Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

CNN PRIME TIME/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/03/2021 às 18h30

Principalmente em são paulo subiu para vinte e três o número de estados além do distrito federal que registram taxas de ocupação de teia acima de oitenta por cento apenas rio de janeiro amazonas e roraima estão fora dessa lista agora a gente volta assim ao falar sobre o estado de são paulo porque o cenário por aqui é preocupante nos principais hospitais da rede privada foram registrados recordes de internações de pacientes com Covid19 então vou conversar agora com aquela chaves que vai contar pra gente sobre uma situação muito preocupante porque carla praticamente não há mais vagas nos hospitais particulares e eles inclusive estou tentando leitos no sus na rede pública de saúde boa noite pra você oi roberta boa noite a situação tá realmente muito difícil eu tenho conversado nos últimos dias com médicos que trabalham e hospitais particulares e eles dizem eles relatam que estão sendo que realmente dá um jeito pra conseguir internar as pessoas alguns estão até usando o centro cirúrgico como leitos de uti pra convide pra não deixar ninguém na fila de espera porque a gente sabe que infelizmente essa é uma doença que não espera né um pouco tempo de resposta muito importante pra uma recuperação então ontem eu vi alguns números só pra gente exemplificar melhor o que tá acontecendo no estado o sindicato dos hospitais fez um levantamento com noventa e três hospitais privados aqui de são paulo e oitenta e dois por cento deles já estão com lotação entre noventa e cem por cento eu tenho alguns números de hospitais aqui da capital por exemplo o sírio libanês que é considerado um dos melhores da américa latina né já tá com oitenta e seis por cento de lotação no santa catarina a lotação de leitos pra Covid19 já chegou em cem por cento e o que eles estão fazendo é o remanejamento pegando alguns leitos que ele estava utilizando pra outras doenças e transformando em leito pra convide o mesmo tá acontecendo no hospital são camilo que já tá com lotação de leite pra Covid19 por cento no total já são catorze mil duzentas e trinta e seis pessoas internadas dez mil setecentos e cinquenta e seis em utis situação realmente difícil e só pra concluir pra quem tá em casa entender pode ser complicado porque muitas vezes são os hospitais particulares que abrem leitos quando o sus está completamente lotado né e nesse caso não vai dar roberta

TARDE BANDNEWS/BANDNEWS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/03/2021 às 14h09

Estão com cem por cento dos leitos ocupados na região metropolitana tem uma taxa de noventa por cento de lotação a maior desde o começo da pandemia o louca josino teve acesso à lista de contas metais privados que já solicitaram a vaga de hotéis na rede pública na cidade são paulo josino conta pra gente qual o balanço balanço pois joana boa tarde pra você pra todos ligados aqui no bandido se vê pro pablo pra débora pois é uma informação importante que a gente descobriu hoje com o secretário de saúde édson aparecido aqui da capital paulista que hospitais da rede privada já entraram em comunicação com a prefeitura para solicitar leitos na rede municipal isso porque eles já estão com lotação máxima com as vagas já totalmente ocupadas neste momento em uti para pacientes com convide dezenove são quinze das mais importantes redes privadas de hospitais privados aqui da cidade de são paulo que já somam uma solicitação de trinta leitos de uti isso deve aumentar ainda nos próximos dias essa solicitação aconteceu nos últimos quatro dias já são trinta leitos pedidos como você disse a gente vive uma situação muito complicada os números estão crescendo cada vez mais números de mortes de internações e de novos casos por Covid19 a gente trouxe informações aqui no band news tv do albert einstein sírio libanês que já estavam com mais de cem por cento dos leitos ocupados tinha paciente que aguardava na fila de espera e agora então outras quinze redes de hospitais privados já estão também nessa mesma situação e pediram leitos para a prefeitura de são paulo a gente conversou com o secretário e ele disse que vai montar um plano para tentar ajudar na medida do possível esses hospitais mas que isso ainda pode acontecer só na próxima semana muita gente já procura atendimento nesses hospitais e não consegue e precisa de uma outra alternativa para conseguir atendimento médico nesse momento com Covid19 mas na rede pública não é nada diferente nós fomos em vários hospitais durante as últimas semanas hospitais tanto municipais quanto estaduais aqui na capital e na região metropolitana de são paulo já tem muito paciente aguardando leito improvisado paciente com crise respiratória que aguarda nos corredores dos hospitais por uma vaga tanto na uti quanto na enfermaria o governo anunciou ontem que vai tentar