Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

RÁDIO CBN FM 90,5/SÃO PAULO | CBN SÃO PAULO
Data Veiculação: 26/02/2021 às 10h29

Fernando acaba de ser má notícia e que Lauro Jardim falando de e fila de espera isso no sírio-libanês no mesmo. sexto Fernando comenta a no fim do ano aqui comigo, agora o Siri vai mês, ele foi pode falar muito sobre a gente não se libanês está agora com uma fila de vinte e duas pessoas para internação na UTI da Covid19 e do hospital, essa é a maior fila desde o início da pandemia todos os vinte e dois contaminados são fora de São Paulo. Essa notícia acaba de sair e no blog do de do Lauro Jardim, o jornal, O Globo e que fala que a UTI do sírio-libanês está lotada, são cinquenta pacientes desses trinta e oito estão entubado os e fora da UTI estão mais cento e cinco o pacientes com Covid19 E o perfil dos pacientes de corrigir tem vem mudando nos últimos meses e como a gente está acompanhando aqui desde novembro, né. Hoje, ano, um aumento de pessoas mais jovens internadas, ontem já falavam os aqui sobre isso, aliás, com a gente conversou até com uma médica do hospital Sírio Libanês, isso ainda não, em dezembro finalzinho de Novembro e dezembro, lembro bem lá falando já também do aumento de jovens sendo internados, isso acentuou depois das festas de final de ano, então caí e a gente que falava sobre uma lotação próxima a cem por cento paciente na fila de espera lá na UTI do Hospital Sírio Libanês, dez horas e trinta e um minutos você pode participar connosco CBN São Paulo está começando vem com a gente mas mensagem aqui Fabíola considerar o da CBI ponto com dez.

BLOGS-O GLOBO
Data Veiculação: 26/02/2021 às 06h10

O Sírio-Libanês, em São Paulo, contabilizava ontem à noite uma fila de 22 pessoas para internação da UTI de Covid do hospital. É a maior fila desde o início da pandemia. Todos os 22 contaminados são de fora de São Paulo. A UTI do Sírio está lotada, com 50 pacientes. Desses, 38 não estão intubados (na quarta-feira, eram 32). Fora da UTI, estão mais 105 pacientes com Covid-19. O perfil dos pacientes de Covid na UTI vem mudando nos últimos meses. Hoje, é patente o aumento do número de pessoas mais jovens internadas

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | GERAL
Data Veiculação: 26/02/2021 às 03h00

