Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 21/04/2021 às 11h57

Com entradas separadas por causa da pandemia, o ambiente no Departamento de Oncologia, abrigado no velho casarão original do Hospital Sírio-Libanês, parece um oásis de tranquilidade e silêncio onde médicos, enfermeiros e pacientes só falam o necessário em voz baixa ao se encaminhar para o tratamento. Cada um ali sabe exatamente o que deve fazer para seguir a rotina, que pode durar semanas ou anos. Na TV ligada num canal de notícias na sala de espera, só se fala nas mortes diárias provocadas pela irresponsabilidade do governo negacionista e perverso, mas aqui as pessoas lutam todos os dias contra a finitude da vida, cada vez mais presente. "Todos vamos morrer um dia", tenta nos confortar o capitão, ao se negar a responder sobre os recordes diários de óbitos e a falta de vacinas. O Brasil se tornou o pior lugar do mundo para se viver, o país onde mais se mata e, no entanto, ninguém tem pressa para que a sua previsão necrófila se concretize. Ao contrário, neste departamento todos confiam na ciência para enfrentar esta doença milenar, que só não é pior do que os vírus da Covid-19 e da ignorância que assolam o país. Festas clandestinas e aglomerações de todo tipo se alternam no noticiário da TV com o desespero de profissionais de saúde sem recursos básicos e de parentes em busca de vagas nos hospitais superlotados onde não para de chegar mais gente. São os dois retratos trágicos de um país doente do corpo e da cabeça em que nunca se falou tanto de morte e, no entanto, nunca se lutou tanto pela vida. Até alguns anos atrás, um diagnóstico de câncer representava quase uma pena de morte, mas os avanços da medicina e dos recursos tecnológicos hoje dão esperanças de cura na maioria dos casos, desde que as pessoas tenham acesso a um tratamento decente. A pandemia apenas escancarou as desigualdades sociais pré-existentes no país onde os ricos ficam mais ricos e os pobres, mais pobres, não por acaso os que mais morrem do coronavírus, de câncer ou de fome, como mostram todas as estatísticas. Quis o destino que eu iniciasse um tratamento contra o câncer no momento mais dramático da pandemia brasileira, com as novas variações do vírus e o desmantelo da saúde pública. Cheguei a ficar em dúvida se corria mais risco em andar na rua ou ir para o hospital me tratar, mas logo vi que não havia motivos para isso. Não existe lugar mais seguro do que aqui, onde são multiplicados os cuidados para evitar qualquer possibilidade de transmissão do vírus, cada paciente é tratado como o único, e todos só pensam em se salvar ou curar os doentes, não em aumentar seu sofrimento, como acontece na vida fora dos hospitais, com a sabotagem oficial à vacinação, que está parando, e às medidas sanitárias de combate à proliferação descontrolada do vírus na população. É como se eu vivesse ao mesmo tempo em dois países com realidades paralelas numa guerra permanente _ um lutando pela vida e outro buscando a morte, como algo inevitável e improrrogável, até se atingir a "imunidade de rebanho". Para um governo que trata os brasileiros como gado a ser tangido para o matadouro, tem tudo a ver. Já morre mais gente do que nasce pela primeira vez na nossa História, com o único objetivo de salvar a economia em frangalhos, para salvar este governo moribundo. Não se dão conta de que só a vacinação em massa pode salvar a economia, o governo, e o resto, mas preferiram investir eu cloroquina e outras panaceias, que mobilizaram o Exército e fizeram a festa de alguns laboratórios amigos sob o olhar complacente do patético general Pazuello, aquele que só obedecia às ordens do chefe em seus surtos de megalomania. É mais fácil hoje em dia um paciente se curar de câncer do que sair vivo da intubação numa UTI dos hospitais públicos, em colapso desde o início do ano, enquanto o capitão passava férias na praia e promovia alegres aglomerações de insanos como ele. De repente, nos demos conta da finitude da vida, esfregada a cada dia na nossa cara pelas notícias do Brasil real, no embalo do desemprego e da miséria, na falta de governo e de vergonha na cara dos que ainda receitam o "kit covid" do capitão e de quem o sustenta no poder. Pode ser que a CPI do Genocídio coloque fim a esse pesadelo, ou não. Mas uma coisa é certa: amanhã vamos passar mais vergonha com o "pronunciamento" de três minutos de Bolsonaro sobre seu programa "de defesa da Amazônia", na Cúpula do Clima liderada por Joe Biden, o presidente americano que em apenas três meses vacinou a população e fez o mundo esquecer das ameaças do "meu amigo" Donald Trump, outro negacionista de carteirinha. Presidentes podem, sim, mudar a vida de um país, para o bem ou para o mal. Vida que segue.