criar bastante leito ainda até o fim deste mês mas a curva de novos internados é maior do que a de criação de leitos isso preocupa as autoridades públicas porque como vocês já disseram sessenta e três cidades do estado de são paulo já entraram em colapso no sistema público de saúde já tem mais uma vaga sequer na uti isso pode acontecer aqui na região metropolitana essa questão da rede privada já é um sinal de que muitos hospitais já estão com lotação máxima não só da rede privada quanto da rede pública aqui na cidade de são paulo brigada lucas josino por suas informações não tenho a lista aqui desses hospitais particular é uma bola de neve né porque a rede pública não dá conta pacientes que procuram o sistema único de saúde acabam recorrendo à rede particular quem tem condições né quem tem plano de saúde também e nem a rede particular tá dando conta a lista aqui dos hospitais de são paulo por exemplo que solicitaram vagas na rede pública paulista envolve albert sabin em nove de julho de mundo vasconcelos o hospital lepore vidas nossa senhora de lourdes e segue por aqui jéssica e hospital são camilo maternidade são miguel também nippo brasileiro e a você e hospital santa paula santa dirigindo e são cristóvão é uma situação extremamente crítica o lucas continuar acompanhando volta ao longo da nossa programação uma boa tarde pra você obrigada gente segue sempre à disposição valeu querido lucas ideal pra quando a gente fala de sua gestão pelo não só da cidade de são paulo na imagem toda a região metropolitana que as cidades são bem coladas a cidade de são paulo a bomba a fé fica a pouquissimos quilômetros de onde está agora do grupo bandeirantes comunicação assim como osasco por exemplo em tenho uma informação pablo e débora a da mônica bergamo né de que o estado de são paulo estava falando justamente disso pablo bateu um novo recorde e ultrapassou a marca das feições dois mortos diários pela cover dezenove essa informação é da mônica bergamo foram registradas seiscentas e setenta e nove mortes por causa da doença nas últimas vinte e quatro horas o recorde anterior tinha sido na sexta-feira com quinhentas e vinte e uma amostra então já esteve um recorde com quinhentas e vinte e uma e pulou para seiscentas e setenta e nove esses números chocam quando a gente compara aos do ano passado no dia vinte de agosto de dois mil e vinte a mais de meio ano eram seiscentas e setenta e nove mortes mas em todo o brasil então a gente tem no recorte do estado de são paulo um número exatamente igual do que em agosto de dois mil e vinte quando a gente estava na primeira onda quando a gente estava ali no topo da primeira onda mas essas mostram registradas em todo o brasil então os próximos dias vão ser assustadores ainda mais do que os últimos e do que as últimas semanas como vamos agora assuntos internacionais a beatriz correio está conosco a beatriz que a editora de internacional do jornal da band vai atualizar de sobre a situação.

BBC BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/03/2021 às 11h55

No início da pandemia, as imagens de médicos utilizando escafandro e cilindros de oxigênio nos deixaram com a impressão de que a prevenção da covid-19 era muito complicada. Mas a experiência mostrou que atitudes simples, como manter o distanciamento físico, usar máscaras e evitar aglomerações, são as medidas que mais ajudam a evitar uma infecção pelo coronavírus responsável pela pandemia atual. Apesar de relativamente simples, essas estratégias são ignoradas por parte da população — e não são reforçadas por nenhuma campanha de comunicação feita pelo Governo Federal. 4 coisas que ainda não sabemos sobre o coronavírus após um ano de pandemia Como pacientes 'resistentes' ao coronavírus podem ajudar na busca por tratamento para covid-19 Essas e outras observações foram feitas pelo médico Paulo Chapchap, diretor geral do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, numa entrevista exclusiva à BBC News Brasil. O especialista ainda contou que todas as previsões mais pessimistas feitas pelo comitê de crise do hospital estão se concretizando e as últimas semanas foram as piores desde que a pandemia começou, há mais de um ano. Pule Talvez também tem interesse e continue lendo Talvez também tem interesse Coronavírus: Brasil apostou em estratégia 'genocida' para combater covid-19, diz Atila Iamarino Cresceu muito o número de jovens em estado grave, e temos de escolher quem vai pra UTI, diz diretor da Santa Casa de Porto Alegre A matemática das UTIs: 3 desafios para evitar que falte cuidado intensivo durante a pandemia no Brasil Tratamento para coronavírus: cientistas britânicos dizem ter comprovado 1ª droga eficaz para reduzir mortalidade por covid-19 Fim do Talvez também te interesse Chapchap também chama a atenção para o risco que o fechamento prolongado das escolas traz às futuras gerações. "Há um enorme prejuízo às crianças. Esse