Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

BOL
Data Veiculação: 25/11/2020 às 08h21

João Alves Filho, ex-governador de Sergipe, morreu na noite de ontem. Ele tinha 79 anos e estava lutando para se recuperar de uma parada cardíaca, sofrida no dia 18 de novembro. Mas o quadro piorou depois que ele pegou covid-19. A morte foi divulgada pela família. João Alves tinha um quadro avançado de Alzheimer e foi internado em estado grave no Hospital Sírio Libanês, em Brasília, na semana passada, por causa da parada cardíaca. Depois que foi identificada a infecção pelo novo coronavírus, a família disse que o quadro de saúde era "clinicamente irreversível". Ele estava com as funções renais paralisadas e sedado, respirando com ajuda de aparelhos. O corpo de João será cremado no Cemitério Jardim Metropolitano, em Valparaíso de Goiás, a 40 minutos de Brasília. O ex-governador deixa a esposa e senadora Maria do Carmo Alves (DEM) e 3 filhos. João Alves Filho assumiu a prefeitura de Aracaju em 1975, como prefeito biônico, de forma indireta, apoiando a Ditadura Militar. Foi ministro do Interior do Brasil, entre os anos de 1987 a 1990. Depois governou o estado de Sergipe por três mandatos (1983 a 1986, 1991 a 1994 e 2003 a 2006). Em 2012, João foi eleito prefeito de Aracaju, exercendo a função de 2013 a 2016. Diante desse histórico, o atual governador do estado, Belivaldo Chagas (PSD), decretou luto oficial de 3 dias.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 25/11/2020 às 08h21

João Alves Filho, ex-governador de Sergipe, morreu na noite de ontem. Ele tinha 79 anos e estava lutando para se recuperar de uma parada cardíaca, sofrida no dia 18 de novembro. Mas o quadro piorou depois que ele pegou covid-19. A morte foi divulgada pela família. João Alves tinha um quadro avançado de Alzheimer e foi internado em estado grave no Hospital Sírio Libanês, em Brasília, na semana passada, por causa da parada cardíaca. Depois que foi identificada a infecção pelo novo coronavírus, a família disse que o quadro de saúde era "clinicamente irreversível". Ele estava com as funções renais paralisadas e sedado, respirando com ajuda de aparelhos. O corpo de João será cremado no Cemitério Jardim Metropolitano, em Valparaíso de Goiás, a 40 minutos de Brasília. O ex-governador deixa a esposa e senadora Maria do Carmo Alves (DEM) e 3 filhos. João Alves Filho assumiu a prefeitura de Aracaju em 1975, como prefeito biônico, de forma indireta, apoiando a Ditadura Militar. Foi ministro do Interior do Brasil, entre os anos de 1987 a 1990. Depois governou o estado de Sergipe por três mandatos (1983 a 1986, 1991 a 1994 e 2003 a 2006). Em 2012, João foi eleito prefeito de Aracaju, exercendo a função de 2013 a 2016. Diante desse histórico, o atual governador do estado, Belivaldo Chagas (PSD), decretou luto oficial de 3 dias.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 25/11/2020 às 06h19

Morreu na noite desta terça-feira (24), o ex-governador de Sergipe João Alves Filho. Ele estava internado em estado grave desde a semana passada no Hospital Sírio Libanês, em Brasília, após sofrer uma parada cardíaca em casa. A informação foi confirmada pela família. João Alves recebeu os primeiros atendimentos ainda no apartamento, onde já estava sob cuidados intensivos, em home care, por estar com um quadro avançado de Alzheimer. No sábado, ele foi diagnosticado com Covid-19. Em seguida, a família disse que o quadro de saúde era "clinicamente irreversível". Ainda não há informações sobre o velório e o sepultamento.

