Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

MONEY REPORT/SÃO PAULO
Data Veiculação: 20/11/2020 às 00h00

MONEY REPORT entrevista nesta sexta-feira (20), a partir das 11 horas, o diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, Paulo Chapchap. Ele falará sobre a pandemia, a evolução nos tratamentos dos infectados e como a população passou a assumir riscos desnecessários. A conversa será conduzida pelo jornalista Aluizio Falcão Filho, publisher do portal.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 20/11/2020 às 17h16

Seis jogadores do Santos voltaram aos treinos na tarde de hoje (20) no CT Rei Pelé. O zagueiro Alex, os volantes Alison, Sandry, Diego Pituca e Jobson, e o meia Jean Mota. Eles cumpriram dez dias de isolamento após testarem positivo para Covid-19, como manda o protocolo da CBF, realizaram exames cardiológicos hoje e foram liberados. Todos estão à disposição dos auxiliares técnicos Eudes Pedro e Marcelo Fernandes, que devem comandar a equipe na ausência de Cuca, que segue se recuperando da Covid-19. O Peixe viaja nesta tarde com destino a Curitiba, onde enfrenta o Athletico-PR amanhã (21), às 19h, pela 22ª rodada do Brasileirão. De lá, o clube segue direto para o Equador para o primeiro jogo das oitavas de final da Copa Libertadores contra a LDU, em Quito. Confira o Boletim Médico de hoje no Santos: Vladimir: passou por uma cirurgia no ligamento da placa plantar do quinto metatarso falangeano e está em recuperação. Contraiu Covid-19, cumpriu isolamento e retornou aos trabalhos; Sánchez: rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Não joga mais nesta temporada; Raniel: teve um quadro de trombose venosa profunda na perna direita e ficou internado no Hospital Sírio-Libanês, mas já recebeu alta. Já iniciou trabalhos de recuperação no clube; testou positivo para Covid-19 e está em isolamento Ângelo Pendurados Madson, Felipe Jonatan, Luan Peres, Alison, Jobson, Diego Pituca e Soteldo estão pendurados com dois cartões amarelos.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 20/11/2020 às 03h00

Pico de contágio do novo coronavírus ocorre nos primeiros cinco dias após os sintomas são paulo Pessoas infectadas pelo novo coronavírus SarsC0V-2 que desenvolvem a Covid19 transmitem mais o vírus nos primeiros cinco dias após o início dos sintomas. Depois de nove dias de doença, nenhum vírus ativo —que pode iniciar uma infecção— foi encontrado em amostras, embora o material genético do patógeno possa ser detectado nessas pessoas semanas e até meses após o começo da infecção. Os resultados são de um artigo publicado nesta quinta-feira (19) na revista científica The Lancet Microbe por pesquisadores de instituições do Reino Unido. Os cientistas revisaram dados de 98 estudos publicados entre 2003 e junho de 2020 com informações sobre a dinâmica da carga viral em pacientes de três coronavírus: o Sars-CoV-2 (79 artigos), causador da Covid-19, o SarsCov(8), que causa a Sars (síndrome respiratória aguda), e o Mers-Cov (11), que causa a Mers (síndrome respiratória do Oriente Médio). Segundo os pesquisadores, os dados desses estudos indicam que os pacientes de Covid-19 têm a maior quantidade de vírus no nariz e na garganta (áreas consideradas pelos cientistas como as prind pais fontes de transmissão) logo quando os sintomas aparecem, e a situação permanece assim por cerca de cinco dias. No caso dos outros coronavírus pesquisados, o pico da quantidade de vírus nessa região do corpo aparece geralmente na segunda semana da doença. Essa seria, portanto, uma das causas para o novo coronavírus circular entre as pessoas com maior facilidade do que os coronavírus anteriores, uma vez que o paciente com Covid-19 precisa fazer o isolamento de uma maneira muito mais rápida para evitar a transmissão da doença, afirmam os autores. Muge Cevik, pesquisador da Universidade de St. Andrews (Escócia) e autor principal do artigo, disse em comunicado à imprensa que os resultados sugerem ainda que a repetição do teste PCR (que detecta o material genético do vírus) talvez não seja necessária para liberar o paciente do isolamento. O teste pode permanecer positivo por um período mais longo, e como detecta partes inativas do vírus, não indica necessariamente que o paciente esteja contagioso. “Em pacientes sem sintomas severos, 0s período infeccioso pode ser de dez dias após o início das manifestações”, afirmou Cevik. As orientações sobre a duração do isolamento variam de 10 a 15 dias, dependendo da instituição. Pacientes que ficam em estado mais grave são mantidos em confinamento por período mais longo geralmente. “Entender a transmissão da doença nos dá as dicas de como realizar melhor as medidas de prevenção”, afirma a infeetologista Maura Salaroli de Oliveira, do Hospital Sírio-Libanês. “Esses resultados mostram que as pessoas não devem banalizar os sinais da Covid-19, que é o que temos visto. ” "Tão logo sintomas como dor, febre, perda de olfato ou paladar se iniciem, deve-se começar a fazer o isolamento domiciliar, sem frequentar lugares públicos, até que o teste possa ser feito. Não é adequado esperar o resultado do teste para só então tomar a medida”, diz Oliveira. No artigo, os pesquisadores afirmam que não há dados suficientes para determinar o período potencial de transmissão dos chamados pacientes assintomátieos, um contingente grande de pessoas que roraminfectadas pelo Sars-Cov-2, mas não desenvolveram nenhum dos sintomas da Covid-19. Dessa forma, cuidados como distanciamento social, uso de máscara e higiene das mãos são essenciais para evitar o contágio, de acordo com a in- Em pacientes sem sintomas severos, o período infeccioso pode ser de dez dias após o início das manifestações Muge Cevik pesquisador da Universidade de St. Andrews, na Escócia fectologista. “Percebo pessoas na rua que fazem distanciamento e usam máscara, mas ao encontrarem um conhecido abraçam e beijam, quando na verdade qualquer pessoa, mesmo nossos amigos, pode estar infectada”, afirma Oliveira. “Todos estamos cansados dessas medidas, mas por enquanto deve ser assim.” ELB

