Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

JORNAL DA RECORD/RECORDTV/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/12/2020 às 20h07

Futebol famoso vanderlei luxemburgo tem um estado do país em que a situação preocupa esse estado é a bahia tá investigando setenta e sete suspeitas de reinfecção por comida e dezanove os possíveis casos foram registrados em quarenta e quatro cidades diferentes então a ponte a quebra do seu celular aqui pro nosso quer code e time sem dúvidas bastante comuns sobre a reinfecção por coronavírus lorena se recupera da convide dezenove pela segunda vez o exame do tipo p c r feito em junho detectou o coronavírus no início de dezembro quase seis meses depois ela voltou a ter sintomas da doença e testou positivo novamente eu senti mais o a sensação de frustração levam a sensação de bateria algo feito à secretaria de saúde da bahia confirmou que investiga setenta e sete casos suspeitos de reflexão os médicos dizem que isso tem sido mais comum em pessoas que apresentaram a forma leve da doença e não desenvolveram anticorpos suficientes as novas infecções são causadas pelo mesmo vírus mas com assinaturas genéticas diferentes no segundo episódio dosa os anticorpos dessa pessoa a gente faz um teste rápido ele não aparece nada a gente faz sorologia pensou não tem nada como se ela nunca tivesse tido o coronavírus na semana passada o ministério da saúde confirmou o primeiro caso de reinfecção do país o anúncio oficial só aconteceu após um sequenciamento genético feito em um laboratório de referência comprovar que eram duas linhagens distintas do coronavírus procedimento que pode demorar até semanas para ficar pronto o técnico vanderlei luxemburgo também está na lista de pessoas já contaminadas e que testaram positivo para comida e dezenove de novo ele está internado em um hospital de são paulo o treinador procurou assistência médica depois de sentir fortes dores de cabeça pra você realmente comprovar e íntima iptu é preciso provar que o vírus da segunda infecção é diferente do primeiro esse a gente só consegue fazer com técnicas bem avançada seus pensamentos isso é possível se você tem a primeira te aguardar