PONTO A PONTO/BANDNEWS TV/SÃO PAULO
Data Veiculação: 25/11/2020 às 23h04

e o cientista político antônio lavareda recebemos o doutor paulo chap chap médico diretor geral do hospital sírio libanês muito obrigada doutor por ter aceitado nosso convite nós vamos conversar hoje aqui sobre o aumento do número de internações nos hospitais do país estão recebendo mais pacientes com um pouquinho de covid19 é protocolo começar nossa conversa eu vou assistir as pesquisas que é o professor lavareda a trouxe aqui pra gente a pesquisa assistem psp fez duas perguntas a primeira se o brasileiro está com medo em relação ao surto de coronavírus em agosto eram trinta e três por cento setembro trinta por cento já em outubro índice foi de vinte e oito por cento e em novembro chegou a trinta e sete por cento com relação à expectativa de uma segunda onda de coronavírus no brasil setenta e sete por cento dos entrevistados disseram que o país irá enfrentar dezenove por cento e não acredito em segunda onda do coronavírus de quatro por cento não souberam ou não responderam à pesquisa assistem pede que ouviu mil pessoas em todo brasil entre os dias dois oito e vinte de novembro bonita já sabe o senhor vê aí que setenta e sete por cento acreditam que haverá uma segunda onda da corrida dezenove no brasil mas só trinta e sete por cento estão com medo muito medo pelo menos é por isso que os hospitais estão lutando eu queria que o senhor começar falando pra gente como é que tal sírio libanês em que situação que se encontra neste momento se a tendência segue de alta sim obrigado por me receber aqui é um prazer estar com você em informar os nossos telespectadores sobre a situação atual em relação enfrentamento da vida dezenove ocorreu sim a partir do final de outubro ou começo de novembro na mudança na chegada de pacientes ao hospital sírio libanês nós notamos a naquela semana epidemiológica na quadragésima sexta na quadragésima semana epidemiológicas um aumento da procura no pronto-socorro por síndromes gritar a gente vinha criando na procura de cerca de quarenta a cinquenta pacientes mas vinte e quatro horas em cada vinte e quatro horas com síndrome gripal e esse número aumentou em alguns dias até cento e cinquenta então ela chegou a triplicar o número de pacientes com síndrome gripal mas mais importante ainda que isso de pertinho de trinta por cento dos pacientes com síndrome gripal positivos pra um traço quatro dois a gentinha migrou pro um número entre sessenta a setenta por cento daqueles pacientes com um símbolo de paz agora testando positivos para a doença com vinte e dezenove então houve sim um aumento da procura do hospital por pacientes com a compra de dezenove alegar que eu te eu pedi pra isso é o que eu tenho observado desses pacientes que chegam que o qual é a faixa etária que razões eles dão pra ter pego a doença como absorver o comportamento das pessoas pra te entender esses números porque esse aumento é o perfil das pessoas que interno que precisam de internação é mais ou menos o mesmo são pessoas com comorbidades e com idade mais avançada entretanto no pronto-socorro pacientes com síndrome gripal mas a gente tem visto cada vez mais jovens que não precisa ficar internado bem são atendidos fazem o exame da positivo ou negativo e eles são tratados ambulatorialmente sem necessidade de internação então é só tem aí dois perfis um grande número de pacientes mais jovens procurando pronto-socorro e ainda no perfil de pacientes mais idosos e comorbidades precisando de internação não só o atendimento no pronto-socorro lavareda doutor é o volume de novos casos de covid19 o brasil tá aumentando como a gente já viu como o senhor comentou há pouco estados unidos também ele registra um milhão de novos casos a cada semana nas duas últimas semanas se no mesmo endereço não é mas é bastante preocupante e o que é que o senhor acha como eu te ouvi a questão dos leitos dos hospitais de campanha que foram desativados na sua opinião do as autoridades sanitárias deveriam retomar rapidamente a reorganização desses hospitais de campanha que foram desativados o que pode ser feito o que deve ser feito na sua opinião do ponto de vista mais geral do brasil pra além do escultor de são paulo e da rede hospitalar de são paulo olha olha a labareda que acontece é o seguinte você tá tendo um aumento do contágio de isso se deve a duas questões a primeira comportamento das pessoas obviamente isso influencia muito a curva de contágio e depois a o rigor das políticas públicas porque as políticas públicas que indicam a abertura ou fechamento de determinados estabelecimentos ou de determinadas tipos de genial também influenciam a curva de contágio e acabam por influenciar a curva de internações preocupa preocupa muito a disponibilidade de leitos para o atendimento da covid19 preocupa em dois sinti na primeira onda nós conseguimos adiar procedimentos adiados procedimentos cirúrgicos internações clínicas alguns tratamentos então eu lembro do hospital sírio libanês e que mimetiza o que aconteceu no país inteiro de uma certa forma os hospitais esvaziaram centros diagnósticos e esvaziar os centros cirúrgicos esvaziaram e toda a infra-estrutura foi dedicada ao atendimento daquela primeira onda de corridos dezenove agora que nós vimos é o retorno dos procedimentos porque precisavam tornar e a gente tem curvas aqui no hospital sírio libanês que mostram que a gravidade dos pacientes internados sem convite e dezenove hoje é muito maior do que ela era no ano passado a gente compara estes índices têm uma forma de você codificar entender uma coisa que a gente chama índice de casa mix que aumentos de gravidade e a gente excluindo os pacientes corri dezenove o ent de que smith pra paciente cirúrgico e para pacientes clínicos hoje é significativamente maior indicando uma maior gravidade do que ela era nos mesmos meses de dois mil e dezenove então o adiamento de tratamentos de problemas cardíacos problemas pulmonares é problemas renais um caso de câncer levou a um agravamento dessas patologias mesmo que esse adiamento tem ocorrido apenas por dois ou três meses então hoje nós temos o hospital uma dupla carga aquelas patologias não convite e prestígio de tratamento inclusive numa condição de maior gravidade do que no começo e o agravamento da curva de internações por que o vídeo dezenove então nós estamos sim preocupados com o futuro hoje nós temos condição condições influxos apartados espaços apartados equipes apartadas de atender duas cargas de patologias mas já curva ascendente e continuar com a mesma inclinação né eu temo que nós vamos ter que reservar cada vez mais leitos pro atendimento da pandemia isso pode implicar numa dificuldade no atendimento das outras patologias crônicas que necessitam de acompanhamento hospitalar é em relação aos hospitais de campanha e foi uma parte da sua pergunta desde a desativação dos hospitais de campanha pode levar a uma sobrecarga das instalações hospitalares agora sem o apoio dos hospitais de campanha pode acontecer mas hoje todos hospitais é regular e que estão regularmente constituídos por atendimento dos pacientes está muito melhor aparelhados isso aconteceu durante o curso da pandemia nós aumentamos a nossa capacidade de atendimento dos pacientes contra nós suprimos os hospitais com ventiladores ou monitores com bombas de infusão com equipamentos de proteção individual descartar máscaras gorros aventais melhoramos as nossas linhas de produção de equipamentos de proteção individual que antes eram todos importados nós desenvolvemos novas linhas de produção locais além de contarmos com maior disponibilidade dos equipamentos de proteção individual importados então hoje ela chega é uma base instalada bem melhor aparelhada você me diz então não vamos precisar de hospitais de campanha vai depender do comportamento das pessoas e das políticas públicas também se o comportamento das pessoas continuarem inadequado e as políticas públicas não forem mais rigorosas nós vamos ter que abrir hospital de campanha pra suprir a necessidade adicional dos hospitais com as