Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

LABOR NEWS
Data Veiculação: 14/10/2020 às 21h12

Evento será totalmente online e com inscrições gratuitas Executivos das principais instituições de saúde, educação e pesquisa do país se reúnem no 8º Fórum Healthcare Business, que acontece nos dias 20 e 21 de outubro em versão online. O tema desta edição é “O despertar de uma nova saúde” que tratará das mudanças no cenário de atuação do gestor de saúde com o advento da pandemia, as novas exigências que se impõem ao gestor e os desafios. O evento acontece desde 2013 e é um dos maiores eventos brasileiros que debatem temas ligados à gestão em saúde. Segundo o empresário Edmilson Jr. Caparelli, presidente do Grupo Mídia e realizador do Fórum Healthcare Business, “este é um profissional múltiplo porque tem de gerir áreas de alimentação/gastronomia, hotelaria, logística, recursos humanos, vigilância sanitária etc. e a pandemia do novo coronavírus só mostrou, mais uma vez, quão especializado têm de ser esses executivos ”. O evento conta com palestras seguidas de debate. As inscrições estão abertas no link https://eventosgm.grupomidia.com/fhcb/#pre-inscricao . Programa 20/10 – terça-feira 18h00 - 18h30 Palestra: Os pacientes fugiram! Como sobreviver à redução da receita de instituições de saúde devido à drástica redução de atendimentos por causa da pandemia? Palestrante: Fernando Ganem, diretor de Governança Clínica do Hospital Sírio Libanês 18h30 - 19h00: debate Debatedores: Fernando Torelly (superintendente do HCor), Rodrigo Lopes (CEO do Grupo Leforte e presidente do Masterclass de Gestão Hospitalar na SAHE 2021) Moderador: Leonardo Barberes (secretário-geral da Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro, conselheiro fiscal efetivo da Federação Brasileira de Hospitais) 19h00 - 19h30 Palestra: A COVID-19 acelera a telemedicina Palestrante: Chao Wen, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) 19h30 - 20h00: debate Debatedores: Marco Bego (diretor do Inrad HCFMUSP) e Fabio de Carvalho (CIO do Adventista Paraguai) Moderador: Gustavo Kiatake (presidente do SBIS e do Masterclass de Tecnologia na SAHE 2021) 20h00 - 20h30 Palestra: Saúde mental: o desafio da gestão de pessoas frente ao esgotamento de colaboradores Palestrante: Ines Hungerbühler, CPO - Chief Psychology Officer da Vitalk 20h30 - 21h00: debate Debatedores: Lídia Abdalla (CEO do Laboratório Sabin), Petrúcio Sarmento (diretor de Provimntos na Unimed de João Pessoa) e Erika Vrandecic (diretora do Biocor) Moderador: Lauro Miquelin (CEO da L+M) 21/10 - quarta-feira 18h00 - 18h30 Palestra: Os impactos da COVID-19 na cadeia de suprimentos e logística Palestrante: Eduardo Menezes (diretor corporativo de suprimentos da Pró-Saúde e presidente do Masterclass de Suprimentos na SAHE 2021) 18h30 - 19h00: debate Debatedores: Carlos Oyama (senior healthcare advisor), Alessandra Pereira (diretora do Núcleo de Infraestrutura e Logística no HCFMUSP) e Leonisa Obrusnik (diretora da cadeia de suprimentos no Hospital Alemão Oswaldo Cruz) Moderador: 19h00 - 19h30 Palestra: Lições pós COVID-19: competência, criatividade e consistência Palestrante: José Cechin (superintendente do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar-IESS) 19h30 - 20h00: debate Debatedores: Henrique Salvador (presidente da Rede Mater Dei) e Maurício Sérgio Souza Silva (superintendente da Santa Casa de Montes Claros) Moderador: Denise Eloi (CEO do ICOS) 20h - 20h30 Palestra: O salto quântico para uma nova realidade Palestrante: Ricardo Valentim (coordenador do LAIS/UFRN) 20h30 - 21h: debate Debatedores: Sérgio Rocha (presidente da Abraidi), Wilson Shcolnik (presidente da Abramed) e Franco Pallamolla (presidente da Abimo) Moderador: Lauro Miquelin (CEO da L+M) Healthcare Management A plataforma Healthcare Management, do empresário Edmilson Jr. Caparelli, de Ribeirão Preto, promove os prêmios 100 Mais Influentes na Saúde, Líderes da Saúde e Excelência da Saúde. Produz ainda eventos de gestão em saúde, como o Fórum Healthcare Business, o Welcome Saúde e a South America Health Education (SAHE), o maior evento de educação executiva em saúde da América Latina.

