Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

O GLOBO ONLINE/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 19/03/2020 às 22h30

BRASÍLIA - O senador Prisco Bezerra (PDT-CE) anunciou nesta quinta-feira, em nota, que seu teste para o coronavírus teve resultado positivo. Ele é o terceiro senador a contrair a doença. "Após apresentar sintomas semelhantes a um quadro gripal, como tosse e febre, o senador Prisco Bezerra (PDT-CE) realizou o exame para detecção do coronavírus e testou positivo. O senador passa bem e, por medida de precaução, antes mesmo de conhecer o resultado, já estava isolado, em quarentena, trabalhando em regime de home office", registra a nota. Ele disse ainda que participará nesta sexta-feira da primeira sessão remota do Senado, na qual que será votada, por meio de aplicativo, a decretação de estado de calamidade pública no Brasil. O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), também infectado e integrante da comitiva de Jair Bolsonaro que esteve nos Estados Unidos, está internado no hospital Sírio-Libanês de Brasília. De acordo com a sua assessoria, o estado dele é estável e ele não está na UTI. Já o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, também diagnosticado com a doença, passou a noite de quarta-feira no mesmo hospital para fazer uma tomografia, mas recebeu alta na manhã desta quinta-feira.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 19/03/2020 às 20h31

As vigilâncias sanitárias do município e do estado de São Paulo realizaram nesta quinta-feira (19) uma inspeção no hospital Sancta Maggiore, no Paraíso, Zona Sul de São Paulo. A unidade da rede Prevent Senior registrou as cinco mortes confirmadas até agora em virtude do novo coronavírus em São Paulo e tem 121 casos suspeitos. A inspeção começou na quarta-feira (18) e teve o objetivo de checar as condições de segurança dos empregados e as instalações físicas, estruturais e de funcionamento do hospital, já que pelo menos oito casos confirmados de coronavírus na unidade são empregados da rede. A Vigilância Sanitária também quis entender como estão sendo feitas as notificações dos casos confirmados e suspeitos da doença pela unidade da rede Prevent Senior. Familiares e parentes da primeira vítima da doença a morrer por coronavírus no Brasil, e que estava internada no Sancta Maggiore, afirmam que só souberam que o paciente tinha o Covid-19 quando receberam o corpo lacrado para realização do funeral. "No velório falaram que deveria ser de caixão fechado, e nisso a gente teve um estalo de que tinha alguma coisa errada, que estavam omitindo alguma coisa da gente", disse o homem, que preferiu não se identificar. O parente da primeira vítima do coronavírus em SP confirmou que outras pessoas da família estão internadas em estado grave, e que nenhuma fez teste para o novo coronavírus. "Cinco pessoas moravam com meu tio que faleceu e, infelizmente, até agora ninguém ninguém fez o teste. Eu tenho mais uma tia e um tio no hospital, todos na UTI. Meu avô agora teve um quadro de piora", completou. Família denuncia atendimento médico após morte por coronavírus Pacientes na UTI Além das cinco mortes registradas nesta quarta-feira, a Prevent Senior afirmou que tem 123 pacientes suspeitos do coronavírus na rede. Desses casos, 33 pacientes estão na UTI, sendo que 12 deles já testaram positivo para a doença. Os outros 90 pacientes suspeitos estão em apartamentos da unidade, onde estão sendo tratados e 16 deles já tiveram os exames positivos para o covid-19. O diretor da Prevent Senior, Pedro Batista Júnior, explicou que a rede está concentrando