Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

UNIFESP
Data Veiculação: 21/09/2020 às 17h17

Professores da Unifesp reafirmam ineficácia da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19 Análise é do cardiologista Renato Lopes e da intensivista Flávia Machado, que fazem parte da Coalizão Covid-19 Brasil Por Pedro Di Biasi (Imagem ilustrativa) Um estudo do grupo Coalizão Covid-19 Brasil trouxe mais dados que mostram a ineficácia da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19. Publicado no The New England Journal of Medicine, o trabalho foi assinado por 35 médicos, incluindo dois professores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp): a intensivista Flávia Machado e o cardiologista Renato Lopes. A Coalizão Covid-19 Brasil é formada por oito instituições: Hospital Israelita Albert Einstein, HCor, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet). Nesse levantamento mais recente, o foco foi em indivíduos com covid-19 que apresentam sintomas classificados de leves a moderados, uma vez que pesquisas anteriores já revelaram a falta de eficácia da hidroxicloroquina em pacientes graves. Os indivíduos foram divididos em três grupos que receberam diferentes tratamentos: um usou a hidroxicloroquina; outro recebeu o medicamento em combinação com o antibiótico azitromicina; e o último não usou nenhuma das duas drogas. Os dois especialistas da Unifesp comentaram os resultados no programa de rádio Ao Ponto. “Em relação à hidroxicloroquina, particularmente, agora temos uma resposta que, caminhando do risco leve até o risco grave, dentro do hospital, não observamos benefício”, explica Renato Lopes. “Observamos isso tanto no nosso estudo da coalizão quanto em outros internacionais, que mostram a mesma falta de eficácia.” Flávia Machado destaca que, apesar de alguns casos de efeitos adversos nos usuários da hidroxicloroquina, a razão principal para não recomendar o medicamento é sua comprovada ineficácia no tratamento. Ela acrescenta que a hora é de buscar outras opções mais promissoras: “A coalizão está com uma mente muito aberta em buscar soluções múltiplas. O nosso foco é buscar soluções que efetivamente ajudem a reduzir a mortalidade dos pacientes.” Até mesmo antes da pandemia do novo coronavírus havia estudos sobre a eficácia da hidroxicloroquina no tratamento de infecções virais, que já indicavam que o medicamento não trazia benefícios como antiviral. “Ela foi testada em outras infecções virais, como ebola, H1N1 e outros vírus do passado, e não funcionou também”, exemplifica o Lopes. Os especialistas citaram outros estudos que estão sendo desenvolvidos, inclusive usando grupos que contraíram a covid-19, mas não foram hospitalizados. No entanto, Machado lembra que todas as frentes precisam ser estudadas. “Mesmo que encontremos um medicamento que funcione para o paciente não hospitalizado, durante muito tempo nós vamos ter pacientes graves nos nossos hospitais, e temos que focar neles também. Precisamos encontrar tratamentos que reduzam o risco de óbito e melhorem a qualidade de vida”, salienta. Com a situação delicada da pandemia no Brasil e a percepção errônea da hidroxicloroquina como solução, os médicos vivem dificuldades constantes quando precisam fazer recomendações a seus pacientes. Mesmo assim, ambos os professores reafirmam que as evidências são claras e guiam suas orientações. Quando recebem alguém que contraiu o novo coronavírus, recomendam que a pessoa não use a hidroxicloroquina como tratamento. E os dois médicos também fazem coro quando estimulam esses pacientes a participar dos estudos da coalizão, a forma mais eficiente para alcançar respostas confiáveis no combate à doença.

