Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

LAES HAES
Data Veiculação: 23/12/2020 às 00h00

Foto de Ketut Subiyanto no Pexels Hospital convoca as pessoas a assumirem o protagonismo pela vida reforçando que a pandemia não acabou e propondo a união de todos para reduzir número de casos mostrando a realidade vivida pelos profissionais de saúde no atendimento aos pacientes O aumento da procura de pacientes com, ou suspeita, de COVID-19 no Hospital Sírio-Libanês nas últimas semanas foi um alerta aos profissionais da saúde, que desde março estão prestando assistência médico-hospitalar a quem precisa. Esse cenário de elevação de caso motivou a instituição a lançar uma campanha para sensibilizar as pessoas sobre a importância de manterem os cuidados, promovendo as medidas de segurança que, comprovadamente, reduzem o risco de transmissão da doença e salvam vidas. “A pandemia não acabou”, diz dr. Paulo Chapchap, diretor geral do Hospital Sírio-Libanês. “Por isso queremos enfatizar que as medidas de prevenção devem continuar as mesmas do início do ano. E reforçar, até quando for preciso, que não podemos parar de nos cuidar. ” Com a hashtag #NãoPareDeSeCuidar, a campanha teve um lançamento com um manifesto publicado em jornais de grande circulação nacional, acompanhado por uma versão em vídeo que reforça esse posicionamento nos canais digitais. O manifesto é uma convocação à sociedade para união e responsabilidade neste momento crucial da pandemia. Para isso, conta com depoimentos de profissionais de saúde da instituição, que em tempos desafiadores como este, continuam ativos no combate à COVID-19, assim como em todos os tratamentos de outras doenças que precisam de acompanhamento e tratamento, mesmo durante a pandemia. “Estamos trabalhando incansavelmente para proteger nossos pacientes, médicos e colaboradores. Mas é necessário que a sociedade também faça a sua parte, evitando aglomerações, usando máscaras, lavando as mãos e preservando a sua saúde e daqueles com quem convivem”, conclui Dr. Paulo. Para conhecer o manifesto, visite www.hsl.org.br/compromisso-com-a-saude Fonte: InPress/Porter Novelli.

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 23/12/2020 às 11h05

As vacinas para tentar barrar o vírus Sars-Cov-2, que causa a covid-19, doença que já matou quase 200 mil pessoas só no Brasil, são seguras, resultado de intenso trabalho da ciência. A opinião é do médico bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, um cientista que conhece a pesquisa sobre o novo coronavírus por dentro. Reis, que é também diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, destaca o avanço da ciência na pesquisa das vacinas, afirma que “é trabalho feito com responsabilidade”, assim como os cuidados hospitalares com os pacientes. Mas o médico alerta que neste período de festas “é preciso que as pessoas mantenham as regras de isolamento social e higiene pessoal” para evitar aumento na contaminação. “A vacina não vai resolver tudo em 15 dias”, explica Reis. Segundo ele, houve aumento nas internações, os hospitais estão cheios e a imunização da população vai requerer tempo. Na entrevista à, Reis analisa e dá detalhes da pesquisa das cinco vacinas, que usam três tecnologias diferentes de imunização, que estão para entrar no mercado mundial: Coronavac (Butantan/Sinovac), Astrazeneca (Oxford/Fiocruz), Janssen, Pfizer/BioNtech e Moderna.