dano é permanente e coletivo", aponta. Confira os principais trechos a seguir. BBC News Brasil - Como o senhor classifica a atual situação da pandemia de covid-19 no hospital e, de forma mais ampla, em todo o Brasil? Paulo Chapchap - Esse é o momento de maior demanda de pacientes com covid-19 no nosso hospital. De todas as semanas desde que começou a pandemia no Brasil, essas são as piores que temos até agora. Dia após dia, temos batido nosso recorde anterior de indivíduos internados aqui no Hospital Sírio-Libanês. BBC News Brasil - Na experiência do senhor, o momento atual se aproxima a algum outro período de crise que vocês viveram por aí? Chapchap - Não, essa é a pior crise sanitária que o país viveu em toda a sua história. Não há dúvida, pelo menos se considerarmos a história moderna. É claro que tivemos problemas anteriores, como a gripe espanhola em 1918. Mas do que nós presenciamos, não há dúvidas de que essa é a maior crise que já vivemos. E ela não é um desafio apenas para o sistema de saúde, mas para a sociedade brasileira como um todo. Isso porque há implicações enormes em todas as áreas da vida e da economia. Nós observamos, por exemplo, um efeito brutal na socialização das crianças e no comprometimento cognitivo delas pela falta do estímulo escolar. A crise é tão disseminada no país que afeta todas as áreas de nossa sociedade de uma forma muito grave. Nós precisamos então encurtá-la o máximo que conseguirmos para voltar à normalidade assim que possível. BBC News Brasil - Nas últimas semanas, acompanhamos as notícias de diversas cidades do país com lotação total de seus leitos hospitalares. Como lidar com esse cenário de crise e escassez do ponto de vista da gestão hospitalar? Chapchap - Esse é um desafio permanente. Porque além de lidar com a covid-19 e com os pacientes potencialmente contaminantes, devemos pensar nos próprios colaboradores do hospital, que precisam zelar pela própria saúde e o bem-estar de suas famílias. Em paralelo a todos os atendimentos relacionados à pandemia, as pessoas continuam a sofrer com problemas cardíacos, neurológicos, câncer, outras infecções… tudo isso confere ao hospital um desafio de atender a demanda e segmentar as necessidades. Nós criamos fluxos separados das pessoas com suspeitas de covid-19 e outros indivíduos que precisam vir até aqui. Essa adaptação precisa ser rápida, isso é fundamental. Mas eu preciso te dizer uma coisa: aqui no hospital nós construímos projeções do que vem pela frente. E nós sempre adotamos o cenário mais pessimista para nos prepararmos. E preciso te dizer que nós temos acertado: as nossas previsões mais pessimistas têm se materializado. Quando vieram as festas de final de ano, nos preparamos para uma maior carga de serviço, uma demanda que realmente aconteceu no mês de janeiro. Quando aconteceram os feriados de carnaval, previmos uma piora do quadro e, de novo, isso se materializou, levando a essa enorme sobrecarga de serviço que temos agora. BBC News Brasil - O Hospital Sírio-Libanês é reconhecido como uma das instituições de ponta, com uma enorme estrutura. Vocês imaginavam que chegariam a esse ponto crítico? Chapchap - Nós temos reuniões diárias com o nosso centro de enfrentamento da crise. No início da pandemia, fazíamos esse encontro até duas vezes ao dia. Mas, quando houve uma diminuição de casos em setembro e outubro de 2020, começamos a nos reunir duas vezes por semana, porque víamos um arrefecimento da pandemia. Quando percebemos que a crise se aprofundava em outras partes do Brasil e a chegada de pacientes com sintomas de síndrome gripal no pronto-atendimento começaram a aumentar, já conseguíamos projetar que o número de internações iria a aumentar em seguida, assim como os casos graves, a necessidade de unidades de terapia intensiva e as mortes. Novo ministro da Saúde sem autonomia seria trocar 6 por meia dúzia, diz Nelson Teich Ao observar tudo isso, nós conseguimos prever todas as ondas com antecedência. Nós monitoramos isso em função da média de utilização de nossos serviços nos períodos anteriores e projetamos as necessidades para o futuro. Houve uma época em que a gente já disparava os pedidos da reposição de nossos estoques de oxigênio quando eles chegavam a 40%. Depois, progredimos para 70%. Atualmente, não deixamos ficar abaixo de 90% e temos entregas diárias dos suprimentos. Mas qual a razão disso? Nós aumentamos muito o número de leitos para pacientes críticos. Abrimos mais de 100 desses leitos. Tínhamos 470 e hoje estamos com 580 vagas. Além disso, convertemos leitos de baixa complexidade para terapia intensiva. Multiplicamos por várias vezes nossa capacidade de atendimento de pacientes críticos. BBC News Brasil - Nos últimos meses, acompanhamos uma série de eventos que incentivaram a aglomeração de pessoas, como as eleições, as festas de final de ano e o carnaval. Em paralelo, uma nova variante do coronavírus