Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 27/02/2021 às 03h00

Todos pela Saúde vira instituto para vigilância epidemiológica são paulo O programa Todos pela Saúde, iniciativa do Itaú que atua no combate da pandemia de Covid-19, tornou se um instituto nesta sexta (26). Com dotação inicial de R$ 200 milhões, alocada a partir de doações incorporadas pela Fundação Itaú para o programa, a missão do novo instituto (ITpS) será a de contribuir para o fortalecimento e a inovação na área de vigilância em saúde no Brasil. Segundo documento divulgado pelo ITpS, o foco será o apoio à pesquisa, à formação de recursos humanos em epidemiologia genômica eaõ desenho de uma vigilância genômica, áreas cada vez mais necessárias no campo da saúde. Por exemplo, as mutações do novo e o coronavírus surgidas no Reino Unido, na África do Sul e em Manaus (estas identificadas primeiramente pelo Japão) só foram descobertas graças aos sistemas de vigilância genômica existentes em vários países. Eles monitoram os vírus em circulação e identificam as variantes, por meio do sequenciamento genético de amostras. Foi o Japão que identificou primeiro a variante do Amazonas, chamada de Ei, Há uma rede de laboratórios públicos brasileiros que hoje fazem um trabalho de vigilância genômica, mas em quantidade muito menor do que a observada em outros países. As atividades a serem desenvolvidas vão incluir tanto o financiamento à pesquisa como levantamentos genômicos (ou metagenômicos), além da formação de epidemiologistas de campo. “Comisso, acreditamos que o Brasil estará mais preparado para enfrentar epidemias como a de Covid-19 e menos vulnerável a doenças originadas da interação do homem com o meio ambiente", diz o documento do ITpS. Haverá também uma ação no desenvolvimento e aplicação de big data para tratar os dados produzidos. Os trabalhos serão executados em parcerias com instituições de pesquisa, governos e empresas. A ideia é que os resultados possam ser integrados e disponibilizados para auxiliar em políticas públicas. Isso poderá ajudar na definição de caminhos para o enfrentamento não só da atual pandemia mas de eventuais outras no futuro. O instituto é uma associação sem fins lucrativos, tendo como associados a Fundação Itaú (mantenedora), a ABC (Academia Brasileira de Ciências), a ANM (Academia Nacional de Medicina), a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), a Fundação Faculdade de Medicina da USP e o Hospital Israelita Albert Einstein. O ITpS reunirá grandes nomes da ciência e da saúde no Brasil. O conselho de administração épresididopor Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês. Eodiretor-presidente é Jorge Kalil, professor da USP e também do InCor (Instituto do Coração). O programa de atividades será avaliado e acompanhado por um comitê científico presidido pelo professor César Victora, da Universidade Federal de Pelotas. Com isso, acreditamos que o Brasil estará mais preparado para enfrentar epidemias como a de Covid 19 documento divulgado pelo ITpS

JORNAL GLOBONEWS - EDIÇÃO DAS 10H/GLOBONEWS
Data Veiculação: 27/02/2021 às 11h05

Agora a gente conversa silva ele quer gerente do médico firula Felipe ação rio também senhor pode me falar bom dia odiava ele brigado é realmente ï a gente tem vivenciado gentileza sou daí dos boletins né é muscular é então a gente penas dez do crescimento aí zero liberado ï o cenário maior o Covid19 mas então do à procura dos casos acho que não tenho uma joia geralmente os pais a senhora idade e não pode postergar entendeu obrigado vocês já notam ou e né mas você já tem ï por quê do ano todo ano the man e ï me dá operação sexo amarcord lanterna com Covid19 são homens é idade há anos e cansa desculpe lares da é curioso tão elevado o tempo de permanência média do hospital era queda mel anos e que foi um pouco de covid19 permanecia internado em média doze também nela como o tele a com segurança pra aí ï e de permanência e torno é uma dica porque quanto mais leonardo menos eu tenho leite mudaram dallara e e desafio e entra num leito de uti grave dezenove ele vai demorar muito a sair desse leito porque ele cuidado o seu é uma parcela suporte pra jane que acabe e uma outra curiosidade marcelo sim e então pernambuco prolongado demoram pra ter alta peñalba que bom pense o black dezenove agora crônicos da doença e serão a dor lidar com a sua sequela ou sequelas entendi agora né recuperação oi e né pm se enxerga alguma pior ainda no quadro primeiro foram senhor da relação olha é algo e normal um cenário e medo desconhecimento né aquela aguardar ok foi gilberto segura cpi e ou até hoje transita pelas dezenove e conhece bem até e hora novidades atualmente houve uma piora o mal social eu trabalho hoje fantástico janca é verdade vírgula propósito política né e a coisa segundo ano passado fico mais aliviado peso faço média do grande possui inúmeras ï você e o dia inteiro e de avental cuba de fora aqui que tal do medo não podem pitanguy portante psicológica então assim agora é a gente é verdade porque me dá a mão você não conseguir eleitos demais metade ï conta senhora por favor é bem feito o veículo billu meu colega tá falando oi o que causa do máscara senão pela agir gente amo ï alguém abriu o em abril segurança e o medo mais e tal ele aberto agora oscar niemeyer esperar então boa saúde doença né e espero que daí e não é lá o quê cidade the lake sou e do máscara é hora de ir pode não dá eduardo prática paulo e nós aqui apelo não é fácil pelo contrário público e então um ótimo trabalho para você muito obrigada em Pernambuco.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 27/02/2021 às 03h00

