Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

RÁDIO CBN FM 90,5/SÃO PAULO | JORNAL DA CBN
Data Veiculação: 16/04/2021 às 07h58

Paulo registraram desaceleração na quantidade de internações por Covid19 mas o índice ainda segue elevado e como dança no perfil dos pacientes com o aumento de pessoas mais jovens e com quadros mais graves os hospitais privados do estado de são paulo seguem com altas taxas de ocupação de pacientes com Covid19 mas registraram uma leve queda no ritmo de internações no começo de abril segundo levantamento do sindicato dos hospitais clínicas e laboratórios o sem de rossi setenta e cinco por cento dos hospitais registraram aumento no número de internações por convite dezenove esse índice representa uma queda em relação à pesquisa anterior no final de março noventa e nove por cento dos hospitais tinham alta nas internações do cento e cinco hospitais ouvidos trinta e seis por cento tem mais de noventa e um por cento de leitos de enfermaria ocupados outros vinte e cinco por cento estão operando acima da capacidade total o cenário é ainda mais grave na ocupação dos leitos de uti que está acima de noventa e um por cento em sessenta e cinco por cento dos hospitais outros nove por cento seguem operando acima da capacidade máxima segundo o presidente do sind rosto e francisco balestrin a redução no ritmo de internações é reflexo da semana com regras de distanciamento social mais rígidas vacinas praticamente uma quarentena isso diminuiu muito a frequência de encontro entre as pessoas diminuição de governação e claro junto com a vacinação isso jogou uma forma cria uma situação positiva esperamos que mais pra frente isso significa sem antes e com casos mais graves do que antes em quarenta e cinco por cento dos hospitais ouvidos o tempo médio de internação na uti aumentou a infectologista do hospital sírio libanês myrian dal ben explica jovens o quando eu digo jovens é a partir dos vinte e cinco anos do time principalmente na faixa etária dos quarenta aos sessenta anos chegando com indicação de internação com apresentação mais grave do com gente necessitando de oxigênio o sírio libanês viu a quantidade de internautas passaram de duzentos e trinta e quatro no final de março para cento e sessenta e um nesta quinta-feira a tendência é a mesma do hospital albert einstein que tem cento e sessenta pacientes internados com Covid19 a catorze dias eram duzentos e setenta e dois pacientes com a doença com a colaboração de joão malafaia de são paulo guilherme muniz o cárcere.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 16/04/2021 às 06h00

Nos últimos 15 dias, o Hospital Albert Einstein apresentou uma queda de 43,9% no número de pacientes internados com Covid-19. A tendência de queda é comum aos hospitais privados da cidade e do estado de São Paulo, e também do Brasil, conforme levantamento do G1 e de associações das unidades de saúde. No dia 31 de março, o Einstein tinha 282 pacientes internados por Covid-19, incluindo casos confirmados e suspeitos, em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), semi-intensiva e apartamentos. Na quarta-feira (14), o número caiu para 158. A redução também foi verificada no Hospital Sírio Libanês, no centro da capital, onde o número de internações pela doença caiu 27,7% no mesmo período, de 213 pacientes internados para 154. A instituição destaca, contudo, que o número de pacientes em leitos de UTI pouco mudou - nesta quinta-feira (15), há 62 pacientes internados na terapia intensiva; no dia 22 de março, pico de internações no hospital, 63 precisaram do atendimento de alta complexidade. Também nos últimos 15 dias, a Rede D'Or São Luiz registrou queda de 30% no número de pacientes internados por Covid em São Paulo. Assim como o Sírio, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz vem registrando queda nas internações por Covid-19 nas últimas três semanas, com redução de 49%. Entretanto, a unidade registrou redução de 18% na ocupação dos leitos de UTI no período e de 69% nos leitos de enfermaria. Os hospitais não interromperam a realização de cirurgias eletivas, mas reduziram o número de procedimentos, se restringindo àqueles considerados graves, conforme os protocolos nacionais e internacionais de classificação. O Hospital Oswaldo Cruz informou que atua com cerca de 50% da capacidade de cirurgias eletivas, mas o registro de redução nas internações por Covid vai permitir a ampliação gradual deste atendimento nas próximas semanas, dependendo do avanço da pandemia no país. A redução de internações, contudo, não significa que a pandemia tenha arrefecido. Nesta quinta, mais de 60% dos serviços municipais do estado de São Paulo estão com os estoques zerados de medicamentos do chamado "kit intubação". Dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mostram um aumento no número de mortes em casa suspeitas ou confirmadas por Covid-19, na cidade de São Paulo. Outros hospitais privados da capital A redução nas internações por Covid foram verificada nos outros grandes hospitais privados da cidade de São Paulo, nas últimas semanas. Desde o dia 1º de abril, o Hospital do Coração registrou queda de 35% nos atendimentos de pacientes com Covid. Nesta quinta-feira atende 86 pacientes, sendo 54 em enfermaria e 32 na UTI. Também desde o dia 1º, o Hospital São Camilo passou de uma ocupação 88% nas UTIs Covid para 68% nesta quinta. A queda também ocorreu nos leitos de enfermaria - de 73% para 61% de ocupação. No mesmo intervalo, o Hospital Nipo-Brasileiro passou de 100% de ocupação dos leitos de UTI Covid e 10 pacientes na fila por transferência para 93% de ocupação e sem fila de espera. Nas últimas três semanas, o Hospital Nove de Julho afirma que houve redução de 24% nas internações por Covid-19. Os Hospitais Beneficência Portuguesa e Santa Catarina também registraram queda gradativa, mas não informaram o percentual de redução. Panorama no estado e no Brasil Uma pesquisa do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios (SindHosp) identificou que os hospitais privados do estado de São Paulo registraram leve queda nas internações de pacientes com Covid-19. Em 10 de abril, 105 hospitais particulares foram questionados se houve aumento no número de internações por Covid-19 e 75% disseram que sim. Na pesquisa anterior, de 26 de março, o percentual era de 99%. O panorama também foi verificado pelo governo de São Paulo, que inclusive avalia classificar regiões do estado em fases mais brandas da quarentena nesta sexta-feira (16). A taxa de ocupação dos leitos de UTI, contudo, estava em 86,4% na quarta-feira. Outro levantamento com 71 instituições particulares do Brasil, feito pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), mostra que a taxa de ocupação de leitos de UTI destinados a pacientes com Covid-19, é de 85,14%, uma leve melhora em relação a semana passada (90,77%).

