Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

EXPRESSO CNN/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/11/2020 às 21h05

Agora a gente volta a falar sobre questões estratégicas SAE por causa do aumento de casos da com vídeos Pitta hospitais particulares de São Paulo começaram a criar, então estratégia para reservar leitos para pacientes com a Covid19 na semana passada, o Governo do estado já tinha anunciado a suspensão, né do agendamento de cirurgia sem gravidade na rede pública. A repórter Manuela Nick Levir tem os detalhes para a gente Manuela boa noite, quais medidas, os hospitais particulares estão adotando. Boa noite, Monalisa e a todos que nos acompanham o hospital Albert Einstein, por exemplo, já informou que a partir de agora vai priorizar o atendimento de pacientes aqui de São Paulo. Eles também estão reagindo dando as cirurgias eletivas que não são emergenciais para datas posteriores e estão transferindo procedimentos de menor complexidade para outras unidades dentro do mesmo grupo. O hospital Albert Einsten está registrando taxa de ocupação superior a 100 por cento de alguns dias o que que isso significa que quando o paciente chega nesse hospital, ele precisa esperar que outro paciente e libere o leito para que então ele seja atendido neste mesmo o leito, outros hospitais estão com taxa de ocupação alto hospital do coração, por exemplo, a taxa de ocupação de unidades para cor e de 94 por cento. Hospital alemão, Osvaldo crus taxa de ocupação de hotéis e 85 por cento e Cine 3 generais e o hospital Sírio Libanês tem atendido cerca de 132 pacientes com convite, hospital Sírio, Libanês também informou que está remanejamento leitos e equipes para priorizar o atendimento dos casos mais críticos, eles informaram também que eles conseguiram de aumentar a capacidade do hospital, mas que eles têm sim, um plano de contingência, caso eles precisem atender ainda mais pessoas nos próximos dias nas próximas semanas, como você já colocou aí no estúdio, o o CI a Secretaria Estadual de Saúde, na semana passada, já recomendou que os hospitais da rede pública reagendar se as cirurgias eletivas não emergenciais e hoje ela reforçou essa recomendação para todas as unidades de saúde do estado. Isso para termos leitos disponíveis para atender estes pacientes com Covid19 eu volto com você, Monalisa.

BLOGS DO ESTADÃO
Data Veiculação: 24/11/2020 às 16h23

Circula no WhatsApp uma mensagem falsamente atribuída a um “Centro de Epidemiologia de Milão”, que dissemina afirmações exageradas e imprecisas a respeito de tratamentos e sintomas da covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. A checagem desse conteúdo foi sugerida por uma leitora pelo WhatsApp do Estadão Verifica, (11) 97683-7490. Diferente do que é informado no texto, a mensagem não foi elaborada por um centro de pesquisas italiano. A mensagem afirma que há “uma probabilidade maior de sobrevivência para aqueles que serão infectados (com a covid-19) nove meses depois, como em novembro de 2020”, em comparação com os que contraíram a doença em fevereiro. Uma pesquisa do Estadão Verifica encontrou versões antigas da corrente com a mesma sentença e estrutura textual, mas com o número de meses distintos. Leia Também Veja todas as checagens sobre coronavírus publicadas pelo Estadão Verifica A mesma mensagem foi verificada pela agência de checagem de fatos espanhola Maldita.es e pelo site Boatos.org. Para esclarecer a precisão das afirmações da mensagem, a reportagem entrevistou a professora do departamento de Farmácia e Análises Clínicas da Universidade de Brasília (UnB) Fabiana Brandão. Veja a checagem de trechos da mensagem: “O COVID-19 foi inicialmente pensado como causador de mortes por pneumonia – uma infecção pulmonar – e assim os ventiladores foram considerados a melhor maneira de tratar pacientes doentes que não podiam respirar. Agora sabemos que o vírus causa coágulos sanguíneos nos vasos sanguíneos dos pulmões e outras partes do corpo, o que provoca oxigenação reduzida. Agora sabemos que simplesmente fornecer oxigênio por meio de ventiladores não vai ajudar, mas temos que