todos os casos da doença na unidade Sancta Maggiore do Paraíso para justamente preservar os trabalhadores. "A questão de dedicarmos o hospital é justamente para preservar a equipe. Uma vez que eu tenho as equipes em múltiplos hospitais em contato com todos os pacientes, teoricamente, eu teria mais equipes infectadas”, declarou Batista. Epidemia de influenza O coordenador do centro de contingência do coronavírus em São Paulo, David Uip, afirma que os médicos e enfermeiros que trabalham na linha de frente do atendimento aos pacientes com coronavírus estão expostos à doença, mas que que o que tem se observado é uma epidemia de vírus influenza entre eles. “O que nós vimos no hospital sirio libanês é que vários profissionais apresentaram síndrome gripal. e no diagnóstico até esse momento o que prevaleceu foi o vírus influenza. O que nós temos em paralelo é uma epidemia de influenza que se antecipou aquilo que se esperava que era outono inverno”, declarou Uip. Orientações da OMS para profissionais da saúde A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), para todos que tenham contato com o paciente infectado por coronavírus. Os profissionais de saúde, o pessoal da limpeza e os visitantes também devem usar máscara cirúrgica ou máscara de proteção respiratória, luvas, protetor ocular ou de face e capote ou avental. As luvas do pessoal da limpeza têm que ser grossas e esses trabalhadores têm que usar botas ou sapatos fechados, de acordo com a OMS. O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo orienta os enfermeiros a denunciarem a falta dos equipamentos no site da entidade, caso os hospitais não estejam seguindo as orientações sanitárias globais para o combate à doença. Já a secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP), Célia Regina Costa, diz que os trabalhadores da saúde no estado estão com medo. “Nós não temos um protocolo único [de atuação para o covid-19]. O que nós queremos discutir com a Secretaria Estadual de Saúde é principalmente manter um protocolo único de proteção aos trabalhadores da saúde. Porque nós somos um número muito pequeno de trabalhadores para poder atender o que virá”, diz Regina Costa. A dirigente sindical também reforça o pedido das autoridades para que as pessoas fiquem em casa e se recolham como forma de também proteger os profissionais da saúde. “A gente espera que não venha e a gente espera que todo esforço feito pela sociedade de se recolher e não transitar, possa ajudar a gente não ter o que está previsto. Mas o que nós já temos já nos preocupa muito”, declara. Ciclo do coronavírus — Foto: Foto: Arte/G1 CORONAVÍRUS Últimas notícias sobre coronavírus VÍDEOS: Coronavírus: perguntas e respostas GUIAM ILUSTRADO: sintomas, transmissão e letalidade Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Quanto tempo o novo coronavírus vive em uma superfície ou no ar? Máscaras servem para proteção contra o novo coronavírus? Como se prevenir do coronavírus? A inspeção começou na quarta-feira (18) e teve o objetivo de checar as condições de segurança dos empregados e as instalações físicas, estruturais e de funcionamento do hospital, já que pelo menos oito casos confirmados de coronavírus na unidade são empregados da rede. A Vigilância Sanitária também quis entender como estão sendo feitas as notificações dos casos confirmados e suspeitos da doença pela unidade da rede Prevent Senior. Familiares e parentes da primeira vítima da doença a morrer por coronavírus no Brasil, e que estava internada no Sancta Maggiore, afirmam que só souberam que o paciente tinha o Covid-19 quando receberam o