METRÓPOLES/BRASÍLIA
Data Veiculação: 21/04/2021 às 08h48

O índice de ocupação de unidades de terapia intensiva (UTIs) voltadas para pacientes com Covid-19 na rede pública do Distrito Federal está em 97% no início da manhã desta quarta-feira (21/4). Os dados constam no sistema InfoSaúde, do Governo do Distrito Federal (GDF), atualizado às 6h25. Atualmente, há 450 leitos públicos para Covid-19 preenchidos e 14 vagos. Entre os disponíveis, seis são neonatais, três pediátricos e cinco adultos. Outros sete aguardam liberação. Há 10 hospitais com leitos de UTI Covid públicos 100% ocupados no DF. Existem vagas no Hospital da Criança (três pediátricas), no Hospital de Campanha da Polícia Militar (uma adulta), no Hospital de Campanha de Ceilândia (uma adulta), no Hospital de Campanha de Santa Maria (uma adulta), no Hran (seis neonatais), no Home (uma adulta) e no São Mateus (uma adulta). Pessoas entre 64 e 68 anos são as que mais têm ocupado leitos públicos na capital. A idade que mais preenche UTIs Covid neste momento é 68 anos, com 20 pessoas internadas na rede pública para tratamento da doença. Ainda conforme os dados do painel do GDF, 86,6% dos pacientes em UTIs públicas ficam internados por até 15 dias para tratar o novo coronavírus. Outros 10,89% permanecem até 30 dias, e 2,44% passam mais de um mês no leito. A lista de espera por UTI na rede pública diminuiu em relação aos últimos dias, mas segue longa. Até as 8h15 desta quarta, somava 139 pessoas com suspeita ou confirmação de infecção pelo novo coronavírus. A fila por UTIs, em geral, tem 217 pacientes. Rede privada Na rede particular, o índice também permanece elevado. Até as 7h55, a ocupação dos leitos de UTI estava em 95,6%. Neste momento, há 376 leitos de UTI Covid preenchidos e 18 disponíveis — um deles é pediátrico. Outros 46 encontram-se bloqueados. São 10 hospitais com UTIs Covid particulares 100% ocupadas no DF. Há vagas no Hospital Anchieta (uma adulta), no Anna Nery (uma adulta), no Santa Lúcia (oito adultas), no Santa Lúcia Norte (uma adulta), no Santa Luzia (quatro adultas), no São Francisco (uma pediátrica) e no Sírio-Libanês (duas adultas).

CNN BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 21/04/2021 às 05h25

Testes feitos a partir da análise de saliva se mostraram tão eficazes no diagnóstico de Covid-19 em crianças sintomáticas e assintomáticas quanto o teste molecular por RT-PCR utilizando swabs (uma haste com aproximadamente 15 centímetros, semelhante a um cotonete), o teste padrão ouro na detecção do coronavírus. Ambos têm uma sensibilidade de até 90% à presença do vírus. Essa é a constatação de um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP). O trabalho foi publicado na plataforma medRxiv, ainda sem revisão por pares. Os pesquisadores coletaram saliva de 50 crianças com algum sintoma relacionado à Covid-19, atendidas em serviços de saúde pública na cidade de Araraquara (no interior de São Paulo). Os voluntários, com idade média de 10 anos, também colheram amostras de secreção respiratória por swab, com o intuito de comparar a eficácia de ambos os testes. "Ao todo, 10 crianças tiveram o diagnóstico positivo para a Covid-19. As amostras por swab e por saliva detectaram oito positivos cada uma, mostrando uma performance igual entre as amostras", explica o coordenador da pesquisa, Paulo Henrique Braz-Silva, professor da Faculdade de Odontologia da USP e pesquisador do IMT-USP. Exame menos invasivo A análise molecular da saliva feita pelos pesquisadores da USP usa a mesma técnica do teste por RT-PCR com swab. Os diferenciais são o método e o agente biológico extraído de cada uma. No teste tradicional, o swab é introduzido pelas narinas até o fundo da garganta para obter as secreções respiratórias que podem conter o vírus SARS-Cov-2. Já na análise pela saliva, a pessoa dá cusparadas de ao menos 2 ml em um pote estéril, que vão ser avaliadas em laboratório da mesma forma que a secreção respiratória. Estudos anteriores detectaram a presença do coronavírus também em secreções bucais. A amostra de saliva pode durar até 24 horas dentro de um pote hermeticamente fechado e armazenado dentro de uma geladeira comum. Mas o ideal é que ela seja colhida pela manhã e encaminhada no mesmo dia ao laboratório para ser analisada, explica o professor da USP. “A análise por saliva dispensa a necessidade