instalações permanentes doutor chap chap uma outra questão que eu queria ouvir sua opinião é o seguinte nós temos dito é às vezes bastante tempo várias análises sobre o quanto a covid19 como isolamento social octavo em alguns casos de estresse e têm causado afetou a saúde mental da população é mas eu queria fazer uma pergunta é mais específica é possível eo seguinte ponto de vista do pessoal de saúde médicos enfermeiros fisioterapeutas toda esse contingente que trabalha diuturnamente a a mesa praticamente nove meses enfrentando nos hospitais e centros de a pandemia o que tem sido feito por exemplo do sírio libanês do ponto de vista da da saúde mental do estado psicológico desses profissionais para é a primeira questão é sim os profissionais de saúde do sírio libanês de todo brasil estão muito pressionados pela duração da pandemia que exige um tratamento de pacientes muito mais graves durante um tempo muito mais prolongado isso causa fielmente um stress continuado e difícil de lidar no hospital sírio libanês nós desde o começo lançamos um programa que a gente chamou programa proteger em que a gente dizia que a prioridade do hospital era proteger tanto os nossos colaboradores quantos pacientes eu dizia que o mote do programa proteger e anunciou isso várias vezes tinha três prioridades a primeira era proteger a segunda era proteger de a terceira também era protegido de tal forma que em todos os sentidos não só no sentido de contaminação pela doença com protocolos nós temos hoje mais de trezentos protocolos de atendimento aos pacientes de aos nossos colaboradores nós temos toda uma estrutura de saúde mental é a pra a detecção muito precoce de qualquer desequilíbrio que a pessoa possa sofrer intervenção também pra além de preparar de uma forma estrutural é dos nossos espaços e as nossas ações com os protocolos e mostrar pros nossos colaboradores que eles não estão contraindo a convite de dezenove aqui o hospital e a gente tem todos os indícios que mostram isso é nós é protegemos adequadamente estruturamos adequadamente e tratamos adequadamente aqueles que precisam de suporte e de tratamento e com uma transparência absoluta tem boletins diários mostramos que o hospital não é um ponto de contração da corrida e dezenove mostramos que não temos créditos inclusive os nossos colaboradores que torna as áreas que eu vi de positivo provavelmente por uma melhor consciência de como se proteger mesmo fora do hospital não tem um índice de contaminação é maior do que aqueles que estão incompletos o linhares cupid negativo então nós levamos muito a sério esse programa nós tornamos cada um dos nossos colaboradores protagonistas do cuidado inclusive fora do hospital nós criamos um programa chamado guardiões sírio libanês em que eles levam para suas comunidades pra suas casas para sua vizinhança é equipamento de proteção individual levam álcool em gel é pra distribuir mostrando que eles tem como ensinar o seu entorno assim cuidar adequadamente então estamos em uma situação equilibrada mas de novo você tem razão os profissionais de saúde do brasil inteiro estão muito pressionados muito cansados e precisam ser tratados adequadamente como tratar deles adequadamente compostos pensem em nós mais de uma vez não soltamos recife grito de alerta pra sociedade como um todo se comportar pra preservar os profissionais de saúde pra que eles possam continuar tratando adequadamente a sociedade com minutos o tour é paulo eu queria é continuar nessa nessa deixa eu peço para que o senhor tá é o lavareda é deixa eu comer como eu já tenho sarmento que aliás o primeiro alerta foi dado pelo senhor né pra mim na folha de são paulo os hospitais estão enchendo novamente num primeiro momento a gente vai até o governo de são paulo negando essa informação mas depois se confirmou como da de mesmos né e quem é o seguinte a gente é os médicos me dizem o seguinte por um lado e os médicos sabem lidar melhor com a doença e saúde por outro lado também seria um ponto positivo entre aspas é o perfil mudou um pouco mais paciente jovens talvez você não tenham tantos óbitos no final da linha é o lado ruim isso já tá falando os médicos estão exaustos e outra coisa que o senhor já falou também os hospitais talvez não tenham a mesma capacidade dessa vez de basear tudo e fazer uma operação de guerra e deixar só convide praticamente dentro de algumas de suas unidades então a gente tocou aqui em algumas questões mas eu queria tocar nessas que a gente dando aprofundou essa pasta dos médicos agora sabem tratar melhor da convide só sabem tratar mais vivas e até que ponto que vê as pessoas devem achar que ah então agora os médicos sabem tratar e então não há problemas se eu me infectar quando na verdade ela segue sendo uma doença sem cura correto dá é a gente eu tenho cor ela não tem um remédio específico pra matar o vírus médicos e as equipes em geral não sou médico enfermeiras fisioterapeutas farmacêuticos sabem tratar melhor a letra de idade diminuiu dentro dos hospitais eu não tenho dúvida nenhuma é claro que ela é muito assimétrica nós temos um brasil enorme com diferentes capacidades de tratamento por preparo das equipes com incorporação de tecnologia por desenvolvimento de protocolos agora o meu alerta ele é muito caro não adianta você e te equipes a muito treinadas toda tecnologia todos os protocolos se falta vaga você não conseguia entrar no hospital em alguns lugares do mundo faltarão vagas nova york faltarão vagas no norte da itália faltarão vagas então se você tem equipe totalmente preparado mas um limite do que elas podem receber de pacientes e o paciente não consegue ter acesso a essas equipes muito bem preparadas em hospitais muito bem aparelhados se ela não tem acesso não adianta ter que de pra ela ela não vai receber o tratamento ideal e aí vai receber um tratamento improvisado por equipes improvisar não treinados e e que vai sofrer a consequência disso então o ponto central é que o gargalo é termos disponibilidade em infraestrutura leitos tecnologias e equipes aparelhadas pelo tratamento do dos pacientes é treinada por o tratamento dos pacientes só se houver uma sobrecarga não adianta ter algumas equipes preparadas para tratar porque você não vai ter acesso a essas aqui a segunda questão que se fala muito é a seguinte é você a gente vê na europa inclusive em portugal especialmente ecas e quando vem um repique uma segunda onda como se chama é agora a população tá devendo menos a medidas de isolamento social média das respectivas então a gente pode talvez ter esse problema aqui no brasil e ademais que dizer muitas pessoas agora já não tem mais condições de ficar em casa tem que sair pra trabalhar é um de fato é outros vários me falaram isso talvez a gente tem que lidar com a realidade de que as pessoas e vou sair mas dessa vez esta segunda onda e aí se eu falo dos protocolos super rígidos que cada profissional do círio leva pra sua comunidade eu queria que você falasse um pouquinho aqui pra gente é primeiro sobre essa questão da adesão da população talvez numa segunda onda você dessa vez menor a medidas restritivas e depois fala pra gente que protocolo sou ex pra quem tem que sair de casa o que fazer se você realmente tem que sair de casa o que que é o principal pra você tentar escapar desse vírus é a primeira coisa mônica vamos deixar bem claro você não precisa ficar em casa o tempo todo nós já sabemos quais são as situações nós aprendemos nós sabemos quais são as situações em que ocorre a sua contaminação mundial você deve usar máscaras todas as vezes que saí de casa certo segundo a cor você deve higienizar as mãos com frequência carregar o álcool gel ou lavar as mãos pc e aí acaba não deve comparecer a eventos com aglomerações em recintos fechados em que você precisa tirar a máscara é isso que precisa fazer a gente já sabe o que tem que fazer tão polêmico será no restaurante fechar o proximidade em três meses você tem que tirar a máscara pra comer aí você tem uma maior chance de contrair mas você tem de ir no supermercado de marca você pode ir na farmácia de máscara você pode