ANAHP
Data Veiculação: 20/11/2020 às 00h00

Pandemia acelerou ações disruptivas na indústria da saúde 20 de novembro, 2020 Conahp chega ao último dia destacando ações inovadoras e exitosas dos principais hospitais brasileiros no enfrentamento ao novo coronavírus O último dia do Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp) contou com um importante debate entre as lideranças do setor sobre as ações disruptivas na indústria da saúde em meio à pandemia. Realizada na manhã desta sexta-feira (20), a plenária teve a participação de Sidney Klajner, presidente do Hospital Israelita Albert Eisntein; Luiz Fernando Reis, diretor de ensino e pesquisa do Hospital Sírio-Libanês e André Costa, diretor geral e técnico do Mater Dei Betim Contagem, moderados por Mohamed Parrini, CEO do Hospital Moinhos de Vento. Apresentando as iniciativas de um dos hospitais brasileiros de referência no cenário internacional, Klajner destacou as parcerias com o poder público, a ampliação da capacidade operacional e o investimento em pesquisas. “Nesse período, a capacidade colaborativa se fez presente e necessária. Realizamos uma importante parceria com a prefeitura de São Paulo para a construção do Hospital de Campanha do Pacaembu, que ficou pronto em 10 dias”, contou. Destacando as contribuições relevantes da ciência brasileira nesse momento de ações disruptivas, como as vacinas desenvolvidas pela FioCruz e pelo Butantã, Reis endossou o coro sobre a importância da disseminação desses estudos. “Precisamos de mais responsabilidade na transformação desse conhecimento gerado, em benefício para a população”. O representante do Mater Dei Betim Contagem trouxe aos holofotes uma importante questão em relação à separação de fluxos e arquitetura hospitalar, a fim de criar ambientes seguros, mesmo durante uma pandemia. “Ninguém mais vai pensar na construção de hospitais sem um olhar de reestruturação, com áreas isoladas e com plasticidade para crescerem e diminuírem”, ressaltou. O Conahp 2020 chega ao último dia com a participação dos principais nomes do setor de saúde, em uma edição inédita: gratuita, online e 100% digital. Acompanhe as palestras em www.conahp2020.com.br.