EL PAÍS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/12/2020 às 19h44

No dia 14 de março deste ano uma tensão se instalou entre militares que atuam na Operação Acolhida em Boa Vista. Um venezuelano residente em um dos 11 abrigos para refugiados no Estado apresentou sintomas de covid-19. Àquela altura, o vírus ainda não chegava a Roraima. Pouco se sabia ainda no mundo sobre a evolução da doença, apenas as cenas trágicas na Europa de pilhas de corpos de quem não havia conseguido escapar do coronavírus. A fronteira entre o Brasil e a Venezuela continuava aberta, e havia então 12.000 venezuelanos em abrigos em Pacaraima e Boa Vista. Um risco grande para a Operação Acolhida, criada em 2018, exatamente para atender aos venezuelanos em situação de rua. Uma reunião de emergência foi marcada entre o gabinete de crise da operação. Junto com os demais interlocutores da operação, o general Antonio Manoel de Barros, chefe da Acolhida, falou no grupo: “A gente não sabe a gravidade. Imagine se um primeiro caso de covid-19 fosse venezuelano. A convulsão social que poderia gerar”. A chance de haver um efeito dominó da doença teria o impacto de uma bomba num Estado fronteiriço e seria matéria-prima para uma potencial crise diplomática e mais um elemento de estigma para o fluxo migratório dos venezuelanos. “Era uma crise dentro de uma crise”, lembra o general, que assumiu a liderança da Acolhida em janeiro deste ano. O venezuelano com suspeita de covid-19 havia atravessado a fronteira junto com a sua família. Passou a noite num abrigo de Pacaraima, seguiu para outro em Boa Vista e se encontrava em outro abrigo da operação em Manaus. Àquela altura o Brasil vivia crispações sobre a gestão da pandemia, com o presidente da República, Jair Bolsonaro, fazendo aparições públicas para minimizar o efeito da doença ―um dia depois, no dia 15, ganharia fama no mundo inteiro ao incentivar protestos de rua a favor do seu governo sem uso de máscaras. No dia 20, diria pela primeira vez que a doença era equivalente a uma “gripezinha”. Mas na operação acolhida o assunto covid-19 foi levado com extremo rigor para evitar rusgas diplomáticas. Em questão de horas foi criada uma estrutura nos abrigos nas três cidades para iniciar o isolamento dos venezuelanos de modo a evitar o pior. “Construímos espaço de isolamento emergencial e fizemos todo trabalho de realocação. Toda equipe de proteção. Pegando as pessoas que entraram em contato para um espaço de isolamento emergencial naquela noite, em 12 horas”, lembra Arturo de Nieves, coordenador sênior de campo da Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) no norte do país. A família foi testada e deu negativa. Um alívio geral na operação, mas também um forte alerta. O episódio foi tratado como um “teste de estresse” importante para aperfeiçoar protocolos entre as famílias venezuelanas e mensurar o que poderia acontecer se não houvesse um controle acurado. A operação não sairia um milímetro da missão de proteger refugiados venezuelanos. Novas regras de convívio e higiene começaram a ser implantados nos abrigos, ao mesmo em que começaram a ser traçados vários cenários epidemiológicos. “Surgiu um dilema ali. Como iríamos tratar venezuelanos e não tratar brasileiros quando chegar a crise”, conta o general Barros. No planejamento das ações, as projeções não eram nada boas. Eram muito críticas, garante o chefe da Acolhida e da Acnur, embora não revelem os dados. Mas foi com base nesses números que a operação obteve autorização para construir uma área de proteção para isolar venezuelanos ou contaminados suspeitos e a área de cuidados. No dia 21 de abril, já estavam garantidos 80 leitos. “Eram 30 nosso, 30 do Estado e 20 da prefeitura”, conta o general. A doença avançava de maneira cruel em Manaus, capital do Amazonas, estado vizinho a Roraima. Manaus foi a primeira capital a atingir o pico da doença em abril, e que promoveu cenas trágicas com valas improvisadas para enterrar seus mortos, quase o triplo do normal naquele mês. Em Boa Vista, por sua vez, a pandemia era embrionária. A capital de Roraima já registrava a primeira morte, e dependia somente do hospital municipal de Boa Vista. Junto com a prefeitura e o Governo do Estado, a operação Acolhida teve um papel decisivo para ampliar atendimentos. Não foi fácil. Na corrida contra o tempo para evitar uma situação negativa como a de Manaus, houve uma queda de braço com a associação de médicos local. O Conselho Regional de Medicina de Roraima se opôs à solução apresentada pelo Governo de Roraima e Prefeitura de Boa Vista junto com a operação Acolhida de incluir médicos sem CRM ou revalida para dar conta do aumento do volume de atendimentos previsto. Era ainda um período de escassez de insumos, mão de obra e equipamentos de proteção. Tudo começou a ser equacionado, incluindo parceria com a universidade de Roraima para a produção de EPI (equipamento de proteção individual) e álcool gel. Mas o CRM-RR entrou com uma ação na Justiça contra a contratação de médicos sem CRM, que incluiria ex-participantes do Programa Mais Médicos. O assunto ganhou corpo com uma nova ação da OAB contestando a decisão judicial, desta vez vencida pelo Estado de Roraima e a operação Acolhida. Em protesto, médicos com CRM que estavam atuando decidiram se retirar. Assim, em maio o hospital de campanha tinha 786 leitos disponíveis, incluindo 120 de UTIs, mas não havia mão-de-obra. “Quem contratava os médicos era o Estado, nós apenas gerenciávamos”, diz o general Barros. Diante do impasse, recorreu ao seu velho chefe, o anterior coordenador da Operação Acolhida, que ocupara o cargo entre fevereiro de 2018 e janeiro deste ano. Depois de passar pelo Comando da 12ª Região Militar, e de ser nomeado secretário-executivo do ministério da Saúde, Eduardo Pazuello assumiu em maio o cargo de ministro da Saúde no lugar de Nelson Teich. O general Barros ligou para Pazuello dando toda a dimensão dos fatos, e colocando em pauta o risco que os venezuelanos corriam de não ter um planejamento adequado para controlar a pandemia. “Vai dar problema”, avisou o general. Os ânimos já andavam acirrados demais no Brasil perante a pandemia para arranjar novas dores de cabeça. Pazuello então fez a ponte para que o hospital de campanha gerenciado pela operação tivesse suporte do hospital privado paulistano Sírio Libanês e do banco Itaú. Com médicos das Forças Armadas e do Médico sem Fronteiras, a Área de Proteção e Cuidados (APC) começou a atender o público de Boa Vista e começou a desafogar o único hospital público da capital. O saldo da batalha foi positivo. Até o final de outubro haviam sido registrados 10.300 atendimentos ―desses, apenas 349 venezuelanos. A operação Acolhida logrou controlar em 3% o índice de contaminação nos abrigos ―houve 9 óbitos―, o que foi considerado um sucesso. A APC recebeu inclusive militares que se contaminaram com a covid-19. Cerca de 70% dos integrantes do Exército que estão na linha de frente se contaminaram, constata o general Barros. Ele mesmo foi um dos contaminados. Mas não houve vítimas fatais. Essa imunidade de rebanho da operação deu mais confiança ao time da Acolhida, que não tinha como regra o uso de máscaras quando a reportagem esteve em Boa Vista e Pacaraima no final de outubro. Na Acnur também a covid-19 também contagiou quase todos os que estavam na linha de frente da atuação. “Devido à Operação Acolhida houve uma pronta resposta à população de Roraima”, constata o general Barros. Hoje a APC passou para as mãos do Estado, e ficou como legado da operação para Roraima.