trabalhar de máscara desde que haja um distanciamento e uma ventilação do seu ambiente então aquilo que a gente dizia lockdown ninguém sai de casa não é necessária não é necessário nós estudamos e aprendemos quais foram as situações em que ocorreu a contaminação e nós vamos evitar aquelas situações em que ocorre a contaminação da a juventude fazendo fé sem marca bebendo cantando gritando dançando igual tempo respirando um e falando alto é um evento que a gente chama de grande contágio inglês são super claros você tem os eventos de super caras a gente detectou isso a gente sabe que isso acontece né então depende de ambientes fechados pouco ventilados com muitas pessoas por um longo tempo é aí que você comprar tudo encontrar no parque do ibirapuera a correr não contrai agora se você vai no parque do ibirapuera em ambiente aberto um show musical todo mundo próximo um do outro todo mundo cantando ai comprar porque comprar porque tá perto e porque tá emitindo muito não tá usando a máscara para proteger diminuiu inóculo então aquela coisa de ficar todo mundo em cada rua vazia não precisa as medidas são diferentes dessas a gente já aprendeu que a qual é o protocolo que os meus colaboradores levam pra sua comunidade não é pra reunir a família para almoçar e jantar só a pequena família a grande família não trazer os avós pra casos tios tias primos fica quatro horas todo mundo em torno de uma mesa numa mesma sala conversando não isso não pode no natal não pode eu vou lembrar aqui eu já falei algumas vezes meu pai tem noventa e quatro anos minha mãe tinha noventa e um anos eu visito meu pai minha mãe meus irmãos visitam o meu time haver pequenos grupos todos de máscara janelas abertas totalmente ventilado no ambiente se puder ao ar livre melhor ainda ã ã é impreciso aquela coisa ultra rigorosa que ninguém aguenta mais mas também não pode fazer não pode injetar ante lotado não pode em bogotá ou em mesas na calçada aí dizendo que os tablets vão quebrar a tabela vamos mandar alimentos pedir alimentos já ajuda os restaurantes abrem as calçadas pra pôr as mesas na o saldo expostas nesses aí o poder público pode ajudar né em algumas ruas acabou porque uma parte da rua em determinados horários de menor movimento bom organizasse a vai chover vai chover vai diminuir a clientela não preencher a tem tudo pra dentro e diminuir o atendimento da pessoa voltou é o senhor tá falando que é não é necessária essa coisa de ser rigoroso isolamento mas nós temos assistido nos últimos dias o pulso de medidas de isolamento rigoroso a volta dessa vendida em várias cidades europeias inclusive com a proibição do funcionamento de restaurantes mesmo em locais abertos eu queria perguntar se o que está ocorrendo lá e porque estão sendo tão restritivo nesse momento x parece exagero pro senhor e o seguro do laudo deixa eu te falar uma segunda questão que é a esperança no horizonte pra todos nós que é a questão da vacina com relação a questão da vacina eu queria te deixar uma dúvida que eu tenho várias pessoas tem então é pro esclarecer fala-se que no início da distribuição da vacina naturalmente você contemplados nos grupos de risco sobretudo os idosos e perguntar o seguinte como é que será do ponto de vista prático na sociedade o mesmo grupo demográfico assinado então tentava circular tentava a se comportar normalmente suas atividades eticétera e dizendo ou grosso com a maioria da população ainda sem cobertura vacinal bom essa pergunta são excelentes eu vou e eu vou responder as duas porque elas têm resposta é toda vez que você libera demais em relação ao rigor neural uma vez que você libera de mars você tem uma ampla transmissão comunità então você tem uma grande parte da população positiva para os vírus que podem ser agentes de contaminação então você tem que responder com medidas mais rigorosa toda vez que você mantém um certo grau de proteção você tem uma prevalência de pessoas com o vírus menor e você pode ser mais é frouxo vamos assim com suas medidas de contenção que que aconteceu nesta cidade na europa ela voltaram a sobrecarregar seus sistemas de saúde então eles tiveram que ser muito mais rigorosos para aí está totalmente o contágio ou quase que totalmente o contato se você toma medidas menos rigorosas continuamente você vai precisar de medidas menos rigorosas lá pra frente então e no brasil o ponto ao dizer se nós não tomarmos medidas agora tanto do comportamento das pessoas quanto de políticas públicas nós vamos ter aqui é implementar medidas mais rigorosas do que aquelas que eu desenhei aqui o que estou dizendo é se nós formos responsáveis talvez não precisemos chegar a medidas ultra rigorosas como aquelas que a europa tá aplicando agora essa é a primeira resposta segunda geração as batinas nós sempre fizemos nós assinamos antes dos grupos de maior risco então pela patologias das crianças nos vacinamos fizemos as campanhas de vacinação para crianças próprio antologias dos idosos creep nós fizermos a vacinação primeiro dos idosos e depois liberamos as vacinas para as outras faixas etárias faremos a mesma coisa agora quem pra quem que nós vacinamos primeiro pra gripe profissionais de saúde e os pacientes que têm morbidades plasticamente os demais idade mas pro pra saltykov dois além de mais idade nós já sabemos que ela é mais grave em pacientes que têm doenças crônicas vamos precisar vacinar também na primeira na primeira etapa os pacientes que têm patologias crônicas de isso estar patologias cardíacas patologias pulmonares patologias renais obesidade e diabetes essas situações nós vamos ter que vacinaram primeiro como est a população de maior risco de doença e de doença mais grave precisa de internação coisas nós assinarmos essa população nós já teremos a nossa sociedade muito mais protegida em termos de mortalidade em seguida assinaremos os jovens e as crianças que têm menos risco de doença grave é uma sequência de vacinação nos propomos a vacinar a todos só que primeiro aqueles que estão em maior risco e depois aqueles que estão e menor risco de suscitar essa sempre se fez e vai fazer da mesma forma dessa vez o que nos preocupa é que essa política e a identificação dos pacientes de risco pra classificação ainda não está sendo implementada então não vai adiantar sua gentileza implementação política escrever essa política nacional de imunização temos vacinas já no primeiro trimestre do ano que vem precisamos desenhar essas políticas identificar as populações de risco de fazer sequenciamento por exemplo na população que a gente tem que discutir agora é a dos educadores a dos professores as pessoas que trabalham nas escolas porque existe uma premência de abrir as escolas também e porque existe essa premência porque a criança tanto número órbita uma enorme perda do seu potencial cognitivo vocês sabem que a plasticidade cerebral é maior nos primeiros anos de vida e as crianças precisam ser estimuladas para depois realizar todo o seu potencial cognitivo potencial de aprendizado e nós temos uma perda aí já dada por este ano sem as escolas que é muito mais é intensa muito mais mas muito mais relevante nas populações mais vulneráveis as pessoas mais pobres é e que é precisa e precisamos fazer o resgate desta situação encaminhou propõe por exemplo que já nos primeiros grupos de vacinação estejam os professores e as pessoas que trabalham em escolas porque aí eu poderei retornou as crianças pra suas seus ambientes de ensino para suas escolas pessoas salas de aula sem medo de é contaminar seus professores e os profissionais que trabalham nas escolas moro em são paulo infelizmente não chegamos ao fim do contraponto queria agradecer muito a participação do senhor é convidada pra retornar espero que com melhores notícias é mais pra frente muito obrigada no total disposição de vocês mônica labareda muito obrigado pela oportunidade de informar o público e você pode liberar esse a todos os programas que já foram ao ar no site www ponto bandnews tv ponto com ponto br muito obrigada pela companhia e até o próximo ponto a ponto lajense praia zezinha quiosque deserto.