foi descoberta em Manaus no início do ano. Esses dois fatores explicam o cenário da pandemia que vivemos agora? Chapchap - Sim, e elas conferem um desafio adicional. Mesmo fora desses eventos específicos que você citou, o comportamento das pessoas tem sido bastante inadequado frente ao conhecimento que nós já temos das medidas de proteção. Hoje nós sabemos que os cuidados preventivos são mais simples do que imaginávamos lá no começo. Nós víamos aquelas imagens da China, com as pessoas pulverizando as casas, aplicando sprays antissépticos em todos os lugares, profissionais da saúde usando escafandro, respirando por tanques de oxigênio… Hoje sabemos que nada disso é preciso. Se você usar máscara e manter um distanciamento das pessoas, não vai contrair a doença. As medidas são muito simples. Sabendo que o sacrifício poderia ser menor, acreditamos que isso seria suficiente para que as pessoas evitassem as situações de alto risco, o que nos permitiria controlar a pandemia. Mas nós nos surpreendemos negativamente ao vermos que as pessoas não adotam essas simples medidas de contenção. Há uma certa decepção dos profissionais da saúde com o comportamento da população na pandemia. Vemos indivíduos fazendo festas com aglomerações, que tiram a máscara para comer, beber, cantar… E tudo isso em ambientes fechados. A chance de cruzar com alguém infectado é muito grande. Nós sabemos como conter a disseminação do vírus e ainda há tempo de fazer isso. Se todos cooperarem e fizerem o certo, em duas ou três semanas começaremos a ver uma curva descendente de casos e óbitos, o que vai nos alegrar muito. BBC News Brasil - Muitos governadores e prefeitos têm anunciado o fechamento de atividades comerciais e a abertura de novos leitos. Essas medidas fazem sentido agora? O que mais poderia ser feito? Chapchap - Essas medidas têm sentido sim. Muitas vezes vejo gente perguntar: por que não abrimos novos hospitais de campanha agora, se a crise atual é pior do que a primeira? Porque nos últimos meses nós aparelhamos muitos dos hospitais já existentes. Nós compramos milhares de respiradores e ativamos novos leitos de terapia intensiva e enfermaria. Com isso, agora estamos mais preparados do que na primeira crise. Por isso que aqui em São Paulo estamos resistindo até agora sem entrar em colapso. Mas se essa onda continuar aumentando como está, precisamos sim de leitos adicionais em hospitais de campanha. Por isso, fazemos um apelo à população para que ela se contenha e use sempre as suas máscaras. Vejo que vários governadores anunciaram medidas mais restritivas. Porque quando você chega numa crise dessas, precisamos ser mais rigorosos. Os governos têm anunciado muito propriamente a diminuição da circulação de pessoas em determinado horário e o fechamento de todas as situações em que pode acontecer uma infecção. E, mesmo com festas, restaurantes e bares fechados, há gente que teima em fazer festas clandestinas, com pouca consciência da gravidade do momento que estamos passando. BBC News Brasil - Como o senhor destacou, essas medidas são necessárias no curto prazo. Mas quais são as perspectivas de médio e longo prazo? O que precisamos fazer para que a pandemia acabe? Chapchap - O mais importante de tudo agora é vacinar a população. Nos países com uma cobertura vacinal significativa, como os Estados Unidos, já há diminuição na curva de mortes. É claro que isso acontece não só por causa das vacinas, mas também porque o atual governo americano teve a consciência de recomendar de forma mais consistente para que a população fizesse distanciamento, uso de máscaras e todo o comportamento adequado. Mas a vacina também traz um impacto porque você começa protegendo a população mais vulnerável, com o objetivo de diminuir as mortes. Isso traz um impacto enorme. Se você me perguntar o que o Brasil tem que fazer, o momento é focar na compra de vacinas e abrir canais para o fornecimento de doses além daquelas que já estão garantidas. E ter certeza de que elas serão entregues no prazo que foi prometido. A vacinação é o meio mais eficaz para lidarmos com a pandemia no médio e no longo prazo. Enquanto isso não acontece, é aquilo que eu disse e reforço: precisamos do comportamento adequado das pessoas por meio da criação de barreiras contra o vírus, como o distanciamento e a proteção facial. BBC News Brasil - O momento é muito complicado e delicado, mas o senhor acredita que dê para tirar algum aprendizado de tudo que estamos vivendo? Chapchap - Um ensinamento importante é ter uma cartilha para o enfrentamento de uma crise como essa, que acomete o país inteiro de uma só vez. Antes, víamos o agravamento em algumas cidades ou estados e era possível migrar capacidades e ajudar. Agora não. É importante observar que nós temos uma estrutura robusta para enfrentar uma pandemia, que é o Sistema Único de Saúde, o SUS. Ele dá acesso a todos, independentemente do poder