Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

AGÊNCIA FIOCRUZ DE NOTÍCIAS
Data Veiculação: 24/08/2020 às 00h00

Desde a confirmação dos primeiros casos da Covid-19, a Fiocruz, instituição vinculada ao Ministério da Saúde, vem trabalhando para dar respostas em diversas áreas. Após desenvolver os testes moleculares para detecção da doença e aumentar sua escala de produção progressivamente, a Fundação inicia a operação de mais uma Unidade de Apoio ao Diagnóstico da Covid-19. A iniciativa se insere na estratégia de apoio aos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) e ampliação da capacidade nacional de processamento de amostras, ação fundamental para a vigilância epidemiológica do vírus e o enfrentamento da pandemia. Confira imagens, vídeos e materiais de apoio. Acompanhe a cerimônia de inauguração da Unidade de Apoio ao Diagnóstico da Covid-19 no Ceará Com potencial para processar diariamente até 10 mil testes moleculares, a nova unidade está localizada no campus da Fiocruz Ceará, no Distrito de Inovação do Eusébio. Equipada com plataformas automatizadas doadas pela iniciativa Todos Pela Saúde (liderada pelo Itaú Unibanco), a Unidade utiliza a metodologia de PCR em tempo real. Outra Unidade de Apoio, localizada na sede da Fundação no Rio de Janeiro, iniciou suas atividades no último dia 10, podendo liberar até 15 mil resultados de testes moleculares por dia. “A Fiocruz vem buscando ser parte da resposta à crise humanitária que estamos vivendo desde o início da pandemia. A nossa tradição de 120 anos e a presença em todas as regiões do país nos permitem contribuir com o Ministério da Saúde na estratégia nacional de testagem. Além da mobilização das nossas unidades regionais no apoio aos Lacens locais, unimos esforços para implantar as Unidades de Apoio, que permanecerão como legado para o sistema de vigilância nacional e para o Sistema Único de Saúde [SUS] mesmo após o fim da emergência”, destaca a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima. Com potencial para processar diariamente até 10 mil testes moleculares, a nova unidade está localizada no campus da Fiocruz Ceará, no Distrito de Inovação do Eusébio (foto: Divulgação) Construída em pouco mais de dois meses, as novas instalações do Ceará ocupam uma área de aproximadamente 2,3 mil m2. A obra foi financiada pela ElopPar (controlada por Bradesco e Banco do Brasil e acionista majoritária de Alelo, Livelo, Veloe e Digio, além da Bandeira Elo) e UnitedHealth Group Brasil (UHG Brasil). O Ministério da Saúde custeará a operação. Em seu pleno funcionamento, cerca de 200 profissionais, entre biologistas e técnicos de laboratório capacitados, se revezarão em três turnos de trabalho para processar as amostras que são encaminhadas pelo Ministério da Saúde. “A Unidade de Apoio consolida a atuação da Fiocruz no Ceará, que desde o início da pandemia colabora com o Governo do Estado para ampliar a capacidade de diagnóstico da Covid -19. A testagem em massa é muito importante para o controle do coronavírus e nossos profissionais estão prontos para contribuir com essa importante iniciativa”, ressalta o coordenador da Fiocruz Ceará, Carlile Lavor. Projeto de expansão A Fiocruz começou, em abril, a unir sua expertise adquirida à infraestrutura tecnológica disponível na implantação de Unidades de Apoio ao Diagnóstico da Covid-19. Além do Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo foram os estados contemplados inicialmente com as plataformas capazes de processar em larga escala as amostras suspeitas da doença. Os equipamentos foram instalados por Bio-Manguinhos no campus da Fiocruz, no Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e no grupo Dasa, por meio de um acordo feito com o Ministério da Saúde. Com exceção dessas últimas, a operacionalização dos equipamentos é gerenciada pela Fiocruz, que atua desde a instalação e treinamento de pessoal, até o fornecimento dos insumos necessários e assistência técnica. Se até então a mobilização para ampliar a capacidade de testagem era realizada com recursos do Ministério da Saúde – que já destinou cerca de R$ 930 milhões nas diversas ações da Fiocruz nesta área – e a partir de equipamentos disponíveis em Bio-Manguinhos, o projeto