uma condição foi relatada, desta vez em um artigo publicado pelo Journal de Médecine Vasculaire (JMV): a presença de manchas escuras parecidas com as de queimaduras de frio, além de sinais de urticárias. Em nota, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) ressalta que ainda é cedo para tirar uma conclusão definitiva sobre o tema. Entre as limitações que precisam ser consideradas, há o fato de os estudos serem pequenos, além de apresentarem falhas metodológicas. Não dá para afirmar se elas aparecem antes ou depois dos sintomas clássicos — ou mesmo por causa de medicamentos e outras infecções coexistentes. Portanto, a prudência indica que o melhor a fazer é ficarmos atentos em relação ao surgimento de qualquer desses sinais ou sintomas. Se isso ocorrer, nada de pânico: procure sempre um médico especialista. Dra. Letícia Nanci é Médica do Hospital Sírio-Libanês, médica- -responsável pela Clínica Dermatológica Letícia Nanci; membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); da American Academy of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) Siga FORBES Brasil nas redes sociais: Facebook Twitter Instagram YouTube LinkedIn Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store. Tenha também a Forbes no Google Notícias. Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

PANORAMA FARMACÊUTICO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 28/09/2020 às 00h00

Cloroquina – O Ministério da Saúde informou ter destinado 379 mil comprimidos de cloroquina a Minas Gerais – o Estado foi o sexto que mais recebeu o medicamento e, no Sudeste, fica atrás apenas de São Paulo, que obteve 536 mil unidades. Siga nosso instagran: https://www.instagram.com/panoramafarmaceutico/ O protocolo da pasta federal é que o remédio seja utilizado inclusive em casos leves de Covid-19. Em Minas, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) diz avaliar a alternativa pelo menos desde maio, ainda sem conclusão. Ao mesmo tempo, alguns municípios mineiros adotam a opção e distribuem o medicamento para pacientes com sintomas leves como forma de tratamento precoce. A quantidade de comprimidos destinados a cada cidade, segundo o ministério, foi inicialmente baseada no volume de casos de cada local em março, no começo da pandemia, com a projeção de que o quadro de cerca de 20% dos pacientes evoluísse para grave – situação em que a cloroquina era utilizada, inicialmente. Nas entregas posteriores, o ministério passou a considerar o estoque do medicamento informado por cada município para enviar mais. Na primeira entrega, em março, foram enviados 27 mil comprimidos a Minas, quantidade que aumentou mais de dez vezes em setembro, quando a SES-MG recebeu 286 mil unidades. Por demanda dos municípios, a secretaria havia pedido 364 mil. No total, desde março foram recebidos 371 mil comprimidos, informa a pasta. A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre o porquê de não ter enviado os demais e aguarda retorno. Maior procura A cidade que mais demandou o remédio foi Unaí, no Noroeste de Minas. A prefeitura fez um pedido de 72 mil comprimidos no final de julho, dos quais recebeu pouco mais de 59 mil, de acordo com a secretária municipal Denise de Oliveira. O montante solicitado seria para o tratamento de cerca de 4.000 pacientes, ela explica. Com pouco menos de 85 mil habitantes, a cidade registrava 2.339 casos confirmados de Covid-19 e 49 óbitos, segundo dados da prefeitura, atualizado na última quinta-feira (24). Unaí é um dos municípios mineiros que disponibilizam a cloroquina para tratamento precoce da doença. Conforme a prefeitura anuncia nas redes sociais, se o médico achar necessário, o paciente que procura o Centro de Atendimento para Enfrentamento da Covid-19 da cidade recebe o medicamento já nos primeiros sintomas, em um kit com outros remédios. A reportagem questiona o governo municipal de Unaí desde o dia 18 deste mês, mas não recebeu mais esclarecimentos sobre o protocolo. “Kit Covid” Após assumir oficialmente a liderança do Ministério da Saúde, Eduardo Pazuello aventou a possibilidade de fornecer a cloroquina para todo o país em uma espécie de “kit Covid”, a ser disponibilizado gratuitamente por meio