aquisitivo, da classe social ou da localidade. Esse princípio é muito importante, ainda mais quando notamos que uma parte da falência dos Estados Unidos no momento pior da crise por lá aconteceu porque muitas pessoas não procuraram atendimento médico porque não tinham o direito de serem atendidas. Elas acabaram retardando o tratamento numa tentativa de preservar o patrimônio e não pagar as contas do hospital depois. Mas qual o aprendizado que tiramos da pandemia? Nós deveríamos ter centralizado os dados, as decisões e a comunicação. Deveríamos ter montado um gabinete de crise no Governo Federal, reunindo todas as competências necessárias para tomar a decisão. Deveríamos ter pessoas que tivessem experiência e competência, capazes de reunir os dados enviados por estados e municípios sobre as necessidades de leitos, equipamentos de proteção, remédios… Ao conhecer esse mapa de acometimento, poderiam ser feitos os isolamentos adequados para que não houvesse contaminação das localidades vizinhas. Para suprir as necessidades, precisaríamos de força nacional de saúde, inclusive. E poderíamos restringir a movimentação das pessoas a partir desses locais mais atingidos, de uma forma que não fosse desumana, claro. Esse método de enfrentamento de uma crise, que envolve decisões centralizadas, competentes e alimentadas por dados, foi uma coisa que nós falhamos. Poderíamos ter feito diferente e a gente não fez. Talvez, para uma próxima pandemia, esses protocolos de enfrentamento e processos de decisão precisam estar desenhados para que não tenhamos que viver tudo novamente. BBC News Brasil - Nesse momento de agravamento da pandemia, quais cuidados as pessoas precisam tomar para se proteger? Chapchap - São medidas que só dependem de nós mesmos. Primeiro, utilização de máscaras em todos os ambientes. A única exceção é dentro de casa, com as pessoas que moram com você. Isso se elas não estiverem com sintomas de gripe, aí até mesmo nessa situação é preciso usar máscara. Esse equipamento também deve estar no rosto em todas as situações em que você encontre pessoas que não são próximas do seu convívio. A segunda medida é evitar aglomerações em ambientes coletivos. Se você precisar ir à farmácia, ao supermercado, é máscara o tempo todo e sem se aproximar dos outros. O que se sabe sobre a Sputnik V, a vacina russa que teve milhões de doses compradas pelo governo federal e Estados do NE Precisamos falar também das escolas. Num momento de crise, eu até entendo a necessidade de fechá-las. Mas a primeira coisa que nós vamos abrir assim que tivermos um arrefecimento precisa ser o setor de ensino. Há um enorme prejuízo às crianças. Esse dano é permanente e coletivo, porque elas precisam ser estimuladas cognitivamente. E hoje sabemos que esses ambientes podem funcionar com relativa segurança, desde que respeitados protocolos rígidos. Outro ponto: tomar a vacina, tão logo ela esteja disponível para você. Qual vacina devo tomar? A que estiver disponível. Nós sabemos que todas protegem contra a doença grave e a morte, além de diminuir o potencial de contaminação para outras pessoas. Portanto, é hora de usar máscara, manter distanciamento físico, evitar ambientes fechados ou aglomerações e tomar a vacina assim que ela estiver disponível. É isso. Não é nada difícil. E precisamos respeitar essas medidas não apenas pela nossa própria saúde, mas pela responsabilidade coletiva que temos com o resto da sociedade.

HORA UM DA NOTÍCIA/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/03/2021 às 04h32

Enquanto a vacinação segue lenta em todo o país estados e municípios apertar as regras para tentar evitar o avanço da pandemia e o colapso no sistema de saúde o que já passei vendo em vários locais são paulo começou aqui a valer a fase emergencial que impõe mais restrições mas o setor ainda enfrenta dificuldades em conversar com greve mentell bom dia guilherme cléo o maior o principal desafio aqui pra maior cidade do país e como é bom dia novamente olha pelo que nós vimos ontem no primeiro dia da fase emergencial transporte público vai ser o principal desafio as cenas de ontem sons que a gente está acostumado já nos diz sempre em são paulo trens cheios ônibus lotados terminais de ônibus também vinte e seis longas filas para embarque e desembarque dos passageiros por isso o governo de são paulo pediu à indústria e aos serviços considerados essenciais um escalonamento no horário dos trabalhadores para tentar evitar que tanta gente pega o transporte público ao mesmo tempo pelo menos na região central nas ruas o movimento era sensivelmente mais tranquilo com as lojas fechadas e o governo de são paulo diz que espera ver o sucesso dessa fase emergencial depois de duas semanas com a queda na taxa de transmissão do novo coronavírus e no surgimento de novos casos a gente ouvir mais sobre isso a reportagem da malu mader uma das principais ligações entre o centro