das Unidades do Rio de Janeiro e do Ceará inaugurou também uma nova fase, marcada pelo apoio da iniciativa privada. Para viabilizar esse segundo momento, além do importante financiamento do MS que será aplicado na operacionalização das duas unidades, incluindo, entre outros aspectos, a contratação de recursos humanos e a aquisição dos insumos necessários, a Fiocruz contou com a doação de cerca de R$ 200 milhões. Clique na imagem para ampliar. A iniciativa Todos pela Saúde destinou mais de R$ 180 milhões para o projeto. O valor foi empregado na compra dos novos equipamentos das duas centrais e na estrutura física da unidade carioca. “A limitação na testagem para detecção da Covid-19 ainda é um desafio no Brasil. Para conter a pandemia, é fundamental que se tenha o controle das pessoas infectadas. Por essa razão, o conselho de especialistas do Todos pela Saúde avaliou e tomou a decisão de fazer esta parceria com a Fiocruz”, ressaltou a vice-presidente do Itaú, Claudia Politanski. Já o financiamento da obra do Ceará, assim como a aquisição de outros aparelhos, teve a contribuição do Bradesco e do Banco do Brasil, por intermédio da EloPar, e do UnitedHealth Group Brasil (UHG Brasil), que doaram, respectivamente, R$ 20 milhões e R$ 5,3 milhões para a causa. Com a contribuição dessas novas centrais, a quantidade de testes de RT-PCR processados, por mês, pode chegar a um milhão no pleno funcionamento das Unidades de Apoio. “A capacidade dessas unidades foi planejada tendo em vista a implantação de uma estratégia mais massiva de testagem que está em andamento pelo Ministério da Saúde. Nesse momento, trabalhamos para apoiar a grande demanda dos Lacens”, pontua o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fundação, Marco Krieger. As novas unidades do Rio de Janeiro e Ceará também foram contempladas, na doação recebida do Todos pela Saúde, com modernas plataformas para execução de testes sorológicos em escala (foto: Divulgação) Marco Krieger destaca, ainda, o papel fundamental que essas estruturas continuarão tendo para a Fiocruz e para o Sistema Único de Saúde com o fim da pandemia. “É importante ressaltar o legado que esse parque tecnológico representará para o SUS. Além do seu papel prioritário no fortalecimento do sistema de vigilância e no monitoramento de possíveis novas ondas de contaminação da Covid-19, essas Unidades de Apoio continuarão auxiliando os laboratórios de referência da Fiocruz e ainda em outras iniciativas”, complementa ele. Além dos testes de diagnóstico por RT-PCR, as novas unidades do Rio de Janeiro e Ceará também foram contempladas, na doação recebida do Todos pela Saúde, com modernas plataformas para execução de testes sorológicos em escala. Baseados na detecção da resposta imunológica após infecção, esses testes são complementares para o enfrentamento da pandemia e já estão sendo realizados para apoiar inquéritos epidemiológicos, avaliações em populações vulneráveis, entre outros. A ação agrega a capacidade nominal de 12 mil testes por dia em cada uma das novas centrais, ofertando apoio adicional ao sistema público de vigilância em saúde. Todos pela Saúde Lançado em 13 de abril deste ano, o Todos pela Saúde teve um aporte inicial de R$ 1 bilhão, realizado pelo Itaú Unibanco. Com recursos administrados por um grupo de especialistas da área da saúde e ações estratégicas baseadas em premissas técnicas e científicas, a iniciativa se guia por quatro pilares de atuação: informar, proteger, cuidar e retomar. Além do R$ 1 bilhão doado pelo banco, o Todos pela Saúde já recebeu cerca de R$ 240 milhões de pessoas e empresas. As orientações sobre o movimento e como contribuir podem ser acessadas aqui. O Todos pela Saúde é liderado por Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio Libanês, e conta também com a participação de Drauzio Varella, médico, cientista e escritor; Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Anvisa; Maurício Ceschin, ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde; Eugênio Vilaça Mendes, consultor do Conselho dos Secretários de Saúde; Sidney Klajner, presidente do Hospital Albert Einstein; e Pedro Barbosa, presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná. Elopar A Elo Participações