Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

AMAZONAS1
Data Veiculação: 19/10/2020 às 00h00

Cenário Eduardo Braga dá entrada no Hospital Sírio Libanês para tratar covid-19 Segundo sua assessoria, o senador não foi internado em estado grave como noticiaram alguns sites e blogs de Manaus Foto: Marcelo Camargo - Agência Brasil Geraldo Farias - Portal AM1 19 de outubro de 2020 - 15:35 | - Atualizado há 4 horas O senador Eduardo Braga (MDB) deu entrada no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para tratamento da covid-19, de acordo com sua assessoria. O parlamentar do Amazonas anunciou ter testado positivo para a doença no último dia 11 deste mês. Ainda segundo sua assessoria, o senador não foi internado em estado grave como noticiaram alguns sites e blogs de Manaus. “O senador foi diagnosticado com a covid19 quando estava em São Paulo e por orientação médica, por conta da idade (59 anos) e ter quadro de diabetes, está em tratamento no hospital na capital paulista”, esclareceu a assessoria do senador. O parlamentar não tem previsão de alta médica, está em leito clínico, sendo acompanhado por esposa e filha.

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 19/10/2020 às 20h44

O vereador Eduardo Tuma (PSDB), presidente da Câmara Municipal de São Paulo, disse nesta segunda-feira (19) que recebeu alta hospitalar e continuará o tratamento da infecção pelo novo coronavírus em sua residência. O parlamentar havia anunciado o diagnóstico de covid-19 na semana passada. Eduardo Tuma revelou detalhes do seu estado de saúde em um vídeo publicado nas redes sociais. "Recebi alta médica. Não estou mais internado. Estou em casa. De acordo com o boletim, o meu quatro evoluiu, não houve nenhum outro sintoma, outro agravante. Estou no 11º dia de infecção, faltam três. Então, em isolamento e o tratamento pode de casa. Espero que na quinta-feira, possa retomar as minhas atividades normais", projetou o vereador. Infecção No dia 12 de outubro, Eduardo Tuma havia anunciado que sentiu febre na noite anteior e o seu médico tinha recomendodo que ele fosse internado para exame no Hospital Sírio Libanês. Ainda no hospital, o vereador disse que se manteria em isolamento social e continuaria à frente das atividades como presidente da Câmara.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 19/10/2020 às 20h09

O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Eduardo Tuma (PSDB), afirmou nesta segunda-feira (19) que teve alta médica, deixou o Hospital Sírio-Libanês, na região Central da capital paulista, onde ficou internado durante uma semana, e permanece agora em casa tratando a Covid-19. Tuma informou, há uma semana, ter sido diagnosticado com a doença e que teve febre. Nesta segunda, em um vídeo divulgado nas redes sociais (veja vídeo acima), o vereador diz estar no 11º dia de isolamento devido ao vírus e que espera, ainda nessa semana, retomar ao trabalho presencial na Câmara de Vereadores. "Hoje é 19 de outubro, uma segunda-feira. Recebi alta médica, não estou mais internado no hospital, estou em casa. De acordo com o boletim, o meu quadro evoluiu, não houve nenhum outro sintoma, nenhum outro agravante. Estou no 11º dia da infecção, faltam 3 então, em isolamento, e o tratamento pode ser de casa. Eu espero que, na quinta-feira, posso retomar minhas atividades normais", disse Tuma. "Hoje é 19 de outubro, uma segunda-feira. Recebi alta médica, não estou mais internado no hospital, estou em casa. De acordo com o boletim, o meu quadro evoluiu, não houve nenhum outro sintoma, nenhum outro agravante. Estou no 11º dia da infecção, faltam 3 então, em isolamento, e o tratamento pode ser de casa. Eu espero que, na quinta-feira, posso retomar minhas atividades normais", disse Tuma. O vereador, que é candidato à reeleição pelo PSDB, agradeceu às orações de quem tem pedido pela sua vida. Dentre os sintomas da doença, Tuma disse que sentiu apenas febre leve na noite anterior ao diagnóstico. Ele não se licenciou da Presidência da Câmara no período de isolamento, permanecendo realizando as atividades à distância. Vídeos: Tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana

REVISTA PIAUÍ
Data Veiculação: 19/10/2020 às 17h34

Circula pelas redes sociais uma mensagem com supostas novas regras para as eleições municipais deste ano, por causa da pandemia da Covid-19. O texto indica que pessoas com mais de 60 anos, que estão no grupo de risco, terão exclusividade no início da manhã para votar. Também afirma que será obrigatório levar caneta, título de eleitor, carteira de identidade e máscara na seção eleitoral no 1º turno. Confira a seguir o trabalho de verificação da Lupa: “De 7:00hs às 10:00hs – Pessoas excepcionalmente maiores de 60 anos De 10:00hs às 17:00 – Público normal” Texto que circula no WhatsApp FALSO A informação analisada pela Lupa é falsa. O horário das 7h às 10h não é exclusivo, mas apenas preferencial para a votação para pessoas com mais de 60 anos. Isso está descrito na página 10 do Plano de Segurança Sanitária – Eleições Municipais de 2020, apresentado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As diretrizes foram elaboradas por especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Sírio-Libanês. O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) inclusive já havia desmentido a informação. O objetivo dessa nova regra é estimular eleitores fora da faixa etária de risco da Covid-19 a não irem votar nas horas iniciais das eleições. Acompanhantes ou outros eleitores com menos de 60 anos que chegarem aos locais de votação entre 7h e 10h não serão impedidos de votar, mas deverão aguardar ao final da fila ou em fila separada, respeitando a preferência dos maiores de 60 anos. “Em 15/11/20, dia da eleição, é obrigatório levar: caneta (…)” Texto que circula no WhatsApp FALSO A informação analisada pela Lupa é falsa. De acordo com o Plano de Segurança Sanitária – Eleições Municipais de 2020 (página 18), é recomendável, mas não obrigatório, que o eleitor leve sua própria caneta para assinar o caderno de votação. Caso ele não tenha levado o objeto, o mesário deve borrifar álcool na caneta de uso comum antes e depois da utilização de cada eleitor. “Em 15/11/20, dia da eleição, é obrigatório levar: (…) título de eleitor” Texto que circula no WhatsApp FALSO A informação analisada pela Lupa é falsa. Assim como nas eleições anteriores, não será obrigatória a apresentação do título de eleitor para votar, embora com ele seja mais fácil localizar a seção eleitoral. “Em 15/11/20, dia da eleição, é obrigatório levar: (…) máscara (uso obrigatório sem ela não entrará na seção); identidade; (…)” Texto que circula no WhatsApp VERDADEIRO A informação analisada pela Lupa é verdadeira. O uso de máscara será obrigatório nas seções eleitorais e nos locais de votação. A apresentação do documento de identidade com foto também é obrigatória, pois a identificação biométrica será desabilitada para reduzir os pontos de contato do eleitor com objetos e superfícies, segundo o Plano de Segurança Sanitária – Eleições Municipais de 2020 (página 13). Editado por: Maurício Moraes

JORNAL DA TARDE/TV CULTURA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 19/10/2020 às 12h22

O TSE também analisou o perfil demográfico dos eleitores, segundo a corte, as mulheres são maioria com 52 por cento do total de votos quando a divisão e por escolaridade, os brasileiros com ensino médio completo formam o maior grupo com 25 por cento, os cerca de 37 milhões de pessoas em seguida estão os eleitores com ensino fundamental incompleto que são 24 por cento cerca de 22 milhões têm ensino médio completo, sendo 15 por cento do eleitorado nacional. Por último está o grupo com ensino superior completo que compõe apenas 10 por cento dos eleitores, o voto é obrigatório para a maioria dos brasileiros mas cerca de 14 milhões podem escolher se irão ou não participar do processo, são jovens de 16 17 anos idosos a partir de 70 anos em 15 de Novembro 5569 municípios do país vão escolher a composição de sua Câmara de Vereadores e realizaram o 1º turno da disputa pela prefeitura local por conta da pandemia o TSE elaborou um protocolo de segurança específico para o dia da votação feita em parceria com os hospitais sírio-libanês e Albert Einstein e com técnicos da Fiocruz, o objetivo das medidas é diminuir o risco de contágio durante o pleito.

BLOG DA SAÚDE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 19/10/2020 às 05h44

Com o surgimento da pandemia causada pelo novo coronavírus, muito se tem ouvido falar a respeito da embolia pulmonar. Mas final, o que ela é? É um quadro vascular, onde há uma obstrução das artérias do pulmão por coágulos sanguíneos, que dificulta ou impede a passagem sanguínea. Essa condição é um pouco mais prevalente em homens do que em mulheres, principalmente com idade superior a 55 anos. Outras razões podem estar dentro dos fatores de riscos, como etnia, hereditariedade, obesidade, tabagismo e câncer. De acordo com o cirurgião vascular, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), doutor livre-docente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade São Paulo (HC-FMUSP) e médico do Hospital Sírio Libanês, Dr. Ivan Benaduce Casella, a associação da trombose venosa profunda (TVP), nos membros inferiores, com a embolia pulmonar é frequente. “Os membros inferiores são o sítio mais comum de formação de coágulos, os chamados trombos. Eles podem se desprender das veias dos membros inferiores e se deslocar pela circulação até os pulmões, provocando a embolia pulmonar”, afirma. O especialista explica que o quadro de embolia, por si, já é uma complicação da TVP. Contudo, ainda assim, possui a sua fase aguda. A embolia severa pode levar o paciente a ter dificuldade respiratória e sobrecarga do ventrículo direito, que é o responsável pelo envio do sangue para os pulmões, que pode levar a um choque circulatório. Nesse caso, o cirurgião vascular deve tomar medidas emergenciais para reabrir a circulação pulmonar. Entretanto, quando a embolia pulmonar é identificada e tratada precocemente, é possível inibir o seu avanço e, consequentemente, terapêuticas invasivas. “O tratamento mais utilizado nos casos de embolia pulmonar é a anticoagulação. Utilizamos anticoagulantes para evitar a propagação do coágulo e propiciar ao organismo condições favoráveis para que esses coágulos sejam reabsorvidos”, esclarece Dr. Casella. Diante desses agravantes, torna-se ainda mais importante o cuidado preventivo com a saúde. As empresas têm investido nesse cuidado com seus colaboradores a fim de aumentar a qualidade de vida e diminuir os riscos e gastos em saúde. Uma ferramenta que tem sido muito utilizada é gestão integrada da consultoria de benefícios Victory Saúde (victorysaude.com.br). Ela é responsável por fazer todo o estudo da população da empresa e traçar o perfil de saúde, identificando os riscos futuros e aplicando planos de ação efetivos para prevenir as doenças que podem ser amenizadas ou eliminadas através do cuidado preditivo. Mais do que nunca, é necessário nos cuidarmos antes do problema chegar, assim, podemos até nos livrar de passar por ele. O post Cuidados com a saúde vascular evitam embolia pulmonar e a sobrecarga cardíaca apareceu primeiro em Blog da Saúde.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 19/10/2020 às 05h25