da Farmácia Popular. Ipatinga, no Vale do Aço, é mais um exemplo de cidade que segue o protocolo do uso de cloroquina para pacientes com quadros leves. A reportagem tentou contato com a prefeitura repetidas vezes e não teve retorno sobre os detalhes do protocolo. Já Belo Horizonte não adotou a indicação ministerial e, por isso, não recomenda o uso do medicamento para quadros brandos. Ainda assim, se houver recomendação médica, fornece o remédio pela rede pública. Total de comprimidos de cloroquina enviados a MG Março: 27 mil Abril: 27 mil Maio: 31 mil Setembro: 286 mil Fonte: Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) As cidades que mais solicitaram comprimidos entre julho e agosto Unaí: 72 mil Ipanema: 30 mil Abre Campo: 30 mil Itabirito: 27 mil Teófilo Otoni: 18 mil Três Corações: 15 mil Timóteo: 12 mil Itabira: 12 mil Manhumirim: 10 mil Guapé: 8.400 Fonte: Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) Sem recomendação de órgãos Ao contrário do Ministério da Saúde, uma lista de instituições nacionais e internacionais não recomenda o uso de cloroquina para casos leves da Covid-19, seja com ou sem combinação com o remédio azitromicina. Entre eles, estão a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) e a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). O argumento dos órgãos é que há uma lacuna de conhecimento científico sobre a droga para o tratamento de Covid-19. O Conselho Regional de Medicina (CRM-MG) admite que não existem evidências para validar o uso da cloroquina, mas deixa a cargo do médico escolher se receitará o medicamento. Nesse caso, o paciente precisa assinar um termo em que informa ter ciência de que a droga não tem eficácia comprovada. “O médico vai explicar para o paciente que o que existe são estudos observacionais e que o medicamento é benéfico no entendimento do profissional”, explica a presidente do CRM-MG, Cibele Alves Carvalho. Uma cuidadora de idosos, de 51 anos, que pediu para não identificada, relata que, ao ter sentido falta de ar e taquicardia e procurar um médico na capital, o profissional teria prescrito cloroquina e azitromicina sem sequer pedir exame de Covid-19. “Aceitei tomar e, no terceiro dia, a taquicardia piorou. Fui parar no hospital, fiz o teste de Covid-19 e deu negativo”, disse. Pesquisas ainda não detectaram eficácia Uma pesquisa envolvendo oito instituições médicas brasileiras – como os hospitais paulistas Albert Einstein e Sírio-Libanês – e cerca de 667 pacientes concluiu que o remédio não traz qualquer benefício no tratamento de casos leves de Covid-19 e que há alterações nos batimentos cardíacos. “Nos pacientes hospitalizados, não faz sentido usar hidroxicloroquina, porque não existe benefício e pode haver malefício”, afirma Flávia Machado, pesquisadora da Rede Brasileira de Pesquisa sobre Cuidado Intensivo (BricNet) e membro do grupo do estudo. Agora, o grupo conduz outra pesquisa, com participação de 1.300 pacientes de casos leves da Covid-19. Em BH, um time de pesquisadores de hospitais da capital iniciou um estudo para avaliar a eficácia da cloroquina. O projeto está sob risco de ser cancelado, segundo um dos organizadores, o infectologista Unaí Tupinambás. Ele diz que houve baixa adesão dos profissionais. “Uma das hipóteses para a falta de procura é a polêmica política que a droga se tornou”, diz. Médicos fazem live em defesa da aplicação A imunologista e oncologista Nise Yamaguchi, que diz assessorar informalmente o Ministério da Saúde, defende o movimento Covid Tem Tratamento Sim, que une médicos favoráveis ao uso da cloroquina no tratamento precoce da Covid-19 e dissemina a ideia nas redes sociais. “Hoje, nossa fala ficou multiplicada, como se fosse um exército de guerrilha, multiplicada em centenas de cidades do Brasil. As nossas lives (em defesa da medicação) costumam lotar tanto que acaba não dando para todos participarem”, conta. Ela disse que há 10 mil médicos espalhados pelo Brasil que defendem a medicação. “Se o paciente ou o médico não quiserem o remédio, tudo bem, mas ele tem que estar disponível. Não dá para errar em uma doença dessas”, argumenta. Respostas dos municípios A prefeitura de Timóteo, no Vale do Rio Doce, diz