País tem recorde de mortes e hospitais-referência no limite Foram 1.582 óbitos ontem; hospitais como Albert Einstein e Sírio-Libanês operam com ocupação superior a 90% O Brasil registrou ontem 1.582 mortes por covid-19, recorde diário de óbitos desde o início da pandemia. O pico da crise do novo coronavírus ocorre no momento em que vários Estados se aproximam do colapso do sistema de saúde, surgem variantes mais contagiosas do Sars-CoV-2e o governo federal tem dificuldades para acelerar o ritmo da campanha nacional de vacinação. Também pela primeira vez, seis Estados tiveram 100 ou mais registros de mortes num só dia: SP, RJ, MG, RS, PRe BA. A média móvel de mortes pela doença foi a mais alta em um ano: 1.150. Além das unidades de saúde públicas, a escalada de casos coloca pressão em hospitais particulares de elite de SP, como Albert Einstein, Sírio-Libanês, Oswaldo Cruz e Beneficência Portuguesa. Todos operam com taxas de ocupação superiores a 90% nos leitos de enfermaria e de UTI. A alta tem sido associada por médicos e especialistas aos efeitos das aglomerações e há preocupação com as consequências do carnaval, metrópole /pág.ai6 “Estamos enfrentando a nova etapa dessa pandemia. (O avanço da covid) não está centrado apenas no Norte e Nordeste. Precisamos estar alertas e preparados" EDUARDO PAZUELLO MINISTRO DA SAÚDE Uso de Leitos no Einstein chegou a 99% nesta quinta e no Sírio, a 96%; unidades médicas têm realocado Leitos para atender à demanda crescente, que envolve pacientes do coronavírus e de doenças crônicas, além da pressão pelo represamento de cirurgias eletivas Hospitais privados de referência em SP têm taxa de ocupação acima de 90% NILTONFUKUDA/ESTADÃO -30/4/2020 Sob pressão. Área de atendimento para covid no Einstein: setor tinha ontem 163 internados, dos quais 65 em UTI e a demanda continua aumentando Paula Felix A escalada de casos do novo coronavírus, somada às internações de pacientes com doenças crônicas, coloca pressão em hospitais particulares de elite de São Paulo, que operam com taxas de ocupação superiores a 90% nos leitos de enfermaria e de UTI, considerando alas covid-19 e as para outras doenças. A alta tem sido associada por médicos e especialistas aos efeitos das aglomerações e há preocupação com as consequências do carnaval. Nesta semana, o Estado registrou recorde de internações em UTIs na pandemia, considerando vagas públicas e privadas. No Hospital Israelita Albert Einstein, a taxa total de ocupação era ontem de 99% e no Sírio Libanês, de 96%. No Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a taxa de ocupação de UTI para covid está em 91%. No Beneficência Portuguesa (BP), a taxa de ocupação dos leitos de internação para infectados pelo vírus estava em 94% na quarta-feira, e era de 97,87% nas UTIs. Ontem, a taxa de ocupação nos leitos de UTI e enfermaria dedicados à doença no HCor era de 85% e a ocupação total, de 86%. Esses índices variam diariamente, seja pelas altas, mortes de pacientes ou por adequação dos leitos, que podem ser transformados em UTI ou enfermaria, conforme a necessidade. Não significa, portanto, que os hospitais vão deixar de receber novos casos em breve. Mas as taxas têm se mantido elevadas nas últimas semanas. No Einstein, nesta quinta-feira, havia 123 internados com covid, dos quais 65 na UTI. Na quarta, eram 127 internados (55 na UTI). Mas o número veio aumentando nos últimos dias. “Quando enfrentamos a pandemia na primeira onda, suspendeu-se o atendimento das outras especialidades. As pessoas ficaram quase um ano sem se tratar, mas nosso ambulatório de consultórios voltou à atividade plena, retomou-se o agendamento de cirurgias importantes”, diz Fernando Torelly, superintendente corporativo e CEO do HCor. A volta de pacientes cardíacos e oncológicos, por exemplo, aumenta a demanda nas unidades de saúde. No Einstein, embora o número de internações por covid esteja alto, também não houve aumento significativo do volume de internações pela doença nas últimas semanas e a principal causa da lotação atual são as cirurgias eletivas represadas. “A demanda por outros tratamentos tem sido altíssima desde novembro. Eu, por exemplo, costumo fazer uma ou duas cirurgias por dia e, hoje, fiz quatro”, conta Sidney Klajner, presidente do Einstein e cirurgião do aparelho digestivo. Por enquanto, a unidade não prevê cancelamento de procedimentos eletivos. “Estamos remanejando procedimentos de menor complexidade para a unidade de Perdizes, temos médicos contratados que passam visita logo cedo para acelerar altas e podemos abrir novos leitos em alas que eram usadas para a realização de exames ou para recuperação pós-cirúrgica.” Klajner diz que o que preocupa agora é uma eventual deman- • Prevenção “São 250 mil mortos. Não dá para aglomerar, não usar máscara. É uma realidade de enfrentamento da maior pandemia desta geração.” Fernando Torelly CEO DO HCOR da crescente por leitos de covid-19 nas próximas semanas, como reflexo das aglomerações no carnaval. Torelly concorda. “A grande discussão é como vamos ter de atuar se continuar nesse padrão de ocupação do hospital. Agora, a situação é complexa e administrável, mas não sabemos o crescimento que vamos observar nas próximas semanas.” “O ponto de maior preocupação é como será a capacidade de crescimento (dos casos). As variáveis a considerar são: vacina, as novas variantes, o comportamento da população e a capacidade de leitos. Se tiver mais casos, vamos tentar adequar”, diz o CEO do HCor. Futuro. Levantamento preliminar do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo, com amostra de 60 hospitais privados (16% das unidades da rede particular que atendem covid), apurou que 72% dos hospitais paulistas têm ocupação que varia de 80% a 100% dos leitos de UTI. A pesquisa completa termina no fim da semana. Por outro lado, o estudo já destaca que dois terços dos hospitais declaram ter capacidade de aumentar o número de leitos disponíveis, se for preciso. Para Francisco Ballestrin, presidente do SindHosp, a manutenção de cirurgias e atendimentos eletivos (não urgentes) indica que, por ora, existe a possibilidade de manter essa assistência, com cautela. “Agora temos o pior dos cenários: o pico está maior e muitos dos leitos estão ocupados por pacientes eletivos. Mas ainda existem leitos em hospitais privados que podem ser transformados para covid. Nesse instante, vai ser o critério por demanda. Estamos (hospitais privados) conseguindo atender as duas. Se houver demanda de covid que faça uma pressão enorme, vamos diminuir as outras e colocar pacientes da doença lá”, adianta. Torelly diz ainda que a população precisa colaborar para evitar que a situação se agrave mais ainda. “Temos uma estrutura hospitalar ativa e dando conta, mas não pode acontecer de ter convívio social mais liberado. Não podemos perder o medo e o respeito pelo vírus. Tem de manter medidas de proteção para efetivamente ganhar mais tempo com a vacinação”, alerta. / colaboraram fabiana CAMBRICOLI e ERIKA MOTODA 3 PERGUNTAS PARA... Raquel Stucchi, professora de Infectologia da Unicamp 0 que explica a recente piora de cenário da pande• mia, em mortes e casos, de covid-19 em todo o País? O que estamos vendo é o que já se esperava. Você vê pessoas mais novas que resolveram abrir mão de todas as medidas que respeitavam no ano passado. No fim do ano passado e começo deste ano, as pessoas abriram mão do uso de máscara, do distanciamento, fizeram festa, foram para bares e restaurantes, viajaram. Juntamente com isso, temos variantes que se disseminam mais facilmente. Foi a receita perfeita para ter uma explosão do número de casos. 2 Estamos no pior momento de toda a crise sanitá• ria, mesmo considerando a maior parte do ano passado? Sim, estamos pior. Apesar de este ano termos muito mais conhecimentos adquiridos de como lutar contra a covid. Mas, infelizmente, perdemos na adesão da população em relação a medidas de bloqueio de transmissão, na adesão dos gestores de prover transporte público para as pessoas não se aglomerarem no trabalho. Perdemos também leitos para o atendimento covid; o número de vagas é bem inferior ao que tivemos em julho do ano passado. O que me parece é que ainda podemos piorar, porque, mesmo com as medidas restritivas, as pessoas ainda estão muito resistentes a não se aglomerar e a usar a máscara corretamente. 0 que fazer agora, quando não estamos com • uma vacinação rápida o suficiente para conter o avanço de casos? Vamos precisar continuar utilizando máscaras até pelo menos o início de 2022. Cada vez que a gente provoca uma aglomeração, a gente não só contribui com as contaminações, mas com o surgimento de novas variantes que podem ser mais graves ou fazer com que as vacinas que temos sejam ineficazes, /e.m.