COFEN - CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM
Data Veiculação: 14/10/2020 às 17h32

Enfermagem do Instituto Central do HC Compartilha Experiências no Enfrentamento à Covid-19 14 de outubro de 2020 por filipesoares Imprimir Histórias de superação contadas por profissionais da equipe de Enfermagem durante a pandemia da Covid-19. Dentre as muitas histórias de superação contadas por profissionais de saúde durante a pandemia da Covid-19, está a da equipe de enfermagem do Instituto Central do Hospital das Clínicas da FMUSP, na capital: um hospital de referência e de grande porte que se adaptou de forma rápida à atual situação, no combate à pandemia. Enfermagem do Instituto Central do HC Compartilha Experiências no Enfrentamento à Covid-19 A diretora da Divisão de Enfermagem e responsável técnica (RT) pela unidade, enfermeira Maria Cristina Peres Braido Francisco, conta que a preparação para lidar com a Covid-19 começou bem antes da declaração oficial da pandemia pela Organização Mundial da Saúde, em meados de março: “Em fevereiro foi formado o Comitê de Crise, ocorrendo as primeiras reuniões estratégicas sobre o novo coronavírus. A Secretaria de Estado da Saúde, alinhada à alta direção do HC-FMUSP, definiu a criação do “Centro de Tratamento do Coronavírus” no Instituto Central, com a liberação de 900 leitos exclusivos para pacientes com a Covid-19, sendo 300 de UTI”. Enfrentamento à Covid-19 Com esses 900 leitos no total, entre UTI e enfermaria, o Instituto Central passou a se preparar, já em fevereiro, para ser o maior centro de referência da Covid-19 no estado de São Paulo, antes da declaração oficial da pandemia pela OMS, ocorrida em 11 de março. No dia 30 de março, o Instituto Central se tornou, oficialmente, o maior Centro de Referência para o tratamento da Covid-19 no estado de São Paulo. O grande desafio para a RT Maria Cristina, a partir desse momento, foi conseguir pessoal suficiente para lidar com a pandemia. “Íamos passar de 94 leitos de UTI para 300. Para isso, tivemos que fazer contratações emergenciais e convênios com outros hospitais e unidades de saúde, como o Sírio-Libanês, o Albert Einstein, o GRAU, a AACD, a Beneficência Portuguesa e o HCor. Com isso, conseguimos ampliar o quadro de pessoal, contratando 1200 profissionais entre enfermeiros e técnicos de enfermagem, e treinar aqueles que havíamos contratado emergencialmente, pois não bastava apenas termos mão de obra, mas sim, mão de obra qualificada para atuar nas UTIs”. Baixas taxa de infecções internas durante os cinco primeiros meses da pandemia, a unidade ficou em primeiro lugar em quantidade de atendimento a casos de Covid-19 no estado de São Paulo. Também merecem destaque a eficiência e a baixa taxa de infecções internas que o Instituto Central manteve. “Demos muita atenção ao treinamento e ao uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual, na paramentação e sobretudo na desparamentarão, pois tivemos acesso a estudos feitos em outros países mostrando que a maior parte das contaminações das equipes de saúde foi na hora da desparamentarão”, contou Maria Cristina. Outro trabalho de destaque realizado pela enfermagem do Instituto Central foi a prevenção de úlceras por pressão nos pacientes com Covid-19. “Esses pacientes tinham muitas alterações vasculares, então a probabilidade de lesões por pressão era muito grande por conta desse comprometimento trazido pelo vírus. Colocamos uma enfermeira estoma terapeuta para fazer a busca ativa e orientação in loco nesses 300 leitos de UTI. Além disso, tínhamos um grupo com enfermeiros, fisiatras, fisioterapeutas e outros profissionais que ajudaram a reduzir as úlceras por pressão”, conta Maria Cristina. Coragem da equipe Além de destacar o apoio do estado, da diretoria do HC e das instituições