que, no pedido de comprimidos, levou em conta o número de habitantes da cidade, casos acumulados e diários de Covid-19, hospitalizações, atendimentos e quantitativo de azitromicina dispensados na pandemia. O pedido visa seis meses, segundo a prefeitura, que reforça que cabe ao médico prescrever ou não a droga, que será disponibilizada nas farmácias municipais. Pelo menos até o dia 22 deste mês, a cidade não recebeu as unidades, declara. A prefeitura de Itabira, na região Central, disse ter recebido 640 comprimidos do Ministério da Saúde, até então, e que não pretende realizar novos pedidos. A demanda de 12 mil levava em conta uma estimativa feita para a pandemia para um ano a um ano e meio. Nenhum comprimido foi utilizado para tratamento ambulatorial. As demais prefeituras procuradas pela reportagem não responderam. Fonte: O Tempo Contagem

O GLOBO ONLINE/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 28/09/2020 às 04h30

SÃO PAULO — Com 147 milhões de eleitores — uma média de 435 por seção eleitoral — o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem um plano de segurança sanitária para evitar o contágio pela Covid-19 durante a votação. As regras foram elaboradas com consultoria da Fiocruz e dos hospitais Sírio-Libanês e Albert Einstein. O primeiro turno das eleições está marcado para 15 de novembro e, o segundo, para o dia 29 do mesmo mês. Votação: Saiba quais são as novidades nas eleições municipais de 2020 Pesquisa feita com eleitores de São Paulo e divulgada no último sábado pelo Instituto Datafolha revela que um em cada cinco eleitores afirma que pode não sair para votar por receio de contágio pelo novo coronavírus. Eleitores ou mesários que estiverem com febre no dia da votação ou que tenham testado positivo para a Covid-19 nos últimos 14 dias anteriores à data da eleição deverão ficar em casa. No caso dos eleitores, é possível justificar a falta por esse motivo. Já os mesários deverão comunicar sua zona eleitoral para que sejam substituídos. Eleições: Campanha começa em SP com atos na rua, aglomerações e foco nos temas da cidade Saiba quais são as medidas e as recomendações do TSE para a segurança dos eleitores: 1) Das 7h às 10h, o horário de votação será preferencial para pessoas com 60 anos ou mais. Os demais eleitores não serão proibidos de votar neste horário, mas deverão, se possível, comparecer a partir das 10h. A votação será encerrada às 17h. 2) O local de votação deve ser consultado antes de sair de casa, pois algumas seções foram alteradas. O endereço da seção eleitoral deve ser consultado pelo aplicativo e-Título, na opção onde votar (Google Play ou na App Store), ou no portal do TSE. 3) O uso de máscara será obrigatório nos locais de votação. O eleitor deverá manter distância de um metro de outras pessoas nas filas e evitar contato físico. 4) Será proibido comer, beber ou fazer qualquer atividade que exija a retirada da máscara dentro dos locais de votação. 5) Cada eleitor deverá levar sua própria caneta para assinar o caderno de votação. 6) Anote antes os nomes e os números dos candidatos para votar o mais rápido possível. 7) O eleitor deve evitar levar crianças ou acompanhantes para o local de votação. 8) Todas as seções eleitorais terão álcool gel para uso dos eleitores antes e depois da votação. 9) Os mesários usarão máscaras, face shield (protetor facial) e álcool gel para proteção individual. As máscaras descartáveis deverão ser trocadas a cada quatro horas, e o face shield deverá ser utilizado durante todo o tempo. 10) O eleitor deverá se posicionar a um metro da mesa e esticar os braços para apresentar o documento. Se for necessário, o mesário pedirá que o eleitor dê dois passos para trás e abaixe rapidamente a máscara. 11) O mesário vai ler em voz alta o nome do eleitor. Se estiver correto, o eleitor deve limpar as mãos com álcool gel e assinar o caderno de votação. 12) Se o eleitor não levar a própria caneta, será necessário borrifar álcool na caneta de uso comum após o uso de cada eleitor. 13) Quando a urna for liberada, o eleitor seguirá para a cabine de votação e digitará os números de seus candidatos. Após votar, deverá limpar novamente as mãos com álcool gel e sair da seção.