EXAME.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 23/12/2020 às 06h00

Cinco meses após o início dos testes da Coronavac no Brasil, o Instituto Butantan divulga, nesta quarta-feira (23), os resultados que atestam a eficácia da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida em parceria com a empresa chinesa Sinovac. Os números finais dos estudos de fase 3, conduzidos no Brasil e na China, devem ser divulgados em uma coletiva de imprensa marcada para às 15h45. O cenário político e econômico está em constante mudança no Brasil. Venha aprender o que realmente importa na EXAME Research O laboratório chinês e o Butantan devem submeter os dados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à agência reguladora chinesa ao mesmo tempo, e aguardam não apenas a aprovação emergencial do imunizante, mas também o registro definitivo – o que permitirá a distribuição da vacina em larga escala, e não apenas para grupos específicos. A estratégia de obter o registro duplo, o internacional junto com o nacional, foi divulgada no dia 14 de dezembro quando o governo paulista anunciou o adiamento da divulgação do resultado de eficácia da vacina Coronavac, supreendendo à comunidade científica, que aguarda ansiosa os dados do estudo conduzido no Brasil. A gestão do governador João Doria espera começar a vacinação com a Coronavac, ao menos dos grupos prioritários (como profissionais da saúde e idosos) em 25 de janeiro, mas a viabilidade desse prazo depende da aprovação da Anvisa. O governo paulista espera obter essa liberação já nas primeiras semanas de janeiro, quando já terá pelo menos 10,8 milhões de doses em estoque. Há pouco mais de um mês, estudos de fase 1 e 2 publicado na revista científica britânica The Lancet – e revisado por pares – apontaram que a vacina é segura e induz a produção de anticorpos em cerca de 97% dos voluntários. A expectativa de infectologistas, entretanto, é que esse número caia um pouco nos estudos de fase 3, que testam o imunizante em um número maior de voluntários – só no Brasil, mais de 13 mil participam do estudo clínico. Para a comunidade científica, uma taxa de eficácia superior a 50% já é suficiente para que uma vacina seja aceita e aprovada. “É provável que a Coronavac não alcance a mesma taxa de eficácia de 94% e 95% das vacinas produzidas pela Moderna e pela Pfizer/BioNtech, respectivamente”, diz Luiz Fernando Lima Reis, diretor de pesquisas do hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Isso porque, segundo Reis, as vacinas que utilizam versões inativados do vírus, como o imunizante do Butantan, tendem a ter menor eficácia, mas são tecnologias amplamente usadas na saúde pública. “Qualquer percentual acima de 50% estará valendo. Precisaremos de todas as vacinas disponíveis cuja segurança e qualidade sejam comprovadas para imunizar a população.” Plano Nacional Após discussões acaloradas entre o governador João Doria e o governo federal, o Ministério da Saúde informou na última quarta-feira (16) que incluirá a vacina do Butantan no Plano Nacional do Imunização contra a Covid-19. O ministério, inclusive, prometeu o início da vacinação para o final de janeiro e já negocia a compra de 100 milhões de doses para serem entregues e distribuídas em todo o país ainda no primeiro semestre de 2021. O Butantan também deve vender a vacina para outros países da América Latina, como Argentina, Peru, Colômbia e Bolívia. A expectativa do Ministério da Saúde é que, nos próximos meses, o país tenha acesso a 258,4 milhões de doses de várias vacinas contra o coronavírus. O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, disse que parte desse volume já começa a chegar a partir de janeiro. Segundo Medeiros, a expectativa é ter 42 milhões de doses do consórcio Covax Facility; 100,4 milhões da vacina de Oxford; e 70 milhões da vacina da Pfizer. Já a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan e pela chinesa Sinovac, somaria mais 46 milhões de doses, das quais 9 milhões seriam entregues em janeiro, 15 milhões em fevereiro e 22 milhões em março de 2021. Medeiros disse que há uma negociação em andamento para ampliar o contrato da Coronavac para 100 milhões de unidades. Doses importadas X produção local Na segunda-feira (21), Doria anunciou que o estado deve receber até o fim deste ano matéria-prima para fabricar localmente mais 7 milhões de doses da Coronavac. Mais de 5 milhões dessas doses devem desembarcar no aeroporto de Guarulhos nesta quinta (24), véspera de Natal. Outras 400 mil doses chegam ao estado na próxima segunda (28) e, dois dias depois, na quarta-feira (31), mais um milhão de doses serão entregues. Ao fim de 2020, segundo o governador, o estado de São Paulo já terá um estoque 10,8 milhões de doses da Coronavac. O governador João Doria também reafirmou que o estado está reforçando seu estoque de insumos para vacinação. Na sexta (18), o estado de São Paulo iniciou o processo de compra 100 milhões de cada um desses insumos, e pretende concluí-los ainda nesta semana. Essa é a quarta tentativa do governo paulista de adquirir agulhas e seringas – até agora, os prazos estipulados nos editais foram considerados inviáveis pela indústria. Ainda não é um assinante? Assine e tenha acesso a todo o conteúdo do exame. Informe o seu e-mail cadastrado e você receberá um link para alterar a sua senha. Enviamos um email de recuperação no email informado, se não aparecer em sua caixa de entrada, por favor, verifique se a mensagem não apareceu em sua caixa de SPAM com o título: Exame: Recuperação de Senha.