parceiras, Maria Cristina conta que a coragem da equipe de enfermagem tem sido essencial para o sucesso do combate à Covid-19 pelo Instituto Central. “A equipe foi muito corajosa e determinada. Cada unidade tinha um planejamento de abertura. Continuamente, toda a equipe foi treinada utilizando metodologia ativa e tutoria pelas lideranças experientes, como estratégia nos treinamentos dos novos colaboradores”. Ela explica que a dedicação da equipe tem se mostrado em diversos aspectos. “Abrimos mão de ficar com as nossas famílias para estarmos aqui. No auge da pandemia ficávamos no plantão em média de 12 a 14 horas diariamente. Apuramos muito nossa empatia com o outro e destacamos a agilidade na tomada de decisão em todos os níveis hierárquicos da Divisão de Enfermagem. No fim, prevaleceu um lema que temos aqui na instituição: ‘o orgulho de fazer o melhor para as pessoas com as pessoas’”, finalizou. Compartilhar Fonte: Coren-SP Tags: Coronavírus, Covid-19, equipe de enfermagem, Experiência profissional, Pandemia Conteúdos Relacionados: Trabalhando Com a Loucura: a Enfermagem no Instituto Psiquiátrico Forense Manifestações Clínicas da Tuberculose Pleural, Ganglionar, Geniturinária e do… Medida da Pressão Venosa Central Com o Paciente em Diferentes Angulações

PORTAL DCI/SÃO PAULO
Data Veiculação: 14/10/2020 às 16h04

Eleições 2020: Este ano, o dia de votação será um pouco diferente dos outros, por conta da pandemia do coronavírus. Para evitar os riscos de contágio da doença, o Tribunal Superior Eleioral (TSE) vai exigir que medidas de segurança sanitárias sejam tomadas. O plano foi elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), todos consultados pelo TSE. O enfoque é em dois vetores, os eleitores e os mesários, para garantia da segurança de todos na hora de votar. Uso de máscaras é obrigatório, por parte dos eleitores e dos mesários. O TSE afirmou que pode ser que o mesário peça para que o eleitor se afaste, tire a máscara e mostre o rosto para reconhecer a foto da identidade. Contudo, ele deve colocá-la em seguida. Não será permitido comer ou beber nas filas, para evitar que as pessoas fiquem sem máscara. Distanciamento mínimo de 1 (um) metro entre todos. Álcool em gel será distribuído em todas as seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação. O TSE recomenda que cada eleitor leve a sua caneta para assinar, para evitar o compartilhamento de objetos. Mesários receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo. O tempo de votação foi estendido, será das 7h às 17h. Entretanto, o horário até às 10h será preferencial para pessoas acima de 60 anos. A biometria foi suspensa, pois não é possível higienizar o leitor a cada pessoa que colocar o dedo. Portanto, poderia aumentar o contágio do vírus. - CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE - Ausência Leia também Conheça a história da urna eletrônica e como ela foi pensada Eleições 2020: saiba como justificar o voto pelo aplicativo… Os eleitores e mesário que estiverem com sintomas de COVID-19 ou testarem positivo não devem comparecer ao local de votação. Portanto, devem justificar a ausência do voto na internet, seja por meio do site da Justiça Eleitoral ou pelo aplicativo e-título, sem ir à seção eleitoral. Ainda por conta da pandemia, as datas eleitorais foram adiadas para que o governo tivesse tempo de adequar as medidas de segurança. Além dos dias de votação, que acontecerão em novembro, outros prazos foram adiados também. Confira os principais. 