VEJA.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/12/2020 às 18h43

Neste mês de dezembro mais brasileiros estão recorrendo aos testes para detectar se estão com Covid-19 ou se já foram infectados pela doença. Dados recentes apontam que a busca do termo “teste de covid” no Google atingiu os maiores patamares desde o começo da pandemia, em março. Para se ter uma ideia do aumento de interesse, em comparação a outubro, o aumento nas buscas na plataforma foi de 203%. Comparável apenas a julho, quando a busca mensal foi 4,1% menor. Uma das grandes razões para esse crescente interesse, além do aumento recente de casos, é a aproximação de festas e viagens de fim de ano. Trata-se da tentativa de diminuir os riscos de contágio entre amigos e familiares. A prática, no entanto, requer cautela. “O teste para Covid-19 não foi feito como forma de liberação para sair de casa e ir a eventos. A sua finalidade correta é diagnosticar os casos para que um especialista indique isolamento e o tratamento adequado”, diz o diretor médico da Dasa, Gustavo Campana. Entre os hospitais, ambulatórios e laboratórios dos quais a empresa avalia coletas no Brasil, o aumento da quantidade de testes foi de 40%, comparando as médias diárias de novembro e dezembro. Na rede laboratórios, os exames do tipo RT-PCR, os mais seguros, custam a partir de 280 reais. Campana explicou que o exame, ainda que tenha altas taxas de acerto, não está livre de erros ou falsos negativos. “Pode ser que o vírus esteja em período de incubação e não seja detectado”, alerta. Portanto, a quarentena preventiva e o uso de máscaras é fundamental para que o encontro entre pessoas tenha o risco reduzido. Além disso, evitar aglomerações deve ser uma regra essencial neste fim de ano. O número de testes também passou por alta em grandes hospitais. No Sírio-Libanês, por exemplo, houve crescimento de 50% nas coletas em relação a setembro, chegando à média de 300 análises por dia. Por lá, o teste molecular RT-PCR custa 355 reais. No Grupo Fleury, as altas neste mês de dezembro foram de 11% em relação ao final de novembro. O preço do teste molecular praticado pelo grupo em São Paulo é de 470 reais. Nesta terça-feira, 15, o Brasil teve médias móveis em 42.147,9 casos e 662,9 mortes.