de um profissional de saúde para fazer a coleta, evitando assim o risco da exposição ao material biológico e uma possível infecção pelo coronavírus”, afirmou Braz-Silva. Por ser bem menos invasivo que o teste por swab, o exame de saliva não causa o desconforto geralmente relatado por quem usa o swab. Segundo o pesquisador, isso poderia facilitar a testagem em massa em crianças e em adultos. O teste de saliva por RT-PCR é usado no Brasil desde a década de 80 para detectar outras doenças infectocontagiosas em crianças e adultos, como dengue e zika. Apesar das vantagens para testar Covid-19, Braz-Silva acredita que esse tipo de teste ainda não seja tão popular como os de swab por “falta de familiaridade”. Em adultos, segundo ele, já há vários estudos que comprovam que a análise de saliva é tão eficaz quanto a análise por swab para o diagnóstico da Covid-19, mas não há os mesmos dados no caso de crianças. O objetivo dos pesquisadores da USP é ampliar a amostragem do estudo para atestar a viabilidade da testagem de crianças em massa. Segundo o professor, o exame por saliva tem se mostrado uma medida de vigilância eficaz para o controle da disseminação do coronavírus nesse grupo. Ele cita como exemplo o uso de testes de saliva em escolas francesas. “É muito mais fácil fazer vigilância do vírus em escolas com coleta de saliva do que com nasofaringe. Dependendo da idade da criança, ela pode até fazer o exame sozinha, o que torna bem mais prático o controle. Em larga escala, a análise de saliva tem se mostrado uma alternativa viável de coleta”, afirmou. Outras tecnologias Existem diferentes categorias de testes de saliva para detecção da Covid-19. O teste que utiliza a técnica RT-PCR e que revolucionou a medicina diagnóstica há mais de 30 anos analisa a presença ou não de material genético de um vírus examinado em laboratório. Os exames que utilizam essa técnica podem analisar amostras retiradas da saliva ou do que foi colhido pelo nariz (por swab nasofaríngeo). Na pesquisa da USP foram analisadas as amostras de saliva das crianças. Outro teste por detecção do vírus pela saliva, cuja tecnologia foi desenvolvida no começo dos anos 2000 para o diagnóstico de hepatites e atualmente vem sendo usado em escolas para testagem de Covid-19 de crianças, usa uma técnica diferente para detecção do vírus, o RT-Lamp. Este tipo de exame também é indicado para diagnosticar as mesmas doenças infectocontagiosas detectadas por RT-PCR, incluindo Covid-19, mas é um pouco menos sensível do que o teste padrão ouro. Enquanto o exame de RT-PCR tende a ter uma sensibilidade de ao menos 90% ao coronavirus, os testes de RT-Lamp têm, em média, sensibilidade de 80%. Ambos os testes para Covid-19 estão previstos no regulamento técnico para uso em laboratórios clínicos no país, a RDC nº 36/15, da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O infectologista Celso Granato, diretor clínico do Grupo Fleury, explica que os testes de saliva são indicados para diagnosticar Covid-19 entre o terceiro e quinto dia depois da detecção de sintomas, quando a carga viral costuma ser mais alta e a eficácia do exame tende a ser maior. O especialista ressalta que o teste de saliva é capaz de detectar a Covid-19 mesmo em pacientes assintomáticos, embora nesses casos não seja possível precisar o início da doença. “Mas, levando em conta a realidade da disseminação da Covid-19 no país e a facilidade de se fazer o teste, sobretudo em crianças, os testes de saliva são uma boa medida de prevenção contra o coronavírus”, afirma. Testagem em escolas A sede de São Paulo da escola americana Avenues disponibiliza testes rápidos de saliva com base na técnica RT-Lamp para funcionários, alunos e professores semanalmente, como forma de rastrear a possível circulação do vírus em suas dependências. A testagem semanal é parte de uma estratégia de mitigação de riscos que o colégio faz também em suas unidades em Nova York, nos Estados Unidos, e em Shenzhen, na China. Toda quinta-feira, antes de entrarem na escola, seus frequentadores entregam os envelopes lacrados com os tubos contendo as amostras. Os pacotes são enviados para o laboratório de referência, e os resultados são informados em até 24 horas. Segundo o diretor de operações da Avenues São Paulo, Paulo Szyszko Pita, já foram realizados quase 14 mil testes na escola, desde