e a zona sul da capital a vinte e três de maio deu pra ver diferença no trânsito na comparação com o movimento da semana passada menos carros e nada de congestionamento na região central com a maior parte do comércio fechada pouca gente saiu às ruas no brás ambulantes ocupavam as calçadas no largo da concórdia mas quase não havia consumidores tranquilidade não costuma ser uma palavra que combina com o centro de são paulo mas nesta segunda-feira de fazem emergencial foi isso que a gente encontrou em muitos pontos como aqui na região do vale do anhangabaú esse em outros endereços mais conhecidos pelo movimento pela agitação e pelo barulho ficaram até mais silenciosos calmaria que agradou a pâmela que vai continuar o trabalho presencial esta semana ela só lamenta que não esteja assim todo lugar aqui muita coisa fechou dá pra ver que muita coisa já tá parado deixa bastante diminuiu muito movimento mas tem outros lugares que dá pra ver que ainda bem movimentado foi o que aconteceu bem cedinho nos transportes públicos na estação brás um aglomerado de gente descia a cada trem que parava exaltou que se espantou no trem é só para meio apertado mas diminuir um pouco a pouca coisa mas ainda tá meio apertado no terminal de ônibus do capão redondo na zona sul uma fila para pegar o transporte não foi fácil não o governo recomendou que os setores que estão trabalhando faça um escalonamento para que os trabalhadores essenciais embarquem nos transportes em horários diferente já temos a proposta oficial da apas associação de supermercados nós temos também uma discussão em fase final com a aiea com as responsáveis por empresas de cal center e com a indústria foram os três primeiros setores que nós priorizamos porque concentram grandes contingentes de funcionários estamos atuando com todos ele está coordenar esses escalonamentos estamos fazendo isso com todos os setores com as associações representativas antes de entrar na fase emergencial o estado ficou nove dias na fase vermelha com o funcionamento dos serviços essenciais mas isso ainda não surtiu efeito segundo o centro de contingência da cover de dezenove o que até certo ponto são esperados porque quando se começa com essas medidas mais restritivas a gente precisa aguardar em torno de duas semanas para iniciarmos a ter algum resultado irá então nesse momento infelizmente os dados ainda são de crescimento de evolução e de aceleração na epidemia cidades e países estão apertando ainda mais as restrições no abc a rua marechal deodoro em são bernardo do campo conhecida pelo comércio foi fechada para os veículos enquanto o governo determinou que as igrejas podem ficar abertas sem realizar missas são bernardo determinou o fechamento de todas elas a infectologista do hospital sírio libanês lembra que tem pouca vacina disponível no momento e a queda na taxa de transmissão só vai ocorrer com o distanciamento social todo mundo sabe coloquial é ruim pra economia todo mundo sabe coloque down tem diversos pontos negativos de só usa dessa estratégia quando a gente chega numa situação extrema de ocupação de leitos hospitalares na qual a gente não consegue absorver mais paciente nenhum que precisa de um leito hospitalar para procurar tratamento né mas pra ele se efetive a gente precisa respeitar e realmente fazer com que as pessoas parem de circular sobre essa situação extrema que nós ouvimos a entrevista kovalick sessenta e três cidades paulistas já estão sem vagas nas utis aqui na cidade de são paulo a taxa média de ocupação dos hotéis chegou a oitenta e nove por cento o governo de são paulo anunciou a criação de mais um hospital de campanha no centro da capital ele vai ter cento e oitenta leitos sendo cinquenta de terapia intensiva com previsão de inauguração para o dia trinta e um de março fim deste mês ao todo então serão dezesseis hospitais de campanha que o governo vai colocar em funcionamento em todo estado quatro já estão operando e até o fim deste mês a promessa daqui doze já estarão em funcionamento tudo isso tudo isso é um esforço para tentar evitar o colapso do sistema de saúde governo de são paulo já admitiu que não tem fôlego pra disponibilizar mais leitos no ritmo que a demanda exige e até domingo pelo menos sessenta pessoas já tinham morrido em todo o estado na fila de espera por leitos de uti kovalick obrigado transformações demais são paulo começou a vacinar os idosos acima de setenta e cinco anos o governo do estado anunciou o calendário de vacinação de um novo grupo.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 16/03/2021 às 03h00