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/12/2020 às 12h45

O técnico Vanderlei Luxemburgo apresenta quadro clínico estável após ser internado no Hospital Sírio Libanês com quadro moderado de covid-19. Segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira, o treinador de 68 anos recebeu medicação e por enquanto não precisou ser submetido a tratamento com oxigênio para melhorar o sistema respiratório. De acordo com os médicos responsáveis pelo atendimento, o paciente ainda não previsão de alta. O treinador de 68 anos foi internado após sentir fortes dores de cabeça e pelo corpo quando estava no Rio de Janeiro. Após retornar para São Paulo, ele foi levado ao hospital ainda na sexta-feira. Segundo pessoas próximas, Luxemburgo apresentou alguns sinais de melhora nesta terça-feira, com a estabilização da febre. Em julho, quando ainda dirigia o Palmeiras, o técnico também foi diagnosticado com o novo coronavírus, porém teve quadro assintomático. "Ele (Vanderlei Luxemburgo) foi medicado e seu estado clínico é estável, sem necessidade de oxigenoterapia. O paciente deverá permanecer internado, sem previsão de alta, e está sendo acompanhado pela equipe médica coordenada pelo Prof. Dr. Esper Kallas", disse em nota o hospital. Luxemburgo está sem clube desde que foi demitido do Palmeiras em outubro. O clube trouxe o português Abel Ferreira para a vaga.

HOSPITAIS BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 15/12/2020 às 00h00

A queda nas taxas de contaminação e internação por Covid-19 contribuíram para a retomada de parte das atividades cotidianas, desencadeando a necessidade de adequações e cuidados para assegurar a saúde de todos. Atento a esse movimento, o Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa desenvolveu em conjunto com o HSM protocolos técnicos que apoiam a tomada de decisão dos gestores de escritórios, escolas e consultórios médicos. O produto conta com a expertise no núcleo de infectologia do Sírio-Libanês e as melhores práticas em gestão da equipe HSM. “Esse produto surgiu para atender as necessidades de pequenas e médias empresas de forma eficiente. A contratação de uma consultoria individual capaz de adequar o espaço físico para a retomada das atividades é, por muitas vezes, inviável em função do custo e tempo de execução. No entanto, escritórios, escolas e consultório têm necessidades específicas e precisam de uma orientação de qualidade pautada em boas práticas de saúde”, esclarece Christian Tudesco, superintendente de Operações do Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa. “Nossos protocolos técnicos sanam essas demandas porque aprofundam as orientações dos órgãos de saúde e orientam a prática dessas medidas”, complementa. Os conteúdos foram pensados para acesso digital, sendo completamente adaptados aos celulares e tablets. Com navegação one page vertical e multiformatos, é possível fazer um estudo aprofundado das práticas ou consultas pontuais de onde estiverem. “Essa parceria entregará aos líderes ferramentas e subsídios essenciais para uma melhor tomada decisão de forma rápida e assertiva”, explica Reynaldo Gama, CEO da HSM e Co CEO da SingularityU Brazil. Nos últimos meses, a área de consultoria do Sírio-Libanês realizou mais de 30 projetos apoiando empresas e instituições realizando desde diagnósticos, desenvolvimento de protocolos de segurança, estratégias de comunicação e capacitação de colaboradores e staffs nos processos de retorno às atividades. Agora, disponibiliza um novo produto que orienta o gestor no cumprimento e comunicação efetiva sobre os protocolos de saúde, capaz de recobrar a confiança necessária para a retomada dos espaços físicos. A aquisição dos conteúdos pode ser feita pelo site hospitalsiriolibanes.org.br/consultoria/hsl-e-hsm. Os interessados podem adquirir um acesso, com valor de R$ 300,00/login, e também de forma coletiva com o desconto, tornando o conteúdo acessível inclusive às pequenas e médias empresas. Para aqueles que desejam levar os protocolos para sua empresa, os parceiros negociam valores corporativos a partir da compra de 10 logins. Além do atendimento às empresas por meio da área de consultoria, o Sírio-Libanês desenvolveu uma série de iniciativas disponibilizadas gratuitamente como o podcast Radar Sírio-Libanês, webtalks, webinares, talks-shows e conteúdo que oferecem à toda a sociedade informações necessárias para assegurar um retorno seguro às atividades.

