Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

RÁDIO BANDNEWS FM 96,9/SÃO PAULO | BANDNEWS STATION
Data Veiculação: 28/04/2021 às 11h27

Flexibilização Israel declarou o uso facultativo das máscaras no dia dezesseis de abril especialistas ouvidos aqui pela band news fm afirmam que no país o cenário é diferente as máscaras devem ser usadas obrigatoriamente pelo menos até o fim desse ano então antes de dezembro de dois mil e vinte e um não se anime porque não vai dar para circular de máscara livre leve e solto por aí não isso porque o país ainda está com um número muito alto de casos e com claro a imunização lenta a infectologista míriam dal ben do hospital sírio libanês afirma que até mesmo quem já foi vacinado vai precisar se proteja até os próximos meses a médica explica que os países que aderiram a mudança também aplicam doses de vacinas mais eficazes e que por isso é justificável que a população pare de se proteger aos poucos primeiro que são dois países que têm uma porcentagem da população já vacinado que muito maior do que o anúncio então assim ele faz unidos votava assinando até população jovem adolescente israel idem né minha segunda coisa que eles tão vacinando a população como com vacina que tem uma eficácia maior do que a nossa vacina é um só só pra explicar ainda não começou a vacinação em jovens adolescentes por aqui a partir de dezesseis anos assim a vacina sendo dada é a alma expectativa que essa idade bache então ainda não há essa possibilidade mas tudo indica que sim teremos no mês que vem a abertura de vacinação para quem tem a partir de doze anos é de idade então eu já falei e talvez meu filho rafael com mais velho tome vacina antes da minha mãe nega o fim de uma mensalidade maluca mas por enquanto ainda não tá liberado a vacinação é a pra adolescente tudo a partir de dezesseis anos dezesseis anos saí sinta liberado calor extremamente cai explica que o brasil tá muito atrás dos estados unidos e de israel na relação à vacinação e ela alerta que os brasileiros não devem deixar os a máscara e ainda continuar evitando as aglomerações acho que a gente tem que cair na real e a população caiu na real que até o final do ano a gente vai ficar sem possibilidade de vulnerar os sua impossibilidade realmente de ficar livre das máscaras quero saber como é que vai ser o nosso natal deste ano de dois mil e vinte que chutou pensando nisso faça festa junina um hum pode esquecer não vai dar não temais não é julho vamos de agosto .dia dos pais acho que o almoço de dia dos pais também não vai tá daquele jeito sete de setembro não deve ter sido de novo muito provavelmente e aí a gente já mira no natal pra saber como é que vai ser o natal de dois mil e vinte e um bom o nosso queridíssimo álvaro furtado colunista aqui do band news station diz que o processo de abandono das máscaras vai depender claro da vacinação e afirma que a mudança deve acontecer com cautela então essa questão de abandono dos de marca tem que ser vista com muito cuidado uma coisa um pai está aplicando a vacina exerce cargo de quase cem por cento está falando pra não ganhar livre beleza tudo bem agora no brasil num lugar fechado com a vacina que não é tão eficaz com certeza tem que vão aprender talvez em aberto keita freela mas o garfo e lembrar que no inverno as pessoas vão ficar o mar aberto do sistema ficar não vai fechar porque tá frio né então a tendência de tentou se encontrar te ficar em lugares aglomerados em mais essa também barão a gente está se aproximando do inverno por aqui você tá na primavera ainda pro verão aqui vai começar glomerular e ficar em ambiente fechado na daqui pra frente ônibus fechados daquele jeito que a gente sabe o transporte público é continua lotando todos os dias tão sem perspectiva ainda de abandono de máscaras no brasil que fabricava sua paternidade do filho mais velho rafael ele adora os a máscara agora a máscara em tudo quanto é lugar mesmo precisar e se acostumou ainda mais no frio que você falava né que protege um pouco do frio do gelo aqui do vento gelado era é mas sei que tem muita gente que detesta usa máscara que não vê a hora de poder tirar essa proteção tomara que isso aconteça muito em breve a linha amarela zona sem querer você trouxe uma perspectiva positiva pra gente vai esfriar e amasse vai deixar quentinho a esta vem desde sempre da pra ver se o copo meio cheio um todo mundo busca melhor taxa de financiamento para mudar de casa no presente mas para ter tranquilidade mesmo você.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 28/04/2021 às 04h00