Ltda (Elopar) é uma holding de investimentos, afiliada do Banco Bradesco e do Banco do Brasil, com ampla diversidade de negócios em meios de pagamento, arranjo de pagamento - bandeira de cartão, concessão de crédito ao consumidor, programas de fidelidade e de coalisão e produtos de benefícios de Recursos Humanos, como alimentação e refeição. A Elopar e suas empresas Alelo (e sua unidade de negócio Veloe), Livelo, bandeira Elo e Digio dedicam-se a ações sociais e de sustentabilidade, para reverter seus resultados em benefício à sociedade. O compromisso do Bradesco, Banco do Brasil e da Elopar é cuidar das pessoas, da saúde e bem estar da sociedade brasileira e apoio a instituições com objetivo comum. UnitedHealth Group Brasil (UHG Brasil) O UnitedHealth Group Brasil é uma empresa de saúde e assistência médica diversificada, que reúne 33 hospitais no país, sendo composto pela operadora de planos de saúde Amil (com 3,5 milhões de beneficiários de planos médicos e 2,2 milhões de odontológicos), e pelo grupo médico-hospitalar Americas Serviços Médicos - que reúne hospitais e centros médicos de referência em diversos estados. Os R$ 7,5 milhões (dos quais, 5,3 milhões foram destinados à Unidade de Apoio do Ceará) direcionados ao fundo emergencial da Fiocruz fazem parte de uma doação de R$ 38 milhões do UnitedHealth Group Brasil para apoio

HEALTHCARE MANAGEMENT
Data Veiculação: 24/08/2020 às 18h57

Coalizão Covid-19 Brasil dá início a estudo com antivirais em pacientes com coronavírus O grupo Coalizão Covid-19 Brasil, formado por Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet), inicia em agosto o estudo Coalizão IX, que avalia a eficácia e a segurança de potenciais terapias com antivirais para pacientes com Covid-19. A pesquisa será conduzida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os medicamentos a serem testados já são aprovados para uso corrente em outras doenças virais, como AIDS e Hepatite C, e se mostraram muito eficazes em reduzir a carga viral do SARS-COv2 em estudos “in vitro” realizados pela Fiocruz. São eles: atazanavir (Grupo I), sofosbuvir associado ao daclatasvir (Grupo II) e somente daclatasvir (Grupo III). Estudos clínicos com esses medicamentos em pacientes com Covid-19 já foram iniciados no Irã, Egito, África do Sul e Argélia. A pesquisa, que é a nona a ser realizada pela aliança (a iniciativa conduz nove estudos voltados a diferentes intervenções em pacientes infectados pelo novo coronavírus), testará se os antivirais isolados e/ou em combinação serão eficazes para tratar casos de Covid-19 em pacientes hospitalizados com doença moderada, observando a potencial diminuição da carga viral na primeira fase do estudo, seguida de uma segunda fase em que se avaliará melhora clínica através da quantidade de dias livres de suporte respiratório. Serão recrutados, de forma aleatória (sorteio), participantes que estejam na primeira semana da doença, em 35 centros distribuídos nas regiões onde a pandemia está em ascensão. A estimativa dos pesquisadores é recrutar até 1012 pacientes em 90 dias, somando as duas fases do estudo. A iniciativa conta com a colaboração de pesquisadores da Fiocruz e com a doação das medicações pelas indústrias Farmanguinhos e Blanver/Microbiológica. Resultados do primeiro estudo. No último dia 23 de julho, a Coalizão Covid-19 Brasil divulgou o resultado do estudo Coalizão I, que avaliou se a hidroxicloroquina, associada ou não à azitromicina, poderia trazer benefícios a pacientes adultos hospitalizados com formas leves a moderadas de Covid-19. Publicada no periódico científico New England Journal of Medicine, a pesquisa indicou que as drogas não promoveram melhoria na evolução clínica dos pacientes. A avaliação do efeito do tratamento com hidroxicloroquina, com ou sem azitromicina, considerou como resultado principal o status clínicos dos 667 pacientes incluídos no estudo 15 dias após a inclusão. Os outros estudos da Coalizão Covid-19 Brasil finalizados ou em andamento • Coalizão II – Avaliou casos de Covid-19 mais graves que necessitaram de maior suporte respiratório. Todos os pacientes receberam hidroxicloroquina, e de forma aleatória (sorteio), os pacientes foram alocados em dois grupos: um que