26 de setembro: prazo para registro das candidaturas; a partir de 26 de setembro: prazo para que a Justiça Eleitoral convoque partidos e representação das emissoras de rádio e TV para elaborarem plano de mídia; após 26 de setembro: início da propaganda eleitoral, também na internet; 9 de outubro: início das propagandas eleitorais no rádio e televisão; 27 de outubro: prazo para partidos políticos, coligações e candidatos divulgarem relatório discriminando as transferências do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (Fundo Eleitoral), os recursos em dinheiro e os estimáveis em dinheiro recebidos, bem como os gastos realizados; 15 de novembro: primeiro turno da eleição; 29 de novembro: segundo turno da eleição; 18 de dezembro: será realizada a diplomação dos candidatos eleitos em todo país, salvo nos casos em que as eleições ainda não tiverem sido realizadas. Informar Erro - CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE - você pode gostar também Mais do autor Política TSE suspende condenação e Marcelo Crivella pode disputar reeleição no Rio Política Brasileira vítima de racismo: Vice-primeira-dama da Pensilvânia sofre ataque no… Política Facebook denuncia Manipulação de Campanha Eleitoral pró-Trump Política Voto pelo celular? Eleição para presidente em 2022 pode ser online Carregando ... Carregar mais mensagens não há mais posts.

O POPULAR/GOIÂNIA | Outros
Data Veiculação: 14/10/2020 às 03h00

Cresce desistência de mesários POLÍTICA PANDEMIA Nomes vêm sendo excluídos por integrarem grupo de risco ou manterem contato constante com mais vulneráveis, explica o TRE-GO, ao intensificar campanha por voluntários O diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), Wilson Gamboge, afirma que está descartada a possibilidade de turno entre os mesários, porque, segundo explica, está havendo muitas desistência por parte dos nomes já definidos, por serem do grupo de risco para contágio da Covid-19 ou estarem em contato constante com pessoas que são mais vulneráveis à doença. “Por isso, temos intensificado as campanhas para trazer voluntários. Dessa forma, eles terão que cumprir um único turno, pelo período integralde votação”, disse. Gamboge também informou que tem se reunido com as forças de segurança do Estado para a fiscalização. “A Polícia Militar está orientada a coibir aglomerações no dia das eleições. Esperamos que esse aparato seja eficaz no combate de possíveis abusos”, finalizou. No Estado, serão seguidas todas as orientações estabelecidas pelo Plano de Segurança Sanitária elaborado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), confirma o diretor geral do TRE-GO. As regras e recomendações visam garantir maior segurança e se juntam a outras medidas adotadas, entre elas o adiamento das eleições municipais por conta da pandemia da Covid 19. O primeiro turno foi marcado para15 de novembroe, onde houver, o segundo turno ficou parao dia29 do mesmo mês. Outras mudanças já anunciadas são do horário de votação, que passou de 8 às 17 horas para 7 às 17 horas, com uma hora a mais para evitar aglomerações. As três primeiras horas serão prioritárias para pessoas com maisde60 anos, do grupo de risco. A biometria também foi suspensa para agilizar o fluxo de pessoas e diminuir o contato entre eleitores mesário. O Plano de Segurança Sanitária foi elaborado pela Consultoria Sanitária para a Segurança do Processo Eleitoral de 2020, criada em julho e formada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital Sírio Libanês. A “preservação da saúde dos eleitores, mesários, colaboradores, servidores, magistrados e todos os demais envolvidos no pleito é a prioridade da Justiça Eleitoral, de modo a justificar a adoção do máximo de zelo no planejamento das medidas de proteção sanitária e na organização das seções eleitorais”, diz o documento. Entenda o que muda no dia da votação em tempos de Covid-19 Saiba as adaptações feitas pela Justiça Eleitoral para tornar a eleição 2020 mais segura contra a disseminação do novo coronavírus AS REGRAS FORAM MUDADAS COM BASE EM QUE? De acordo com o Plano de Segurança Sanitária, elaborado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as premissas são de que a Covid-19 continua com transmissão ativa comunitária no Brasil e a transmissão "se dá principalmente por meio O que muda no horário?