Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

EXAME.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 23/10/2020 às 19h40

Foram três dias de debates valiosos. O 16º Congresso Internacional de Shopping Centers da Abrasce, que terminou ontem (22), reuniu os maiores especialistas do setor para repensar o atual momento e o que vem pela frente. Realizado pela primeira vez em formato 100% digital, por conta dos desafios da pandemia, nossos painéis chegaram a ter centenas de usuários conectados simultaneamente. Um verdadeiro sucesso! O último encontro de debates desta edição reuniu empresários e executivos que são referência no setor: José Isaac Peres, da Multiplan; Carlos Jereissati, da Iguatemi; Ruy Kameyama, da brMalls; Marcos Carvalho, da Ancar Ivanhoe; e Renato Rique, da Aliansce Sonae. Eles comentaram sobre os maiores desafios do segmento, os aprendizados deixados pela pandemia, a importância do mundo digital para o setor e adiantaram que vislumbram novembro e dezembro deste ano até melhores do que os mesmos meses do ano passado. Nosso congresso também fez a ponte com a Europa e o mercado asiático. Tom Andrews, da HongKong Land; Samuel Hibel, da Kardan Land China; e Volker Kraft, sócio da ECE Alemanha, enfatizaram a importância das áreas de gastronomia dos shoppings e como elas têm avançado no mix dos empreendimentos. Mas nós, brasileiros, também mostramos como estamos avançados em diversos quesitos, entre eles, o de entretenimento, como bem observou Rafael Sales, da Aliansce Sonae. E claro que não faltou tecnologia com a participação de Ernesto Villela, da Mimoo; Cibelle Ferreira, da Shopper Um; e Francisco de Frutos, da Plug and Play. Os três mostraram como o setor de shopping, que tem como característica inovar, pode evoluir ainda mais. Quem acompanhou nossos painéis também teve uma excelente contextualização política e econômica com duas das mais renomadas jornalistas do país nessas áreas: Natuza Nery e Júlia Duailibi, além da participação do analista político da FSB Comunicação, Alon Feuerwerker. A discussão ganhou peso com o tema da reforma tributária e os argumentos de Caio Megale, da XP Investimentos, e Jorge Antônio Rachid, consultor tributário e ex-secretário da Receita Federal, sobre como é importante pensarmos na sustentabilidade das contas públicas e que o momento é de focar na recuperação da economia e na manutenção dos empregos. Neste mesmo painel, o médico Fábio Gregory, do Hospital Sírio-Libanês, fez uma rica contribuição do que devemos esperar do novo normal. Nosso conhecimento foi além com as reflexões do filósofo, escritor e ensaísta, Luiz Felipe Pondé. Ele nos alertou sobre um perfil de cliente mais exigente por ter mais opções de escolhas. Além disso, até domingo, as pessoas ainda têm a chance de visitar a Exposhopping, a maior feira de negócios do setor da América Latina. E o melhor: ela é online e gratuita. Com uma experiência de imersão semelhante ao mundo físico, os participantes poderão navegar entre os estandes e interagir com expositores para saber mais sobre produtos e serviços.