corpo lacrado para realização do funeral. "No velório falaram que deveria ser de caixão fechado, e nisso a gente teve um estalo de que tinha alguma coisa errada, que estavam omitindo alguma coisa da gente", disse o homem, que preferiu não se identificar. O parente da primeira vítima do coronavírus em SP confirmou que outras pessoas da família estão internadas em estado grave, e que nenhuma fez teste para o novo coronavírus. "Cinco pessoas moravam com meu tio que faleceu e, infelizmente, até agora ninguém ninguém fez o teste. Eu tenho mais uma tia e um tio no hospital, todos na UTI. Meu avô agora teve um quadro de piora", completou. Além das cinco mortes registradas nesta quarta-feira, a Prevent Senior afirmou que tem 123 pacientes suspeitos do coronavírus na rede. Desses casos, 33 pacientes estão na UTI, sendo que 12 deles já testaram positivo para a doença. Os outros 90 pacientes suspeitos estão em apartamentos da unidade, onde estão sendo tratados e 16 deles já tiveram os exames positivos para o covid-19. O diretor da Prevent Senior, Pedro Batista Júnior, explicou que a rede está concentrando todos os casos da doença na unidade Sancta Maggiore do Paraíso para justamente preservar os trabalhadores. "A questão de dedicarmos o hospital é justamente para preservar a equipe. Uma vez que eu tenho as equipes em múltiplos hospitais em contato com todos os pacientes, teoricamente, eu teria mais equipes infectadas”, declarou Batista. O coordenador do centro de contingência do coronavírus em São Paulo, David Uip, afirma que os médicos e enfermeiros que trabalham na linha de frente do atendimento aos pacientes com coronavírus estão expostos à doença, mas que que o que tem se observado é uma epidemia de vírus influenza entre eles. “O que nós vimos no hospital sirio libanês é que vários profissionais apresentaram síndrome gripal. e no diagnóstico até esse momento o que prevaleceu foi o vírus influenza. O que nós temos em paralelo é uma epidemia de influenza que se antecipou aquilo que se esperava que era outono inverno”, declarou Uip. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), para todos que tenham contato com o paciente infectado por coronavírus. Os profissionais de saúde, o pessoal da limpeza e os visitantes também devem usar máscara cirúrgica ou máscara de proteção respiratória, luvas, protetor ocular ou de face e capote ou avental. As luvas do pessoal da limpeza têm que ser grossas e esses trabalhadores têm que usar botas ou sapatos fechados, de acordo com a OMS. O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo orienta os enfermeiros a denunciarem a falta dos equipamentos no site da entidade, caso os hospitais não estejam seguindo as orientações sanitárias globais para o combate à doença. Já a secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP), Célia Regina Costa, diz que os trabalhadores da saúde no estado estão com medo. “Nós não temos um protocolo único [de atuação para o covid-19]. O que nós queremos discutir com a Secretaria Estadual de Saúde é principalmente manter um protocolo único de proteção aos trabalhadores da saúde. Porque nós somos um número muito pequeno de trabalhadores para poder atender o que virá”, diz Regina Costa. A dirigente sindical também reforça o pedido das autoridades para que as pessoas fiquem em casa e se recolham como forma de também proteger os profissionais da saúde. “A gente espera que não venha e a gente espera que todo esforço feito pela sociedade de se recolher e não transitar, possa ajudar a gente não ter o que está previsto. Mas o que nós já temos já nos preocupa muito”, declara.