________ ■ As eleições, que originalmente ocorriam das 8h às 17h, ocorrerão, nos dias 15 e 29 de novembro, das 7h às 17h. O acréscimo de uma hora tem o objetivo de reduzir o risco de aglomerações e distribuir melhor o fluxo de eleitores nos locais de votação. ■ No início da votação, das 7h às lOh, o horário preferencial será para que eleitores maiores de 60 anos possam votar. A recomendação é de que as pessoas que não são desse grupo evitem esse período. Como fica o tratamento dos mesários? __________ ■ Eles estão sendo treinados, preferencialmente, por meios virtuais. O treinamento inclui informações sobre as medidas e os protocolos sanitários adotados. ■A Justiça Eleitoral deve fornecer aos mesários: máscaras de proteção facial em quantidade suficiente para que sejam substituídas a cada quatro horas, viseiras plásticas, álcool em gel de uso individual para higienização das mãos e álcool 70% para higienização das superfícies (mesas e cadeiras) e objetos (canetas) na seção eleitoral. ■A higienização das mãos pelos mesários deverá ser realizada antes e depois de tirara máscara e/ou o protetor facial, ao chegar de contato de uma pessoa não infectada com secreções respiratórias de uma infectada". O órgão também considerou que as principais formas de prevenção são o distanciamento físico, uso de proteção e outras barreiras físicas sobre a boca e e sair da seção eleitoral, antes e depois de se alimentar, depois de irão banheiro e depois de tocar em documentos e/ou objetos dos eleitores. ■A urna eletrônica não deverá ser higienizada pelos mesários, mas apenas pelos técnicos designados pelos TREs e cartórios eleitorais. ■ Será estabelecido distanciamento mínimo de um metro entre mesários e eleitores. Quais as medidas para os eleitores? ■A Justiça Eleitoral deverá fornecer álcool em gel para as seções eleitorais em quantidade que permita que cada eleitor as higienize mãos antes e depois de votar e álcool 70% para higienização das superfícies e objetos. ■E obrigatório o uso de máscara nas seções eleitorais e nos locais de votação. ■ Quando possível, o eleitor pode levara própria caneta para assinatura do caderno de votação. Caso contrário, a Justiça Eleitoral deverá fornecer canetas higienizadas para os eleitores que precisarem. ■ Deverá haver o distanciamento mínimo de um metro nas filas, que deve ser demarcado preferencialmente mediante uso de fitas adesivas no chão. ■ Os pontos de contato entre eleitores e mesários, como objetos e superfícies, o nariz, higienização das mãos, dos objetos e das superfícies e identificação e isolamento de indivíduos infectados. Além disso, a população com mais de 60 anos é considerada como a de maior risco de infecção pelo vírus. devem ser reduzidos. ■ O documento de identificação oficial com foto pode ser mostrado a distância para o mesário. ■ Os eleitores que apresentem febre ou tenham sido diagnosticados com Covid-19 nos 14 dias anteriores à data da eleição serão orientados a não comparecer à votação, permitindo a posterior justificativa da ausência de voto por esse motivo. ■ Não será utilizada a medição de temperatura dos eleitores, segundo o TSE, porque "a medida causaria provável aumento das filas e maior risco de aglomerações, e o custo-benefício exigiria dispêndio elevado de recursos e não seria capaz de detectar indivíduos infectados que sejam assintomáticos ou estejam em período de incubação". ■A identificação biométrica do eleitor será desabilitada e substituída pela apresentação de documento oficial com foto e assinatura do caderno de votação. ■ Em razão da