Professores e alunos de escolas particulares de São Paulo têm pressionado diretores contra o retorno das aulas presenciais. Desde o dia 12, o governo estadual liberou a volta das atividades presenciais nas instituições. Ao UOL, os educadores dizem que temem ser contaminados pelo coronavírus. "Já tem um tempo que nos comunicamos com a escola por e-mail, sem identificação, porque não queremos ser mal interpretados. Não queremos escolher entre nosso emprego e nossa vida", disse uma professora de um colégio na zona oeste. Segundo ela, a instituição tem pressionado os professores e dito em reuniões que eles "são responsáveis pela falência da escola, crise e evasão dos alunos". Uma outra docente, de um colégio de elite, contou que o diálogo sempre foi respeitoso, mas com a pressão dos pais, principalmente aqueles que têm filhos na educação infantil ou alfabetização, onde o ensino remoto se torna mais desafiador, o discurso tem mudado. Desde o ano passado, escolas particulares da capital paulista mantêm parcerias com hospitais privados como Albert Einstein e Sírio Libanês para reforçar os protocolos de segurança. No Einstein, por exemplo, os preços da consultoria variam entre R$ 80 mil e R$ 250 mil. Além disso, as escolas oferecem transporte particular (como Uber ou táxi) para os funcionários que usam ônibus ou metrô para se deslocarem. Uma professora disse que colegas estão sendo obrigados a trabalhar presencialmente mesmo morando com pessoas do grupo de risco para covid-19. "Esse é o pior momento da pandemia, não deveríamos estar discutindo isso. Precisamos de um retorno seguro com vacinação", disse. Alunos criam coletivo para apoiar educadores A pressão pela não continuidade das aulas presenciais também tem acontecido por parte dos alunos. Um grupo com cerca de 90 estudantes dos colégios Equipe, Oswald de Andrade, Nossa Senhora das Graças (Gracinha), Santa Cruz, Ítaca, São Domingos, Bandeirantes, Vera Cruz, Rainha da Paz, Escola da Vila, Arco Escola-Cooperativa, ETEC Guaracy Silveira e Teia Multicultural lançou uma carta aberta contra a reabertura das escolas. "Voltar a estudar presencialmente coloca em risco as vidas dos alunos, professores, funcionários e seus núcleos familiares", disse o coletivo poligremia em entrevista ao UOL. A carta já recebeu mais de mil assinaturas e, segundo o grupo, mesmo com uma realidade diferente das escolas públicas, eles pretendem criar diálogos visando a "defesa e saúde de todos que trabalham pela educação". A reportagem tentou contato com todos os colégios envolvidos, mas teve retorno apenas de dois. Um deles informou que não irá se pronunciar sobre o assunto O outro, que tem unidades espalhadas pela zona oeste, disse que continua oferecendo ensino presencial aos alunos e a ida dos professores é voluntária. 'Condições absolutamente críticas' Na semana passada, educadores do colégio São Domingos iniciaram uma greve contra o retorno presencial. A reivindicação dos professores é para que o trabalho seja realizado apenas de forma remota. Por e-mail, o diretor Silvio Barini Pinto disse ao UOL que "compreende que as condições são absolutamente críticas e que envolvem riscos para todos". "Solicitamos às famílias que, se puderem, mantenham seus filhos concentrados no trabalho remoto. Esse trabalho os professores continuam fazendo e muito bem, no caso de nosso colégio. Afinal, se as famílias podem escolher colocar seus filhos em risco, aos professores e demais trabalhadores da educação essa escolha não existe" escreveu o diretor. O Sinpro (Sindicato dos Professores de São Paulo) não tem uma estimativa de quantos professores estão em greve ou sem participar das atividades presenciais. "Usar de álcool em gel e máscara, quando está de passagem é uma questão, mas quando você convive três horas com um grupo fica mais difícil", disse o presidente Luiz Antonio Barbagli. As escolas podem receber os alunos para as aulas presenciais contanto que cumpram os protocolos sanitários como o uso de máscara, distanciamento, disponibilização de álcool em gel e o limite de 35% dos alunos matriculados por rodízio. Ontem, o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, apresentou dados que mostram como a pandemia afetou o desempenho dos alunos. "Nossa defasagem era de 0.13 nos anos iniciais e agora vai saltar para mais de um, dois anos. Esse processo vai fazer com que a criança tenha dificuldade em matemática até o ensino médio. Ou priorizamos [o retorno presencial], ou vamos ter um prejuízo, uma catástrofe".