Raul Edson Zanini, 64, que continuou tratamento em casa após ficar internado com Covid19 por uma semana EduardoKnapp/Foihapress Cresce busca por home care e hospitais de transição no país Pacientes de Covid19 procuram cuidados antes de internação ou depois da alta Cláudia Collucci são paulo A sobrecarga causada pela pandemia de Covid-19 em hospitais levou a um crescimento de até 35% no número de pacientes atendidos em home care no país, modalidade de assistência que passou a atuar em novas frentes com a crise sanitária. Houve aumento de procura, por exemplo, de pacientes de Covid-19 que precisam de uso de oxigênio e medicação endovenosa durante a fase aguda da doença. Ou de reabilitação e fisioterapia após a internação hospitalar. Além disso, com medo de se infectarno ambiente hospitalar, muitos pacientes não Covid também têm optado por atendimento domiciliar para a realização de procedimentos como curativos e medicações na veia. Alguns hospitais também têm sugerido esse tipo de cuidado. Na semana passada, o Hospital Sírio-Libanês, que vive aumento expressivo de ocupação de leitos, passou a estimular a transferência de pacientes crônicos estáveis para clínicas de transição ou home care. Segundo o médico geriatra Leonardo Salgado, presidente do Nead (Núcleo Nacional de Empresas de Serviços de Atenção Domiciliar), a partir do início da pandemia, em março de 2020,0 setor viveu um boom de pacientes egressos de hospitais. As instituições, temendo um colapso na assistência, liberaram doentes crônicos estáveis para seguir ou terminar o tratamento em casa. Agora, o mesmo movimento começa a ser observado. São pacientes, por exemplo, com doença de Alzheimer que estão com pneumonia e precisam de antibiótico endovenoso, ou doentes que passaram por cirurgias, adquiriram infecções e também necessitam de medicamentos na veia e fisioterapia. O Brasil tem cerca de 830 empresas de home care, segundo último censo feito pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) eoNead. A receita anual é estimada em R$ 10,6 bilhões, sendo 57,5% geradas por internações domiciliares (que custam, em média, 35% menos do que as hospitalares). O restante, 42%, vem dos atendimentos em casa. Em 2019, foram atendidos cerca de 292 mil pacientes. Os números de202o ainda estão sendo compilados. Segundo Hyran Godinho, CEO da Pronep Life Care, marca da Sodexo voltada para atenção domiciliar, o principal papel do home care neste momento tem sido o de desafogar os hospitais. "Tanto no atendimento de pacientes crônicos, que precisam de uma estrutura, como daqueles que sofreram uma fratura, fizeram uma cirurgia e vão precisar de antibiótico endovenoso, por exemplo. Eles não precisam ficar no hospital para tomar antibiótico, podem receber em casa.” As empresas de atenção domiciliar também foram acionadas para atender o paciente após a alta da internação (na UTI ou não). “São, em geral, pacientes que ficaram com alguma sequela. Que ainda precisavam de algum antibiótico, anticoagulante, de oxigênio ou mesmo de fisioterapia”, conta Salgado. Foi o caso do comerciante Raul Edson Zanini, 64, da capital paulista, que após uma internação de uma semana para tratar a Covid-19 seguiu com a reabilitação em casa, com medicação endovenosa (antibiótico e soro) e fisioterapia p ulmonar, por mais 15 dias. "Ainda sentia muitas dores, indisposição, cansaço. Poder terminar o tratamento em casa, mesmo trancado no quarto, me deu mais tranquilidade” conta Zanini. Em muitas cidades com maior sobrecarga pela Covid, o home care também foi usado por pacientes sintomáticos, que passavam pela emergência de um hospital e que depois eram monitorados e medicados em casa, com apoio de uma central 24 horas com médico e pessoal da enfermagem. Segundo Patrícia Palomba, diretora de operações da Global Care, durante a pandemia, alguns pacientes que já estavam sob cuidados do home care e que foram infectados por Covid seguiram sendo tratados emcasa, semneeessidade de ir para o hospital. "Isolamos o paciente, colocamos uma série de sinalizaçõesna casa, entramos com as Ainda sentia muitas dores, indisposição, cansaço. Poder terminar o tratamento em casa, mesmo trancado no quarto, me deu mais tranquilidade Raul Edson Zanini comerciante que teve Covid-19 medicações, os cuidados estabelecidos nos protocolos.” Após a confirmação do diagnóstico, também era enviado um cilindro de oxigênio, caso houvesse queda da saturação. "O paciente Covid piora muito rápido e é preciso ter recursos a mão.” Também houve transferência de pacientes de Covid para hospitais terciários e de transição, quando a situação exigia mais cuidados, diz Patrícia. Para o cirurgião Raul Cutait, que teve Covid em março de 202oefieouquaseummêsna UTI do Sírio -Libanês, os serviços de home care têm tido um papel muito importante durante a pandemia no sentido de dar suporte aos hospitais. Ele, por exemplo, utifizou o atendimento domiciliar para receberantibiótico endovenoso antes da internação. “Estamos vivendo um momento dramático. Ou os pacientes conseguem ir para um hospital ou não têm nenhum tipo de assistência. Muitos não precisam ser internados, mas necessitam de assistência, de apoio.” Para ele, o atendimento pré-hospitalar deveria ser estimulado especialmente