SAÚDE BUSINESS ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 25/11/2020 às 17h37

Esse foi o questionamento coletivo na fala de abertura dos palestrantes Rebecca Cooney, Jorge Kalil, Luciano Azevedo e do moderador José Henrique Salvador no painel “O papel da ciência e tecnologia no combate à pandemia” no Conahp 2020. “[Normalmente] estes não seriam aspectos controversos no enfrentamento de uma pandemia, mas a ciência e a tecnologia se tornaram politizados pelos governos de todo o mundo”, disse Rebecca, que é Editora Executiva da América do Norte da The Lancet/Elsevier. Jorge Kalil, Professor Titular da Faculdade de Medicina da USP, destacou que é estranho que exista esta questão, afinal, o que poderia ser feito para solucionar uma pandemia que não utilizando ciência? Segundo ele, temos pessoas no ambiente político que não compreendem o tema e aproveitam a fragilidade do cenário para transmitir ideologias que claramente não são suportadas por dados. “A ciência é implacável [na utilização de dados para tomada de decisões], pois ela prevê e mostra o caminho independente de qualquer colocação, de qualquer pessoa. ” A ciência e tecnologia são imprescindíveis para o avanço da medicina e por consequência no combate a pandemia. O conceito de supervalorização destes temas e confiança no conhecimento empírico dos governantes que questionam o papel da ciência são extremamente perigosos, chegando a ser um retrocesso, de acordo com José Henrique Salvador, moderador do debate e Diretor de Operações da Rede Mater Dei de Saúde. Como Vice-Presidente da Comissão Científica do Conahp 2020, ele comenta que as instituições da Anahp estão sendo fundamentais neste momento para entenderem em conjunto como efetivamente cuidar dos pacientes afetados pela Covid-19. As ações vão desde projetos de desenvolvimento de respiradores nacionais a telemedicina, passando por uso massivo de estatísticas e inteligência artificial. No debate foram abordados três principais pontos sobre o tema: a literatura médica sobre a pandemia, o processo de desenvolvimento de vacinas e o papel colaborativo das instituições de saúde. Especialistas e cientistas de todo o mundo se mobilizaram, resultando em mais de 72 mil publicações sobre a Covid-19. Um aumento de 250% no fluxo de atividade de estudos, diz Rebecca. Especialmente, a categoria de “Fast Track”, no qual revisores tem apenas 48h para avaliar a submissão, demonstrou um crescimento significativo dada a relevância das descobertas. Em 2019 foram recebidos pouco mais de 200 artigos, enquanto que em 2020 foram mais de 1000, considerando o período de pandemia para comparação. A editora executiva assegurou que o grande volume não comprometeu a qualidade das publicações científica, visto que há um grande rigor na aprovação, também apoiada por tecnologia. Reconhecida pelo engajamento em equidade de gênero e racial, a The Lancet, enfatiza que já é possível perceber como a pandemia está afetando desproporcionalmente mulheres e negros. “Essas carreiras serão afetadas a longo prazo, o que terá um grande impacto no sistema médico e científico de pesquisas e publicações. ” Uma das razões mais explícitas é o peso dos cuidados domésticos e familiares enraizados, que privilegia homens brancos. Há robusta evidência de vieses dentro da ciência, medicina e saúde de forma global. Existe uma necessidade clara de ação e responsabilidade dos líderes institucionais para enfrentar os preconceitos de gênero, melhorar a diversidade e a exclusividade, e impulsionar mudanças. A equidade na ciência não é um assunto puramente de justiça, mas é crucial para produzir melhores pesquisas e consequentemente, melhor cuidado aos pacientes. Além de professor da USP, Jorge Kalil também é diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) e está diretamente envolvido no desenvolvimento de uma vacina para o coronavírus. “Hoje existem muitos lugares nos quais a doença está descontrolada, com um novo pico nos Estados Unidos e Europa, por que durante o período das férias as pessoas não conseguiram fazer o isolamento social, o que que era previsto pela ciência, caso as pessoas não utilizassem máscara”, disse Jorge. No início da pandemia, as farmacêuticas seguiram por dois caminhos. O primeiro desenvolvendo vacinas a partir de vírus inativados, um método mais antigo que não proporciona resposta imunológica de longa duração. O segundo é baseado na proteína da espícula do vírus. Todas as vacinas em fase final de aprovação se basearam neste último método. Os principais requisitos para uma vacina segundo o especialista são: segurança biológica, ampla cobertura, acesso aos brasileiros e longa memória imunológica disponível. Além de logística de armazenamento e meios de adaptação caso exista uma mutação do vírus. De forma breve, Jorge explicou as particularidades do desenvolvimento da vacina do grupo o qual faz parte. “Nós resolvemos estudar um pouquinho mais a resposta imunológica entendendo qual é a parte da molécula realmente neutralizante. Nós escolhemos fragmentos de todo o genoma do vírus que desencadeassem uma boa resposta CD4+ e CD8+. Então a partir daí nós desenvolvemos a vacina com VLPs (vírus-como partículas) que estão sendo finalizados para testagem em animais. Nós queremos fazer uma vacina que seja intra-nasal permitindo [o alto desenvolvimento de] anticorpo IgA, que são os anticorpos de mucosa. Também [focamos] bastante a resposta local principalmente de linfócitos T locais. ”, explicou. Já sobre o papel colaborativo das instituições de saúde, Luciano Azevedo, que é Professor Livre-Docente de Emergências Clínicas da USP e Médico Pesquisador do Hospital Sírio-Libanês, concluiu o painel abordando a ciência como incorporadora de conhecimento e como meio para termos respostas efetivas. O médico é um dos integrantes do Coalizão Covid-19 Brasil, projeto que reúne desde março, um grupo de hospitais de excelência para identificar a carga que a pandemia traria aos hospitais e desenhar estudos clínicos prospectivos, randomizados e multicêntricos capazes de trazer respostas sobre linhas terapêuticas relacionadas ao tratamento da Covid-19. Fazem parte do Coalizão Covid-19 Brasil: Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital do Coração, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Instituto Brasileiro de Pesquisa Clínica e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva. Os trabalhos incluíram a análise de algumas drogas, em pacientes de quadros leves até desconfortos respiratórios graves, observando também os efeitos de equipamentos, como ventiladores mecânicos, na evolução terapêutica dos pacientes. Os seis primeiros estudos analisaram o comportamento das drogas hidroxicloroquina, azitromicina, dexametazona, anticoagulantes associadas ou não, em pacientes com quadros de Covid-19 específicos. O sétimo estudo, ainda em andamento, busca analisar a Covid-19 crônica, identificando pontos como mortalidade, hospitalização e desfechos desfavoráveis na linha do tempo. Até o momento já foram publicados três artigos científicos sobre as conclusões encontradas. O primeiro, no New England Journal of Medicine, comparou a hidroxicloroquina, com e sem azitromicina, em paciente com Covid-19 leve a moderado hospitalizados, e mostrou que a hidroxicloroquina não era indicada, servindo para diminuir o seu uso global no tratamento. O segundo, publicado no Lancet, comparou a hidroxicloroquina, com e sem azitromicina, em paciente com Covid-19 no perfil grave, provou que azitromicina não tem eficácia como tratamento destes pacientes e pode ter até efeitos deletérios. O terceiro, publicado no JAMA, comprova a diminuição de dias em que o paciente fica em ventilação mecânica, quando utilizada dexametazona em relação ao cuidado padrão, e serviu como base, junto com 6 outros estudos, para que a Organização Mundial da Saúde mudasse o seu protocolo de tratamento de Covid-19. “A ciência brasileira está sendo capaz de responder a inúmeras perguntas. Nós precisamos continuar acreditando que só ela será capaz de nos tirar deste momento difícil, não atitudes negacionistas ou baseadas em opiniões.” disse Luciano lembrando que, mesmo com recursos limitados, o Brasil fez estudos de relevância, em revistas de impacto, que foram capazes de orientar e modificar a prática clínica no mundo inteiro.