O Paraná terá mais de 686 mil eleitores com mais de 70 anos aptos para votar nas eleições municipais de novembro, de acordo com as estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta faixa etária, que faz parte do grupo de risco da Covid-19, o voto é facultativo. O número representa 8,4% de todos os 8,1 milhões de eleitores do estado. Apesar dessa fatia do eleitorado vir crescendo, a participação de idosos na eleição de novembro pode cair por causa do receio deste público em relação com a pandemia. O aposentado Darcy Silva, de 75 anos, é um dos eleitores que tem medo de ir à seção eleitoral no dia da votação. "Estou bastante temeroso. Sempre tem um pouco de aglomeração, e é isso que me preocupa", afirmou. Ele afirma que se não fosse por causa da pandemia, iria votar, como fez na eleição passada, quando já tinha a opção de não comparecer à votação. "Foram meses que me cuidei, fiquei em casa e deixei de ver familiares. Não vale a pena me arriscar agora", disse. É o mesmo caso de Leonaldo Santini, de 78 anos. Ele chegou a ser mesário voluntário nas eleições passadas, mas agora, por causa da pandemia, vai deixar de votar pela primeira vez na vida. "Eu gosto de eleições e é um dever do cidadão se interessar, participar, mas é um risco que temos que avaliar se queremos passar nesta situação", disse. Segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), o Paraná tem mais de 194 mil casos confirmados de coronavírus, e 4,8 mil pessoas morreram vítimas da doença. Entre as pessoas com 70 anos ou mais, há 11 mil casos confirmados de Covid-19, e 2,5 mil mortes. Isso quer dizer que esta faixa de idade representa apenas 5% do total de casos, mas também 52% de todas as mortes registradas pela doença. Abstenções Mesmo não sendo obrigados a votar, mais de 40% dos idosos com 70 anos ou mais participaram das eleições no Paraná desde 2014, quando o TSE passou a divulgar as informações de abstenções por faixa etária. Nas eleições municipais de 2016, inclusive, foram registrados mais votos do que abstenções entre os eleitores desta faixa etária. Segundo o tribunal, os eleitores que quiserem votar, mesmo não sendo obrigados, podem comparecer às seções eleitorais desde que cumpram os protocolos sanitários estabelecidos para estas eleições. Entre as recomendações, estão: De acordo com o TSE, as regras foram estipuladas elaboradas com a ajuda de médicos dos hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Fiocruz. De 60 a 69 anos Outros 994 mil eleitores do estado têm entre 60 e 69 anos. Neste caso, apesar de fazerem parte do grupo de risco da Covid-19, o voto é obrigatório. Neste ano, para tentar minimizar os riscos, o TSE estipulou o horário de votação das 7h às 10h como preferencial para pessoas com mais de 60 anos. Eleitores de outras idades não serão impedidos de votar neste período, no entanto. Mesmo assim, alguns eleitores cogitam não sair de casa no dia da eleição. "Ainda não decidi o que farei, mas não me sinto motivada. É mais complicado ainda, porque meu marido tem 70 anos e não vai votar, mas eu coloco nós dois em risco saindo para a seção eleitoral", disse a aposentada Sirlei Petró, de 64 anos. Os eleitores entre 18 e 69 anos que não votarem devem justificar a ausência nas eleições. Essa justificativa, segundo o TSE, pode ser feita em uma seção eleitoral, para aqueles que estiverem fora do domicílio eleitoral, pela internet ou aplicativo de celular. Se não justificar a ausência, o eleitor terá que pagar multa para regularizar a situação. Mudanças Segundo o TSE, algumas mudanças acontecerão nas eleições deste ano para diminuir os riscos de aglomeração e contaminação. O horário de votação será ampliado em uma hora para tentar diminuir os riscos de aglomeração nas seções eleitorais. Antes, a votação começava às 8h. Agora, começará às 7h. O reconhecimento dos eleitores por biometria também foi suspenso para as eleições deste ano, com objetivo de fazer com que o processo de votação seja mais rápido e os eleitores tenham menos pontos de contato. Funciona assim: Eleições 2020