enquanto há escassez de vagas. Outros serviços que ganharam destaque na pandemia foram os hospitais de transição, instituições destinadas aos pacientes dependentes de cuidados médicos complexos, mas que não precisam estar em um hospital geral. Nelas, o paciente recebe cuidado multidisciplinar e pode completar o período de convalescença e recuperação antes de voltar para casa. Após ser diagnosticado com Covid em maio do ano passado, o economista Pedro Cipollari, 84, iniciou o tratamento em casa com home care. "Trouxeram oxigênio, oxímetro, as medicações. Mas chegou um momento em que o meu pai teve baixa de oxigênio e a equipe achou porbem transferi-lo para ohospital de transição”, conta o administrador Pedro Cipollari Filho. Com várias eomorbidades e dificuldade de locomoção, o economista ficou 40 dias internado, com aso de oxigênio e tratamento fisioterápico intensivo, especialmente o pulmonar, além de medicação na veia. Também precisou de uma sonda gástrica para se alimentar. Agora, está em casa sob assistência de cuidadores. “Foi muito melhor do que estar num hospital tradicional ou em home care. Tinha tudo ali, médico 24 horas, exames e fisioterapia. E náo havia restrição de acesso a ele. Claro, a gente usou todo o aparato de segurança, como dois aventais, luvas, máscara”, diz o filho. Segundo o médico Fábio A ji mura, diretor estratégico da Rede Relief, que possui dois hospitais de transição, a pandemia tem mostrado a necessidade de suporte para o paciente pós-Covid que ainda não está tão pronto para ir para casa, por exemplo, aquele que precisa de diálise porque teve comprometimento dos rins. Doentes que estiveram in ternadosna UTI também vão precisar de reabilitação. Muitos apresentam sequelas neurológicas, fraqueza muscular. "O foco dos hospitais gerais é 0 paciente agudo, cirúrgico, não é papel dele manter longa permanência e reabilitação.” Se antes o hospital de transição recebia essencialmente o doente liberado do hospital, mas sem condições de voltar para casa, agora, coma Covid, ele passou a atender também pessoas que nem chegam a se internar em um hospital de alta complexidade. "Aqui temos cate ter de oxigênio, antibiótico terapia, fisioterapia respiratória. O paciente pode se estabilizar e voltar para casa. Mas há casos em que a pessoa vai precisar de um hospital mais especializado e ela será transferida.” O hospital de transição tem estrutura para situações críticas, como equipamento para reverter parada cardíaca e ventilador mecânico. Ou seja, um aparato que consegue manter o paciente até conseguir uma vaga de UTI. “Mas uma coisa é manter um ou outro paciente até conseguir a vaga. O problema é que, com as UTIs lotadas, essas estruturas de suporte menores podem ficar sobrecarregadas também.” Para Ajimura, é importante entender qual o papel dessas unidades dentro da cadeia de saúde. Umpaeienteinstávele agudo não deve permanecer nessas instituições.

MEDICINA S/A/SÃO PAULO
Data Veiculação: 16/03/2021 às 00h00

O Hospital Sírio-Libanês é 1º lugar do setor de serviços de saúde da pesquisa Merco Empresas e Líderes Brasil 2020, realizada pelo Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (MERCO). No ranking geral, a instituição conquistou o 11º lugar entre 100 das maiores empresas do País. O hospital subiu três posições em relação ao ano anterior, quando ocupou a 14ª posição. Em sua sétima edição, o levantamento analisa a reputação e imagem das empresas de diversos setores com base em seis critérios e mais de 20 fontes de informação, que consideram a opinião da população geral, analistas financeiros, ONGs, sindicatos, associações de consumidores, jornalistas econômicos, acadêmicos, representantes do governo, entre outros. O Hospital Sírio-Libanês tem trabalhado em São Paulo e Brasília, onde tem unidades hospitalares, mas também atua em todo o Brasil por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), coordenado pelo Ministério da Saúde, com programas de apoio à gestão hospitalar e cuidados médicos. É responsável também pela gestão de cinco unidades públicas de saúde no Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês. “Receber esse importante reconhecimento, que reflete o trabalho da instituição durante um período crítico marcado por uma pandemia sem precedentes, nos dá a certeza de que estamos contribuindo com nossa missão de acolher com excelência aos que precisam de cuidado médico-hospitalar”, diz Paulo Chapchap, diretor geral da Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês. No ano em que a instituição completa seu centenário, esse reconhecimento se torna ainda mais relevante. “Compartilhamos conhecimento para fomentar a excelência médica por meio de ensino e pesquisa, mas é no nosso dia a dia que estamos expandindo nossa missão de colaborar para uma sociedade mais justa e fraterna”, finaliza Chapchap. Tags: Hospitais Hospital Sírio-Libanês Ministério da Saúde Proadi/SUSc