Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

CORREIO WEB/CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA
Data Veiculação: 18/03/2021 às 14h59

Após a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertar para o colapso sanitário e hospitalar no Brasil causado pela pandemia da covid-19, a infectologista e professora da Universidade de Brasília (UnB), Valéria Paes, criticou as festas clandestinas e analisou o cenário da pandemia no Distrito Federal. Em entrevista ao CB.Saúde, parceria da TV Brasília com o Correio Braziliense, desta quinta-feira (18/3), ela comentou sobre o aumento de casos entre os mais jovens e sugeriu prioridade na vacinação em massa no DF. Perguntada sobre o impacto da covid-19 em pacientes mais jovens nas últimas semanas, Valéria foi enfática ao dizer que as festas clandestinas têm influência determinante. “O maior número de casos de jovens é entre adultos entre 20 e 29 anos (mais de 58 mil diagnósticos), que é, muitas vezes, o que está saindo para trabalhar. Esse percentual pequeno é significativo, e vai sobrecarregar o sistema de saúde. Estamos vendo jovens na UTI, e que também participam da cadeia de transmissão da doença. Por isso que a gente depende da colaboração de todos, enquanto sociedade mesmo”, pontuou a infectologista. “Me preocupa muito as pessoas que trabalham de forma autônoma, nas ruas, e dependem do trabalho para o próprio sustento. Quem pode ficar em casa, tem a possibilidade de aderir às medidas de prevenção. É uma obrigação moral. Se a pessoa precisar sair de casa para o próprio sustento, que ela use álcool em gel para limpar as mãos. É por isso que fico muito triste quando vejo uma festa clandestina, porque acho um desrespeito com as pessoas que precisam sair de casa para trabalhar”, critica. No início do mês, em 8 de março, a taxa de transmissão da covid-19 chegou a 1,38 no DF, o que significa que 100 pessoas contaminadas transmitem a covid-19 para outras 138. Segundo o último Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES-DF), divulgado na quarta-feira (17/3), o Distrito Federal está com uma taxa em 1,2, mas ainda com UTIs com ocupação em quase 100%. “Chegamos no pior momento da pandemia no nosso país. Já temos um sistema de saúde cronicamente sobrecarregado, demandas por vagas de UTI, mesmo antes da pandemia. Juntando com a pandemia, tivemos um aumento significativo de pacientes com esse tipo de cuidado. É uma preocupação muito grande, porque ainda temos uma alta taxa de transmissão. Quanto mais pacientes infectados, mais vão evoluir para uma forma grave e precisarão de vagas de UTI. Nosso objetivo é que essa taxa fique abaixo de 1. Se isso diminuir progressivamente, conseguimos reduzir o número de casos”, afirma Valéria. A infectologista sugeriu uma vacinação em massa para desafogar o sistema de saúde do DF. "O principal problema que nós temos é de pouca vacina. Defendo firmemente que a gente consiga muitas vacinas para vacinar todo mundo o mais rápido possível." Confira a entrevista completa: NO ESTÚDIO COMIGO, A INFECTOLOGISTA, VALÉRIA PAES, PROFESSORA DA UNB https://t.co/tkq2MKSOlO — Correio Braziliense (@correio) March 18, 2021.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 18/03/2021 às 21h39

O prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, de 72 anos, morreu por volta das 21h desta quinta-feira (18), devido a complicações da Covid-19. Ele estava internado há quase três meses no Hospital Sírio Libanês em São Paulo, para tratamento do coronavírus. Na última sexta-feira (12), Herzem precisou ser intubado após apresentar uma piora no estado de saúde, que era considerado grave. Ele foi diagnosticado com Covid-19 em 7 de dezembro de 2020. Pouco mais de sete dias depois, ele foi internado em Vitória da Conquista, no Hospital Samur, com complicações pulmonares causadas pela doença. Em 26 de dezembro, ele foi transferido para o Hospital Sírio Libanês. A informação da morte foi informada através de postagem nas redes sociais da assessoria de Herzem. É com mais profundo pesar que informamos o falecimento do Prefeito de Vitória da Conquista, Sr. Herzem Gusmão, ocorrido na noite desta quinta (18), por volta das 21h, no Hospital Sírio Libanês. Informações do velório serão passadas pela Secretaria de Comunicação, SECOM. A família agradece todas as orações pela vida de Herzem. Herzem deixa mulher, três filhos e um neto. Por causa da internação devido à doença, em 1º de janeiro a vice-prefeita Sheila Lemos (DEM), eleita no pleito de 2020, tomou posse do cargo de prefeita de Vitória da Conquista. Uma semana depois, Herzem tomou posse do cargo em cerimônia virtual. História Herzem Gusmão era natural de Vitória da Conquista. Ele era graduado em direito com especialização em jornalismo. Por 40 anos foi líder de audiência como radialista e se destacou como jogador de basquete no estado. Em 2015 assumiu o cargo de deputado estadual, foi presidente da Comissão Estadual de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia. Porém tinha o sonho de ser prefeito de Vitória da Conquista. Disputou duas eleições em 2008 e 2012, mas não conseguiu se eleger. Em 2016 foi eleito prefeito da terceira maior cidade do estado. Em novembro do ano passado, Herzem foi reeleito em segundo turno com quase 98 mil votos. Confira mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista aos vídeos do G1 e TV Bahia.

JORNAL DA CULTURA/TV CULTURA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 18/03/2021 às 21h34

Vinte dias de estoques de medicamentos usados para entubar e para manter os pacientes em ventilação a falta dos remédios pode aumentar o número de mortes pela corrente dezenove no país o alerta das entidades médicas farmacêuticas e dos profissionais da saúde de todas as partes do brasil o estoque de analgésicos sedativos e bloqueadores musculares necessários para intubação de pacientes em utis deve durar por mais vinte dias no país os medicamentos garantem procedimentos humanizados e seguro ou analgésico curador o sedativo tira a consciência nem o bloqueador neuromuscular tira a faz com que o paciente não sou aceite o tudo mas depois que ele fique confortável e aceite sincronize com o ventilador o desabastecimento é geral trinta e dois dos quarenta e três hospitais públicos de são paulo afirmam que já faltam pelo menos um dos medicamentos do que tinto bassam entre os particulares setenta e sete dos cento e três apontam a escassez dos remédios existem hospitais no estoque de três dias outros cinco de dez são muito variados mas assim todas com problema para muitos já estão faltando produtos e outros estão em vias de voltar e que nos preocupa bastante o ministério da saúde informou que requisitou os estoques das indústrias de medicamentos o pedido com mais de seiscentos e sessenta e cinco mil remédios devem suprir a demanda do sistema único de saúde por quinze dias que foi feito ontem as empresas já sinalizaram que não conseguirão atender a demanda a curto prazo com alta procura hospitais privados alertam para a alta dos preços ou relaxante muscular se comprovou vomitou no dezesseis reais você bobo acho agora achou por cento e setenta e oito a agência nacional de vigilância sanitária anvisa disse que vai adotar medidas de flexibilização para que os insumos serão disponibilizados aos serviços sem prejuízo da eficácia e da segurança do trauma talha como a crise sistêmica os problemas vão se sobrepondo faltam vacinas faltam sumos faltam leitos agora falta oxigene ao colapso o colapso é uma bola de neve ele vai avançando então a gente colapso sistema de saúde depois a gente colapso sistema funerário depois a gente colapso a economia estava todo mundo tão preocupado porque não tem país que sobreviva a este nível de colapso e é muito triste porque esse colapso do sistema de saúde quando começa a faltar medicamento para entubar analgésico relaxante muscular ou a quantidade de sofrimento humano que está envolvido nisso é algo que a gente precisa desse consegue enfiar à força na cabeça das pessoas pelas entenderem o chicken é colapso do sistema de saúde colapso do sistema de saúde é você chegar por seu pai por seus avós agora e falar senhor tá proibido ficar doente etá de qualquer coisa no convívio não tá proibido fez ficarem doentes de qualquer coisa pro hospital pra vocês é isso eu não sei como colocar de maneira mais clara isso é colapso é isso que a gente está vivendo e não ter tido um planejamento adequado para compra desses insumos é realmente voltar pra questões que a gente comentou durante todo o ano passado que bom se a gente tivesse o ministro especialista em logística né a parecer que tv né já trocaram só pra trocar um ministro seis pelo ministro meia dúzia de jaleco sinto muito que que o meia dúzia de jaleco vai fazer a respeito do colapso e outra coisa gastos com coisas desnecessárias e ineficazes e sabidamente ineficazes como é sei lá quantas toneladas de cloroquina hidroxicloroquina que foram importadas foram fabricadas pelo exército tão aí encalhadas e o presidente segue dizendo que a quem quisesse tratava zeo tratamento precoce quando tá faltando o básico conversei com médicos do sírio libanês não de um hospital lá é no meio do nordeste o hospital público não hospital de elite da capital do principal estado do brasil que ele falou vera nós estamos entubando pacientes no leito no leito de semi-intensiva no quarto então isso é barbárie é colapso no principal hospital particular da cidade de são paulo câmara inicia nesta bola de neve que falou do não tem um gabinete de crise o governo não se antecipa os problemas vai sendo atropelado um problema após o outro time não dá conta não dá conta agora já tão falando em do exército porque tudo tem que ter um caráter militar pra garantir o uso de ou ainda de oxigênio para vários estados eticétera mas é é o que você falou que a natália falou não tem nenhum planejamento ninguém alertou que iria faltar esses insumos inclusive medicamentos básicos para algo que infelizmente é cada vez mais comum que é entubar as pessoas pessoas cada vez mais jovens sendo entubadas e na gente pode viver essa cena cenas que não gosto nem de imaginar o tribunal de contas da união quer saber quantos leitos vagos existem nos hospitais militares do país e apura se as forças armadas deixarão de disponibilizar.