VEJA SÃO PAULO.COM.BR/SÃO PAULO
Data Veiculação: 19/03/2020 às 17h11

A pandemia de coronavírus fez com que governos anunciassem medidas de contenção para tentar diminuir a transmissão da doença, e isso afetou escolas e universidades, transporte e órgãos públicos, empresas, comércio e famílias. Todos tiveram de adaptar seus hábitos para não deixar nem São Paulo nem a vida parar. Para as próximas semanas, quando as autoridades esperam um crescimento do número de infectados, os hospitais paulistanos se preparam para esse novo momento, com a possibilidade de adiamento de cirurgias eletivas (aquelas não são urgentes), aumento da quantidade de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) e suspensão de férias dos profissionais de saúde. A rotina do maior complexo hospitalar da América Latina está prestes a ser mudada devido ao aguardado crescimento de casos de coronavírus em São Paulo. Dos 400 leitos de UTI atualmente disponíveis no Hospital das Clínicas, 75 serão destinados aos novos casos da doença. Desses, 37 estão prontos e instalados no 11º andar de um de seus edifícios. “Vamos deslocar os pacientes para as outras UTIs e deixar os leitos isolados no 11º andar, que será usado apenas para casos de coronavírus”, afirma Beatriz Perondi, coordenadora do Comitê de Emergências do HC. O grupo foi criado em 2012 e acionado pela primeira vez no ano seguinte, após o incêndio no Memorial da América Latina. Na ocasião, mais de trinta bombeiros foram intoxicados. “Cada atendimento demandava de cinco a dez profissionais por vez”, relembra Beatriz. Em outros hospitais, a rotina também será alterada. Principal local de diagnósticos na capital, com mais de 7 000 exames de coronavírus realizados, o Hospital Albert Einstein passou o último fim de semana separando currículos e realizando entrevistas. “Vamos contratar mais médicos e enfermeiros”, revela Sidney Klajner, presidente da Sociedade Israelita Albert Einstein. Ali, outra preocupação é com os pacientes e colaboradores. “A gente montou uma preparação especial, com fluxo de entrada e saída diferenciado, além de atendimento separado.” Apesar de tanta atenção, dois funcionários do local foram contaminados com o coronavírus. Ortopedista Bergamaschi, em clínica na Zona Sul: menos movimento Ortopedista Bergamaschi, em clínica na Zona Sul: menos movimento (Alexandre Battibugli/Veja SP) No Sírio-Libanês, o cuidado é com os médicos mais velhos, pertencentes ao grupo de maior risco de contaminação pelo coronavírus. Por lá, os profissionais com mais de 60 anos foram colocados em postos mais distantes do primeiro atendimento, função executada por especialistas mais jovens. “Profissionais de saúde são sempre os mais vulneráveis. É nossa obrigação proteger nosso pessoal”, afirma o médico Paulo Chapchap, presidente do Hospital Sírio-Libanês. No Hospital Samaritano, em Higienópolis, as consultas de pacientes de outras especialidades diminuem a cada dia, diferentemente das demandas por tratamentos de gripe. Para atender aos casos, o time do pronto-socorro foi reforçado e novas contratações poderão ser feitas. No Nove de Julho, a preocupação é também com a alimentação dos funcionários. O bufê do almoço, que ficava exposto, foi suspenso, e agora a comida para os médicos e enfermeiros é só à la carte. Na rede pública municipal, o desafio será manter o atendimento de outras áreas no momento em que a pandemia cresce na cidade. “Vamos fazer um novo planejamento de cirurgias eletivas, mas há casos que não podem esperar, como os pacientes oncológicos”, assegura o secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido. Enquanto os hospitais públicos e particulares se movimentam à espera de novos casos, as clínicas e os consultórios particulares vão no sentido contrário. Com dez médicos e três salas, a clínica de ortopedia Atualli, em Cerqueira César, já prevê o prejuízo. “Esperamos uma grande redução de receita nos próximos dois meses”, afirma o ortopedista João Paulo Bergamaschi, dono do espaço, que descarta por ora a demissão de funcionários. Perto dali, nos Jardins, a cirurgiã do aparelho digestivo Vanessa Prado tem atendido apenas a casos mais complicados. “Só têm aparecido os pacientes recém- -operados ou com diagnósticos mais graves, com sangramentos ou suspeitas de tumores.” O cirurgião plástico Aristóteles Bersou Júnior também viu a sala de espera ficar vazia. – – (Alexandre Battibugli/Veja SP) Desde a última semana, apenas casos de urgência são atendidos por Bersou. “Não vale a pena correr riscos. Se ocorrer algo com meus pacientes, dirão que a culpa é minha. O respeito à vida vem antes de tudo.” De olho na própria saúde, há quem tenha tirado o pé do acelerador por conta própria. Com quase cinquenta anos de trabalho no Instituto Dante Pazzanese, o cardiologista Nabil Ghorayeb, 73, referência na medicina esportiva, vem reduzindo as consultas. “Não abandonei meu posto, mas faço parte do grupo de risco e resolvi ficar um período maior em casa”, diz. “Tenho uma mãe de 93 anos e uma filha de 10, a gente fica vulnerável.”