METRÓPOLES/BRASÍLIA
Data Veiculação: 23/12/2020 às 04h45

A taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública do Distrito Federal destinados a pacientes da Covid-19 subiu para 82% na noite dessa terça-feira (22/12). Segundo dados da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) atualizados às 18h10, 129 dos 170 leitos estão ocupados. O número inclui UTIs pediátricas e adultas. Do total de leitos, 14 estão bloqueados ou esperando liberação e 27 estão disponíveis para acolher novos pacientes. Do total de leitos livres, 24 contam com suporte para hemodiálise. No Hospital de Base do Distrito Federal (foto em destaque), de acordo com as informações da SES-DF, 20 dos 26 leitos de UTI adulto estão ocupados. Os outros seis seguem bloqueados ou esperando liberação. No Hospital de Campanha da Polícia Militar, unidade médica que conta com a maior estrutura para receber pacientes graves de Covid-19, 68 dos 80 leitos de UTI equipados para atender adultos estão ocupados. Na rede particular, a ocupação atinge 152 dos 203 leitos de UTI – adultos e pediátricos –, o que equivale a 74,8% da capacidade total. De acordo com os dados atualizados às 18h10 dessa terça, algumas unidades não contam mais com leito algum disponível. São elas: Hospital Home, Hospital Alvorada, Hospital Daher, Hospital Santa Lúcia Norte, Hospital Santa Luzia, Hospital Santa Marta e Hospital Sírio Libanês. Mobilização de leitos A Secretaria de Saúde informou que está elaborando um plano de mobilização de leitos para atender pacientes de Covid-19. De acordo com a pasta, “trata-se de uma antecipação para uma eventual segunda onda” da doença no Distrito Federal. No último domingo (20), 15 leitos de UTI passaram a ser exclusivos para tratar pacientes da rede pública diagnosticados com o novo coronavírus – sendo 10 no Hospital Regional de Samambaia e cinco no Hospital Daher. Hospital de Base Como mostrou o Metrópoles, o Hospital de Base, maior unidade de saúde da capital do país, será esvaziado e deverá operar com 50% da capacidade a partir de janeiro de 2021. A medida foi tomada diante do avanço da pandemia do novo coronavírus no DF. O Protocolo de Desespiralização do HBDF, documento assinado pelo superintendente do hospital, Lucas Seixas, alerta para o início da 2ª onda da Covid-19 e a possibilidade de isso ocorrer no DF no 1ª trimestre de 2021. O cronograma prevê metas e prazos para a redução da ocupação. Entre essa segunda-feira (21/12) e o próximo dia 31 de dezembro, o Hospital de Base deverá operar com 80% de ocupação. Entre 1º e 11 de janeiro, o percentual será reduzido para 70%. Na próxima fase, de 12 a 15 de janeiro, a ocupação deverá estar em 60%. A previsão é que a capacidade chegue a 50% em 16 de janeiro. O término estabelecido para o protocolo não é exato, indicando apenas “até o final da 2ª onda” como data-limite. O superintendente do Hospital de Base afirmou, no documento, que a taxa de transmissão está acima de 1.30 na maior parte das regiões do DF. Esse indicador, responsável por medir o número médio de pessoas infectadas por um indivíduo, aponta o início da 2ª onda, segundo Seixas. “De forma clara, será demonstrada a retomada da pandemia da Covid-19 no Brasil”, comentou. Segundo o protocolo do Hospital de Base, o acesso às UTIs para pacientes sem Covid-19 será precedido de exame PCR, análise clínica e radiografia de tórax. Não será utilizado o teste sorológico. Contratações A Secretaria de Saúde também abriu inscrições para contratação imediata de 102 médicos temporários na última