Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

SAÚDE BUSINESS ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 26/05/2021 às 20h27

A proporção entre o número de mortes e o número total de internações por Covid-19 é diferente entre os hospitais públicos e privados no Brasil, de acordo com estudo realizado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) em conjunto com a Federação Mundial de Cuidados Críticos e Intensivos (WFICC), em março de 2021. O levantamento demonstrou que a taxa de mortalidade é de 52,9% na rede pública de saúde, enquanto na rede privada, a taxa de óbitos após internação por coronavirus é de 29,7%, quase 44% menor que no SUS. Um dos fatores decisivos para o tratamento do coronavírus é a disposição de leitos na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e enfermaria nos hospitais brasileiros. Segundo a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Ministério da Saúde, os munícipios devem dispor de um a três leitos a cada 10 mil habitantes, porém a realidade, infelizmente, é outra no comparativo feito entre a rede pública e privada. Em janeiro de 2021, a distribuição de leitos de UTI foi de 1,0 leitos por 10 mil habitantes no Sistema Único de Saúde, o SUS, e, no mesmo período, a proporção de distribuição foi de 3,5 leitos para 10 mil habitantes nos hospitais particulares, conforme aponta o estudo da AMIB com relação a evolução dos leitos de UTI no Brasil. Com a taxa geral de 2,6 leitos por 10 mil habitantes, o Brasil demonstra um índice satisfatório, porém a percepção dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate ao Coronavírus foi oposta. Entre os 1345 profissionais que responderam ao questionário da Associação, 78% afirmaram que os leitos nas Unidades de Terapia Intensiva eram escassos nesta segunda fase da doença. “A administração dos leitos de UTI é primordial para a contenção da crise sanitária e preservação de vidas”, afirmou o médico Infectologista do Hospital Novo Atibaia, Dr. Murilo Etchebehere. O Hospital, que teve uma das menores taxas de letalidade equiparada às taxas dos grandes hospitais da capital paulistana como o Hospital Israelita Albert Einsten e o Hospital Sírio Libanês, implementou no início da pandemia o Comitê de Enfrentamento ao COVID-19, visando o monitoramento do avanço de novos casos do coronavírus no hospital e na região bragantina. “Esse Comitê discute as melhores ações para administrar tantos os leitos quanto insumos, fluxos ambulatoriais e todo o funcionamento do Hospital Novo Atibaia durante o período pandêmico. Nele, chegamos à conclusão, logo no começo da primeira fase, de que as vagas eram insuficientes e, por isso, aumentamos os números totais de leitos para suprir a demanda maior”, explicou o Dr. Murilo Etchebehere. Além disso, o suporte intensivo aos pacientes que necessitam de internação é primordial. “No Hospital Novo Atibaia temos uma equipe multiprofissional para dar a atenção que o paciente em leito de UTI precisa. A assistência é essencial, como o paciente é tratado define a melhora ou piora do seu quadro clínico”, comentou o Infectologista. Em 2020, o Hospital Novo Atibaia implementou uma ação de visitas virtuais programadas semanalmente, já que as visitas presenciais foram suspensas como medida de prevenção à Covid-19. Com o uso de tablets e a ajuda de profissionais do hospital, os pacientes internados no HNA puderam receber conforto e alívio de conversar com familiares e amigos por meio de videochamadas. O médico do HNA reforça que o amparo correto colabora ativamente na boa evolução e melhora do doente, assim como o efeito terapêutico das visitas virtuais. “O Hospital possui o diferencial de ter uma equipe competente e preparada para tratar, através do cuidado e carinho, cada paciente com a excelência do HNA baseada em evidência”, finalizou o Dr. Etchebehere.

CNN PRIME TIME/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 26/05/2021 às 19h04