O TEMPO ONLINE/BELO HORIZONTE
Data Veiculação: 28/09/2020 às 03h00

Artigo Gabriel Rodrigues O Ministério da Saúde informou ter destinado 379 mil comprimidos de cloroquina a Minas Gerais – o Estado foi o sexto que mais recebeu o medicamento e, no Sudeste, fica atrás apenas de São Paulo, que obteve 536 mil unidades. O protocolo da pasta federal é que o remédio seja utilizado inclusive em casos leves de Covid-19. Em Minas, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) diz avaliar a alternativa pelo menos desde maio, ainda sem conclusão. Ao mesmo tempo, alguns municípios mineiros adotam a opção e distribuem o medicamento para pacientes com sintomas leves como forma de tratamento precoce. A quantidade de comprimidos destinados a cada cidade, segundo o ministério, foi inicialmente baseada no volume de casos de cada local em março, no começo da pandemia, com a projeção de que o quadro de cerca de 20% dos pacientes evoluísse para grave – situação em que a cloroquina era utilizada, inicialmente. Nas entregas posteriores, o ministério passou a considerar o estoque do medicamento informado por cada município para enviar mais. Na primeira entrega, em março, foram enviados 27 mil comprimidos a Minas, quantidade que aumentou mais de dez vezes em setembro, quando a SES-MG recebeu 286 mil unidades. Por demanda dos municípios, a secretaria havia pedido 364 mil. No total, desde março foram recebidos 371 mil comprimidos, informa a pasta. A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre o porquê de não ter enviado os demais e aguarda retorno. Maior procura A cidade que mais demandou o remédio foi Unaí, no Noroeste de Minas. A prefeitura fez um pedido de 72 mil comprimidos no final de julho, dos quais recebeu pouco mais de 59 mil, de acordo com a secretária municipal Denise de Oliveira. O montante solicitado seria para o tratamento de cerca de 4.000 pacientes, ela explica. Com pouco menos de 85 mil habitantes, a cidade registrava 2.339 casos confirmados de Covid-19 e 49 óbitos, segundo dados da prefeitura, atualizado na última quinta-feira (24). Unaí é um dos municípios mineiros que disponibilizam a cloroquina para tratamento precoce da doença. Conforme a prefeitura anuncia nas redes sociais, se o médico achar necessário, o paciente que procura o Centro de Atendimento para Enfrentamento da Covid-19 da cidade recebe o medicamento já nos primeiros sintomas, em um kit com outros remédios. A reportagem questiona o governo municipal de Unaí desde o dia 18 deste mês, mas não recebeu mais esclarecimentos sobre o protocolo. “Kit Covid” Após assumir oficialmente a liderança do Ministério da Saúde, Eduardo Pazuello aventou a possibilidade de fornecer a cloroquina para todo o país em uma espécie de “kit Covid”, a ser disponibilizado gratuitamente por meio da Farmácia Popular. Ipatinga, no Vale do Aço, é mais um exemplo de cidade que segue o protocolo do uso de cloroquina para pacientes com quadros leves. A reportagem tentou contato com a prefeitura repetidas vezes e não teve retorno sobre os detalhes do protocolo. Já Belo Horizonte não adotou a indicação ministerial e, por isso, não recomenda o uso do medicamento para quadros brandos. Ainda assim, se houver recomendação médica, fornece o remédio pela rede pública. Total de comprimidos de cloroquina enviados a MG Março: 27 mil Abril: 27 mil Maio: 31 mil Setembro: 286 mil Fonte: Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) As cidades que mais solicitaram comprimidos entre julho e agosto Unaí: 72 mil Ipanema: 30 mil Abre Campo: 30 mil Itabirito: 27 mil Teófilo Otoni: 18 mil Três Corações: 15 mil Timóteo: 12 mil Itabira: 12 mil Manhumirim: 10 mil Guapé: 8.400 Fonte: Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) Sem recomendação de órgãos Ao contrário do Ministério da Saúde, uma lista de instituições nacionais e internacionais não recomenda o uso de cloroquina para casos leves da Covid-19, seja com ou sem combinação com o remédio azitromicina. Entre eles, estão a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC), o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) e a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). O argumento dos órgãos é que há uma lacuna de conhecimento científico sobre a droga para o tratamento de Covid-19. O Conselho Regional de Medicina (CRM-MG) admite