prevenir e dissolver micro coágulos nos pulmões. ” É verdade que a covid-19 pode desregular a atividade de coagulação do organismo e provocar deficiências na oxigenação do corpo. Uma série de estudos, incluindo iniciativas brasileiras, mostram a ocorrência de formação de microcoágulos nos vasos sanguíneos dos pulmões e de outros tecidos de pacientes em estado grave. Não é possível afirmar, no entanto, que a insuficiência respiratória causada por tromboses seja a única ou principal causa de mortes por covid-19, como explicou a pneumologista do Hospital Sírio-Libanês Elnara Márcia Negri, em entrevista ao projeto Comprova. Um editorial da revista Lancet, publicado em junho, indica que a incidência de complicações de trombose em pacientes de covid-19 internados em unidades de terapia intensiva (UTI) varia de 16% a 49%, de acordo com dados estudos preliminares. “Há de fato uma desregulação da cascata de coagulação, mas existe também a pneumonia causada pela destruição da estrutura pulmonar, devido à carga viral [da covid-19] ser muito exacerbada”, ressaltou Fabiana Brandão ao Verifica. “Agora temos 2 medicamentos importantes FAVIPIRAVIR E REMDESIVIR, que são ANTIVIRAIS que podem matar o coronavírus. Usando esses dois medicamentos, podemos evitar que os pacientes se infectem seriamente e, portanto, curá-los ANTES DE IR PARA HIPÓXIA.” Não existe consenso científico de que os medicamentos citados na corrente possam ajudar no tratamento da covid-19, muito menos curar pacientes. Segundo Fabiana Brandão, o remdesivir e o favipiravir apresentaram resultados promissores em experimentos em laboratório, mas estudos clínicos com pacientes ainda não confirmaram os benefícios das substâncias contra a doença. Um artigo publicado na revista Journal of the American Medical Association (JAMA) em outubro apontou que o redemsivir diminui o tempo de recuperação em adultos hospitalizados com covid-19. O estudo também identificou uma taxa menor de mortalidade para o grupo que recebeu o medicamento em comparação com pacientes que receberam substâncias inativas. Remdesivir. Foto: Ulrich Perrey/POOL/AFP Em contrapartida, uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou que o medicamento não foi capaz de reduzir a mortalidade de pacientes em experimentos com 11 mil participantes. Na quinta-feira, 19, a entidade declarou que não recomenda o redemsivir para o tratamento da covid-19. Segundo reportagem do The New York Times, há críticas em torno da metodologia aplicada no projeto. “Ainda não é possível bater o martelo”, diz Brandão sobre os medicamentos citados. Ela explica que a importância dos ensaios clínicos dos remédios se dá justamente porque os resultados identificados em estudos laboratoriais podem não ser os mesmos no corpo humano. A cientista pontua ainda que é equivocada a ideia de que o remdesivir poderia inativar o vírus, uma vez que o fármaco supostamente age sobre uma enzima do microorganismo e impede sua replicação. “A partir de agosto de 2020, sabemos que os medicamentos facilmente disponíveis chamados esteroides, que médicos em todo o mundo vêm usando há quase 80 anos, podem ser usados para prevenir a tempestade de citocinas em alguns pacientes”. De fato, existem evidências de que alguns esteroides podem ajudar no tratamento da covid-19. Um estudo brasileiro recentemente publicado na revista JAMA indicou que a dexametasona foi capaz de reduzir o tempo de entubação em pacientes com quadros graves de covid-19. Em publicação na British Medical Journal (BMJ), especialistas internacionais do Grupo de Desenvolvimento de Orientações da OMS registraram a recomendação de uso de corticoides, entre eles a dexametasona, para tratar casos severos da doença, mas ressaltaram que o medicamento é contraindicado para pacientes com sintomas brandos da infecção. Brandão explica que os esteroides têm um potente efeito imunodepressor e podem funcionar contra quadros inflamatórios severos. Ela ressalta que estes medicamentos não devem ser administrados pelo próprio paciente ou usados para prevenir a doença. “Além disso, algum tempo atrás, cientistas israelenses descobriram