pandemia e da necessidade de evitar aglomerações nos locais de votação, a Justiça Eleitoral desenvolveu no aplicativo e-Título, que pode ser utilizado em qualquer smartphone, a funcionalidade "Justificativa Eleitoral”. Assim, a ausência pode ser justificada sem sair de casa. O PASSO A PASSO DO ELEITOR DENTRO DA SEÇÃO ELEITORAL D O eleitor deverá entrar na seção eleitoral esse posicionar na frente da mesa do mesário, respeitando o distanciamento mínimo de um metro conforme Q Para evitar contato com o mesário, o eleitor deverá exibir o seu documento oficial com foto, erguendo o braço em direção ao mesário El O mesário irá localizar o nome do eleitor no caderno de votação e ler em voz alta o número do título do eleitor para que o presidente digite esse dado no terminal do mesário. O presidente lerá em voz alta o nome do eleitor que aparece no terminal do mesário e o eleitor deverá confirmar que é ele Q O eleitor deverá guardar seu documento de identificação O eleitor deverá higienizaras mãos com álcool em gel Q a QUEM AJUDOU NA ELABORAÇÃO DO PLANO? O TSE criou, em julho, uma Consultoria Sanitária para a Segurança do Processo Eleitoral de 2020, formada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Hospital IsraelitaAlbert Einstein e o Hospital Sírio Libanês. Quais as regras para os candidatos? ■ Se possível, o candidato deve comparecer sozinho ao local de votação. Evitar levar acompanhantes. ■ Apenas serão admitidos nas seções eleitorais e nas juntas eleitorais membros de partidos credenciados, delegados e candidatos. ■ Evitar o contato físico com eleitores e mesários. ■ Manter distância de, no mínimo, um metro das outras pessoas dentro das seções eleitorais. ■O uso de máscaras nos locais de votação é obrigatório durante todo o tempo. ■ Utilizar espaços, amplos e abertos para contato com a imprensa e produção de entrevistas e outras gravações. ■ Nos locais de votação, não é permitido alimentar, beberou fazer qualquer outra atividade que exija retirada da máscara. ■E proibida distribuição de qualquer material impresso, nos termos da legislação. ■ Nas fiscalizações, higienizaras mãos após manipular quaisquer impressos. ■ Levara própria caneta para assinar os documentos nas seções eleitorais e nas juntas eleitorais. ■ Evitar designar como fiscais de partido pessoas com mais de 60 anos ou com outros fatores de risco para Covid-19. Se precisar do comprovante de votação, o eleitor deverá solicitá-lo ao mesário antes de se dirigir à cabine de votação Q O eleitor deverá assinar o caderno de votação (de preferência, com a sua própria caneta). Caso o eleitor não possa assinar o caderno de votação, será feita a coletada impressão digital com uso da almofada para carimbo. O eleitor deverá higienizaras mãos com álcool em gel antes e depois do uso da almofada Quando a urna for habilitada, o eleitor deverá se dirigir à cabine de votação O eleitor deverá digitar os números dos seus candidatos e apertar a tecla "confirma" após cada voto Depois de votar, o eleitor deverá higienizaras mãos com álcool em gel novamente e se retirar da seção eleitoral Fonte.- Plano de Segurança Sanitária - Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 14/10/2020 às 03h00

Reino Unido vê caso de perda de audição por vírus Saúde B5 Geoff Caddick 27.seL20/AFP Cardiff, no País de Gales, horas antes de voltar ao lockdown imposto pelo aumento de casos de coronavírus no Reino Unido Reino Unido registra caso de perda de audição irreversível Quase 15% dos pacientes de Covid19 podem ter sintomas relacionados ao ouvido Everton Lopes Batista são paulo Um homem de 45 anos de idade teve perda parcial permanente de audição como consequência de um quadro grave de Covid-19. O relato do caso, que aconteceu no Reino Unido, foi publicado nesta terça-feira (13) na revista