recebia adicionalmente azitromicina, e outro que não recebia azitromicina (grupo controle). Todos os pacientes receberam tratamento padrão que incluía hidroxicloroquina. Em breve os resultados serão divulgados. • Coalizão III – Avaliou a efetividade da dexametasona para casos de Covid-19 com síndrome respiratória aguda grave. A dexametasona é uma medicação com ação anti-inflamatória. Inclusão de pacientes encerrada com 299 casos em 40 centros. Resultados devem ser publicados brevemente. • Coalizão IV – Está avaliando se a anticoagulação plena com rivaroxabana traz benefícios para pacientes com Covid-19 com risco aumentado para eventos tromboembólicos. Foram incluídos 53 de um total previsto de 600 pacientes em 40 centros. • Coalizão V – Está avaliando se a hidroxicloroquina previne o agravamento da Covid-19 em pacientes que não precisam de internação hospitalar. Foram incluídos mais de 600 de um total previsto de 1300 pacientes em 68 centros. • Coalizão VI – Avaliou se o tocilizumabe, um inibidor da interleucina 6, é capaz de melhorar a evolução clínica de pacientes hospitalizados com Covid-19 e fatores de risco para formas graves inflamatórias da doença. Inclusão de pacientes encerrada com 129 casos em 12 centros. Os pacientes estão sob acompanhamento clínico e os resultados deverão ser publicados em breve. • Coalizão VII – Está avaliando o impacto a longo prazo, após alta hospitalar, incluindo qualidade de vida, de pacientes que tiveram Covid-19 e foram participantes dos demais estudos da Coalizão. Em andamento. Foram incluídos 529 pacientes. • Coalizão VIII – Avaliará se anticoagulação com rivaroxabana previne agravamento da doença com necessidade de hospitalização em pacientes com formas leves da Covid-19. Previsão de início de inclusão em setembro de 2020 (1.000 pacientes).

METRÓPOLES/BRASÍLIA
Data Veiculação: 24/08/2020 às 08h58

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou ao Ministério da Saúde e ao Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos impactos da Covid-19 que a hidroxicloroquina fosse utilizada exclusivamente nas indicações terapêuticas já aprovadas e que constam na bula do medicamento. Entre elas estão o tratamento de malária, lupus e doenças reumáticas, mas não a Covid-19. As informações foram obtidas via Lei de Acesso à Informação (LAI) pela newsletter Don’t LAI to me. “Recomendamos […] que os comprimidos de hidroxicloroquina fabricados pelo Laboratório Químico e Farmacêutico do Exército e pelo Instituto de Tecnologia em Fármacos – Farmanguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz, sejam destinados exclusivamente às indicações terapêuticas já aprovadas por esta Anvisa e que constam na bula do medicamento. Não há comprovação científica de que a hidroxicloroquina seja eficiente no tratamento de pacientes com o novo coronavírus. Ainda assim, ela vem sendo fortemente vendida como solução pelo presidente Jair Bolsonaro para evitar mortes pela doença. “Coincidência ou não, sabemos que não tem nenhuma comprovação científica, mas deu certo comigo. No mais, não existe nenhum medicamento ainda no mundo que tenha comprovação científica constatada. Então, é uma situação de observação, que deu certo comigo, deu certo com muita gente. Muitos médicos dizem que a hidroxicloroquina funciona. Não estou fazendo nenhuma campanha para o medicamento, afinal de contas, o custo é baratíssimo e, talvez, por causa disso, que tem muitas pessoas contra. E outras, parece, por questões ideológicas, parece”, acusou, durante transmissão ao vivo em 16 de julho. Estudos nacionais e estrangeiros já descartaram qualquer relação entre a hidroxicloroquina e a recuperação de pacientes com a Covid-19. Uma pesquisa da qual participaram cientistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e outras oito instituições descartou que haja benefício na admissão do fármaco em infectados com o novo coronavírus. A sondagem foi feita com 667 pacientes hospitalizados com formas leves ou moderadas da Covid-19 em 55 hospitais brasileiros, com grupo de controle (que é medicado com placebo para avaliar a diferença). Participaram adultos em torno de 50 anos, a maioria do sexo masculino, sendo que 40% eram hipertensos, 21% diabéticos e 17% obesos.