que não existem evidências para validar o uso da cloroquina, mas deixa a cargo do médico escolher se receitará o medicamento. Nesse caso, o paciente precisa assinar um termo em que informa ter ciência de que a droga não tem eficácia comprovada. “O médico vai explicar para o paciente que o que existe são estudos observacionais e que o medicamento é benéfico no entendimento do profissional”, explica a presidente do CRM-MG, Cibele Alves Carvalho. Uma cuidadora de idosos, de 51 anos, que pediu para não identificada, relata que, ao ter sentido falta de ar e taquicardia e procurar um médico na capital, o profissional teria prescrito cloroquina e azitromicina sem sequer pedir exame de Covid-19. “Aceitei tomar e, no terceiro dia, a taquicardia piorou. Fui parar no hospital, fiz o teste de Covid-19 e deu negativo”, disse. Pesquisas ainda não detectaram eficácia uma pesquisa envolvendo oito instituições médicas brasileiras – como os hospitais paulistas Albert Einstein e Sírio-Libanês – e cerca de 667 pacientes concluiu que o remédio não traz qualquer benefício no tratamento de casos leves de Covid-19 e que há alterações nos batimentos cardíacos. “Nos pacientes hospitalizados, não faz sentido usar hidroxicloroquina, porque não existe benefício e pode haver malefício”, afirma Flávia Machado, pesquisadora da Rede Brasileira de Pesquisa sobre Cuidado Intensivo (BricNet) e membro do grupo do estudo. Agora, o grupo conduz outra pesquisa, com participação de 1.300 pacientes de casos leves da Covid-19. Em BH, um time de pesquisadores de hospitais da capital iniciou um estudo para avaliar a eficácia da cloroquina. O projeto está sob risco de ser cancelado, segundo um dos organizadores, o infectologista Unaí Tupinambás. Ele diz que houve baixa adesão dos profissionais. “Uma das hipóteses para a falta de procura é a polêmica política que a droga se tornou”, diz. Médicos fazem live em defesa da aplicação A imunologista e oncologista Nise Yamaguchi, que diz assessorar informalmente o Ministério da Saúde, defende o movimento Covid Tem Tratamento Sim, que une médicos favoráveis ao uso da cloroquina no tratamento precoce da Covid-19 e dissemina a ideia nas redes sociais. “Hoje, nossa fala ficou multiplicada, como se fosse um exército de guerrilha, multiplicada em centenas de cidades do Brasil. As nossas lives (em defesa da medicação) costumam lotar tanto que acaba não dando para todos participarem”, conta. Ela disse que há 10 mil médicos espalhados pelo Brasil que defendem a medicação. “Se o paciente ou o médico não quiserem o remédio, tudo bem, mas ele tem que estar disponível. Não dá para errar em uma doença dessas”, argumenta. Respostas dos municípios A prefeitura de Timóteo, no Vale do Rio Doce, diz que, no pedido de comprimidos, levou em conta o número de habitantes da cidade, casos acumulados e diários de Covid-19, hospitalizações, atendimentos e quantitativo de azitromicina dispensados na pandemia. O pedido visa seis meses, segundo a prefeitura, que reforça que cabe ao médico prescrever ou não a droga, que será disponibilizada nas farmácias municipais. Pelo menos até o dia 22 deste mês, a cidade não recebeu as unidades, declara. A prefeitura de Itabira, na região Central, disse ter recebido 640 comprimidos do Ministério da Saúde, até então, e que não pretende realizar novos pedidos. A demanda de 12 mil levava em conta uma estimativa feita para a pandemia para um ano a um ano e meio. Nenhum comprimido foi utilizado para tratamento ambulatorial. As demais prefeituras procuradas pela reportagem não responderam. 300 * Estes campos são de preenchimento obrigatório.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | GERAL
Data Veiculação: 28/09/2020 às 03h00