GLOBOESPORTE.COM SÃO PAULO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 25/11/2020 às 15h46

O técnico Cuca volta às atividades nesta quinta-feira. Depois de 10 dias de receber alta do Hospital Sírio-Libanês e se recuperar da Covid-19, o treinador é esperado no CT Rei Pelé para voltar aos trabalhos do Santos. O auxiliar Cuquinha, seu irmão, também retorna. Mesmo à distância, Cuca e os auxiliares Cuquinha e Eudes Pedro, todos recuperados da Covid-19, montaram a estratégia para o Santos na vitória por 2 a 1 sobre a LDU, em Quito, no Equador. O último, inclusive, esteve no banco de reservas na derrota para o Athletico, no sábado, mas não pôde viajar para a partida da Libertadores por causa de regras do Ministério da Saúde equatoriano. Cuca foi diagnosticado com Covid-19 no dia 7 de novembro. Desde então, precisou ser internado no Hospital Sírio-Libanês para cuidados especiais e recebeu alta nove dias depois. Leia mais sobre o Santos: O técnico do Santos, depois da internação, foi para Curitiba para ficar com a família, mas não deixou o trabalho de lado e ajudou o auxiliar Marcelo Fernandes a comandar o Peixe à distância na vitória sobre a LDU. Nesta quinta-feira, Cuca deve participar normalmente do treinamento no CT Rei Pelé, de olho na partida contra o Sport, sábado, às 17h (de Brasília), na Vila Belmiro. SEJA SÓCIO REI AGORA!