CNN NOVO DIA/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 24/08/2020 às 08h15

São oito horas e quinze minutos na busca por um tratamento eficaz contra a couve de dezenove os Estados Unidos autorizaram o uso do plasma em pacientes o método já é utilizado contra outras doenças. Vamos falar um pouco mais sobre esse estudo sobre essa autorização, com o diretor do m morreu o juiz Amorim Willis, bom dia, obrigado pela entrevista aqui para a CNI. Ele que você nos explicasse exatamente como é que funciona esse tratamento do plasma que é retirado de pessoas que já tiveram a convide dezenove se curaram dela e aplicado naqueles que estão com a doença em qualquer estágio da doença. É exatamente isso você já viu bem e as pessoas que tiveram corte de ficaram curados no momento, elas ficam curados por que desenvolver um anticorpo chamado Monte com meu paralisante capaz de neutralizar destruir o vírus. Por isso, elas foram curados, então durante um longo tempo, elas permanecem com aquele tipo sociais com curado, na forma de uma licença e tem um anticorpo dupla com a ideia se você retirar o pó que se retira como se fosse a doação de sangue pouquinho diferente se pode supor não, sangue total. E se você lembra da parceria que na parte amarela do sangue, então se você olhar essas pessoas que têm grande quantidade de corpos ou próxima de posse contra o coronavírus do tipo dois lado entre as famílias se torna a pessoa está doente, está nono quando essa mais ou menos sério, quando essa grata hospitalizado em outras palavras pela cor e dezenove, a expectativa é que sente por conseguir neutralizar o vírus que consiga fazer a pessoa melhor e consiga reduzir a mortalidade essa ideia não é de amoras diet já usada desde a gripe espanhola Rosa, cem anos e que vem sendo usada muito recentemente, muitos outra e muitas outras mudanças como a bola como o próprio primeiro surto do coronavírus o tipo uma seja, então é uma é um tratamento está sendo testado no Brasil, o tratamento ainda chama de experimental porque para o coronavírus de CO dois ainda não tem evidências fortes de que ele realmente funcione o onde ele funciona em que tipo de paciente e funcionam, mas não a gente viu que essa situação nos Estados Unidos a mudar com a aprovação pelo FMI para que a equivalente a Anvisa americano, os dupla. A gente trouxe a notícia então expõe aqui para você que acompanha ao vivo a gente que os Estados Unidos autorizaram o uso do plasma em paciente se a gente trouxe essa realidade aqui para o Brasil também é preciso que haja uma aprovação ou esse tipo de tratamento já ocorre aqui no Brasil e com outras doenças, inclusive. A pergunta na verdade nos Estados Unidos aconteceu foi na lista com de Mia com do Norte a tratamento que eles não ainda o tratamento seja aquela bala de prata que a gente fez e resolveu a situação do paciente concordo e dezenove e se permitiu e faz ações e adicional que o prazo fosse usado por convalescente em duas situações a primeira situação em trabalho de pesquisa clínica e a segunda situação do chamado o uso com passivo algo chama de acesso e onde do outro de uso militar. E seriam pessoas que não tem tratamento que estão muito doente, ocorridos mês, pediria a autorização pedido eu não tenho que pediram autorização e de para que fosse usado por fora do projeto de pesquisa foi o estudo clínico que dentro do desse uso comum de se manifestar neste autores ali ou não em função de cada estado apresentará caso a caso o que mudou foi que ao longo desses quatro meses por ano sendo usado. Os resultados vêm sendo publicados resultados melhores nos não tão bons e até saiu na semana passada, o resultado do uso e trinta e cinco dos quarenta e cinco mil pessoas de cinquenta pessoas nos Estados Unidos e não foi o projeto de pesquisa foi um dos que o passivo mas os autores do crime é muito famosa nos Estados Unidos, há mais de meio período analisado os dados destas trinta e cinco, o pessoas tratada de forma passiva com plano e verificar que de fato mortalidade daqueles que usavam quando era menor a cerca de trinta e cinco oitenta e sete por cento menor do que naqueles que não usavam para isso era muito mais acentuado pontos, quando o tratamento será feito na fase precoce de pacientes hospitalizados, mas ainda não muito grave ainda não entubado uso respirador mecânico de Serra. E esse artigo mudou um pouco a a situação dos Estados Unidos e disse que tem se reunido desde que certificada uma semana e que ontem a gente viu ele autorizou o uso do plano de forma emergencial a diferença antes a culpa se eu quero usar o plasma que o paciente ao que consta no projeto de pesquisa e eu peço eu mando e meio e assim funcionou e eles da autorização ou não o caso ao cargo agora, agora. Eles consideram uma autorização emergencial que estou o paciente