TENDÊNCIAS/DEBATES folha.com/tendências debates@grupofolha.com.br Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletiras diversas tendências do pensamento contemporâneo Vale aperta salvar o SUS Na prática, temos os três principais pilares da gestão do modelo sob ataque Paulo Chapchap Diretor-geral do Hospital Sirio-Libanês O sistema de saúde público e universal no Brasil, o SUS, é a instituição mais importante do país para o combate à pandemia de Covid-19. Ele tem a capilaridade necessária para alcançara maior parte dos brasileiros, tendo o programa de saúde da família e a atenção primária como portas de entrada para a assistência certa no momento certo. Os processos da vigilância em saúde dão celeridade à detecção dos agravos coletivos, possibilitando respostas rápidas para necessidades mais urgentes. Muito se discute sobre o SUS. Al- uns consideram seus problemas e gestão tão graves que diminuem drasticamente os seus benefícios. Outros apontam as claras limitações do seu financiamento como a causa primordial de todas as suas insuficiências. Entretanto, não há o que disputar quanto às evidências do enorme benefício do conceito igualitário do modelo desenhado para o SUS, sua equidade, universalidade (acesso a um bem coletivo fundamental, independentemente do poder aquisitivo) e integralidade. A consagração do conceito, se ainda não estivesse evidente, ocorre agora com o extraordinário serviço prestado à sociedade brasileira no enfrentamento da pandemia. Agora é a hora de apoiar a governança do sistema público, de forma a diminuir os riscos de transmissão do vírus Sars-CoV-2 e garantir os cuidados para os pacientes que necessitam de acompanhamento médico-hospitalar. Agora é a hora de sermos todos a favor. Temos que forta lecer os fundamentos da assistência à saúde, e esses fundamentos já existem no SUS. No entanto, hoje estamos acompanhando um processo de enfraquecimento das instituições brasileiras nas principais instâncias democráticas do país, e isso só fomenta insegurança na base de assistência à saúde no Brasil. O SUS é um sistema gerido por uma comissão tripartite formada por representantes do Ministério cia Saúde, do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems). O Ministério da Saúde precisa ter sua liderança fortalecida pela análise de dados e pela consequente transparência das decisões que orientam a formulação de suas políticas nacionais, transmitindo a segurança necessária para o enfrenta mento da pandemia. Os estados estão sendo duramente criticados pelas suas iniciativas regionais, o que também gera questionamentos da população sobre a efetividade das suas ações. O sistema de provisão de recursos e de direcionamento da demanda, a regulação baseada em dados, deveria ser centralizada nas secretarias estaduais de Saúde. Os municípios precisam acionar suas redes de atenção primária e apontar claramente suas necessidades. [...] Estamos acompanhando um processo de enfraquecimento das instituições brasileiras nas principais instâncias democráticas do pais, e isso só fomenta insegurança na base de assistência à saúde no Brasil. (...) Instituições enfraquecidas beneficiam os que almejam se locupletar Na prática, temos os três principais pilares da gestão do SUS sob ataque, e isso impede a ausculta mais qualificada das instituições que dão suporte ao sistema, como as universidades públicas, os institutos de pesquisa e a rede de hospitais universitários federais e estaduais. Isso enfraquece o coração da assistência à saúde do Brasil, Mas os ataques não se limitam ao desgaste circunstancial dos sistemas de saúde. Nosso arcabouço jurídico e institucional também acaba sendo enfraquecido. Numa tentativa de desvincular dentro do possível a política partidária da saúde, especialistas estão se posicionando a favor de normas públicas baseadas em evidências. Somos técnicos na arte da ciência, conhecedores de moléstias e especialistas em saúde do Brasil. Temos que unificar nossas vozes para desencadear um mecanismo de pressão que crie um movimento propositivo de combate à Covid-19. Instituições enfraquecidas só beneficiam os que almejam se locupletar. Vamos institucionalizar novamente o sistema público de saúde para que seja possível criar as políticas públicas que ofereçam a segurança necessária para que o país consiga sair o mais rápido possível da crise provocada pela Covid-19. Monopólio de informações, violência nos discursos e disputas ideológicas precisam dar espaço à transparência, agilidade e coordenação centralizada baseada em competências diversificadas e na prontidão e flui dez dos dados. Para que isso seja possível, precisamos ser os agentes desse movimento de transformação, favorecer o debate, e não o ataque. Precisamos apoiar as instituições que formam os pilares dos nossos sistemas de saúde e que são responsáveis pela governança da assistência médica no Brasil. O SUS salva vidas. Vale a pena salvar o SUS.