BORA SP/TV BANDEIRANTES/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/12/2020 às 06h47

da band o paulo do valle o método luciano do valle está ao vivo com a gente mais uma vez aqui no blog são paulo a gente trata agora léo paulo de notícias relacionadas ao mundo esportivo infelizmente notícias ruins como por exemplo começamos com a morte de um técnico um técnico que morreu vítima também da Covid19 paulo muito bom dia você bem vindo aqui podia joia bom dia a todos é isso mesmo né o mundo esportivo não foge à regra da pandemia neste momento infelizmente e aqui no brasil podemos dizer que é o primeiro profissional em atividade que nos deixa né marcelo veiga cinquenta e seis anos eu fiz o almoço do interior pude acompanhar bastante a carreira do veiga aí seis passagens pelo bragantino o maior técnico da história do clube mais de quinhentos jogos conquistou o título da série você em dois mil e sete passagens por portuguesa guarani no são bernardo em atividade era o treinador da equipe inclusive entra em campo amanhã pela copa paulista contra a portuguesa ele estava fascinado aí né das atividades há um bom tempo estava internado desde o dia vinte de novembro lá em bragança e ontem não resistiu às complicações da doença e aí é chama atenção porque a própria federação paulista tem sido cobrada por posicionamento já se posicionou e não enxergo o protocolo do futebol como algo falho eles acreditam que vai mais da conscientização de quem está no entorno do mundo esportivo né dos jogadores dos próprios integrantes de comissão técnica é mais uma conscientização individual para que não aconteçam bernardo teve problemas com a clube dezenove daí claro que não dá pra cravar que o marcelo veiga pegou ali mas é bem provável que a gente fica bastante chateado na ovelha ficou muito conhecido por conta das suas retrancas um técnico que armava uma defesa como ninguém cinquenta e seis anos ex atleta né jogou no santos era lateral esquerdo então é nos deixa de uma forma muito precoce a gente fica muito chateado de fato com essa partida do veiga claro muito novo cinquenta e seis anos idade veja que falamos agora a pouco o paulo da morte do paulinho do roupa nova irá marcar uma outra personalidade que acabou sendo vítima também dá Covid19 além das personalidades na quantas pessoas morreram vítimas de Covid19 no brasil este ano estamos com um número próximo de cento e oitenta mil pessoas cento e oitenta mil vítimas dessa doença terrível agora ainda falando do mundo esportivo e Covid19 o luxemburgo ele teve a Covid19 se não me engano no mês de junho ou julho isso quando ainda era técnico do palmeiras a ele deixou o palmeiras e agora me parece que foi infectado e parece que agora é houve ele passou por um novo exame esse exame constatou mesmo que o luxa tá com a Covid19 novamente ou paulo pois é anteriormente épico é sintomático luxa em isolamento na época era treinador de fato do palmeiras dessa vez com sintomas mais fortes o que fez com que o luxa deixasse o rio de janeiro onde estava com a família para se internar aqui no sírio libanês em são paulo a gente torce pela recuperação do luxo há sessenta e oito anos e de fato aí né é infectado e a gente ainda tem muitas questões muitas dúvidas com relação ao Covid19 e o luxa passa por esse momento complicado agora com os sintomas e na torcida pela recuperação do treinador um dos senadores mais históricos do país inclusive assim como veio com uma história bonita dentro do bragantino na verdade ou paulo narra que o luxa se recupere o quanto antes você meu telespectador está lutando contra essa doença muita força tenha fé e esperança que haja também pra aniquilar de uma vez por todas essa doença agora luxemburgo pelo que eu entendi o primeiro exame pode ter falhado pode ter dado ali um falso positivo assim como aconteceu com milhares de brasileiros o paulo muito obrigado tá querido um abraço pra você até breve aquilo embora são paulo apresentar o jornalista da band para a vila mariana o lucas josino está ao vivo com a gente o josino agora há pouco nós abrimos o link Hospital Sírio Libanês Covid-19.

JORNAL DA NOITE/TV BANDEIRANTES/SÃO PAULO
Data Veiculação: 15/12/2020 às 01h10

Técnico Vanderlei Luxemburgo foi internado em São Paulo, depois de testar positivo para o coronavírus pela segunda vez e Luxemburgo que tem sessenta e oito anos estava com a família no Rio de Janeiro, quando apresentou os sintomas da covid19. Levei para o hospital sírio-libanês em São Paulo, o hospital ainda não divulgou boletim médico sobre o estado de saúde de essa segunda vez que Luxemburgo foi infectado em julho, quando era técnico do Palmeiras, ele testou positivo só que ficou assintomático. E o Jornal da noite termina aqui.