que uma substância química conhecida como Alpha Defensin, produzida pelos glóbulos brancos, pode causar micro coágulos nos vasos sanguíneos dos pulmões e isso poderia ser prevenido por um medicamento chamado Colchicina, usados por muitas décadas no tratamento da gota”. A informação carece de contexto. Um estudo de pesquisadores da rede hospital israelense Hadassah, divulgado em junho, realmente identificou altas concentrações de alfa-defensina, uma molécula produzida por células de defesa do organismo, em amostras de sangue de pacientes com quadros severos de covid-19. A pesquisa concluiu que a molécula poderia estar relacionada com a formação de coágulos nos tecidos de pacientes. Os cientistas também conduziram experimentos com o anti-inflamatório colchicina, que conseguiu reduzir os níveis de alfa-defensina e coágulos sanguíneos no organismo de ratos. Para Fabiana Brandão, no entanto, o papel da alfa-defensina ainda é controverso. Segundo ela, um outro estudo, publicado em outubro, mostra que pacientes em estado grave apresentam um aumento de circulação da alfa-defensina. A pesquisa aponta, porém, que esse acréscimo não seria responsável pela formação de coágulos, mas a consequência de uma tentativa do organismo para equilibrar a resposta imunológica ao coronavírus. A pesquisadora ressalta que a colchicina teria um papel não sobre a alpha defensina , mas desempenharia um papel de anti-inflamatório. Um estudo da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto indicou que o fármaco pode acelerar a recuperação de pacientes com covid-19 hospitalizados. Documento Estudo Ribeirão Preto PDF Em entrevista à Agência Fapesp, um dos autores do estudo, Paulo Louzada Júnior, esclareceu que os benefícios foram relacionados apenas a pacientes com formas moderadas e graves de covid-19. “Não recomendamos o uso indiscriminado do fármaco, nem para prevenção e nem para tratar sintomas leves da doença”, destacou. Os autores ainda declararam que, mesmo no caso de pacientes em estado grave, os benefícios ainda precisam ser confirmados em uma pesquisa com um número maior de participantes. “Anteriormente, os pacientes caíam mortos na rua ou mesmo antes de chegarem ao hospital devido a redução do oxigênio no sangue. Isso aconteceu pelo que é conhecido como HAPPY HYPOXIA, onde embora a saturação de oxigênio fosse gradualmente reduzida, os pacientes com COVID-19 não apresentavam sintomas até que estivessem criticamente reduzidos, como às vezes em até 70%”. A Happy Hypoxia, ou hipóxia silenciosa, de fato pode acometer pacientes com covid-19. Neste quadro, os enfermos não apresentam desconforto respiratório diante da pneumonia causada pelo coronavírus, embora mantenham níveis baixíssimos de oxigenação do sangue. Para Fabiana Brandão, no entanto, dizer que pacientes caíam mortos na rua é um exagero. Em janeiro, a Agência Lupa checou uma foto de pessoas deitadas em uma via na China, que foi enganosamente atribuída a mortes por covid-19. Segundo Brandão, nem todos os pacientes apresentam a hipóxia silenciosa durante a infecção e que as causas deste sintoma ainda não foram completamente desvendadas por cientistas. Em artigo de opinião no The New York Times, o médico norte-americano Richard Levitan descreve que muitos pacientes manifestam outros sintomas da doença, mas passam a sentir falta de ar somente em um estágio avançado de pneumonia. O autor apresenta a hipótese de que o coronavírus ataca as células produtoras de surfactante pulmonar, uma substância que reduz a tensão superficial do pulmão e ajuda a manter os alvéolos abertos entre as respirações. “Quando a inflamação da pneumonia por covid19 começa, ela provoca o colapso dos sacos de ar e os níveis de oxigênio caem”, afirma Levin. “No entanto, os pulmões inicialmente permanecem ’em conformidade’, ainda não rígidos nem cheios de líquido. Isso significa que os pacientes ainda podem expelir dióxido de carbono – e, sem acúmulo de dióxido de carbono, os pacientes não sentem falta de ar.” Ele recomenda o monitoramento da oxigenação de pacientes com sintomas de covid-19 com um oxímetro de pulso. Um texto publicado na