RÁDIO CBN FM 90,5/SÃO PAULO | ESTÚDIO CBN
Data Veiculação: 19/03/2020 às 14h10

Boa tarde, Fernando, boa tarde também aos ouvintes foram várias medidas anunciadas tanto pelo Governo do Estado quanto pela prefeitura, uma delas antecipação das férias dos funcionários de educação tanto do município quanto da rede estadual, a partir de segunda-feira, lembrando que as aulas já começaram a ser suspensas na segunda-feira e gradualmente e a partir deste dia 23 às aulas não ocorreram, mas também a partir de segunda-feira essa semana o pastor Silas Malafaia da Assembleia de Deus Vitória em Cristo disse que não vai diminuir o número de cultos nem fechar igrejas sem citar o nome dele, o governador João Dória afirmou que as igrejas contratadas pelo estado demonstraram compreensão com a medida. Todos tem sido extremamente solidários com as decisões da prefeitura e do Governo do Estado de São Paulo, por isso que estamos no âmbito da recomendação e ao contrário do Rio de Janeiro, onde houve uma manifestação de um líder religioso aqui São Paulo, todos que foram contactados compreenderam bem aceitaram entenderam o momento o ano de convergência solidária para que isso possa ser feito sem a força da lei, mas com bom entendimento solidária. Bom a Sabesp vai suspender a cobrança da tarifa social de 506 mil famílias de baixa renda por 3 meses a partir de abril, o governo também suspendeu o protesto de devedores do estado para pessoas físicas e jurídicas por 90 dias também, a partir de abril, segundo o governador João Dória os supermercados se comprometeram a vender álcool em gel a partir de segunda-feira a preço de custo já as farmácias ainda não responderam se vão adotar essa mesma medida, governador fez um apelo também a outros governadores e prefeitos e ao Governo Federal para que não interrompam o transporte por ônibus, trens também o acesso a portos aeroportos estradas. Ele considerou, inclusive que a suspensão dos ônibus municipais por municípios do ABC aqui na Grande São Paulo não é adequada nesse momento de crise, o prefeito Bruno Covas afirmou que 490 leitos serão criados só na cidade para combater o coronavírus em até 3 semanas, 190 e organizando dentro dos hospitais municipais. E 300 novos leitos estão sendo abertos em parceria com o Ministério da Saúde e equipamentos ainda fechados ao público desde a manhã de visitar com o secretário Edson Aparecido, parte dessas obras é de que até 3 semanas, ele sejam todos os 490 já disponibilizados para tratamento por motivos. Até agora há 240 casos confirmados de coronavírus no Estado de São Paulo, 4 mortes, todas e de pessoas com mais de 60 anos de idade há também 16 casos suspeitos graves internados em hospitais particulares e do Instituto Emílio Ribas. Não há um levantamento sobre profissionais de saúde contaminados, mas o secretário da Saúde de São Paulo, José Henrique Viana disse que o número até agora não chamar a atenção já o infectologista David Uip que é coordenador do centro de contingência do coronavírus aqui em São Paulo, informou que profissionais do Hospital sírio-libanês apresentaram síndrome gripal e no diagnóstico prevaleceu infecção pelo vírus influenza que é o vírus da gripe Fernando.

YAHOO!NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 19/03/2020 às 00h00

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), o primeiro parlamentar a testar positivo para covid-19, está internado no Hospital Sírio-Libanês. Ele apresentou uma leve alteração no pulmão e febre nos últimos três dias, mas seu quadro clínico tem evoluído. Conforme sua assessoria de imprensa destacou nesta quinta (19), “está mantendo boa oxigenação e teve melhora significativa do estado geral de saúde”. Ele foi submetido a uma tomografia de tórax e, em nota, a assessoria informa que não há “sinais de gravidade” e o parlamentar também não está mais com febre. Trad é um entre os 17 integrantes da comitiva do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos que já tiveram diagnosticado coronavírus. O primeiro foi o secretário de Comunicação Social da Presidência da República, Fabio Wajngarten, que já apresentou sintomas da doença nos EUA, como revelou o HuffPost, e se negou a realizar por lá os exames. Também o general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, estava na comitiva e testou positivo. O resultado saiu na quarta (18) e nesta quinta ele cumpre seu primeiro dia de isolamento domiciliar. Segundo interlocutores, o ministro, que tem 72 anos e está no grupo de risco, passa bem e não apresenta sintomas. Apesar do diagnóstico, ele não deixou de trabalhar e está despachando com assessores. Outro ministro do governo que está com coronavírus é o almirante Bento Albuquerque, das Minas e Energia, mais um que acompanhou o presidente aos EUA. Segundo nota emitida pela pasta, o ministro não apresenta sintomas e ficará em isolamento no Rio de Janeiro, de onde despachará por videoconferência. Na live desta quinta, o presidente afirmou que o presidente da Apex Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações), Sergio Segóvia, também contraiu coronavírus, mas passa bem. Ele é mais um dos que integraram a comitiva presidencial aos Estados Unidos. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP)... Continue a ler no HuffPost