outubro do ano passado, quando começou um projeto piloto de testagem em massa por exame de saliva, que durou até dezembro. Em janeiro, o colégio retomou as aulas já com os testes semanais, e desde então contabiliza menos de 1% de casos positivos para Covid-19 entre seus os frequentadores, a maioria assintomáticos. “Quando recebemos um positivo, temos que identificar sem expor ninguém, rastrear os contatos que a pessoa teve na escola, pedir o isolamento dessas pessoas e seguir todas as orientações de quarentena”, afirmou Pita. Além das testagens, a escola mantém a obrigatoriedade do uso de máscaras nas suas dependências e impede o contato de alunos de turmas diferentes. “Percebemos que este controle tem contribuído bastante para a sensação de segurança na escola e entre a população em geral, por isso optamos pelo método”, afirmou o diretor de operações da Avenues. Segundo o geneticista David Schlesinger, CEO da Mendelics, laboratório que produz os testes usados na Avenues, a necessidade de rastrear os casos em escolas e empresas de serviços essenciais fez aumentar os pedidos pelo produto. Por isso, a empresa desenvolveu, junto com o Hospital Sírio Libanês, esse exame por saliva. “Hoje fazemos o rastreamento dos casos para mais de 400 empresas no Brasil e mais de 12 escolas só no Estado de São Paulo”, afirma.

CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA | GERAL
Data Veiculação: 21/04/2021 às 03h00

Hospital Sírio-Libanês: saúde de ponta no coração do Brasil, há 10 anos Em operação na capital federal desde 2011, Sírio-Libanês comemora o aniversário de Brasília agradecendo por suas conquistas, pelas oportunidades de expansão e reforçando sua atuação no combate à covid-19 BA apresentado por: HOSPITAL SÍRIO-LIBANÊS especialidades, como Cardiologia, Neurologia e Ortopedia. Constituímos equipes médicas e assistenciais com forte humanização dos processos. Trabalhamos sob os mais rigorosos protocolos de segurança e, com isso, conquistamos a primeira Acreditação da Joint Commission International (JCI) para Hospitais na região Centro-Oeste. E queremos fazer Brasília, 61 anos. Com sua vocação inovadora, a cidade possui um lugar especial no coração do Sírio-Libanês. Fundada há exatos 100 anos, a Smou- ito mais pelas pessoas que tão bem nos acolheram”, afirma. sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês escolheu a capital federal para receber suas primeiras unidades fora de São Paulo, em 2011. Dez anos depois, pode-se afirmar que o projeto foi bem-sucedido. São dois Centros de Oncologia, um Centro de Medicina Diagnostica com equipamentos e equipe de ponta, Núcleos de Especialidades Médicas para consultas com especialistas de mais de 30 áreas e, sem dúvida, o maior investimento, um Hospital de alta complexidade e conectado com todos estes centros. Localizado na L2 Sul, o complexo tem 3 hectares, 144 leitos, 30 UTIs, Centro Cirúrgico de excelência e Pronto Atendimento24 horas. Dr. Gustavo Fernandes, oncologista e diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, celebra com orgulho a atuação da instituição na história dos brasilienses: “O começo, em 2011, foi pela Oncologia, uma área forte no hospital. Hoje temos um serviço líder no Centro-Oeste, com dezenas de INCANSÁVEISNALUTA CONTRA A COVID-19 Antes mesmo de o novo coronavírus chegar ao Brasil, o Sírio-Libanês já havia se preparado para enfrentar a pandemia. ‘‘Começamos a nos preparar um mês antes, ao criarmos um comitê de crise, constituído por especialistas de São Paulo e Brasília. Assim, quando apareceram os primeiros pacientes, já tínhamos protocolos e estrutura", explica Fernandes. Desde então, diariamente, o comitê do Sírio-Libanês reúne-se por meio de videoconferência para discutir casos, protocolos, atendimento multidisciplinar, plano de contingênciae distribuição de materiais para o enfrentamento da covid-19. No Sírio-Libanês, os fluxos foram todos separados para pacientes que chegam com sintomas de covid-19. Desde a entradado Pronto Atendimento até as alas de internação e UTIs ou nos locais de exames de imagem, tudo acontece sob rigorosos protocolos de segurança. Os elevadores e até o estacionamento também estão divididos entre fluxo covid-19 e de outras necessidades. Eo cuidado também se estende a quem atende aos pacientes. O Sírio-Libanês criou o programa Proteger, dedicado a testar