R7.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/04/2021 às 02h00

1,5 milhões de pessoas receberam 1ª dose da vacina contra covid e não voltaram para 2ª Especialistas dizem que eficácia é reduzida, se não tomar duas doses de vacina Mesmo que já foi infectado precisa receber a dosagem completa do imunizante Pacientes que tiveram covid devem esperar um mês para receber dose, mesmo que seja 2ª Nesta semana, o Ministério da Saúde alertou que cerca 1,5 milhão de brasileiros que receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19 não voltaram para o reforço da imunização. Especialistas explicam que essa escolha pode trazer prejuízos individuais e coletivo no controle da epidemia no Brasil. O epidemiologista Eliseu Alves Waldman, professor da Faculdade de Saúde Pública, da USP, afirma que a eficácia da vacina é menor sem as duas doses. “Algum grau de imunidade todos terão, mas a proteção e eficácia não é a mesma que seria conferida com as duas doses. A própria duração da imunidade pode ser reduzida. Mesmo que ainda não tenhamos os estudos concluídos do tempo de imunidade, a falta de duas doses causa impacto”, afirma o médico. O próprio ministro Marcelo Queiroga fez um apelo às pessoas, no lançamento da vacina contra a gripe, na última segunda-feira. “É preciso que aqueles que não tomaram a segunda dose, procurarem os postos de vacinação e se vacine. Só assim conseguiremos controlar essa crise sanitária." Waldman também acredita que tenha um impacto na crise e explica que acaba sendo normal a queda de adesão em campanhas de vacinação com mais de uma dose. Veja também Brasil Planos de saúde devem autorizar RT-PCR de forma imediata Saúde Chance de variante do AM escapar de imunidade anterior chega a 46% Saúde Síndrome pós-covid em crianças chega a causar alucinações “Tem um impacto geral, mesmo que seja difícil mensurar efetivamente. Infelizmente, nas campanhas de vacinação de mais de uma dose, existem perdas de adeptos a partir da primeira dose. Isso é esperado”, disse ele. E completa sobre a falta de explicação correta do funcionamento das vacinas. “Acho que falta muito uma campanha de divulgação efetiva por parte dos governos que se explique para a população qual é o funcionamento da vacina, como deve ser a dosagem”, reclama o epidemiologista. A infectologista Keilla Freitas, do Hospital Sírio-Libanês e diretora da clínica Regenerati, avalia que as pessoas se sentem imunizadas após primeira dose. “As pessoas estão com a falsa sensação de segurança e acabam ficando doentes antes. Na prática, verificamos idosos com covid antes de tomar a segunda dose, ou pouco após a segunda dose. O que mostra que a pessoa se infectou entre as duas doses. Temos casos graves e, inclusive, casos de óbitos”, conta a especialista. Mesmo quem já foi infectado com o SARS-CoV-2 deve tomar as duas doses da vacina, seja qual for o imunizante: CoronaVac ou Oxford, os dois que estão sendo aplicados no Brasil. Keila Freitas indica que é imprescindível a vacinação, mas respeitando distanciamento entre o fim da doença e a imunização. “Paciente que pegou covid deve tomar a vacina após um mês da cura. Isso porque resposta vacinal está diretamente relacionada à capacidade de resposta do sistema imune. Se estou com o sistema com debilidade, não vou ter a melhor resposta que poderia ter à vacina”, explica a médica. A médica acrescenta que, no caso de quem foi infectado entre uma dose e outra, não há problema em esperar um período maior do que o indicado. "O importante é o organismo estar recuperado para conseguir reagir bem ao imunizante”, recomenda. Vacinação correta não é o fim da prevenção os dois especialistas ouvidos pelo R7 são taxativos ao dizer que a vacinação, mesmo que atingindo mais gente, não vai dispensar o uso de máscaras, a restrição de aglomerações e higienização das mãos. “Por mais que tenha menor chance de ter um caso grave da doença, ela ainda pode se infectar e transmitir infecção para uma pessoa que ainda não tomou a vacina, ou já teve, mas não está imunizado ou até de pessoas que estão entre as duas doses”, salienta Keila. O professor da USP alerta, ainda, que a covid surgiu por causa das pessoas e que o mundo dificilmente será o mesmo. “A vacina só não segura. Precisa ter mais vacina, para acelerar o processo, e todas as medidas de prevenção. Nada indica que seja verdadeira a afirmação: quando vacinarmos todo mundo, estamos resolvidos e todo volta ao normal. Precisaremos seguir com as medidas de prevenção. Não foi a covid que trouxe o novo normal, e sim o novo normal que trouxe a covid”, diz o epidemiologista. E explica: “Novas doenças devem surgir, depois do aumento da população do mundo e da forma como vivemos no mundo. Teremos de usar os ensinamentos da covid, no futuro”, finaliza Waldman.