revista Science em maio apresenta a hipótese de que a hipóxia silenciosa pode estar relacionada com os efeitos coagulantes do quadro inflamatório da doença. O artigo destaca, no entanto, que ainda havia incertezas sobre a validade do uso de oxímetros domésticos. “Agora também sabemos que as pessoas com hipóxia melhoram apenas fazendo com que deitem de bruços, o que é conhecido como posição prona. ” Embora alguns estudos indiquem benefícios da posição prona para o tratamento da covid-19, não é correto dizer que a aplicação da técnica é suficiente para melhorar as deficiências de oxigenação de pacientes com a doença. Um estudo do departamento de emergência médica de Nova Iorque publicado em abril na revista Academic Emergency Medicine associou a posição prona à melhora da saturação média de oxigênio de 50 pacientes com síndromes respiratórias agudas provocadas por covid-19 atendidos em hospitais no condado de Lincoln. Apesar disso, 24% dos participantes não conseguiram atingir ou manter níveis de oxigenação suficientes e foram entubados. Os próprios autores alertam que “são necessários mais estudos para apoiar a causalidade [entre a melhora da oxigenação e a posição prona] e determinar o efeito na gravidade e mortalidade da doença”. Uma outra pesquisa, divulgada na revista Lancet, também indicou benefícios da técnica para recuperação dos níveis de oxigênio de pacientes com covid-19. Ainda assim, a pronação não foi capaz de impedir a entubação de participantes. Já um estudo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) concluiu que a técnica não pode ser associada a taxas de entubação mais baixas. “É necessário ter cuidado antes da adoção generalizada desta técnica, enquanto se aguardam os resultados de ensaios clínicos”, diz o artigo, também publicado na Academic Emergency of Medicine. O protocolo de manejo de síndromes respiratórias graves de covid-19 da Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso da pronação para pacientes em estado grave submetidos a ventilação mecânica.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 24/11/2020 às 09h25

Diagnosticada com a Covid-19, a senadora Kátia Abreu (PP) segue internada no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. De acordo com a assessoria de imprensa, exames apontaram que o grau de comprometimento dos pulmões está abaixo de 50%, o que é considerado gravidade moderada, já que até 25% significa baixa gravidade e acima dos 50%, alta gravidade. Nesta terça-feira (24), ela entra no 8º dia de internação. A senadora está tomando corticoide, antibióticos e anticoagulante. A informação é que a parlamentar deverá ficar internada nos próximos dias até passar o período considerado crítico. No hospital, está sendo acompanhada pelo marido e atendida pelo infectologista Dr. David Uip, que é seu eu médico há anos, disse a nota divulgada. “Agradecemos o atendimento médico inicial em Palmas, feito pelo Dr. Rafael Nogueira (infectologista) e Dra. Fernanda (pneumologista), que foi de fundamental importância para o sucesso do tratamento. Rogamos a Deus que a vacina seja disponibilizada com urgência, para a proteção de todos nós. Pedimos, em especial, pela saúde de todos os brasileiros”, afirmou a senadora. Entenda A senadora foi internada no último domingo (22) no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Ela foi até a unidade após apresentar febre e exames de imagem constarem uma inflamação em um dos pulmões. A parlamentar anunciou que está com a Covid-19 na terça-feira (17). Ela não precisou de nenhum tipo de intubação e não está em Unidade de Terapia Intensiva. A informação de que ela estava infectada foi publicada pela própria parlamentar no Twitter. Ela disse que sentiu um mal-estar e algumas dores nas costas. Kátia Abreu disse que realizou quatro testes na última semana porque três integrantes da equipe dela testaram positivo para a doença. Ela não especificou quem são estas pessoas e nem qual o estado de saúde delas. A senadora estava isolada na casa dela, em Palmas e foi a São Paulo em um voo particular. Em março, o filho dela, o ex-vereador Iratã Abreu, também testou positivo para a doença. Ele teve sintomas leves e não apresentou febre.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 24/11/2020 às 03h00