YAHOO!NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 19/03/2020 às 00h00

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), 42, passou a madrugada desta quinta-feira (19) internado na unidade do Hospital Sírio-Libanês em Brasília. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa de Alcolumbre. Segundo a assessoria da presidência do Senado, Alcolumbre realizou uma tomografia para acompanhar a evolução do coronavírus, confirmado um dia antes em exame. Por recomendação médica, ainda segundo a assessoria, o senador ficou em observação no local e recebeu alta na manhã desta quinta-feira (19). "O presidente do Senado permanecerá em casa, em isolamento, de acordo com as orientações médicas", completa a nota do Senado. Segundo pessoas próximas ao senador, na noite de quarta, ele começou a ter dificuldade para respirar e foi aconselhado por seu médico a ir ao hospital fazer uma tomografia do pulmão. Diante do resultado do exame, ficou internado para observação. O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), 58, que, assim como Alcolumbre, está com coronavírus, também está internado no mesmo hospital, segundo sua assessoria. Alcolumbre havia feito um teste na semana passada com resultado negativo. Acometido de um resfriado que piorou ao longo desta semana, o presidente do Senado refez o teste na noite de terça-feira (17). Na quarta, o resultado positivo para a Covid-19 foi divulgado pela assessoria de imprensa do senador. Na segunda-feira (16), Alcolumbre participou de uma reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, outros cinco ministros da corte —Luiz Fux, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso—, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o advogado-geral da União, André Mendonça. Ele havia feito o primeiro teste na noite de quinta-feira passada (12) porque havia tido contato, ao longo da semana, com mais de 20 ministros, parlamentares e assessores que estiveram com o presidente Jair Bolsonaro em viagem aos Estados Unidos, no início de março —19 integrantes da comitiva já foram diagnosticados com a Covid-19. O presidente da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações‎), Sergio Segovia, é o mais recente integrante da comitiva presidencial que foi à Flórida a ter a confirmação de que foi infectado. Segovia realizou um primeiro exame na sexta-feira (13), que não detectou o vírus. Seguindo o protocolo, ele fez uma segunda análise na quarta (18), que confirmou a infecção. Apesar de ter feito parte da missão que acompanhou Bolsonaro aos Estados Unidos, Segovia não viajou com o mandatário no avião presidencial. O senador Nelsinho Trad, presidente da Comissão de Relações Exteriores, também teve resultado positivo em seu exame. Trad havia participado de reunião em sala fechada com a maioria dos líderes partidários da Câmara e do Senado, além de Alcolumbre e do presidente da Câmara. Também participaram os ministros Paulo Guedes (Economia), Luiz Henrique Mandetta (Saúde), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto (Banco Central). Na quinta passada, Alcolumbre viajou para o Amazonas com seis senadores e 11 deputados, além de assessores —uma delas apresenta sintomas de um forte resfriado.

CATRACA LIVRE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 19/03/2020 às 00h33