Dezessete estados e o distrito federal registram taxas de ocupação de uti acima de oitenta por cento os dados são da agência cnn com base nas secretarias de saúde dos estados em curitiba hoje não há mais leitos de uti para convide a taxa chegou a cem por cento e leitos pediátricos estão sendo utilizados em são paulo a ocupação de leitos supera oitenta por cento à repórter soraya lauande actualiza a situação da pandemia pra gente soraia boa noite ou o hospital albert einstein inclusive anunciou a abertura de novos leitos para atendimento de pacientes com convívio isso mesmo márcio hospital já se prepara para abertura de sessenta novos leitos já na primeira quinzena do próximo mês boa noite pra vocês todos que acompanham o planetário depois aí de um período de queda no número de casos nas duas últimas semanas houve um aumento então das internações então a abertura desses novos leitos é mais uma medida preventiva para assegurar o atendimento aos pacientes com a cover de dezenove e também com outras doenças só pra vocês terem uma ideia no dia onze de maio por exemplo o hospital tinha cento e catorze pacientes em leitos de uti último boletim divulgado hoje pelo hospital marca aumentam cento e sessenta e oito internados em uti semi-intensiva são setenta e quatro pacientes e um pacientes aí que precisam de ventilação mecânica são trinta e quatro pacientes a gente destaca também a situação de outros hospitais particulares aqui em são paulo como é o caso do sírio libanês que são cento e setenta e sete pacientes internados com suspeita ou confirmação para Covid19 a taxa de ocupação geral do hospital neste momento é de noventa e quatro por cento já o hospital oswaldo cruz por exemplo tem cento e trinta e quatro pacientes internados com a cover de dezenove e é de noventa e um por cento a taxa de ocupação de leitos de uti Covid19 a taxa de ocupação de leitos de uti no estado como você disse já ultrapassou os oitenta por cento oitenta vírgula nove por cento a neste momento mais de vinte e três mil sou hospitalizadas sendo dez mil quinhentos e quarenta e cinco em leitos de uti e aí essa lógica é uma conta no é basicamente quanto mais casos aparecem o sistema de saúde fica cada vez mais pressionado tudo isso é reflexo da pandemia e também do giro que ainda tá circulando e também o ritmo da vacinação o coordenador do centro de contingência aqui de são paulo o médico paulo menezes falou sobre esse aumento do número de casos e também de internações vamos ouvir um vinho ou um aumento na incidência de casos tenha uma semana passada estávamos com trezentos e setenta casos por cem mil cada catorze dias hoje temos quatrocentos e dezoito casos por cem mil um aumento de dez por cento nessa incidência nós temos insistido que nós continuamos tendo uma circulação alta de vírus do vírus com novos casos novas infecções então nós devemos manter a retomar todas as atividades mantendo todas as medidas segurança de forma que os protocolos são necessárias

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 26/05/2021 às 11h47

Integrantes do comitê de contingência da covid-19 e o governador João Doria estão reunidos na manhã desta quarta-feira, 26, para discutir um recuo na flexibilização em São Paulo. Diante de aumento de casos e internações nas últimas semanas, a recomendação dos especialistas que assessoram o governo no combate à pandemia é de que seja adiada a abertura de 60% do comércio, academias, salões de beleza e outros estabelecimentos. A nova fase, anunciada na semana passada, começaria em 1 de junho. Desde segunda-feira, a capacidade máxima de ocupação nos estabelecimentos é de 40% - até então era de 30%. A cada semana, o governo vinha permitindo mais aberturas. Doria também havia anunciado a prorrogação da fase de transição do Plano São Paulo para todo o Estado até o dia 31. A partir de 1º de junho, estava prevista ainda a ampliação do horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais até as 22 horas. As mudanças ficariam para o meio de junho. Integrantes do comitê acreditam, segundo o Estadão apurou, que o governo deve aceitar a sugestão e anunciar daqui a pouco em coletiva o recuo da flexibilização. Nas últimas semanas, o País têm registrado aumento no número de casos e internações. Um dos principais dados é a média de diagnósticos por dia, que está acima dos 65 mil positivos, acréscimo de 8% em 14 dias. O avanço em registros leva a risco maior de contaminação e de internação, ampliando a pressão sobre o sistema e a possibilidade de óbitos. O Estado de São Paulo está em curva ascendente na média móvel (calculada com base nos últimos sete dias) de novas internações desde 6 de maio, quando registrava 2.195. Na terça-feira, 25, a taxa foi de 2.595 novas hospitalizações ligadas à covid-19 por dia, semelhante à registrada em meados de março e superior ao recorde de 2020, que foi de 1.972 em 16 de julho. Situação semelhante é identificada em casos da doença. A média móvel de casos também está em curva ascendente, desde 8 de maio, quando era de 11.320 novos registros por dia. Na terça-feira, 25, ela chegou à taxa de 13.940 novos casos diários, semelhante à registrada em meados de março e superior ao recorde de 2020, que foi de 11.298 em 31 de julho. O pico deste ano foi em 1º de abril, com 17.933. A ocupação média de UTI é de 80,5% (redes pública, privada e filantrópica), enquanto é de 63% em enfermaria. Ao todo, o Estado tem 108.575 óbitos e 3.210.204 casos confirmados do novo coronavírus. Na capital paulista, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, seis hospitais da administração pública ou com leitos contratados estão com 100% de seus leitos ocupados. E a rede particular também já se preocupa. O Hospital Israelita Albert Einstein se prepara para a abertura de 60 novos leitos na primeira quinzena do próximo mês como medida preventiva. Há duas semanas, o hospital tinha 114 pacientes em leitos de covid19. Nesta terça, eram 168, alta de 47%. Já a taxa de ocupação geral, que inclui pacientes sem covid19, estava em 103%. No Sírio Libanês, o aumento anteontem, na comparação com o dia 17, foi de 23%, saltando de 141 casos para 174 em uma semana.