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Data Veiculação: 25/11/2020 às 15h28

Pessoas que contraíram covid-19 podem doar sangue, se respeitarem um período mínimo após a melhora completa de sintomas. Para que estejam habilitadas a doar, é necessário que aguardem 30 dias depois que todos os indicativos da doença tenham desaparecido, conforme explica a médica hemoterapeuta Roberta Fachini, do Hospital Sírio-Libanês. Em entrevista concedida à Agência Brasil, a profissional destacou que, até o momento, não houve evidências científicas de que o Sars-CoV-2 possa ser transmitido através de transfusões de sangue. Mesmo assim, ressalta, os bancos de sangue e hemocentros têm tido cautela em relação ao assunto, como prevenção. "Felizmente, esse vírus, apesar de ser detectado, por exames de biologia molecular, também na corrente sanguínea, não existe nenhuma comprovação científica de que essa quantidade de vírus seja capaz de infectar um paciente pela via transfusional. Mas, de qualquer forma, o critério de 30 dias após plena recuperação dos sintomas tem sido bastante aceito, é o praticado mundialmente, como critério de segurança adicional", afirma. "Considero que a medicina leva um tempo de amadurecimento. Assim como ocorre com as vacinas, só o tempo irá nos dizer se transmite ou não por transfusão. Nesse momento, se existir uma transmissão transfusional, tem sido muito incipiente, muito reduzida, porque não tem sido evidenciado isso por toda essa vigilância que a comunidade médica tem feito", acrescenta, assinalando que, atualmente, o que se verifica é que o contágio está relacionado à interação com mucosas e a uma série de fatores imunológicos. Por esse motivo, perguntas relacionadas à covid-19 tornaram-se praxe, sendo adicionadas ao questionário que já era feito anteriormente pelas equipes de triagem dos bancos de sangue. Durante a entrevista, os profissionais de saúde buscam saber se o potencial doador teve contato recente com alguém que teve o diagnóstico de covid-19 confirmado, ou seja, que testou positivo para a doença, o que pode, inclusive, identificar candidatos que possam ser assintomáticos. Para averiguar, indagam também se o voluntário apresentou febre nos últimos 14 dias, sintomas gripais, como falta de ar, tosse e coriza, perda de paladar ou paladar distorcido, perda de olfato e cefaleia. "É diferente do risco de transporte ou do supermercado, que a gente não sabe se entrou ou não em contato com o vírus. Mas se teve alguém que trabalha com a gente ou da mesma casa, com diagnóstico recente, a gente pede que esse doador não doe nesse momento e aguarde um período de quarentena, para ver se vai manifestar algum sintoma ou não, que são os 14 dias de quarentena", explica Roberta. "E nesse momento, a gente orienta também que, caso nos dias pós doação, apresente qualquer sintoma de covid-19, com diagnóstico ou não, com sintoma suspeito, que avise imediatamente ao banco de sangue, porque muitas vezes a gente tem condição de bloquear algum hemocomponente produzido a partir da doação que ainda esteja em estoque", disse.

AGÊNCIA BRASIL/BRASÍLIA
Data Veiculação: 25/11/2020 às 15h28

Pessoas que contraíram covid-19 podem doar sangue, se respeitarem um período mínimo após a melhora completa de sintomas. Para que estejam habilitadas a doar, é necessário que aguardem 30 dias depois que todos os indicativos da doença tenham desaparecido, conforme explica a médica hemoterapeuta Roberta Fachini, do Hospital Sírio-Libanês. Em entrevista concedida à Agência Brasil, a profissional destacou que, até o momento, não houve evidências científicas de que o Sars-CoV-2 possa ser transmitido através de transfusões de sangue. Mesmo assim, ressalta, os bancos de sangue e hemocentros têm tido cautela em relação ao assunto, como prevenção. "Felizmente, esse vírus, apesar de ser detectado, por exames de biologia molecular, também na corrente sanguínea, não existe nenhuma comprovação científica de que essa quantidade de vírus seja capaz de infectar um paciente pela via transfusional. Mas, de qualquer forma, o critério de 30 dias após plena recuperação dos sintomas tem sido bastante aceito, é o praticado mundialmente, como critério de segurança adicional", afirma. "Considero que a medicina leva um tempo de amadurecimento. Assim como ocorre com as vacinas, só o tempo irá nos dizer se transmite ou não por transfusão. Nesse momento, se existir uma transmissão transfusional, tem sido muito incipiente, muito reduzida, porque não tem sido evidenciado isso por toda essa vigilância que a comunidade médica tem feito", acrescenta, assinalando que, atualmente, o que se verifica é que o contágio está relacionado à interação com mucosas e a uma série de fatores imunológicos. Por esse motivo, perguntas relacionadas à covid-19 tornaram-se praxe, sendo adicionadas ao questionário que já era feito anteriormente pelas equipes de triagem dos bancos de sangue. Durante a entrevista, os profissionais de saúde buscam saber se o potencial doador teve contato recente com alguém que teve o diagnóstico de covid-19 confirmado, ou seja, que testou positivo para a doença, o que pode, inclusive, identificar candidatos que possam ser assintomáticos. Para averiguar, indagam também se o voluntário apresentou febre nos últimos 14 dias, sintomas gripais, como falta de ar, tosse e coriza, perda de paladar ou paladar distorcido, perda de olfato e cefaleia. "É diferente do risco de transporte ou do supermercado, que a gente não sabe se entrou ou não em contato com o vírus. Mas se teve alguém que trabalha com a gente ou da mesma casa, com diagnóstico recente, a gente pede que esse doador não doe nesse momento e aguarde um período de quarentena, para ver se vai manifestar algum sintoma ou não, que são os 14 dias de quarentena", explica Roberta. "E nesse momento, a gente orienta também que, caso nos dias pós doação, apresente qualquer sintoma de covid-19, com diagnóstico ou não, com sintoma suspeito, que avise imediatamente ao banco de sangue, porque muitas vezes a gente tem condição de bloquear algum hemocomponente produzido a partir da doação que ainda esteja em estoque", disse. Edição: Valéria Aguiar

