Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

SBT BRASIL/SBT/SÃO PAULO
Data Veiculação: 18/12/2020 às 20h08

O Governo Federal anunciou que pretende utilizar vacinas de sete laboratórios do mundo, os e Muniz antes usam diferentes mecanismos para estimular a produção de anticorpos. Contra o novo coronavírus hoje São Paulo recebeu mais dois milhões de doses da vacina chinesa por uma vaga. O avião com o maior carregamento de vacina contra corte de dezenove entregue até agora e o país da América do Sul usou no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no início da manhã são dois milhões de doses prontas da Corona vaca incorporadas ao estoque do Governo do estado e agora conta com três milhões cento e vinte mil doses da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês se Novak deu Tec parceria com o Instituto Butantan poderá estar entre as oferecidas à população brasileira pelo Programa Nacional de imunização, o Ministério da Saúde informou que pretende comprar a quarenta e cinco milhões de doses. O troféu foi incluído nesta semana em uma lista com sete laboratórios e o consórcio combates facilite da Organização Mundial da Saúde que poderão fornecer vacinas ao governo brasileiro, assim que houver liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Muniz antes desenvolvidos, de diferentes formas mais com o mesmo objetivo criar anticorpos contra o novo coronavírus no organismo das pessoas. A Corona vá que usa o vírus inativada que não causa uma doença, mas é capaz de estimular o sistema imunológico, como se estivesse vivo ao ser injetado em uma pessoa a vacina com vírus inativada estimula as células de defesa e se alimentam da proteína viral e se não há células T auxiliares a reconhecerem o invasor, os impostos de produzir os anticorpos que vão agir no caso de uma infecção. Esse é um método bastante tradicional muito utilizado o estudo Butantã em particular, domina muitas tecnologias, já utiliza tecnologia. Há bastante tempo e é uma coisa, mas o nome de utilizar na produção de gás ácida da farmacêutica americana Jansen da inglesa AstraZeneca da indiana Paratibe até que e do Instituto baleia da Rússia utiliza outra técnica do vetor viral vírus modificado em laboratório carrega um pedacinho do gene do novo coronavírus uma vez no organismo humano estimula a produção de anticorpos e postos que darão a resposta imune já os e Muniz antes das farmacêuticas norte-americanas, pais, ele moderna, utiliza uma tecnologia mais avançada a do RNA mensageiro, o método consiste em envolver o material genético do novo coronavírus em uma camada de gordura e levar ao RNA as células responsáveis pela produção de uma proteína que será gerida pelas células de defesa, elas inalaram os linfócitos reconhecerem invasor. A partir daí nosso organismo, produzir anticorpos neste momento. Experimentam momentos absolutamente excepcional, o que a gente quer mesmo, só assistimos responder a esses desafios, o maciço que induz uma resposta imune e ficasse capaz de nos ajudar a combater a Apple é a melhor que a gente tem para nos tirar neste momento que os.

GLOBOESPORTE.COM SÃO PAULO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 18/12/2020 às 14h06

Vanderlei Luxemburgo usou uma rede social para falar sobre sua recuperação da Covid-19 e agradecer as mensagens de apoio que recebeu nos últimos dias. O treinador está internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o dia 11 de dezembro. Ele disse que se recupera bem da doença e não tem mais febre. – A voz rouca é por causa da tosse. A febre foi embora. Aos fãs das redes sociais que estão orando por mim e pedindo minha volta rápido, que Deus me protegesse... Agradeço a todos vocês pelo carinho. Aos amigos, aos fãs e todos que torceram por mim, muito obrigado, estou próximo de sair daqui. Não estou curado, mas estou quase bom – falou Luxa. Esta é a segunda vez que Vanderlei Luxemburgo testa positivo para a Covid-19. Na primeira, no início de julho, ele estava assintomático e foi afastado do trabalho diário no Palmeiras, último clube que dirigiu.

RÁDIO BANDNEWS FM 96,9/SÃO PAULO | OUTROS
Data Veiculação: 18/12/2020 às 10h03

10 horas e 4 minutos, a ocupação dos leitos de UTI do Hospital Sírio Libanês passa dos 90 por cento no número de pacientes que procuram o local concorrer e 10 ou suspeita da doença continua crescendo mais de 160 pessoas nessa situação estão internadas no civil seja na enfermaria seja em unidades de Terapia Intensiva entrevista que a BandNews FM o diretor de governança clínica do Hospital sírio-libanês, doutor Fernando Ganem afirma que a unidade tem cerca de 550 leitos operacionais divididos de acordo com o estado de saúde dos pacientes. Que venham os que estão por outros motivos. Segundo o hospital é feito uma gestão diária da ocupação, porque a demanda varia precisa ser reavaliada constantemente que o cenário atual permanece controlado. Doutor Fernando Ganem avalia que a alta na taxa de ocupação dos leitos está ligada a retomada dos atendimentos eletivos isso, porque no início do ano esse tipo de serviço estava suspenso. Não é essa que não vamos ouvir agora o que disse o doutor. Com o hospital sírio-libanês afirma que as cirurgias eletivas exames que já estavam marcados continuam normalmente. Apesar da pandemia.