Lotados, hospitais privados cancelam cirurgias eletivas em SR 53% das instituições têm ocupação entre 91% e 100%, aponta pesquisa Cláudia Collucci são paulo Com aumento dos casos de Covid-19, mais de 40 hospitais privados paulistas já estão lotados. Com isso, muitos estão cancelando cirurgias e procedimentos eletivos. O cenário vem de pesquisa do SindHosp (sindicato dos hospitais, clínicas e laboratórios paulistas) com 80 instituições. Mais da metade (53%) relata taxas de ocupação entre 91% e 100%, e a decisão de cancelar as cirurgias e procedimentos eletivos (52%). Nesta sexta (26), hospitais de ponta de São Paulo, como Albert Einstein, Sírio-Libanês, Oswaldo Cruz e BP (Beneficência Portuguesa), que não fazem parte do SindHosp, estavam com taxas de ocupação de 104%, 97%, 98% e 98%, respectivamente. Mas os quatro descartaram o risco de cancelamento de cirurgias eletivas nesse momento. No Einstein, três pacientes não-Covid esperavam no PA (pronto-atendimento) vaga na UTI. Na quinta (25), houve um recorde de internações por Covid: do total de 70 pacientes que buscaram o pronto atendimento, 26 estavam infectadas pelo coronavírus, re veloua coluna Mônica Bergamo. Nunca tanta gente tinha sido internada por Covid em um mesmo dia —nem mesmo no pico da epidemia em 2020. O hospital chegou a um recorde de pacientes de Covid no dia 19 de janeiro, com 155 doentes, por causa das festas de fim de ano. A procura arrefeceu e as internações giravam em torno de 125 até a semana passada. Agora, saltaram para 141 doentes em tratamento. A alta é creditada ao Carnaval. No Sírio Libanês, durante a semana, cerca de 20 pessoas esperaram diariamente por uma vaga. Ambos os hospitais dizem que a rotatividade de leitos é um processo dinâmico, com constantes alterações ao longo do dia. "Em tempo real, um comitê interno avalia a necessidade de realocar ou abrir novos leitos. Essa implantação não acontece imediatamente, pois requer uma mobilização interna, o que, naturalmente, gera um período de espera até a acomodação do paciente”, diz nota do Sírio. Segundo o comunicado, na área hospitalar, esse fluxo faz parte do dia a dia, e é encarado como um processo de giro de leitos, e não uma fila de espera. Os outros hospitais têm a mesma justificativa. "Nosso gerenciamento de leitos nos permite fazer rapidamente ajustes necessários na quantidade destinada para os casos de Covid-19, garantindo o atendimento de todos os pacientes, incluindo aqueles que escolhem a BP para cuidar de outras condições de saúde”, diz Luiz Bettarello, diretor-executivo médico e de desenvolvimento técnico da BP. Nas instituições menores, porém, a realidade é outra. Dos 80 hospitais que fazem parte da pesquisa do Sin dHosp, que somam 5.696 lei tos clínicos e 2.575 leitos de UTI, 53% dizem que não têm condições de aumentar o número de leitos para Covid-19. Segundo Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, nos últimos dez dias houve crescimento das internações por Covid-19 em 91% dos hospitais privados pesquisados, “O problema não é leito de enfermaria, e sim de UTI. Se eu tenho dez leitos de UTI e chega um paciente Covid, os nove já se transformam automaticamente em leitos para Covid porque não dá para separar”, diz Balestrin. Com a maior demanda por leitos de Covid, houve também aumento de preços de medicamentos, especialmente os sedativos e relaxantes musculares, de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e a falta de profissionais de saúde. Mais dametade (54%) relata essas dificuldades. “Estamos esperando o pior para as próximas semanas. É muito importante que as pessoas sigam usando máscaras, com distanciamento social e higiene constante das mãos. Não parem de se cuidar!’ Colaborou Mônica Bergamo