HEALTHCARE MANAGEMENT
Data Veiculação: 23/10/2020 às 12h43

Ontem, 22/10, o Grupo Mídia realizou o prêmio Excelência da Saúde, reconhecimento às instituições de saúde brasileira por sua alta performance em várias vertentes da gestão. Devido ao contexto atual com a pandemia do novo coronavírus, e seguindo as normas de isolamento e segurança, a edição do evento foi realizada 100% digital. Diferentemente das edições anteriores, que premiam os hospitais que mais se destacaram nos 12 meses anteriores, a edição de 2020 homenageou 39 instituições que mais se sobressaíram na última década. O evento foi apresentado por Edmilson Jr. Caparelli, presidente do Grupo Mídia, e Vanessa Sartor, jornalista do Grupo. Em seu discurso, Caparelli ressaltou seu otimismo mesmo diante de todas as dificuldades que o setor enfrenta. “Acredito que vamos sair mais fortes desta pandemia, com mais conhecimento e espírito renovador e, principalmente, em uma sociedade mais colaborativa.” O evento contou com a participação dos líderes das instituições ganhadoras, como Erika Vrandecic diretora do Biocor Instituto, que lembrou da importante atuação de Mario Vrandecic à frente da Instituição. “Hoje é um dia muito especial para o Biocor Instituto e toda a família Vrandecic. Recebemos esse prêmio com muito carinho e humildade, pois esse reconhecimento reflete a atuação, o exemplo, e a liderança do nosso fundador e mestre Mario Vrandecic. Foi sob a sua liderança que criamos uma gestão de excelência na Instituição.” Carlos Costa, CEO da Rede Paulo de Tarso, também falou algumas palavras durante o evento. “A Rede Paulo de Tarso está muito consciente de sua responsabilidade. Mesmo nós sendo uma instituição filantrópica, com cerca de 60% da operação voltado para o SUS, ainda assim conseguimos ser superavitários e resolutivos. Apesar da eficiência individual de cada entidade, jamais devemos deixar de lutar por um sistema verdadeiramente único de saúde. É importante que todos gerem resultados.” Ivã Molina, provedor da Santa Casa de São José dos Campos, ressaltou que o prêmio é um orgulho para a Instituição e esse reconhecimento só é possível devido a dedicação de todos os colaboradores. “Estamos investindo muito em qualidade, tecnologia e capacitação de nossos funcionários. Além disso, estamos com um plano de expansão previsto para janeiro de 2021. Isso tudo tem levado a Santa Casa a prestar um serviço de excelência e se destacado na região do Vale do Paraíba.” Além dos 39 ganhadores, o Grupo Mídia prestou uma homenagem especial à AACD que, neste ano, completa 70 anos. Representando a AACD no evento, Emanuel Salvador Toscano, superintendente de operações na AACD, afirmou que a AACD representa uma conquista para toda a sociedade brasileira. “Hoje, expandimos a nossa atuação, sendo referência tanto em reabilitação como também em ortopedia”. Toscano pontuou ainda que a AACD sempre vem buscando aprimorar os procedimentos internos. Prova disso, a Instituição conquistou recentemente a certificação Canadense e o selo Planetree. O prêmio Excelência da Saúde 2020 encerrou com o happy hour da Banda Mister Groove. Assista a premiação na íntegra: Confira abaixo a lista completa das Instituições ganhadoras do Excelência da Saúde 2020. Hospital Israelita Albert Einstein Nova Bene de Ribeirão Preto Biocor Instituto BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo Complexo de Saúde São João de Deus Hospital Edmundo Vasconcelos Fundação Hospitalar São Francisco Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) HCor Hospital Adventista de Belém Hospital Infantil Sabará Hospital Jayme da Fonte Hospital Montenegro Hospital Santa Marcelina Hospital Brasília Hospital Dona Helena Hospital Márcio Cunha Hospital Moinhos de Vento Hospital Padre Albino Grupo Leforte Rede Mater Dei Hospital Alemão Oswaldo Cruz Santa Casa de Misericórdia de Curitiba Hospital de Transição Paulo de Tarso Hospital Sagrada Família Santa Casa de Montes Claros Hospital São Camilo – Unidade Pompeia Grupo São Cristóvão Saúde Hospital São Francisco de Ribeirão Preto Hospital Sírio-Libanês Santa Casa BH Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora Santa Casa de São José dos Campos Santa Casa de Vitória Unimed BH Unimed Cuiabá Unimed Florianópolis Unimed Recife Unimed Sul Capixaba

GUIA DA FARMÁCIA
Data Veiculação: 23/10/2020 às 12h30

Até então o medicamento era autorizado apenas para uso emergencial A FDA, agência reguladora de remédios dos Estados Unidos, aprovou, hoje, oficialmente o antiviral remdesivir, do laboratório Gilead Sciences Inc, para casos moderados e graves de Covid-19. O medicamento agora se torna o primeiro e único tratamento totalmente aprovado nos Estados Unidos para a infecção. Até então era autorizado apenas para uso emergencial. O presidente Donald Trump foi tratado com o remédio. O remdesivir é intravenoso e reduz o tempo de recuperação de pacientes hospitalizados. Os pacientes com a doença na forma moderada e grave apresentam rápida melhora no trato respiratório e redução da febre. O fármaco terá o custo de 390 dólares por frasco. Uso do remdesivir no Brasil A medicação está sendo usada no Brasil por diversos centros médicos, em estudos clínicos, como a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e o Hospital Sírio-Libanês. Nos Estados Unidos, quem está à frente dos estudos com o medicamento, que permanecem sendo feitos, é o gaúcho de Bagé André Kalil, 55 anos, infectologista, intensivista, pesquisador da Universidade de Nebraska Medical Center, em Omaha, na região central dos Estados Unidos, há vinte anos. Remdesivir, aprovado pela FDA, é testado em humanos no Brasil Medicamento de artrite combinado com remdesivir reduz mortes por Covid-19 Fonte: Veja Foto: Shutterstock Cadastre-se no nosso Whatsapp fda remdesivir Remdesivir remdesivir aprovado nos eua remdesivir reduz arecuperação de pacientes hospitalizados remdesivir terá o custo de 390 dólares por frasco remdesivir trump tomou.