JORNALDEBRASILIA.COM.BR/BRASÍLIA
Data Veiculação: 21/09/2020 às 15h00

Após a descoberta que o Sars-CoV-2 pode invadir e até mesmo atacar células do cérebro humano, um novo relato indica um possível efeito dessa invasão: a doença de Parkinson. O caso foi registrado em carta enviada para publicação na revista The Lancet por pesquisadores do Centro Médico Shaare Zedek e da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel. Por ser um relato, e não um estudo científico, o anúncio consiste em um único paciente observado durante os meses de março a maio deste ano. Os autores dizem não ser possível afirmar com certeza que o Sars-CoV-2 levou à doença, mas relatos de outros vírus causando Parkinson, como influenza A, Epstein-Barr, varicela-zóster, hepatite C e até o vírus do Nilo ocidental são conhecidos na literatura médica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O paciente, um homem de 45 anos, se apresentou no dia 17 de março ao Hospital Universitário Samson Assuta Ashdod com sintomas de tosse seca e dor muscular que haviam iniciado há seis dias, dois dias após ter voltado ao país de uma viagem aos Estados Unidos. Ele relatou que durante o voo de volta havia uma pessoa com tosse intensa sentada próxima a ele. Alguns dias depois, o mesmo disse apresentar perda de olfato. Após o resultado positivo no exame RT-PCR, o homem permaneceu internado em uma ala exclusiva para Covid-19. Nos dias 25 e 30 de março, dois novos testes de RT-PCR deram resultado negativo e ele recebeu alta, e foi aí que passou a reportar os sintomas característicos de Parkinson. Primeiro, ele descreveu dificuldades em escrever mensagens de texto e na fala, bem como episódios de tremor na mão direita. Em casa, ele continuou a apresentar tais sintomas e seguiu então para o departamento de neurologia do Centro Médico Shaare Zedek cerca de dois meses após receber o diagnóstico de Covid-19. A avaliação médica constatou dificuldade de fala, rigidez no pescoço e no braço direito e esquerdo. Os exames de imagem de tomografia no cérebro, de sangue e sorológicos mostraram índices normais de sangue e células de defesa do organismo, e não foi encontrada nenhuma alteração significativa na imagem. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Um novo exame de PET Scan confirmou o quadro de Parkinson devido à alteração em neurônios dopaminérgicos, responsáveis pela produção de dopamina. A doença de Parkinson está relacionada com a degeneração de células da base do chamado sistema dopaminérgico, associado às funções motora e cognitiva. Segundo Augusto Penalva, neurologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, era uma questão de tempo de casos de parkinson relacionados à Covid surgirem. “Não é bem a doença de Parkinson, mas o que chamamos de parkisonismo, que é a sintomatologia de Parkinson dentro de um contexto de doença infecciosa, o que é bastante conhecido em muitas circunstâncias. Na própria Aids algumas manifestações neurológicas do HIV, como a lentidão cognitiva e motora, são associadas ao parkinsonismo.” Ele explica que o Sars-CoV-2 não possui uma especificidade celular muito particular, podendo invadir qualquer célula contendo a molécula ECA2 (enzima conversora de angiotensina 2) como porta de entrada, o que favorece o comprometimento não só de um, mas de diversos tipos de células do sistema nervoso central. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Em uma ampliação da infecção, com mais de 30 milhões de casos de Covid-19 no mundo, é evidente que isso se manifestaria porque ele [o vírus] não tem especificidade celular tão grande.” Penalva é também coordenador de um estudo nacional sobre manifestações neurológicas da Covid-19, o neurocovbr. O médico explica que já foram relatados dois casos de parkisonismo associado à Covid no país, e um dos relatos já foi publicado. “Não publicamos todas as manifestações porque a literatura já está saturada de casos isolados. Estamos agora trabalhando com coortes para avaliar os efeitos e mecanismos da manifestação neurológica tardia do Sars-CoV-2.” Um desses efeitos é a compartimentalização do vírus no cérebro muito tempo depois de não ter mais vírus detectável no sistema respiratório. O neurologista conta um caso de uma paciente em que foi possível isolar o vírus Sars-CoV-2 do liquor três meses após o fim da manifestação respiratória. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Estamos agora estudando quais as consequências disso porque o vírus pode não manifestar esse efeito destruidor primário, mas pode alterar a homeostase, e não sabemos o que isso pode provocar. Outro ponto é a aparente baixa inflamação que ele causa no cérebro, sem gerar uma resposta imune. Então o que ele pode fazer e alterar nessas células ainda estamos buscando entender.” É possível, diz, que devido à invasão do vírus no cérebro muito tempo depois de não ser mais detectável nas vias respiratórias, a quantidade de pessoas que de fato contraiu a doença seja muito maior, pois não há ainda comprovação de uma presença de anticorpos para o Sars-CoV-2 neste órgão, ao contrário dos pulmões e coração. “Quando você pensa em uma questão da infecção precisa pensar muito além da infecção aguda. A persistência desse vírus no organismo pode eventualmente modificar o sistema e se adaptar ali até.” O estudo nacional neurocovbr recebe apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e é realizado em São Paulo, no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Hospital Albert Einstein e Santa Casa, em Brasília, no hospital universitário da UNB e Hospital Sírio-Libanês de Brasília e em Fortaleza, no Hospital Geral de Fortaleza. As informações são da FolhaPress