SP1/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 25/11/2020 às 12h00

de saúde dele melhorou e que não depende mais de ventilação aquele aparelho de ventilação mecânica pra conseguir respirar passou seis dias na uti do Hospital Sírio Libanês por causa de covid19 além da saúde a população de são caetano acompanha a situação também eleitoral do prefeito thiago crespo bom dia e bem vindo bom dia tralli bom dia todo mundo que nos acompanha é isso aí que teve a maior parte dos votos cerca de quarenta e cinco por cento um pouco mais mas ainda não é considerado eleito no sistema do tse reeleito né isso porque a candidatura foi indeferida pela juíza eleitoral ana lúcia fusaro que fez na sentença do dia vinte e sete de outubro ela diz que auricchio foi condenado pela prática de captação ilícita de recursos de campanha ainda no pleito de dois mil e dezesseis na primeira eleição dele tralli auricchio entrou com recurso claro mas ele ainda não foi julgado não foi analisado está sob análise não tem prazo pra que essa decisão seja tomada enquanto não houver uma decisão ele pode seguir normalmente na prefeitura se recuperando a saúde e claro como pôde prosseguir normalmente na campanha se por um acaso o indeferimento for mantido em todas as instâncias aí sim toda chapa vai ser cassada quem assume é o presidente da câmara dos vereadores aqui de são caetano e aí serão necessárias novas eleições tá certo tralli tá certo valeu tiago brigadão daqui a pouco a gente volta então a falar do segundo turno nas cidades aqui da grande são paulo né daqui a quatro dias já tem eleição decisiva agora beira-mar bom dia bem vinda bom dia boa tarde já virou de é verdade

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 25/11/2020 às 11h49

O ex-governador de Sergipe João Alves Filho (DEM), de 79 anos, morreu no fim da noite de terça-feira, 24, em Brasília. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês desde o dia 18, após sofrer uma parada cardíaca, e testou positivo para covid-19. Diagnosticado com Alzheimer, João Alves Filho era casado com a senadora Maria do Carmo Alves (DEM), com quem teve três filhos: Ana Maria, João Alves Neto e Maria Cristina. "Foram 54 anos de amor, amizade e muito companheirismo", escreveu no Twitter a senadora. "João seguiu em paz para os braços do Pai, livre de todas as doenças que acometiam o seu corpo." O governo de Sergipe, a prefeitura de Aracaju e a Assembleia Legislativa do Estado decretaram luto oficial de três dias. "O ex-governador João Alves sem dúvida alguma é uma das mais importantes referências políticas que temos no nosso Estado. Foi especial para Sergipe e realizou obras importantes para o povo sergipano", disse em nota o governador Belivaldo Chagas (PSD). Em nota de pesar, o presidente nacional do DEM, ACM Neto, afirmou que João Alves Filho exerceu a política de maneira admirável e serviu de inspiração para a nova geração de políticos do partido. "Também foi notória a luta de João Alves pelo desenvolvimento do Nordeste, trajeto grandioso no trabalho realizado por ele", disse ACM Neto, prefeito de Salvador. "Homem corajoso e determinado, João Alves valorizou o diálogo e o equilíbrio na política durante todo seu trabalho. Por isso, temos a certeza de que a história escrita por ele, e todo o legado político construído ao longo da sua vida pública, vão seguir inspirando as pessoas por muito tempo." Carreira Nascido em Aracaju, capital de Sergipe em 1941, João Alves Filho era filho do empresário da construção civil João Alves e de Maria de Lourdes Gomes. Ingressou na construtora da família em 1960 e cursou Engenharia Civil na Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia. A entrada definitiva na política aconteceu em 1975, quando assumiu a prefeitura de Aracaju por indicação do governo militar. Nessa época, era filiado à Aliança Renovadora Nacional (Arena). Depois do fim do mandato, se distanciou da política por alguns anos e viria a se candidatar novamente apenas em 1982, dessa vez para o governo de Sergipe. Foi eleito, naquela que foi a primeira eleição direta no Estado após 20 anos, filiado ao Partido Democrático Social (PDS). Twitter Embed Durante o seu primeiro mandato como governador, desenvolveu o programa Chapéu de Couro, que consistia em promover a perfuração de poços artesianos e a construção de cisternas na região do agreste, entre outras medidas, para combater a seca e desenvolver a região e desenvolver a região rural. Em 1987, foi nomeado ministro do Interior pelo então presidente, José Sarney. Deixou o ministério em 1990, quando o mesmo foi extinto pelo novo presidente Fernando Collor de Melo. Alves voltou a ser governador de Sergipe em mais duas ocasiões: em 1990 e em 2002. Perdeu, porém, outras três disputas para o governo do Estado: em 1998, 2006 e 2010. Em 2012, voltou à prefeitura de Aracaju e lá permaneceu nos quatro anos seguintes. Estava filiado ao DEM desde 2007.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 25/11/2020 às 11h11

O prefeito de São Caetano do Sul, José Auricchio Júnior (PSDB), internado com Covid-19, teve uma melhora do quadro pulmonar e não usa mais ventilação mecânica desde terça-feira (24), segundo nota da sua assessoria de imprensa. No entanto, o prefeito continua usando oxigênio com cateter nasal de alto fluxo e apresenta uma boa evolução. Auricchio está internado desde o dia 15 de novembro no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, após sentir um mal-estar por causa da doença. Ele foi diagnosticado com Covid19 no dia 12 de novembro e está sob os cuidados da equipe médica do infectologista David Uip. No sábado (21), o prefeito da cidade do ABC Paulista já se encontrava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da unidade médica na capital "por conta de alterações nos padrões respiratórios" e precisou da ventilação mecânica. Prefeito reeleito Auricchio foi reeleito prefeito de São Caetano do Sul na última eleição municipal. O mandato, no entanto, vai depender de decisão da Justiça eleitoral. Ao final da apuração, ele recebeu 42.842 votos, 45,28% dos votos válidos. Fábio Palácio (PSD) recebeu 30.404 votos, 32,13% dos votos válidos. A candidatura de Auricchio foi negada pela juíza Ana Lucia Fusaro, da 166ª Zona Eleitoral de São Caetano do Sul, com base na Lei da Ficha Limpa. O atual prefeito tem duas condenações por receber doações irregulares na campanha de 2016.