com couve dezenove, acho que ele vai ser beneficiado por um tem Liberdade e o comércio de fazer esse plano sem precisar consultar de por mais ou menos essa diferença e a expectativa é que de fato o número de pessoas tratadas com planos Unidos ganhou muito com essa autorização, agora, já que nem aqui não pode fazer ainda, né, no isto é uma previsão hoje já estamos usando esse tratamento. Nós estamos usando também parecido com os Estados Unidos e dois bancos forros estudos clínicos na uniten estudo clínico, alguns está no Rio ao hospital em estado crítico por ação por sangue Sírio Libanês Roberto como muitos por cento de motos no Brasil inteiro. Estudos recentes estudos comparados em dois grupos no grupo um quanto o outro grupo autor a diferença se não estiver permitido pela Anvisa, desde que você ó isso por hora da Comissão Nacional de ética em pesquisa, mas também era permitido pela visão esse uso pouco passíveis humanitária e médica precisando do acha que o paciente de se beneficiará do plástico, ele é de ao menos cento e produza para liberar o plano se você concordar, se houver o plano de poder e pode ser feito de forma passiva. Ainda não tem uma liberação, digamos, é emergencial para usar como foi os Estados Unidos, os e quando você quiser nesta unir para usar como quiser isso ainda não tem no Brasil, mas em muitos pacientes tratados com plano país nessas duas situações tanto o uso ou passivo humanitário quando no uso em projeto de pesquisa que. Nós conversamos com diretor do IMO Rio, Luís Amorim Luís brigar pela entrevista aqui para a CNN até a próxima em. Bom dia para o senhor obrigado pela entrevista

BLOGS DO ESTADÃO
Data Veiculação: 24/08/2020 às 04h30

Glauco Humai. FOTO: DIVULGAÇÃO Após meses fechados por conta da pandemia, e em cumprimento a decretos de estados e municípios, esta semana temos os 577 shopping centers do país de volta a suas operações. Foi um período de incertezas, intensos desafios, mas também de muito diálogo, aprendizado e inovação, que certamente nortearão nosso segmento daqui pra frente. Essa luta deixou aprendizados, que serão fundamentais para seguirmos ainda mais fortalecidos. E quem ganha com toda essa evolução do setor de shopping centers é a sociedade, que passou a contar com mais alternativas, fruto deste período, como as vendas por drive-thru, cinemas drive-in e na manutenção dos mais de 3 milhões de empregos gerados pelo setor. A conquista é merecida. De maneira responsável todos os empreendimentos se prepararam para o retorno de suas atividades. Em parceria com instituições referência em saúde no Brasil, como o Hospital Sírio-Libanês e a Rede Mater Dei, produzimos protocolos de reabertura para que os shoppings pudessem funcionar preservando a saúde e a segurança de colaboradores e clientes. Nos tornamos mais uma vez referência internacional na forma de cuidar e operar. Nesse longo caminho que trilhamos, mantivemos diálogo com as autoridades na busca por melhores soluções, de acordo com a realidade de cada região do país, visando minimizar possíveis desalinhamentos entre prefeituras, estados e Governo Federal. Além disso, nos deparamos com o medo da população, natural diante de um vírus sobre o qual se tinha pouca informação. No entanto, conforme as reaberturas foram sendo realizadas, os consumidores perceberam que a limitação do fluxo de pessoas, aliada ao monitorando da entrada e aos procedimentos de higienização reforçados, traria condições seguras dentro deste “novo normal”. O movimento de reaberturas e novos fechamentos trouxe adversidades para lojistas e clientes, mas, mesmo assim, conseguimos superar mais esse obstáculo. Por meio de muito trabalho reconquistamos a confiança da população e mostramos que sim é possível equilibrar saúde e economia. Nos preparamos para uma retomada tranquila. As vendas têm se recuperado gradualmente desde março. Entre 2/3 e 16/8, o setor de shopping center apresentou uma queda acumulada nas vendas de 61,3%, mas, no início da análise, que trazia o período de 2/3 a 24/5, a perda acumulada era de 68,8%. Além disso, ao compararmos a semana de 10/8 a 16/8 com o período equivalente do mês anterior, observamos um crescimento 32,6% nas vendas. Os dados são do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), desenvolvido pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) em conjunto com a Cielo. Os desafios continuam, já que, mesmo reabertos, muitos shopping centers ainda funcionam com horários restritos. O setor se manterá firme nesta nova fase, com a confiança e a paciência do início, reforçando aos nossos clientes e colaboradores que, mais do que locais seguros para compras e entretenimento, os shopping centers fazem parte da cultura e da história de nosso país. *Glauco Humai, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce