Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

REUTERS BRASIL ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/09/2020 às 19h37

By Ricardo Brito 3 Min Read BRASÍLIA (Reuters) - A presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministra Maria Cristina Peduzzi, e os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luís Felipe Salomão e Antonio Saldanha foram diagnosticados com Covid-19, informaram as assessorias de imprensa dos dois órgãos, aumentando o número de autoridades infectadas pelo novo coronavírus. Plenário do STF 02/08/2012 REUTERS/Ueslei Marcelino “A magistrada apresenta bom estado de saúde, com sintomas leves da doença e deve permanecer hospitalizada no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília”, informou a assessoria do TST. Durante o período de afastamento, segundo o órgão, a Presidência do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) será exercida pelo vice-presidente do tribunal, ministro Vieira de Mello Filho. Salomão e Saldanha, por sua vez, seguem despachando, mas cumprem isolamento social, conforme a assessoria do STJ. A presidente do TST e os dois ministros do STJ estiveram pessoalmente na quinta-feira passada na solenidade posse do novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux. Na segunda-feira, Fux foi diagnosticado com Covid-19 e preside nesta quarta a primeira sessão do plenário como comandante do Poder Judiciário à distância, de sua casa no Rio de Janeiro. Embora as sessões plenárias do STF estejam sendo virtuais, o ex-presidente Dias Toffoli costumava presidi-las pessoalmente do plenário do Supremo. O presidente do STJ, ministro Humberto Martins, fez o teste de Covid-19 e deu negativo, segundo a assessoria do tribunal. Martins também havia comparecido à solenidade de posse do novo presidente do Supremo. Além da posse de Fux, no fim de semana houve outro evento que contou com a presença de autoridades do Poder Judiciário, o casamento de uma filha do ministro Otávio Noronha, ex-presidente do STJ. O ministro do STF Luís Roberto Barroso, que prestigiou a posse de Fux e também compareceu ao casamento, fez teste de Covid-19 nesta terça e o resultado foi negativo. Até o momento, autoridades máximas nos Três Poderes contraíram Covid-19: os presidentes do STF, do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da República, Jair Bolsonaro. Nesta quarta, foi a vez de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que participou da posse de Fux, anunciar que está com a doença do novo coronavírus. Our Standards: The Thomson Reuters Trust Principles.

BLOGS DO ESTADÃO
Data Veiculação: 16/09/2020 às 16h26

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Foto: Dida Sampaio / Estadão Ao menos cinco autoridades que compareceram à solenidade que marcou o início da presidência do ministro Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal (STF) contraíram o novo coronavírus. Nesta terça-feira, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Maria Cristina Peduzzi, informaram que testaram positivo para covid-19. Maia afirmou ao Estadão/Broadcast estar bem, sem sintomas mais graves da doença. Segundo a assessoria do TST, Maria Cristina “apresenta bom estado de saúde, com sintomas leves da doença e deve permanecer hospitalizada no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, até alta médica”. Durante o período de afastamento, a presidência do TST será exercida pelo vice-presidente do Tribunal, ministro Vieira de Mello Filho. Fux tomou posse na última quinta-feira (10), em uma cerimônia enxuta, com cerca de 50 convidados, por causa das restrições impostas pela pandemia do coronavírus. Na lista de autoridades que acompanharam pessoalmente a solenidade estavam Maia, o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), além de integrantes do Supremo. Também presentes à cerimônia da semana passada, os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão e Antonio Saldanha Palheiro testaram positivo para covid-19. Salomão e Saldanha passam bem e têm participado de sessões de julgamentos. Na última segunda-feira (14), a assessoria do STF informou que Fux foi diagnosticado com o novo coronavírus. Segundo o tribunal, o ministro buscou atendimento médico, no Rio, após apresentar aumento de temperatura corporal e o resultado do teste para covid-19 deu positivo. “A suspeita é de que ele possa ter contraído o novo coronavírus em almoço de confraternização familiar no sábado”, disse o STF, em nota. Ainda de acordo com o STF, Fux “passa bem” e ficará em isolamento pelos próximos dez dias. O ministro presidiu a sessão do STF desta quarta-feira. O presidente da OAB, Felipe de Santa Cruz, e o ministro do STJ Marco Aurélio Bellizze ainda aguardam o resultado dos seus exames. O Estadão questionou oficialmente o STF sobre quantos servidores já foram infectados pelo novo coronavírus e quais os procedimentos adotados pelo tribunal em relação àqueles que atuaram na posse de Fux, mas ainda aguarda resposta. Linha sucessória. Entre as maiores lideranças políticas do País, Rodrigo Maia era o único que ainda não tinha sido contaminado. Bolsonaro e Alcolumbre já haviam contraído a doença antes da posse de Fux.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/09/2020 às 04h00

O diretor-presidente do Bandeirantes, Mauro Aguiar, se diz “horrorizado com a forma como o prefeito Bruno Covas está tratando a educação". "Adiar a reabertura das escolas como vem fazendo é um crime, uma tragédia e vai ter consequências graves. Estou muito decepcionado com o nosso ex-aluno”, diz Aguiar, que conheceu o atual prefeito de perto quando ele cursou o ensino médio no colégio. Na época, o garoto, que é de Santos, morava com o avô, o governador Mário Covas, no Palácio dos Bandeirantes. “O Bruno era um aluno brilhante, um bom menino, mas me desapontou muito”, diz Aguiar, para quem é um absurdo seguir adiando a volta às aulas. O anúncio de Covas sobre a retomada está programado para esta quinta (17). Apesar de o governo do estado já ter autorizado a reabertura em 8 de setembro para atividades extracurriculares e para aulas em 7 de outubro, o prefeito não liberou as escolas de São Paulo para reabrir nessas datas e chegou a cogitar o adiamento para 2021. Nesta quarta, no entanto, demonstrou a auxiliares que pode rever o adiamento completo e talvez liberar para atividades extras em outubro. Para Aguiar, Mário Covas não adiaria o retorno como o neto tem feito. “O Bruno já está marcando o nome dele como inimigo da educação e, se insistir em adiar as aulas, levará a cidade São Paulo a ser mundialmente conhecida como péssimo exemplo da educação na pandemia”, diz o diretor, que ressalta sua decepção com o ex-aluno, “que tem uma ótima família”. “Quando estudava no Band, a mãe nos dizia que era importante que não fosse tratado de forma diferente, explicava para o Bruno que o avô ‘não era governador, estava governador’. E o Covas nos ligava com aquele vozeirão dele, na maior educação, pedindo para que, por favor, mandássemos para ele o boletim do Bruno, porque ele não teria tempo de ir buscar na escola." Aguiar diz acreditar haver viés eleitoreiro nas ações do prefeito: “Se está fazendo isso pensando nas eleições, vai se dar mal, porque as pessoas estão se dando conta da necessidade de reabrir escolas e, até a votação, o equívoco do prefeito estará muito claro”, diz. “Abrir tudo e deixar a educação por último é uma inversão de valores.” Aguiar afirma que, no Band, onde a maioria dos pais era contrária à reabertura, como mostram as pesquisas em geral pelo país, o clima começou a mudar, e as famílias demonstram preocupação com os riscos de manter crianças e jovens em confinamento por tanto tempo. “Depois do pânico da pandemia, teve início um movimento em outra direção, especialmente de pais médicos, que sabem que é seguro, desde que respeitemos os protocolos”, afirma o diretor. “Mesmo que os pais e os professores estejam com medo, o que é natural, o papel do Estado é o de mostrar que é seguro e reabrir. Não podemos deixar em hipótese nenhuma para começar no ano que vem. Todos já estão nas ruas, e as escolas, especialmente para os mais vulneráveis, será importante para reforçar a necessidade de se cumprir os protocolos.” Aguiar diz ter sentido também um clima de revolta entre gestores escolares. O Band integra a Abepar (Associação Brasileira e Escolas Particulares), que reúne escolas da elite econômica, como Dante Alighieri, Santa Cruz, Móbile e Vera Cruz, e participou da elaboração do plano de retomada da educação de João Doria, aliado de Bruno Covas. O Band fechou uma parceria com o hospital Sírio Libanês. “Os médicos nos ensinaram que o mais importante é o distanciamento social, o uso de máscaras e a higienização das mãos. Isso não é tão complicado de cumprir, nem muito caro. As escolas públicas também têm condições de dar conta dos protocolos”, diz Aguiar, que é membro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo. “Claro que nossos alunos sofrem com essa situação, mas não tem comparação com o que os da rede pública estão passando. A desigualdade vai aumentar de uma forma trágica."

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/09/2020 às 04h00

Nos últimos três anos, a diarista Danielle Conceição da Costa Silva, 35 anos, viu a autonomia da filha Ana Carolini, de 17 anos, encolher até se limitar ao comprimento do fio do tubo de oxigênio. Na festa de debutante, em Cuiabá, a garota arrastava o acessório na valsa com o pai. Sem ar, faltaria energia para um passo tímido. Os pulmões de Ana Carolini sofriam em decorrência da hepatite autoimune, doença caracterizada pelo ataque do sistema de defesa ao fígado. Depois de passar quatro anos à espera de um transplante hepático, a situação da garota se agravou. Com os pulmões seriamente comprometidos e encefalopatia (intoxicação cerebral), ela passou a ser um caso prioritário na fila. No final de maio, surgiu um órgão compatível. E, junto com ele, um dilema médico em meio às perdas e incertezas provocadas pela pandemia de covid-19. Se a garota tinha um comprometimento pulmonar, seria prudente submetê-la a um transplante (e às drogas imunossupressoras necessárias para evitar rejeição ao órgão) no momento em que as infecções e mortes por um vírus pouco conhecido cresciam sem sinal de trégua? Era preciso agir, principalmente em um momento de queda abrupta das doações de órgãos no país. "A oportunidade de cura da Ana era aquela. Protelar o transplante poderia fazer com que ela perdesse uma chance única", diz o cirurgião Eduardo Antunes da Fonseca, médico assistente do departamento de transplante hepático do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Tensão e alívio Existia uma certeza: o doador não tinha o novo coronavírus. Essa possibilidade é descartada pelo Sistema Nacional de Transplantes antes da oferta de órgãos para doação. Não havia tempo, porém, de esperar o resultado do teste de covid feito pela paciente. O fígado precisa ser transplantado em até 12 horas após a retirada do doador. A solução foi colocar a paciente em uma zona intermediária do hospital - longe dos doentes com covid e de outros comprovadamente não infectados. O transplante foi feito sem que os médicos soubessem se a garota tinha o vírus. "Foi um desafio", diz Fonseca. "Ficamos apreensivos porque seria muito ruim fazer um transplante em uma paciente com covid". Só depois da cirurgia os médicos puderam respirar aliviados. Ana Carolini não tinha o vírus. "Aos 17 anos, uma fase de grande vitalidade, ela não tinha energia para nada", afirma o médico. A troca do fígado fez com que a doença pulmonar fosse regredindo progressivamente. Hoje Ana é considerada curada. "Se continuar tomando os medicamentos para evitar rejeição, ela terá uma qualidade de vida excelente. Poderá ter filhos e, quiçá, conviver com seus netos", afirma o cirurgião. Desde o nascimento, em Cuiabá, Ana Carolini apresentava sinais de que algo não ia bem. Era pálida, tinha a barriga inchada, sentia dores abdominais. Quando completou 4 anos, a família veio a São Paulo para tentar conseguir um diagnóstico definitivo. A equipe do Sírio-Libanês diagnosticou a hepatite autoimune e passou a controlá-la com medicação. Em 2016, com o agravamento da doença, ela entrou para a fila do transplante. "Era muito triste ver minha filha precisar de oxigênio 24 horas por dia", diz Danielle. "Sem conseguir tomar banho, pentear o cabelo, correr, brincar, fazer tudo o que uma adolescente faz". Danielle fez de tudo para conseguir uma doação intervivos. Ela própria não pôde ser a doadora. A quantidade de fígado que os médicos poderiam retirar dela era insuficiente para salvar a filha. Danielle trouxe alguns parentes e vizinhos de Cuiabá a São Paulo. Todos fizeram os exames e também foram descartados. "Eu me senti fracassada", diz ela. "Foi muito difícil aceitar que eu não era capaz de salvar minha filha". Hoje, quando a vê subindo e descendo escada, pulando e dançando, Danielle pensa na família que autorizou a doação. "Agradeço a essas pessoas, de coração. No meio da pandemia, minha filha ganhou um fígado e criou asas", diz ela. Ana Carolini sente que começa a viver de verdade. "Não tive adolescência. Não pude andar de bicicleta, dançar, sair com as minhas amigas. Hoje eu posso", afirma. "Parece que agora sou elétrica. Minha mãe diz que botaram uma bateria em mim", diz, sorrindo. Ana Carolini é uma das pacientes da Escola de Transplantes do Hospital Sírio-Libanês. "Esse projeto proporciona atendimento de excelência em procedimentos de alta complexidade, como transplantes de fígado, reabilitações intestinais e intervenções cardíacas, a uma parcela vulnerável da nossa população", afirma Tadeu Thomé, coordenador da escola. "Além disso, essa iniciativa qualifica profissionais de saúde com o objetivo de diminuir os vazios assistenciais do SUS", diz. O trabalho é realizado com recursos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). Como contrapartida de isenção fiscal concedida pelo Ministério da Saúde, cinco hospitais filantrópicos considerados de excelência desenvolvem projetos de melhoria das condições de saúde da população. Há um ano e dois meses em São Paulo, Ana Carolini segue hospedada com a mãe em uma casa de apoio. Pretende voltar a Cuiabá assim que terminar de fazer exames médicos. Tem saudade do pai e do irmão de 11 anos. "Passei muito tempo no meu quarto porque o fio do oxigênio era curto", diz. Agora nada a impede de abrir as asas. O que você achou deste conteúdo? Comentários, críticas e sugestões podem ser enviados pelo email segatto.jornalismo@gmail.com. Obrigada pelo interesse.