continuamente seus colaboradores, treinar medidas de autoproteção e promovera educação entre as equipes. “É essencial que os profissionais se sintam acolhidos e seguros com o ambiente de trabalho para que possam entregar a excelência na experiência do paciente” afirma Cristina Mizoi, Superintendente Assistencial e de Operações do Sírio-Libanês em Brasília. Desde a criação do programa, as unidades de São Paulo e de Brasília experimentaram redução de até 30% nos afastamentos por suspeita de covid-19 entre seus colaboradores. Outra ação voltada para a proteção dos profissionais e da comunidade local éa campanha “Não pare de se cuidar”, lançada no fim de 2020. Por meio dela, o hospital propaga a importante defesa das medidas protetivas contra a disseminação do coronavírus, como uso de máscaras, distanciamento social e higienização frequente das mãos. “Evitar que as pessoas se contaminem é mais importante do que abrir novos leitos de internação. Medidas preventivas e diagnóstico precoce salvam muitas vidas”, defende Dr. Gustavo Fernandes. TECNOLOGIA, EMPATIA E SOLIDARIEDADE Desde 2014, sensíveis à realidade das famílias que buscam tratamento para os cânceres infantis na capital federal, o Sírio-Libanês criou uma parceria solidária com o Hospital da Criançade BrasíliaJosé Alencar paraatendera todas as necessidades de radioterapias dos pequenos, gratuitamente. Desde então, cerca de 60 crianças fazem, ao longo do ano, todas as suas sessões de radioterapiagratuitas no Centro de Oncologia do Sírio-Libanês. “A humanização e o compromisso social são valores fundacionais da nossa instituição. Em Brasília, temos compromissos filantrópicos genuínos.Anualmente, pormeio deparceriacom o Hospital da Criança de BrasíliaJosé Alencar, por exemplo, realizamos em nossas dependências, com nossos profissionais e equipamentos, as sessões de radioterapia gratuitas para as crianças” explica o coordenador da Radioterapia do Sírio-Libanês, Dr. Rafael Gadia. Além disso, a parceria com o Hospital Universitário da Universidade de Brasília (UnB) oferece mamografias 3D gratuitas para rastreamento do câncer de mamae quali- CB brands | ESTÚDIO DE PRODUÇÃO DE CONTEÚDO PARA ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO DE MARCAS fica médicos da região no diagnóstico e combate à doença, iniciativas que ao todo já possibilitaram mais de mil atendimentos dentro do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SistemaÚnicodeSaúde(PROADI-SUS). O médico aguardao fim dapandemiapara resgataro aspecto celebrativo que tanto humanizaos tratamentos. É que, todos os anos, o Sírio-Libanês promove momentos de celebração com seus pequenos pacientes da Radioterapia, com destaque para a festa de Natal, que envolve todas as famílias, médicos e a equipe do Centro de Oncologia, além do Hospital da Criança, mas que tiveram que ser suspensospara a segurança de todos. A assistência com base em estudos e evidências científicas deve ser tão importante quanto a humanização no atendimento, por isso, há sete anos, o Sírio-Libanês também realiza na capital federal um reconhecido congresso chamado “Oncologia Integrada”, do qual participam especialistas do Brasil inteiro e de outros países. O objetivo do evento é promover um grande intercâmbio de práticas e pesquisas contra o câncer, tomando Brasília um hub de ensino altamente qualificado fora do eixo Rio-São Paulo. Atualmente, por meio do Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa, também são oferecidos na cidade quatro cursos de pósgraduação nas áreas de Cuidados Paliativos, Dor e Gestão em Saúde. LINHA DO TEMPO SÍRIO-LIBANÊS EM BRASÍLIA ^2011 Chegada à capital e instalação do primeiro Centro Oncológico, na 613 Sul -•2013 Inauguração do primeiro acelerador linear Artiste, utilizado no tratamento do câncer -•2014 -•2014 2016 Inauguração do segundo acelerador Linear, o TrueBeam STX, reforçando o combate às neoplasias 2016 Inauguração do Centro de Medicina Diagnostica, na 614 SuL -•2018 Lançamento da pedra fundamental do futuro Hospital Sírio-Libanês em Brasília ^2019 Inauguração do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, na 613 SuL -•2021 Inauguração do Núcleo de Especialidades Médicas, na 614 SuL, com consultas em mais de 30 especialidades Inauguração do segundo Centro Oncologico, no Lago SuL Início da Parceria com o Hospital da Criança José Alencar