Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/11/2020 às 23h15

Após oito meses de pandemia, os hospitais aprenderam a lidar melhor com a Covid-19 e estão preparados para receber pessoas. O paciente não pode deixar o medo impedi-lo de buscar tratamento, avaliam oncologistas que participaram da 5ª edição do seminário sobre câncer, realizado pela Folha, nos dias 10 e 11 de novembro. O perigo é o oposto. Evitar consultas coloca pacientes sob risco de piora do quadro, ao mesmo tempo que hospitais podem acumular uma demanda reprimida, impactando atendimentos futuros. Um estudo da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, realizado com 120 oncologistas associados, apontou que mais de 74% deles tiveram um ou mais pacientes que interromperam ou adiaram o tratamento por mais de um mês durante a pandemia. Paula Philbert, médica do Hospital do Câncer de Uberlândia (MG), conta que, em nenhum momento, o setor de oncologia parou de funcionar. Só nos dois primeiros meses consultas foram adiadas, a maioria de pacientes que fazem só acompanhamento. “Não resolveria o problema e teríamos uma demanda reprimida muito grande”, diz. A ordem é fazer os atendimentos normalmente, mas ela reforça que é papel do médico tranquilizar seus pacientes, que já vivem situação de fragilidade, com ou sem pandemia. Diretor do centro de oncologia do Hospital Sírio-Libanês, Artur Katz lembrou da dificuldade dos primeiros meses, quando ainda não havia diretrizes definidas. Os hospitais se adaptaram às pressas e hoje adotam um sistema de triagem para separar quem tem sintomas de Covid-19. “Não podemos deixar de tratar uma doença presente ou com alta probabilidade de se manifestar, com receio de uma que não sabemos se a pessoa vai pegar”, diz Katz. No Sírio, os atendimentos começaram a normalizar no segundo semestre e têm hoje demanda próxima da anterior. Câncer é um diagnóstico que assusta, mas os médicos explicam que ser paciente oncológico não necessariamente significa ser grupo de risco. “É muito individual”, diz Katz, e Philbert complementa: “Dependendo do tratamento, o paciente não tem um risco maior de complicações”. Pacientes hematológicos, com linfoma ou leucemia, por exemplo, podem ter um risco maior, mas o importante é avaliar caso a caso. Em 2017, nas filmagens da série “O Mecanismo”, da Netflix, o ator Leonardo Rosa sentiu um desconforto nos testículos. Era câncer. Em um ano e meio, teve metástase no abdômen e na região entre os pulmões, fez 2 cirurgias e 29 sessões de quimioterapia. Fez também uma terapia com base em uma alimentação saudável e prática de exercícios. Hoje, seus marcadores tumorais estão normais e ele faz acompanhamento, mas só agora voltou a ir no Inca (Instituto Nacional do Câncer), no Rio de Janeiro, onde vive. “O emocional influencia muito. A partir do momento que você recebe diagnóstico [de câncer], fica com uma sensação de que tem que ter todo cuidado possível, e fica nesse lugar de ‘vou, ou não vou? ’.” Veja vídeo do debate abaixo. Paula Philbert chama a atenção para as diferenças entre o sistema público, em que trabalha a maior parte do tempo, e o privado. Ela enxerga que a demanda reprimida ainda não chegou ao SUS (Sistema Único de Saúde), pois já existe um intervalo entre diagnóstico e o início de tratamento. “No ano que vem vamos sentir mais o aumento. ” Se a pandemia trouxe incertezas para muitas pessoas, que de repente se viram ameaçadas por um inimigo invisível, Rosa aprendeu a conviver com elas anos antes. “O diagnóstico me lembra da finitude, sim, mas também da alegria de estar aqui. ” O seminário teve patrocínio do Hospital Sírio-Libanês e da Progenética. Os debates foram mediados pela jornalista Mariana Versolato, editora de Ciência, Saúde, Ambiente e Equilíbrio, e os vídeos podem ser vistos no site do jornal.

CNN 360/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/11/2020 às 16h40

Segundo os especialistas esta situação pode ser um reflexo do relaxamento do isolamento social a gente vai assistir uma reportagem agora da carla chaves philip caputo chef de cozinha e desde o início da pandemia cumpriu com todas as medidas de isolamento social até que há dois meses resolveu ir para um bar com amigos ele e mais vinte pessoas contraíram o novo coronavírus caputo fez questão de contar a história nas redes sociais para servir de exemplo são foi realmente o primeiro dizer que o país durante a quarentena eu só tinha saído para questões de comprar comida ou que eu sou esse trabalho irá primeiro eu peguei então não dava brincar sempre falo gente não dá aff não usar uma força maior do que você porque a gente não tem controle disso né é perigoso a doutora ludmila hajjar está na linha de frente da covid19 desde o início da pandemia ela tem acompanhado de perto o aumento no número de internações nos hospitais particulares de são paulo alguns hospitais privados de são paulo eles já estão vivendo esse fenômeno de já estarem com suas unidades de terapia intensiva cem por cento ocupadas e de nós já esperávamos paciente sair e já tendo uma fila de atendimento nove grandes redes de hospitais particulares da capital paulista confirmaram o crescimento de hospitalizações pela convide nas últimas semanas o hospital sírio libanês por exemplo voltou a atingir o pico de internações do início da pandemia hoje são cento e vinte pacientes cinquenta em utis no hk em outubro o número passou de dezessete para trinta internações em dez dias segundo as autoridades nos hospitais públicos os números seguem estáveis aqui no hospital das clínicas por exemplo no auge da pandemia a ocupação das utis chegou a noventa por cento agora a média é de trinta por cento o que pode indicar que o aumento de casos está concentrado por enquanto nas classes média e alta neste grupo as internações cresceram principalmente entre os jovens existe uma camada da sociedade a camada da classe média da classe alta que possivelmente flexibilizou isolamento antes aglomerou-se participou mais de eventos sociais e isso teve um reflexo agora imediato no aumento do número de solicitações nos hospitais privados o fato preocupa e acende o alerta entre os especialistas teriam aumento isolado em função da flexibilização das regras de isolamento no estado de são paulo ou seria o primeiro indício da chegada de uma segunda onda da Covid19 assim como acontece na europa que a gente considera uma segunda onda depois que você teve uma eu sou um substancial na para da transmissão da doença e um novo recrudescimento no caso de não ter essa redução substancial da minha opinião o suficiente para dizer que acabou a primeira onda está começando no matrimônio o que está atendo aparentemente um novo pequeno aumento na curva de contaminações ele aparentemente em outros lugares do país dos problemas da região sul dessa região sudeste também realmente muito preocupante né muito preocupante o governo de são paulo afirmou que todas as internações no estado são notificadas pelos órgãos reguladores e que os números oficiais não revelam aumento nos casos de internações a gente vai seguir acompanhando isso claro porque não é só em são paulo que esse fenômeno tá