YAHOO! NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/04/2021 às 17h54

Hospitais particulares em SP tiveram queda nas internações por covid-19 No Sírio Libanês, queda foi de 27% em três semanas, mas leitos de UTI continuam com alta ocupação Sistema hospitalar ainda enfrenta dificuldades com insumos do "kit intubação" Hospitais particulares de São Paulo estão apresentando queda no número de internações de pacientes com covid-19 nos últimos 15 dias. Os dados são de um levantamento do portal G1. Em todo o estado, a tendência é de queda nas instituições privadas. Entre eles, está o Hospital Albert Einstein, onde a diminuição de internações por covid-19 foi de 43,9% nas últimas duas semanas. Em 31 de março, eram 282 pessoas internadas contagiadas com coronavírus, entre casos confirmados e suspeitos. Na última quarta-feira (14), o número era de 158. Leia também Covid-19: Polícia investiga morte de paciente tratada com nebulização de cloroquina em Manaus Covid-19: UTIs de 17 capitais e DF atingem 90% de lotação; Veja cenário nacional Quem são os 11 senadores titulares da CPI da Covid e por que grupo pode 'dar trabalho' a Bolsonaro No Sírio Libanês, a queda foi de 27,7%. No mesmo período, os pacientes internados com covid-19 era 213 e, agora, são 154. No entanto, o número de pessoas em leitos de UTI quase não mudou. Na última quinta-feira (15), era 52 pessoas. No pior momento de internações, eram 63. Outros hospitais com queda no número de pacientes internados com covid19 foram Rede D’Or São Luiz, com queda de 30% nos últimos 15 dias, e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, onde a quantidade de internações diminuiu 49% nas últimas três semanas. Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar Assine agora a newsletter Yahoo em 3 Minutos Falta de insumos em São Paulo Apesar dos números serem um indício positivo, a situação de São Paulo está longe de ser confortável. De acordo com o G1, a capital, houve um aumento do número de mortes em casa por covid-19, entre casos confirmados ou suspeitos. Há também a falta de insumos do “kit intubação”. Na última quinta-feira, mais de 60% dos serviços municipais do estado registraram estoques zerados de remédios necessários para intubar pacientes. O governo estadual de SP já enviou nove ofícios ao Ministério da Saúde desde o início de março pedindo reposição dos medicamentos, mas não teve resposta.