FORBES BRASIL ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 28/09/2020 às 00h00

Início Colunas Letícia Nanci: Os efeitos da Covid-19 na pele Letícia Nanci: Os efeitos da Covid-19 na pele Letícia Nanci 28 de setembro de 2020 Colunas Peter Dazeley/Getty Images Algumas lesões cutâneas também podem estar relacionadas à Covid-19 Meses após o novo coronavírus surgir no cenário mundial – e a Covid-19 ser declarada pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS) –, os sintomas da doença estão mais claros, e nós, médicos, aprendemos a tratar essa doença de forma mais eficaz. Entre os sintomas mais comuns estão febres, fadiga, dor de cabeça, tosse, anosmia (perda do olfato) e ageusia (perda do paladar), e, com menor intensidade e frequência, um número crescente de dermatologistas que trataram de pacientes confirmados com coronavírus relataram padrões e tendências de doenças da pele. A partir dessa observação, foi sugerido que algumas lesões cutâneas também podem estar relacionadas à Covid-19. Um estudo publicado por pesquisadores italianos, em março de 2020, no Journal of the European Academy of Dermatology, relatou que 18 de 88 pacientes com Covid-19 (cerca de 20,4%) desenvolveram lesões cutâneas. Tais lesões foram encontradas, especialmente, no tronco, nas mãos e nos pés. A maioria dos casos apresentava manchas e lesões avermelhadas, erupções parecidas com as do sarampo ou urticárias. Tendo em vista a relevância deste e de outros relatos, a Associação Americana de Dermatologia resolveu coletar informações vindas de vários dermatologistas sobre as manifestações cutâneas apresentadas em pacientes com coronavírus. A partir da reunião de mais de 300 relatos recebidos, uma alteração peculiar, apelidada de “dedos do pé de Covid”, foi comum à maioria dos casos. Trata-se de um fenômeno observado em alguns países, principalmente em pessoas mais jovens, em que os dedos dos pés ficam avermelhados e até arroxeados. Alguns descrevem ainda uma sensação de ardência na área. A lesão não parece estar associada à gravidade da doença e tende a desaparecer em poucos dias. "A partir da reunião de mais de 300 relatos recebidos, uma alteração peculiar, apelidada de 'dedos do pé de Covid', foi comum à maioria dos casos." Além dos “dedos dos pés de Covid”, a publicação apontou outra lesão cutânea que parece ser um padrão entre os pacientes que foram hospitalizados, chamada livedo reticular, que se manifesta como uma descoloração da pele, caracterizada pelo surgimento de linhas avermelhadas ou azuladas, de contornos irregulares, que seguem com exatidão a disposição das veias. De acordo com os especialistas, essa anomalia está relacionada a problemas de coagulação do sangue e se manifesta principalmente nos braços, nas pernas e nas nádegas. O estudo ainda revela que existe a ideia de que o vírus pode superestimular o sistema imunológico em certos pacientes. Mais uma condição foi relatada, desta vez em um artigo publicado pelo Journal de Médecine Vasculaire (JMV): a presença de manchas escuras parecidas com as de queimaduras de frio, além de sinais de urticárias. Em nota, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) ressalta que ainda é cedo para tirar uma conclusão definitiva sobre o tema. Entre as limitações que precisam ser consideradas, há o fato de os estudos serem pequenos, além de apresentarem falhas metodológicas. Não dá para afirmar se elas aparecem antes ou depois dos sintomas clássicos — ou mesmo por causa de medicamentos e outras infecções coexistentes. Portanto, a prudência indica que o melhor a fazer é ficarmos atentos em relação ao surgimento de qualquer desses sinais ou sintomas. Se isso ocorrer, nada de pânico: procure sempre um médico especialista. Dra. Letícia Nanci é Médica do Hospital Sírio-Libanês, médica- -responsável pela Clínica Dermatológica Letícia Nanci; membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); da American Academy of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) Siga FORBES Brasil nas redes sociais: Facebook Twitter Instagram YouTube LinkedIn Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store. Tenha também a Forbes no Google Notícias. Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores. Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil ( [email protected]). Navegação de Post Plutocratas da pandemia: como a Covid criou novos bilionários das fintechs Silvio Santos é milionário ou bilionário? Conheça os detalhes da fortuna do dono do SBT Ardência Coagulação coronavírus Covid Covid-19 dermatologia dermatologista Dra. Letícia Nanci Erupções especialista estudo fenômeno Forbes Saúde Lesão Cutânea lesões Leticia Nanci Livedo Reticular manchas medicina metodologia OMS Organização Mundial da Saúde paciente pelé pesquisadores Queimadura sangue Sarampo sintomas sistema imunológico Urticária vírus