Senador que viajou com Bolsonaro aos EUA é internado em Brasília Nelsinho Trad PSD-MS) deu entrada hospital Sírio-Libanês de Brasília com dificuldades respiratórias e com quadro febril 19/03/2020 - 0:33 Por: Redação O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), 58 anos, foi internado na noite desta quarta-feira, 18, no hospital Sírio-Libanês de Brasília com dificuldades respiratórias. O parlamentar é um dos integrantes da comitiva do presidente Jair Bolsonaro na viagem aos Estados Unidos diagnosticado com o novo coronavírus (Covid-19). De acordo com a Record TV, exames apontaram “achados no pulmão, lesões típicas de coronavírus”. O diagnóstico seria uma pneumonia causada em decorrência do Covid-19, quadro clássico dos pacientes com o vírus. Nelsinho Trad PSD-MS deu entrada com dificuldades respiratórias e com quadro febril O quadro de saúde do senador, que também é médico, é considerado “bem delicada”, segundo a Record. É a terceira vez que o parlamentar dá entrada no hospital por conta dos sintomas do coronavírus. Nas duas primeiras, ele foi medicado e orientado a cumprir tratamento contra a doença em isolamento domiciliar. Coronavírus: número de casos confirmados no Brasil Quais os cuidados para prevenir o novo coronavírus Saiba o que fazer se estiver com suspeita de coronavírus Coronavírus: saiba o que a OMS diz sobre o uso de máscaras Como se proteger no ambiente de trabalho Quais os sintomas e tudo o que se sabe até agora sobre o coronavírus Antes de ingressar na UTI, Trad esteve três vezes no hospital. Na primeira entrada apresentou falta de ar, febre e realizou exames. Depois, o quadro de saúde foi piorando. Nesta última passagem pelo hospital, precisou ficar internado. “Segui fiel e estritamente os protocolos de quem se enquadra em comunicante de caso. Fiz o exame, que resultou positivo. Serenamente, com fé em Deus, e atendendo todas as orientações dos profissionais de saúde envolvidos nesse enfrentamento, estou em casa com a minha família, guardando o período de isolamento”, afirmou Trad.

O ANTAGONISTA
Data Veiculação: 19/03/2020 às 00h29

O senador Nelsinho Trad teve uma piora de seu estado de saúde por causa do coronavírus e foi internado no Sírio Libanês em Brasília. Exames identificaram um quadro de insuficiência respiratória, por causa de pneumonia decorrente da Covid-19.

MEIO&MENSAGEM ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 19/03/2020 às 06h30