VEJA SÃO PAULO.COM.BR/SÃO PAULO
Data Veiculação: 23/10/2020 às 06h00

Cidades Mauro Aguiar faz críticas ao prefeito (e ex-aluno) Bruno Covas na retomada da educação e diz que cotas de 50% “destroem a universidade pública” Divulgação/Divulgação Publicidade Publicidade Como está a rotina no Bandeirantes? Está bem, dentro do possível. A prefeitura adiou por várias vezes o retorno das atividades e teve uma comunicação péssima. Isso provocou vários replanejamentos, porque a cada semana mudava o cenário. No final, estamos com uma porcentagem significativa dos alunos de volta, dentro da ocupação permitida de 20% (no total, são quase 2 700 estudantes no Band). Priorizamos o 3º ano do ensino médio, porque tem vestibular e Enem pela frente. A estrutura do colégio está sendo usada só pelo 3º ano? Prioritariamente. Eles têm aula todos os dias. Os outros anos, não. Que porcentual de famílias topou voltar à escola? Entre as que se inscreveram para a volta, temos 55% de presença. É bom, levando em conta que é fim de ano e muitos alunos já fecharam a média, ou estão fora em casas de praia, de campo, fazendas… Como será 2021 nas escolas? Não. Tivemos algumas suspeitas. Mas nós montamos uma estrutura do (Hospital) Sírio-Libanês dentro do colégio. Eles assumiram a parte de saúde. Coordenam os procedimentos, treinam professores. E não é uma parceria só para este ano, porque não há garantia de que haverá uma normalidade no próximo ano e nos seguintes. Como será 2021 nas escolas? Por tudo que temos conversado com o Sírio e o governo — e o secretário(estadual de Educação) Rossieli (Soares) tem feito um trabalho extraordinário —, o ano que vem será fundamentalmente híbrido, mas com crescente participação do ensino presencial. Mesmo se tudo correr bem com as vacinas. +Assine a Vejinha a partir de 6,90. A escola voltará a exigir presença em algum momento de 2021? Depende de como a sociedade se sentirá em termos de segurança. A onda de pessimismo e pânico está se revertendo. Li uma entrevista com cientistas de Stanford que mostrou que a Covid19 tem baixa letalidade e o custo do lockdown não compensa. Mas a Covid19 é a maior causa de mortes no país. Historicamente, a maior letalidade é por infarto e doenças do coração, que mataram 116 000 em 2019. A Covid19, em sete meses, teve 150 000 mortes. Mas a letalidade, baixa no geral, é baixíssima quando se diminui a faixa etária. Com distanciamento, uso de máscara e isolamento de grupos de risco, chega a um nível tão baixo que não compensa os prejuízos do lockdown. Porque não se pode ignorar os outros prejuízos. Tivemos muitos problemas entre os alunos, por exemplo. Nosso serviço de orientação educacional nunca trabalhou tanto, mais do que nos tempos de aula presencial. Que tipos de problema? Problemas emocionais sérios, desde alergia até idealização suicida, e assim por diante. A pandemia agravou a desigualdade de ensino. Alunos do Bandeirantes, que sempre tiveram vantagem sobre a periferia, terão ainda mais, porque o ensino a distância funcionou mal entre os mais pobres. O que fazer? A Secretaria Estadual está fazendo um trabalho fantástico com parceiros e empresários — o Magalu vendeu a preço de custo uma quantidade enorme de tablets. Houve um esforço muito grande de melhorar as condições sanitárias nas escolas. Isso tudo é um ganho permanente. Se houve esse problema — e acho que houve —, de que quem estava melhor ficou melhor ainda, há um aspecto positivo também. O que não concordo é com intelectuais que dizem: se vai aumentar a desigualdade, vamos piorar quem está melhor. Isso é um absurdo. Continua após a publicidade, Mas a ideia, ao se igualar a volta das públicas e particulares, não é buscar uma equidade no vestibular? Mas tem outras questões. Por exemplo, grande parte da pesquisa brasileira é feita na USP e na Unicamp. Se você levar para lá pessoas não qualificadas, compromete toda a sociedade a longo prazo. O papel da universidade não é ser curso de recuperação de ensino médio. A sociedade já tomou 50% das vagas nas universidades públicas para alunos de escola pública. Está destruindo a universidade e disfarçando o problema. O senhor é contra as cotas? Não sou contra, desde que se tome muito cuidado para não disfarçar o problema e transferi-lo para a universidade. Ter cota de 20% ou 30% é uma coisa, mas cota de 50% leva para a universidade pública alunos completamente despreparados. +Assine a Vejinha a partir de 6,90. O senhor tem uma clara preferência pela maneira como o governo do estado gere a situação, em comparação com a prefeitura. Qual a diferença? É claro. É completamente diferente. O secretário de Estado da Educação defende a educação. E o governador (João Doria) colocou esse secretário junto com o pessoal de saúde e da ciência para discutir os protocolos. E a prefeitura? A prefeitura não está entrosada no todo. Há uma tentativa, aparentemente, de (Bruno Covas) se diferenciar: “Eu sou o líder daqui eu me diferencio”. Parece que ignora o desastre que está sendo montado para as futuras gerações, mesmo entre os privilegiados. “Estou a favor da ciência, a vida é mais importante…” Isso é retórica vazia. Ou dizer: “O dono da escola só pensa em dinheiro”. É uma retórica populista e rasteira. Como a questão do dinheiro se deu no Bandeirantes? Deram descontos? Respondi a mais de 520 e-mails e dei 243 descontos. Tem famílias em ótima situação econômica — graças a Deus, a grande maioria. Vai haver uma aprovação automática velada entre as particulares? Isso é péssimo. Manda um sinal horrível para os jovens. Agora, é um ano anormal, tem de haver bom senso. No Bandeirantes, as notas estão até melhores que no presencial, não há um problema grave. E as reprovações serão analisadas com muito cuidado. Então seus alunos aprenderam mais? Não. Houve mais trabalho em conjunto, e não há como controlar a ajuda dos pais nas provas. Mas não me preocupo com isso. Até porque as escolas mais privilegiadas têm sistemas de apoio educacional forte. Você consegue discernir entre o que é opção do aluno e quando há um problema emocional. Apesar de tudo, torce pelo ex-aluno Bruno Covas nas eleições? Meu candidato é o Andrea Matarazzo, mas o Bruno Covas é o segundo melhor nome. +Assine a Vejinha a partir de 6,90. Publicado em VEJA São Paulo de 28 de outubro de 2020, edição nº 2710 Todas as sextas-feiras de manhã, uma seleção afiada do crítico Miguel Barbieri Jr. dos melhores filmes e séries. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. E-mail cadastrado com sucesso! Em breve você receberá nosso e-mail continua após a publicidade colégio bandeirantes Papo Vejinha volta às aulas Publicidade.