Com alta de casos, Einstein priorizará pacientes de SP Diante do aumento de internações por Covid19, o hospital Albert Einstein vai passar a priorizar pacientes de São Paulo e transferir procedimentos menos complexos para outras unidades do grupo. Também adiará algumas cirurgias não urgentes. Saúde BS Einstein tem alta de internações por Covid19 e adia cirurgias não urgentes Hospital prioriza pacientes locais; outras instituições também se preparam para influxo de casos Cláudia CoUucci são Paulo Com o aumento de internações por Covid-19 e das cirurgias eletivas que ficaram represadas durante a pandemia, o hospital Albert Einstein está priorizando pacientes de São Paulo e transferindo procedimentos menos complexos para outras unidades do grupo. A estratégia, que também inclui 0 adiamentos de algumas cirurgias não urgentes, é para manter uma reserva de leitos caso os registros de Covid19 continuem aumentando e, ao mesmo tempo, para não interromper o atendimento de outras doenças. No sábado (21), circulou em redes sociais uma imagem de um painel eletrônico mostrando que sete unidades de terapia intensiva e semiint erosiva destinadas a pacientes graves (com e sem Covid) estavam 100% ocupadas ou mais. Segundo Sidney Klajner, presidente do Einstein, o painel é um retrato em tempo real das proporções de ocupação, mas que muda o tempo todo de acordo com a demanda. No sábado, às yh, por exemplo, todos os leitos destinados a pacientes com Covid19 e às outras especialidades estavam ocupados, mas havia altas agendadas logo depois, o que não aparecia no painel. De acordo com Klajner, mesmo antes do aumento das internações por Covid19 nas últimas semanas o Einstein já registrava taxas de ocupação de até 102%. Isso ocorre quando o paciente aguarda alta enquanto outro espera por aquele leito no pronto-atendimento. “Da mesma forma que o povo está indo para os bares, pa rafestas, ninguém está protelando mais procedimentos e cirurgias" afirma. Nesta segunda (23), o total de pacientes Covid-19 no hospital, que chegou a 98 na semana passada, estava em 93. Desses, 15 estavam na UTI, que tem 23 leitos. O restante estava na semi-intensiva e nos apartamentos. “Mas isso é muito modulável. Se houver um pico de uma segunda onda, podemos transformar o número de leitos necessários. Em março, estávamos preparados para transformar 300 leitos do hospital em UTI" diz Klajner. Para aumentar o número de leitos, ele afirma que o hospital está fazendo alguns remanejamentos. Procedimentos de baixa e média complexidade foram transferidos para o centro cirúrgico de Perdizes (zona oeste de SP), por exemplo. Sobre as cirurgias eletivas, ele diz que o hospital tenta conter um pouco o agendamento. Em vez de permitir Paciente com Covid-19 em leito de UTI no hospital Albert Einstein, em São Paulo Nelson Almeida 16.nov.20/AFP 150 cirurgias por dia, autoriza 120. “Procedimentos adiáveis podem ser feitos depois." Outra providência, segundo Klajner, tem sido priorizar pacientes locais. “Estamosrecusando pacientes de fora de São Paulo por falta de capacidade." Em nota, o Hospital Sírio-libanês disse que está remanejando espaços, leitos e equipes e priorizando os casos mais críticos. Nesta segunda, o hospital tinha 132 pacientes internados com Covid19, 34 deles na UTI. “Ampliamosnas últimas semanas nossa capacidade para mais de 500 leitos operacionais e temos planos de contingência para acomodar mais pacientes, caso seja necessário", diz o Sírio. No HCor (Hospital do Coração), a taxa de ocupação das duas UTIs de Covid-19 estava em 94% nesta segunda, com 47 pacientes internados. Segundo Fernando Torelly, superintendente-executivo do HCor, a ocupação geral do hospital (contando Covid-19 e outras doenças) está em 82%. “Estarmos preparadospara atender pacientes com Covid19 junto com as demais especialidades comíluxos seguros para todos.” No Hospital Alemã o Os waldo Cruz, a ocupação de leitos de UTI (Covid e nào Covid) estava em 85% nesta segunda-feira.