terça-feira (22). Os aprovados, de acordo com a pasta, irão trabalhar nos hospitais regionais da Asa Norte, Brazlândia e Planaltina, além do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Hospital de Campanha de Ceilândia. “O objetivo desse processo seletivo é contratar profissionais para incrementar as equipes que estão atuando na assistência no enfrentamento da Covid19”, afirmou a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Almeida. Média móvel A média móvel de mortes por Covid-19 no Distrito Federal subiu para 10,6 nesta terça-feira (22/12). Na comparação com o indicador apurado há 14 dias, houve queda de 3,9%, o que mostra estabilidade na quantidade de mortes. Desde o início da pandemia de coronavírus, o DF já notificou 245.872 contaminações e 4.169 óbitos em decorrência da doença. Nas últimas 24 horas, foram 13 mortes e 629 novas infecções. Restrições e vacina para conter a disseminação da Covid-19 e reduzir o risco de segunda onda da doença, o Governo do Distrito Federal não descarta a adoção de novas medidas restritivas, como a que atingiu bares e restaurantes, cujos horários de funcionamento foram limitados às 23h, por determinação do governador Ibaneis Rocha (MDB). Nesta terça, o secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto, declarou que a taxa de transmissão do novo coronavírus saiu de 1,3 e chegou a 0,89 nesta semana, o que seria impacto da limitação do funcionamento desses estabelecimentos. O ideal é o índice, que aponta a capacidade de contaminação por pessoas, ficar abaixo de 1, conforme explicou o secretário. O consumo de bebida alcoólica e a permanência por mais tempo dentro dos estabelecimentos provocam descaso em relação ao uso da máscara e ao distanciamento social, segundo Osnei. “As pessoas também acabam compartilhando copos e instrumentos como narguilés, elevando a disseminação do vírus”, afirmou. A Vigilância Sanitária autuou 300 bares e interditou mais de 50 por não cumprirem a restrição de horário. Contudo, a medida não terá validade nos dias 24 e 31 de dezembro, véspera do Natal e Ano-Novo, respectivamente. Ainda de acordo com o secretário de Saúde, o DF vai “disponibilizar a vacina, e temos toda uma logística preparada. Aqui, no DF, as regiões administrativas têm, no máximo, 60 km de distância, o que facilita o trabalho, diferentemente de outras unidades da Federação”. Lançado na última sexta-feira (18/12), o Plano Distrital de Vacinação contra a Covid-19 prevê quatro etapas de imunização, como definido pelo Ministério da Saúde. No total, 678.750 pessoas devem receber a vacina no DF. Trabalhadores da saúde e idosos acima de 75 anos serão os primeiros, seguidos de pessoas com idade entre 60 e 74 anos. De acordo com a Secretaria de Saúde, 1,5 mil profissionais estarão envolvidos na vacinação e 150 veículos distribuirão as doses quando os itens estiverem disponíveis. 1/10 Protesto contra mortes pela Covid-19 em Brasília ▲ Limpeza e descontaminação em escolas públicas do DF ▲ Colégios públicos ainda não voltaram ▲ Restrições de comércio e atividades em Ceilândia foram adotadas por causa do grande número de casos de Covid-19 na cidade ▲ Covid-19: MPDFT recomenda ao GDF que ônibus rodem com 50% da lotação máxima ▲ Pessoas se protegem do coronavírus no DF usando máscara ▲ Coronavírus no DF ▲ Movimento em bares do DF após 23h ▲ Foram identificadas irregularidades em bares, como aglomerações, não uso de máscara, falta de álcool em gel e de distanciamento social ▲ Vigilância Sanitária tem autuado estabelecimentos que descumprem normas