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 21/09/2020 às 14h00

Após a descoberta que o Sars-CoV-2 pode invadir e até mesmo atacar células do cérebro humano, um novo relato indica um possível efeito dessa invasão: a doença de Parkinson. O caso foi registrado em carta enviada para publicação na revista The Lancet por pesquisadores do Centro Médico Shaare Zedek e da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel. Por ser um relato, e não um estudo científico, o anúncio consiste em um único paciente observado durante os meses de março a maio deste ano. Os autores dizem não ser possível afirmar com certeza que o Sars-CoV-2 levou à doença, mas relatos de outros vírus causando Parkinson, como influenza A, Epstein-Barr, varicela-zóster, hepatite C e até o vírus do Nilo ocidental são conhecidos na literatura médica. O paciente, um homem de 45 anos, se apresentou no dia 17 de março ao Hospital Universitário Samson Assuta Ashdod com sintomas de tosse seca e dor muscular que haviam iniciado há seis dias, dois dias após ter voltado ao país de uma viagem aos Estados Unidos. Ele relatou que durante o voo de volta havia uma pessoa com tosse intensa sentada próxima a ele. Alguns dias depois, o mesmo disse apresentar perda de olfato. Após o resultado positivo no exame RT-PCR, o homem permaneceu internado em uma ala exclusiva para Covid-19. Nos dias 25 e 30 de março, dois novos testes de RT-PCR deram resultado negativo e ele recebeu alta, e foi aí que passou a reportar os sintomas característicos de Parkinson. Primeiro, ele descreveu dificuldades em escrever mensagens de texto e na fala, bem como episódios de tremor na mão direita. Em casa, ele continuou a apresentar tais sintomas e seguiu então para o departamento de neurologia do Centro Médico Shaare Zedek cerca de dois meses após receber o diagnóstico de Covid-19. A avaliação médica constatou dificuldade de fala, rigidez no pescoço e no braço direito e esquerdo. Os exames de imagem de tomografia no cérebro, de sangue e sorológicos mostraram índices normais de sangue e células de defesa do organismo, e não foi encontrada nenhuma alteração significativa na imagem. Um novo exame de PET Scan confirmou o quadro de Parkinson devido à alteração em neurônios dopaminérgicos, responsáveis pela produção de dopamina. A doença de Parkinson está relacionada com a degeneração de células da base do chamado sistema dopaminérgico, associado às funções motora e cognitiva. Segundo Augusto Penalva, neurologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, era uma questão de tempo de casos de parkinson relacionados à Covid19 surgirem. “Não é bem a doença de Parkinson, mas o que chamamos de parkisonismo, que é a sintomatologia de Parkinson dentro de um contexto de doença infecciosa, o que é bastante conhecido em muitas circunstâncias. Na própria Aids algumas manifestações neurológicas do HIV, como a lentidão cognitiva e motora, são associadas ao parkinsonismo.” Ele explica que o Sars-CoV-2 não possui uma especificidade celular muito particular, podendo invadir qualquer célula contendo a molécula ECA2 (enzima conversora de angiotensina 2) como porta de entrada, o que favorece o comprometimento não só de um, mas de diversos tipos de células do sistema nervoso central. “Em uma ampliação da infecção, com mais de 30 milhões de casos de Covid-19 no mundo, é evidente que isso se manifestaria porque ele [o vírus] não tem especificidade celular tão grande.” Penalva é também coordenador de um estudo nacional sobre manifestações neurológicas da Covid-19, o neurocovbr. O médico explica que já foram relatados dois casos de parkisonismo associado à Covid no país, e um dos relatos já foi publicado. “Não publicamos todas as manifestações porque a literatura já está saturada de casos isolados. Estamos agora trabalhando com coortes para avaliar os efeitos e mecanismos da manifestação neurológica tardia do Sars-CoV-2.” Um desses efeitos é a compartimentalização do vírus no cérebro muito tempo depois de não ter mais vírus detectável no sistema respiratório. O neurologista conta um caso de uma paciente em que foi possível isolar o vírus Sars-CoV-2 do liquor três meses após o fim da manifestação respiratória. “Estamos agora estudando quais as consequências disso porque o vírus pode não manifestar esse efeito destruidor primário, mas pode alterar a homeostase, e não sabemos o que isso pode provocar. Outro ponto é a aparente baixa inflamação que ele causa no cérebro, sem gerar uma resposta imune. Então o que ele pode fazer e alterar nessas células ainda estamos buscando entender.” É possível, diz, que devido à invasão do vírus no cérebro muito tempo depois de não ser mais detectável nas vias respiratórias, a quantidade de pessoas que de fato contraiu a doença seja muito maior, pois não há ainda comprovação de uma presença de anticorpos para o Sars-CoV-2 neste órgão, ao contrário dos pulmões e coração. “Quando você pensa em uma questão da infecção precisa pensar muito além da infecção aguda. A persistência desse vírus no organismo pode eventualmente modificar o sistema e se adaptar ali até." O estudo nacional neurocovbr recebe apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e é realizado em São Paulo, no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Hospital Albert Einstein e Santa Casa, em Brasília, no hospital universitário da UNB e Hospital Sírio-Libanês de Brasília e em Fortaleza, no Hospital Geral de Fortaleza.