CNN 360/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 18/03/2021 às 17h13

É que tá a situação da pandemia aqui na região sudeste tainá olá gente dá agora um olhada no nas taxas de ocupação dos leitos de uti na região sudeste o mapa já aparece na sua tela então no estado de são paulo a cada dia que passa vem se aproximando mais do colapso o estado de são paulo como vocês veem aí ou as ocupações em utis já chegaram a noventa vírgula seis por cento por aqui o espírito santo tem o mesmo índice noventa por cento minas gerais aumentou para oitenta e oito por cento os leitos ocupados a preocupação agora passa a ser com o rio de janeiro de ontem pra hoje o estado passou de setenta e oito para oitenta e dois por cento de lotação nas utis na rede pública o levantamento feito pela agência cnn com as secretarias de saúde dos estados e municípios e essa última atualização que você acompanha e da sua casa foi feita hoje às três e meia da tarde glória pois é tainá a situação muito complicada na região sudeste também e como a gente viu aí no mapa é o estado de são paulo já chegou aos noventa por cento de ocupação dos leitos de uti os especialistas explicam que quando se chega aos noventa por cento eu falei noventa antes renault corrijo agora noventa por cento quando se chega aos noventa por cento já se está no colapso porque ali já não tem mais margem para a rotatividade dos pacientes é sobre isso que a gente vai conversar agora com a paula nobre oi paola boa tarde conversa com a gente agora conta os detalhes que você tem perdoar é muito boa tarde boa tarde a todos que acompanham trezentas e sessenta vinte vendia após dia atualizando o número da ocupação de leitos de utis não só nos hospitais da rede pública mas também nos hospitais da rede privada na capital paulista por exemplo a gente já tem oitenta e nove por cento da ocupação dos leitos de utis ao trouxe alguns dos principais hospitais privados porque estes também carecem de atenção não são só os hospitais públicos como muita gente pensa os hospitais privados bem tem taxa de ocupação acima dos oitenta por cento o sírio libanês tem taxa de ocupação acima dos oitenta por cento chegando a oitenta e nove por cento por lá quinhentas e três clientes e três leitos estão ocupados no hospital santa catarina a taxa de ocupação dos leitos de utis é de oitenta e sete por cento no hospital são camilo eles não divulgaram uma taxa mas afirmaram que a ocupação dos leitos neste momento é máxima bom é a gente fica agora com um trecho da fala do coordenador do centro de contingência da Covid19 em são paulo o joão gabardo o estádio ou fumou medidas bastante sedutoras essa semana nós ficamos uma semana é o único faz vermelha nós intensificamos de das para artes moda feira é já percebemos uma redução é a mobilidade social são monstros transporte coletivo é nós esperamos final das duas semanas nós tenhamos uma edição a transmissibilidade doença o objetivo é dessas medidas foram tomadas agora nós vamos enfrentar ainda números muito altos filmada hoje mesmo no de um orc está bastante elevado tom provavelmente hoje o país tem longo muito próximo de dez mil óbitos é estão isso é assustador uma boa vida a velocidade e praça do ecc.

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 18/03/2021 às 12h51

O senador Alessandro Vieira (Cidadania), que está internado por causa de covid-19, deve receber alta amanhã. Ele foi infectado em 1º de março e está no Hospital Sírio Libanês, mas foi tratado e apresentou melhoras no estado de saúde. "Estou em pleno processo de recuperação da covid-19, graças a Deus, ao apoio da família, e ao atendimento qualificado de diversos profissionais de saúde de Sergipe e São Paulo", comemorou Alessandro, em nota divulgada hoje. O senador apresentou complicações em 8 de março, foi fazer exames e precisou ser internado desde então. Agora ele já fala em voltar ao trabalho. "Quero agradecer em especial pelas milhares de mensagens de carinho e pelas orações em favor da minha saúde. Espero em breve poder agradecer a cada um individualmente e retribuir essa bênção com cada vez mais trabalho por Sergipe", concluiu Alessandro. Outros dois senadores estão internados para tratamento da covid-19, Lasier Martins (Podemos-RS) e Major Olímpio (PSL-SP). E desde o início da pandemia, dois senadores morreram: Arolde de Oliveira, em outubro do ano passado, aos 83 anos; e José Maranhão, em fevereiro deste ano, aos 87 anos.