JORNAL ALÔ BRASÍLIA/BRASÍLIA | GERAL
Data Veiculação: 16/09/2020 às 03h00

GDF, União e Sírio-Libanês oferecem tele consultas por meio de uma preferia entre a Secretaria de Saúde e o Regula Mais Brasil, do Ministério da Saúde (MS), vários pacientes da rede estão sendo acompanhados pelos médicos do Hospital Sírio-Libanês. Isso só é possível graças a uma proposta aditiva de parceria entre o MS e o Hospital Sírio-Libanês, para apoio na realização de teleconsultas aos pacientes ambulatorials. A união é uma tentativa de minimizar os danos secundários causados pela pandemia de Covid-19.

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | ESPECIAL
Data Veiculação: 16/09/2020 às 03h00

Cada um Pelo plano de segurança sanitária do TSE para as eleições que uniu especialistas da Fiocruz, Sírio Libanês e Einstein eleitores serão orientados a levar suas próprias canetas e mesários usarão proteção facial tipo face shields. Aptos a votar? 147.897.396 eleitores média de 435 pessoas por seção.

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | ESPECIAL
Data Veiculação: 16/09/2020 às 03h00

DIRETO DA FONTE SOMA RACY © Blog: estadão.com.br/diretodafonte Facebook: facebook.com/SoniaRacyEstadao Instagram: @colunadiretodafonte Colaboração Marcela Paes marcela.paes@estadao.com Paula Bonelli paula.bonelli@estadao.com Cofririho Bia Doria recebeu os números: o Fundo Social de SP arrecadou nada menos que R$ 66,6 milhões durante a pandemia. Destes, R$ 55 milhões saíram do Grupo Empresarial Solidário. O balanço será apresentado pela dirigente do fundo em reunião de secretariado, na sexta-feira. Cada um... Pelo plano de segurança sanitária do TSE para as eleições que uniu especialistas da Fiocruz, Sírio Libanês e Einstein -, eleitores serão orientados a levar suas próprias canetas e mesários usarão proteção facial tipo face shields. Aptos a votar? 147.897.396 eleitores média de 435 pessoas por seção. Dc peso FHC receberá réplica da cadeira do Roda Viva, em miniatura, no especial de 34 anos do programa. Ele será o centro da atração da TV Cultura, dia 28, quando ocupará a cadeira pela 14a vez. Reação O grupo do marqueteiro Paulo Gusmão recorrerá da decisão da Justiça Federal que deu razão à turma de Kim Kataguiri na disputa pelos direitos da marca Movimento Brasil Livre. Alegam que suas testemunhas essenciais não foram ouvidas e que a decisão vai contra as provas apresentadas. Portas abertas... O Museu Casa de Portinari está de volta a partir de hoje. Trata-se do terceiro museu do Estado que reabre desde o fechamento pela pandemia. o lado do seu cão Rodolfo, Ka- n Rodrigues aproveita a quarentena para reler livros, meditar e 3 preparar para atuar na peça irá duas. “Pensando na minha asse, sou uma privilegiada, vou Trabalhar com Elias Andreato, Ihris Couto e Cláudio Curi. Tudo isso me dá um alento. Estou nu- na fase de alegria. Espero transmitir isto para os outros. É necessário otimismo”, reflete a atriz. Palco eletrônico Monique Gardenberg foi escolhida para dirigir o primeiro espetáculo online apresentado pelo Teatro Unimed. Na peça, que estreia dia 1, a cenografia é de Daniela Thomas. E Luis Miranda dará vida à uma “socialite desaforada”. Virada Glennon Doyle terá seu bestseller Indomável, da editora Harper Collins, publicado no Brasil em outubro. Escrita a partir de memórias da autora, a trama se baseia no fato de que Glennon silenciada por religião, marido e vícios por fim se libertou ao se apaixonar pela ex-jogadora de futebol Abby Wambach. VIDA EM VÊNUS 'ENCONTRAMOS UMA PEGADA NA PRAIA’ Tudo indica que pode ter vida em Vênus, mas é preciso maior incentivo para a ciência e missões espaciais. “Tem que checar in loco”, explica Douglas Galante, astrobiólogo, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais. • Estudo publicado pela Nature Astronomy revela ter sido detectada a presença de fosfina na atmosfera de Vênus. De que maneira isso é vida? Aqui na Terra a presença de fosfina representa atividade microbiana que vive sem 02, como pântanos e mangues por exemplo. E também que há matéria orgânica para decomposição. Portanto, por aqui, a fosfina está ligada diretamente à atividade biológica. • Isso pode ocorrer de maneira diferente em Vênus? Pode haver, em Vênus, um fenômeno geológico desconhecido ou atividade biológica. O estudo nos convida a buscar mais informações. Digamos que encontremos uma pegada na areia da praia. Resta saber DOUGLAS GALANTE quem fez essa pegada. • E, se houver vida mesmo, ela pode ser diferente da que nós conhecemos? Vênus e Terra são “planetas irmãos”, têm quase a mesma distância do Sol o tamanho é praticamente o mesmo. E a atmosfera acreditamos que é parecida. • Quais devem ser os próximos passos a serem dados? O que precisa ser entendido pela comunidade é que há indícios de vida em Vênus. Tem que ver in loco. E preciso dedicar tempo e missões espaciais para lá. Estão propostas duas missões da Nasa, para 2026 e 2030. É importante ressaltar que esse trabalho é fruto da ciência desenvolvida pela portuguesa Clara Sousa Silva. Ou seja, a ciência é fundamental e pode ajudar a responder as grandes questões do universo. /MARILIA NEUSTEIN

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Data Veiculação: 16/09/2020 às 00h50

Bia Doria recebeu os números: o Fundo Social de SP arrecadou nada menos que R$ 66,6 milhões durante a pandemia. Destes, R$ 55 milhões saíram do Grupo Empresarial Solidário. Leia Também Tanto empresas quanto estados competem por pioneirismo em vacina O balanço será apresentado pela dirigente do fundo em reunião de secretariado, na sexta-feira. Cada um… Pelo plano de segurança sanitária do TSE para as eleições – que uniu especialistas da Fiocruz, Sírio Libanês e Einstein –, eleitores serão orientados a levar suas próprias canetas e mesários usarão proteção facial tipo face shields. Aptos a votar? 147.897.396 eleitores – média de 435 pessoas por seção. De peso FHC receberá réplica da cadeira do Roda Viva, em miniatura, no especial de 34 anos do programa. Ele será o centro do programa da TV Cultura dia 28, quando ocupará a cadeira pela 14ª vez. Reação O grupo do marqueteiro Paulo Gusmão recorrerá da decisão da Justiça Federal que deu razão à turma de Kim Kataguiri na disputa pelos direitos da marca Movimento Brasil Livre. Alegam que suas testemunhas essenciais não foram ouvidas e que a decisão vai contra as provas apresentadas. Portas abertas… O Museu Casa de Portinari reabre hoje. Trata-se do terceiro museu do Estado a ser reaberto desde o fechamento pela pandemia. Palco eletrônico Monique Gardenberg foi escolhida para dirigir o primeiro espetáculo online apresentado pelo Teatro Unimed. Na peça, que estreia dia 1, a cenografia é de Daniela Thomas. E Luis Miranda dará vida à uma “socialite desaforada”. Virada Glennon Doyle terá seu best- seller Indomável, da editora Harper Collins, publicado no Brasil em outubro. Escrita a partir de memórias da autora, a trama se baseia no fato de que Glennon – silenciada por religião, marido e vícios – por fim se libertou ao se apaixonar pela ex-jogadora de futebol Abby Wambach.