A REDAÇÃO/GOIÂNIA
Data Veiculação: 21/09/2020 às 11h09

A Redação Goiânia - O Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia (HMAP) deu alta, no domingo (20/9), a 12 pacientes que venceram a batalha contra o novo coronavírus. Eles vão seguir a fase final do tratamento em casa. Antes de deixar a unidade de saúde, os pacientes receberam festa e aplausos dos colaboradores do hospital, pois cada vida salva é comemorada pela equipe. Os pacientes têm idades entre 36 e 83 anos e deram entrada no hospital com sintomas parecidos: falta de ar, febre e tosse. Por trás da recuperação dos pacientes está uma equipe multiprofissional, que leva assistência segura aos internados. Os pacientes se recuperaram do vírus e acabam de entrar para a estatística dos mais de 28 mil pacientes curados da Covid-19 em Aparecida de Goiânia. Sobre a unidade O Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia (HMAP) possui 120 leitos hospitalares exclusivos para tratamento do novo coronavírus. São 60 Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e 60 leitos de semi-UTI, todos com pontos de oxigênio. Segundo a gestão da unidade, é oferecido um tratamento compatível com hospitais de grandes centros, como o Sírio-Libanês. A iniciativa consiste em visitas diárias “beira-leito” à distância. É realizada via chamada de vídeo, em tempo real, de um profissional médico intensivista do Sírio-Libanês para debater e orientar a equipe da unidade no atendimento a esses casos.