O GLOBO ONLINE/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 18/12/2020 às 03h30

RIO — Pelo menos 23 mil pessoas estão internadas em decorrência da Covid-19 no Brasil em leitos UTI ou enfermaria da rede pública, de acordo com levantamento do GLOBO feito em 25 estados e o Distrito Federal realizado entre segunda (14) e quarta-feira (16). E, às vésperas das festas de fim de ano, pelo menos sete unidades da federação — inclusive o Rio de Janeiro — apresentam taxa de ocupação acima de 80% de leitos de UTI da rede pública destinados à doença. Do total de internados na rede pública por Covid-19, cerca de 11 mil pacientes estão em leitos de UTI. Márcio Bittencourt, especialista do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, destaca que esse é um número impressionante. — São muitas pessoas. E, se observarmos a quantidade total de leitos de UTI que o Brasil tem (22.541 na rede pública, segundo dados de outubro do Ministério da Saúde), mesmo se considerarmos os leitos extras que foram abertos no país, temos uma indicação de que estamos deixando de atender os cidadãos por outros motivos. As UTIs públicas, normalmente, costumam ter grande ocupação, com ou sem pandemia — afirma. Bittencourt também ressalta que ter quase metade dos casos de Covid-19 em UTIs pode indicar outro problema: nem todas as pessoas que deveriam estão sendo internadas nas enfermarias. — Em média, a quantidade de casos de Covid-19 que precisam ir para a UTI em relação aos que vão para a enfermaria é próxima de 25-30%. Se a proporção for muito diferente, ou as pessoas estão sendo mandadas de volta para casa quando não deveriam ou chegando em estado muito grave e sendo mandadas direto pra UTI — diz. Tempestade perfeita Para Guilherme Werneck, infectologista da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), o crescimento da transmissão da Covid-19 no país, a redução da oferta de leitos exclusivos para o tratamento do vírus e o possível aumento da internação de casos leves criaram uma "tempestade perfeita" na saúde pública brasileira. — Muitos hospitais de campanha foram desativados e é difícil retomar esses leitos com rapidez. O leito não é só o leito: tem que ter médico, enfermeiro, insumos… além disso, o conhecimento clínico da pandemia mostrou que era melhor admitir no hospital pacientes com sintomas mais leves, que antes não eram internados. Agora internamos mais pessoas, mas temos menos leitos. Uma tempestade perfeita — pontua o especialista. Recomendações da Fiocruz para o Natal: Pouca gente, ceia individual e nada de ar-condicionado No Rio de Janeiro, a taxa de ocupação dos leitos de UTI da rede pública para a doença é de 81%. A Secretaria de Saúde do Estado não divulgou o número de internações solicitado pela reportagem. Os outros estados com índices muito altos são Mato Grosso do Sul (94%), Paraná (88%), Santa Catarina (88%), Pernambuco (85%), Amazonas (84,7%) e Espírito Santo (83,5%). Neste último, as taxas de ocupação atingiram neste mês o nível mais alto de todo ano. Além disso, no Rio Grande do Sul, apesar de a ocupação das UTIs na rede pública estar um pouco abaixo do limite considerado crítico (77,4%), nos hospitais privados essa taxa é alarmante: 99% dos leitos destinados à Covid-19 estão ocupados. Os três estados da região Sul do país se encontram em situação preocupante. O médico Fábio Gaudenzi, membro do conselho consultivo da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), pontua que, após o inverno e principalmente a partir de setembro, a região começou a apresentar um novo pico de casos da Covid-19, que segue até hoje. — Houve um aumento rápido do número de casos, mais do que o detectado no primeiro momento de pico, e com aceleração bastante intensa, fazendo com que alguns estados atingissem inclusive números superiores aos do primeiro pico. Tanto no número de casos quanto no de ocupação dos leitos — afirma Gaudenzi, que também é presidente da Sociedade Catarinense de Infectologia. Estados em situação de alerta Apesar de estarem com menos de 80% de ocupação das UTIs na rede pública, Bahia, Ceará e Distrito Federal se encontram no limite da zona considerada crítica. Já o Amapá não divulgou a taxa de ocupação nas unidades públicas, apenas uma soma dos leitos clínicos e de UTI na rede pública e privada: 73,6%. Margareth Portela, pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, lê os indicadores de ocupação de leitos como um agravamento da situação da Covid-19 no Brasil, e que dessa vez ele está ocorrendo de forma mais generalizada. — Estamos observando isso nos indicadores epidemiológicos e também nos de leitos. Tivemos momentos diferentes da pandemia, inicialmente Rio de Janeiro e São Paulo, Amazonas e alguns estados do Nordeste foram mais afetados. No momento inicial Sul e Centro-Oeste foram menos, e depois mais. Agora está mais espalhado e isso significa um agravamento da situação da Covid-19 no país. E as taxas de ocupação muito altas apontam que o sistema de saúde corre sim risco de não dar mais conta de casos graves — alerta a especialista, membro do Observatório Covid-19 da Fiocruz. A pesquisadora defende o fortalecimento da atenção primária afim de reduzir o agravamento de pacientes com a doença. Ela pondera que a redução de leitos exclusivos para Covid-19 que ocorreu em alguns locais foi natural, mas afirma que agora isso precisa ser revisto. — Os gestores precisam ter planos de contingência. Por outro lado, não é só ter leito. Precisam contar com equipes muito bem treinadas, e essa é uma das dificuldades. Por isso as pessoas também precisam se cuidar, estar conscientes de que teremos um Natal, um ano novo, e provavelmente todo um versão singulares. Não dá para circular, se encontrar. Em respeito aos mais vulneráveis e também como proteção a nós mesmos, temos que nos cuidar — recomenda Portela. Gaudenzi também afirma que os números mostram ser emergencial a reabertura de leitos. — Nesse contexto de expansão do vírus e dos casos graves, precisamos ter como primeira meta a ampliação da rede de assistência. E ela deve se basear também em indicadores como o crescimento dos casos ativos e a taxa de transmissibilidade. É importante que os gestores avaliem de maneira muito local, para abrir leitos onde está de fato ocorrendo a expansão da doença, já que trabalhamos com recursos limitados — afirma o infectologista. Hospitais privados Na rede privada, o número de pacientes internados com Covid-19 também é alto. A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) realizou um levantamento sobre a taxa de ocupação de leitos de UTIs, quartos e enfermarias entre os dias 5 a 11 de dezembro. Segundo a análise, entre os 30 respondentes de diversas regiões do Brasil, existiam 73.724 leitos operacionais-dia, sendo 9.530 destinados exclusivamente para pacientes com Covid-19. A taxa de ocupação dos leitos para a doença foi de 74,6%. Isso significa que mais de 7 mil pacientes estavam hospitalizados com a doença na rede privada neste período. Em São Paulo, hospitais particulares têm registrado ocupação acima de 90% nos últimos dias em decorrência do aumento de internações por Covid-19. É o caso do Sírio Libanês, que informou, em nota, que o número de pacientes com suspeita de Covid-19 continua crescendo. Apesar de apresentar uma taxa de ocupação dinâmica, diante da abertura e fechamento de leitos conforme a necessidade, o hospital afirma que a ocupação tem variado entre 90% e 95% nos últimos dias. Nesta quinta-feira, há 168 pacientes com coronavírus internados, divididos em UTI e enfermaria. * Estagiários, sob a orientação de Eduardo Graça.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 18/12/2020 às 01h55

Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. De março a outubro, mais de 6.300 pacientes com menos de 10 anos foram hospitalizados no Brasil apresentando quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave decorrente do novo coronavírus. O dado, de levantamento inédito da consultoria em saúde Vital Strategies, representa uma pequena fração do total de internações da pandemia, mas assusta por revelar uma curva ascendente. Uma dessas crianças é Rodrigo, que completa 7 anos neste sábado. "Menino raiz, joga bola, nada, anda de bicicleta, brinca na rua. Não tinha ideia do que era uma internação", descreve o pai, Rodrigo Bernardes, em entrevista a Renata Lo Prete. Rodrigo pai tinha acabado de atravessar mais de dez dias de UTI com Covid19 quando o menino começou a apresentar sintomas como cansaço, pescoço rígido e fortes dores abdominais. De início, ninguém associou à doença. O quadro piorou bastante até vir o diagnóstico de Síndrome Inflamatória Multissistêmica, que ataca com força uma pequena parcela de crianças que tiveram Covid19, muitas vezes de forma completamente assintomática. “A palavra é troca de valores”, diz o pai sobre sobre ver o filho na UTI tão pouco tempo depois de estar na mesma situação. “Não sei de onde tirei força. Se fosse necessário dar a minha vida pela dele, sem dúvida eu teria dado". Participa também do episódio a médica Daniela Carla de Souza, que trabalha nas UTIs pediátricas do Sírio Libanês e do Hospital Universitário da USP. Ela indica em que as famílias precisam prestar atenção e qual é a senha para procurar um médico. "Febre acima de 38 graus, que não cede com antitérmicos, e criança prostrada". O que você precisa saber: O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Renata Bitar e Giovanni Reginato. Apresentação: Renata Lo Prete O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia.... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

JORNAL DA GLOBO/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 18/12/2020 às 01h44

O assunto desta sexta é Covid19 de em crianças que está em alta é leve na maior parte dos casos mas em alguns evoluem depois da infecção por um quadro grave chamada síndrome inflamatória mult sistêmica eu converso com o pai de um menino de seis anos que foi parar na uti nesta condição e também com a médica daniela carla de souza que atua nas utis pediátricas do sírio libanês e do hospital universitário da usp da previ no dia um e também nas plataformas digitais de áudio no paraná o toque de recolher e seguirá por mais dez dias e com possibilidade de nova prorrogação.