científica BMJ Case Reports. O paciente foi atendido em um hospital especializado em tratamento para ouvido, nariz e garganta em Londres no décimo dia de sintomas da Covid-19. Devido a complicações respiratórias, o homem precisou ficar sob respiração mecânica por 30 dias. Seu tratamento incluiu o uso do antiviral experimental remdesivir e corticoides. Uma semana após o fim da intubação, o paciente relatou zumbido no ouvido esquerdo e perda de capacidade de audição repentina. Os médicos adotaram um tratamento padrão para o caso, com o uso de corticoides por via oral e aplicação dos medicamentos no ouvido. Embora parte da capacidade auditiva tenha sido restaurada após o uso de corticoides, que atuaram na redução da inflamação na área, o sentido não voltou ao que era antes da infecção pelo SarsCov-2, o que levou os pesquisadores a classificarem o caso como irreversível. Os médicos relatam no artigo que o paciente era asmático, mas não apresentava perda auditiva ou outros problemas no ouvido anteriores à infecção por coronavírus. O paciente também fez testes para outras possíveis causas dessa perda de audição, mas todos os resultados foram negativos. Por exclusão, os médicos concluíram que o novo coronavírus era a causa mais provável do quadro. Infecções virais, como as causadas pelo vírus da herpes ou o vírus da influenza podem levar à perda auditiva neurossensorial, caso do paciente britânico. Desde abril, alguns casos de perda de audição potencialmente causados pelo novo coronavírus vêm sendo relatados, mas o sintoma é muito raro, afirma Mirian Dal Ben, médica infectologista do Hospital Sírio-Libanês. Segundo Dal Ben, uma das hipóteses levantadas até o momento aponta que a a surdez parcial pode ser causada nos pacientes de Covid-19 por um mecanismo parecido com o que leva à perda de olfato nesses doentes: a partir da ação do vírus no sistema nervoso central e nos nervos periféricos ligados a essas funções. A perda de olfato, ou anosmia, é um sintoma frequente da Covid-19 e pode ser até a única manifestação da infecção na pessoa. Alguns pacientes levam meses para recuperar a função. Uma perda definitiva de olfato nesses pacientes ainda não está descartada pelos cientistas. Estudos recentes têm comprovado que o novo coronavírus pode infectar nervos e até causar alterações neurológicas. Em um artigo publicado em julho no periódico científico Jama Otolaryngology, pertencente à Associação Médica Americana (AMA), cientistas da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins comprovaram que o Sars-Cov-2 pode colonizar partes do ouvido de pessoas infectadas, aumentando ainda mais as evidências de que o vírus pode ser o responsável pelas alterações na audição. Um levantamento realizado por pesquisadores do Reino Unido com mais de 120 pacientes de Covid-19 que receberam tratamento em um dos hospitais ligados à Universidade de Manchester mostrou que quase 15% dessas pessoas tiveram alguma alteração na audição, como perda parcial da capacidade de ouvir ou a presença de zumbido durante a infecção ou no período de recuperação. “Há necessidade de estudos de alta qualidade para investigar os efeitos agudos e temporários da Covid-19, assim como os riscos de longa duração para o sistema vestibular”, escrevem os autores no artigo publicado no fim de julho na revista científica International Journal of Audiology. “Embora sejam muito raros, esses casos devem acender o alerta para os médicos”, afirma Dal Ben. Os pesquisa dores que relataram o caso do paciente britânico sugerem que os hospitais procurem pelos sintomas auditivos nos pacientes de Covid-19 para que o tratamento possa ser iniciado o quanto antes. “Uma vez que o paciente relate a perda de audição, deve ser enviado com urgência a um otorrinolaringologista”, escrevem os cientistas.