Google cria site sobre cuidados médicos com coronavírus “O novo coronavírus nos coloca numa posição de maior responsabilidade para trafegar informações confiáveis, técnicas e de real relevância para a população, para que possamos contribuir mitigando dúvidas e fazendo os esclarecimentos necessários e não darmos espaço a pânicos muitas vezes iniciados por agentes que veiculam fake news”, comenta o doutor Carlos Eduardo Lodovici Tavolari, diretor de relacionamento com o mercado da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. Redes sociais a seu favor tanto agora com a pandemia da Covid-19 quanto em diversos momento anteriores, o Hospital Sírio-Libanês tem trabalhado para levar informações de qualidade para os brasileiros por meio de múltiplas plataformas. Segundo Paulo Ishibashi, diretor de relações com o mercado do Hospital Sírio-Libanês, em crises epidemiológicas passadas as redes sociais não tinham o alcance que têm agora. “Vivemos um mundo novo, com informação chegando em segundos por meio de aplicativos como o WhatsApp. Mantemos contato com nossos públicos interagindo por meio das redes sociais, respondendo dúvidas e direcionando para conteúdos proprietários”, reforça. relacionado Ford substitui comerciais por campanha sobre coronavírus O Hospital Alemão Oswaldo Cruz também utiliza os meios digitais para combater as fakes news e estreitar de forma mais rápida o diálogo com seus pacientes. Desde o início da pandemia, a instituição tem usado as redes sociais para orientar, informar e tirar dúvidas da população, visto que, além disso, faz parte de um comitê dedicado ao assunto com alinhamento diário. “Ao longo dos últimos cinco anos, temos intensificado a nossa presença no meio digital. Isso nos motiva a construir conteúdos relevantes e que provoquem uma reflexão sobre a importância de cuidar da sua saúde física e emocional. E, principalmente, orientar que a prevenção é o melhor caminho para o enfrentamento dessa pandemia”, pontua Melina Beatriz Gubser, gerente de comunicação corporativa do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Agora, no começo de março, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein lançou um conjunto de iniciativas digitais para oferecer informações confiáveis e de qualidade sobre saúde e bem-estar. Entre elas estão: o blog Vida Saudável, que tem atualização diária com temas que estejam em alta, e três podcasts, o Papo Saudável, uma extensão do blog que discute os temas a partir de entrevistas com especialistas do Einstein; o Saúde por Elas, entrevistas com mulheres sobre assuntos de saúde atuais; e o De Especialista para Especialista, conversa entre médicos sobre temas relevantes no exercício da medicina. Segundo Vanessa Amorim, head de marketing e comunicação da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, a instituição está utilizando o FAQ do blog, o site, o app e as redes sociais para atualizar as pessoas sobre o novo coronavírus. “O objetivo é informar e educar as pessoas sobre o que fazer e como agir diante desse cenário de incertezas”, reforça. relacionado Coronavírus: área de eventos começa a sentir impactos O marketing além da pandemia Apesar dos hospitais particulares tomarem medidas específicas para momentos de pandemia, como a da Covid-19, o marketing e a comunicação hospitalar está presente no dia a dia dessas instituições. No caso do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o marketing hospitalar atua em duas frentes: a comunicação interna, voltada a pacientes, médicos e colaboradore; e a comunicação externa, destinada ao público externo ao hospital, por meio de ações de publicidade, relacionamento com a imprensa e interação com as pessoas nos canais digitais. “Para isso, contamos com vários parceiros, entre eles, uma agência de publicidade, os quais nos apoiam na operação de marketing e comunicação, com os diversos stakeholders”, pontua Melina. Da mesma forma, o Hospital Sírio-Libanês tem várias frentes de trabalho que atuam diariamente interagindo com médicos, pacientes e com a sociedade, em geral, sempre focando em medicina baseada em evidências. “Temos uma agência responsável pelo core da comunicação e outros parceiros específicos que, gerenciados por equipe interna, compõem o time de marketing. Juntos, mantemos nossa comunicação em linha com a missão da instituição”, afirma Paulo. relacionado Paywall: coronavírus faz veículos mudarem estratégias O time de comunicação e marketing da rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, além de divulgar pautas de interesse público, realiza a gestão e posicionamento da marca, faz pesquisas mercadológicas e desenvolve um alinhamento ações que envolvem a marca da companhia, buscando a fidelização dos clientes e a sua melhor experiência. Segundo o doutor Carlos Eduardo, a área de marketing da rede de hospitais tem uma equipe interna que atende a demanda de todos os hospitais da rede. “Temos diversos players que nos apoiam para as efetivas entregas do departamento, entre eles, assessoria de imprensa, agência de publicidade e propaganda, produtoras de vídeo, fornecedores de pesquisa mercadológica e gestão e monitoramento de mídias sociais”, comenta. De acordo com Vanessa, o marketing do Hospital Israelita Albert Einstein é centrado no indivíduo e o planejamento é desenvolvido com base na segmentação e no ciclo de vida do paciente, do médico e da equipe, que demonstram seu comportamento, necessidades e interesses. “Atuamos em pilares de educação sobre saúde e sobre nossos serviços, buscando os melhores canais para falar com cada público, independentemente se é digital ou off-line, uma vez que as pessoas são multicanal”, finaliza. *Crédito da foto no topo: Reprodução Publicidade rede de hospitais são camilo hospital israelita albert einstein Após projeto piloto de nove meses, Magalu deixará de operar setores de eletrodomésticos e eletroeletrônicos de duas lojas da rede de hipermercados Comente “Meio & Mensagem informa que não modera e tampouco apaga comentários, seja no site ou nos perfis de redes sociais. No site, quando o usuário ler a indicação Este comentário foi apagado’ significa que o próprio comentarista deletou o comentário postado. Não faz parte da política de M&M gerenciar comentários, seja para interagir, moderar ou apagar eventuais postagens do leitor. Exceções serão aplicadas a comentários que contenham palavrões e ofensas pessoais. O conteúdo de cada comentário é de única e exclusiva responsabilidade civil e penal do cadastrado.” Publicidade