MSN BRASIL
Data Veiculação: 18/03/2021 às 09h00

O Brasil completou 2 meses de vacinação contra a covid nesta 4ª feira (17.mar.2021). Durante esse período o país aplicou ao menos a 1ª dose em 5% dos seus 213 milhões de habitantes, segundo a projeção do IBGE para 2021. É 17 pontos percentuais a menos que os Estados Unidos, que começou a vacinação 2 meses antes e tem 118 milhões de pessoas a mais que o Brasil –de acordo com a projeção da ONU para a população do país norte-americano e os dados de vacinados do Our World in Data. Receba a newsletter do Poder360 “A gente está passando pelo pior momento da pandemia e talvez se a vacina tivesse chegado um pouco mais cedo, isso não estivesse acontecendo”, afirmou o médico Alexandre Cunha. O infectologista do Hospital Sírio-Libanês e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia afirma que o Brasil está “caminhando a passos muito, muito, lentos“. Segundo ele, é necessário comparar a vacinação contra a covid19 no país com a de outras nações com extensão e população parecidas. Quando os EUA completaram 2 meses de vacinação, em 14 de fevereiro, 11% da população do país já havia sido vacinada. Contudo, o PIB norte-americano é 15 vezes maior que o brasileiro. Cunha diz que o Brasil tem um dos maiores programas de vacinação do mundo. O problema, segundo ele, foi a disponibilidade de doses de imunizantes. “O ritmo é lento não porque a gente não tem a capacidade logística, mas por indisponibilidade da vacina “, declara. Para Cunha, faltou foco do Ministério da Saúde para garantir vacinas. “A gente tem um ministério que não falava da vacina como prioridade “, declara. “O Ministério da Saúde estava mais preocupado em difundir estratégias como tratamento precoce“, diz. O médico cita as recomendações feitas pelo governo para uso de cloroquina e outros remédios que tiveram sua ineficácia comprovada contra a covid. Ouça a entrevista completa com o médico Alexandre Cunha sobre a vacinação no Brasil: O Poder Entrevista também está disponível nas principais plataformas de podcast.

PODER 360/BRASÍLIA
Data Veiculação: 18/03/2021 às 06h00

O Brasil completou 2 meses de vacinação contra a covid nesta 4ª feira (17.mar.2021). Durante esse período o país aplicou ao menos a 1ª dose em 5% dos seus 213 milhões de habitantes, segundo a projeção do IBGE para 2021. É 17 pontos percentuais a menos que os Estados Unidos, que começou a vacinação 2 meses antes e tem 118 milhões de pessoas a mais que o Brasil –de acordo com a projeção da ONU para a população do país norte-americano e os dados de vacinados do Our World in Data. Receba a newsletter do Poder360 “A gente está passando pelo pior momento da pandemia e talvez se a vacina tivesse chegado um pouco mais cedo, isso não estivesse acontecendo”, afirmou o médico Alexandre Cunha. O infectologista do Hospital Sírio-Libanês e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia afirma que o Brasil está “caminhando a passos muito, muito, lentos“. Segundo ele, é necessário comparar a vacinação contra a covid19 no país com a de outras nações com extensão e população parecidas. Quando os EUA completaram 2 meses de vacinação, em 14 de fevereiro, 11% da população do país já havia sido vacinada. Contudo, o PIB norte-americano é 15 vezes maior que o brasileiro. Cunha diz que o Brasil tem um dos maiores programas de vacinação do mundo. O problema, segundo ele, foi a disponibilidade de doses de imunizantes. “O ritmo é lento não porque a gente não tem a capacidade logística, mas por indisponibilidade da vacina“, declara. Para Cunha, faltou foco do Ministério da Saúde para garantir vacinas. “A gente tem um ministério que não falava da vacina como prioridade“, declara. “O Ministério da Saúde estava mais preocupado em difundir estratégias como tratamento precoce“, diz. O médico cita as recomendações feitas pelo governo para uso de cloroquina e outros remédios que tiveram sua ineficácia comprovada contra a covid. Ouça a entrevista completa com o médico Alexandre Cunha sobre a vacinação no Brasil: O Poder Entrevista também está disponível nas principais plataformas de podcast. Acesse: Spotify; Apple Podcasts; Google Podcasts; Anchor.fm; Castbox; Pocket Casts; Breaker; RadioPublic.