BAHIA JORNAL/SALVADOR
Data Veiculação: 21/09/2020 às 10h30

Geral Solidariedade Doação de sucos beneficia Hospital Martagão Gesteira ISM Brasil entrega na terça-feira 2,4 mil sucos que irão ajudar na manutenção logística dos atendimentos 21/09/2020 10h30 Por: Bahia Jornal Fonte: Ascom Foto: Divulgação Desde abril em uma corrente solidária de doações, a Indústria de Bebidas São Miguel (ISM), multinacional peruana que atua na Bahia há oito anos, fez uma nova doação de bebidas em benefício do Hospital Martagão Gesteira. Com mais de 500 mil atendimentos anuais, a unidade receberá na próxima terça-feira, dia 21, 2.400 unidades do suco Yulo Fresh Limão, donativos que irão auxiliar na manutenção diária da alimentação de pacientes e equipe de saúde. Com essa iniciativa, a empresa soma 60 mil unidades de bebidas doadas durante a pandemia em prol de pessoas em situação vulnerabilidade social, idosos e crianças assistidos por abrigos, pelas Obras Sociais Irmã Dulce, pelo Hospital Martagão Gesteira e por instituições ligadas ao Governo do Estado e Prefeitura Municipal. Atendendo a 80 mil crianças por ano, o Martagão Gesteira é o maior hospital exclusivamente pediátrico do Norte e Nordeste e vem sofrendo fortemente os impactos do coronavírus. O orçamento da unidade para 2020 tem um déficit estimado em R$ 6 milhões. Este déficit só consegue ser superado por meio de ações de mobilização social, doações, captações de recurso. Dos pacientes do Hospital, cerca de 50% são oriundos de famílias cuja renda é igual ou inferior a um salário mínimo. Apesar disso, o Martagão segue aperfeiçoando seu atendimento e será pioneiro na Bahia no transplante de fígado de crianças de 0 a 14 anos, única alternativa para crianças com algumas doenças hepáticas. A iniciativa é resultado de uma parceria recente com o Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. Informações podem ser solicitadas e doações podem ser feitas através dos canais (71) 3032-3773.

DM ONLINE/DIÁRIO DA MANHÃ/GOIÂNIA
Data Veiculação: 21/09/2020 às 09h53

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia (HMAP) tornou-se referência no tratamento de pacientes infectados pela Covid-19 e hoje é um dos hospitais modelos em Goiás. Na tarde desse domingo, 20, 12 pacientes venceram a batalha contra o novo coronavírus, e receberam alta da unidade de saúde. Eles vão seguir em casa com a fase final da recuperação. A vitória de cada paciente atendido no HMAP ganha um sabor ainda mais especial, não só de dever cumprido, mas também de ânimo para continuar a batalha. Celebração é a palavra que define as altas. Antes de deixar a unidade de saúde, os pacientes receberam festa e aplausos dos colaboradores do hospital, pois cada vida salva é comemorada pela equipe. Os pacientes têm idades entre 36 e 83 anos e deram entrada no hospital com sintomas parecidos: falta de ar, febre e tosse. O sucesso na recuperação dos pacientes se deve ao empenho da equipe multiprofissional que está na linha de frente de combate à doença, levando assistência segura aos internados. Profissionais que trabalham com agilidade e competência sempre com foco na recuperação e no tratamento humanizado. Os pacientes se recuperaram do vírus e acabam de entrar para a estatística dos mais de 28 mil pacientes curados da Covid-19 em Aparecida de Goiânia Referência para tratamento da COVID-19 O Hospital Municipal de Aparecida de Goiânia (HMAP) é referência no tratamento da Covid-19 em Aparecida. A unidade possui 120 leitos hospitalares exclusivos para tratamento do novo coronavírus. São 60 Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) que estão dispostos em duas salas que atendem protocolos de isolamento. 60 leitos de semi-UTI, todos com pontos de oxigênio, se localizam em uma ala isolada das demais. O HMAP oferece aos seus pacientes com Covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus, internados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) um tratamento compatível com hospitais de grandes centros, como o Hospital Sírio-Libanês (HSL). A iniciativa consiste em visitas diárias “beira-leito” à distância. É realizada via chamada de vídeo, em tempo real, de um profissional médico intensivista do Sírio-Libanês para debater e orientar a equipe da unidade no atendimento a esses casos.