Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

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Data Veiculação: 13/10/2020 às 04h22

Com Covid-19, Eduardo Tuma, presidente da Câmara de São Paulo, é internado para exames G1 Vereador afirmou que teve febre e vai ficar em observação no Hospital Sírio-Libanês. Tuma disse ainda que continuará presidindo os trabalhos na Câmara remotamente. O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Eduardo Tuma (PSDB), afirmou nesta segunda-feira (12) que foi diagnosticado com a Covid-19. Em suas redes sociais, o vereador afirmou que sentiu febre e foi internado para a realização de exames no Hospital Sírio-Libanês, na região Central da capital paulista. Tuma disse ainda que não se licenciará da presidência da Câmara, já que pretende continuar conduzindo os trabalhos remotamente. “Informo que fui diagnosticado com Covid-19 nesta segunda, 12. O único sintoma que tive foi febre na noite anterior. Procurei meu médico, que indicou a internação para exame e observação no Hospital Sírio Libanês. Vou cumprir a quarentena em isolamento. Permaneço na Presidência da Câmara, já que posso conduzir as sessões plenárias por videoconferência", disse em vídeo publicado em sua conta no Instagram. O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Eduardo Tuma (PSDB), afirma que foi diagnosticado com Covid-19. — Foto: Reprodução/InstagramCandidato à reeleição, ele também afirmou que manterá as atividades de campanha. "Manterei minha agenda de reuniões também de forma remota, assim como minha campanha para vereador prossegue como antes. Farei as lives programadas e nossa equipe segue trabalhando, respeitando todos os protocolos. Peço orações a vocês para pronta e plena recuperação. Com fé em Deus vencerei a doença para fazer ainda mais pela cidade de São Paulo como vereador." VÍDEOS: Conheça a Câmara de SP

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/10/2020 às 19h30

Um homem de 45 anos de idade teve perda parcial permanente de audição como consequência de um quadro grave de Covid-19. O relato do caso, que aconteceu no Reino Unido, foi publicado nesta terça-feira na revista científica BMJ Case Reports. O paciente foi atendido em um hospital especializado em tratamento para ouvido, nariz e garganta em Londres no décimo dia de sintomas da Covid-19. Devido a complicações respiratórias, o homem precisou ficar sob respiração mecânica por 30 dias. Seu tratamento incluiu o uso do antiviral experimental remdesivir e corticoides. Uma semana após o fim da intubação, o paciente relatou zumbido no ouvido esquerdo e perda de capacidade de audição repentina. Os médicos adotaram um tratamento padrão para o caso, com o uso de corticoides por via oral e aplicação dos medicamentos no ouvido. Embora parte da capacidade auditiva tenha sido restaurada após o uso de corticoides, que atuaram na redução da inflamação na área, o sentido não voltou ao que era antes da infecção pelo Sars-Cov-2, o que levou os pesquisadores a classificarem o caso como irreversível. Os médicos relatam no artigo que o paciente era asmático, mas não apresentava perda auditiva ou outros problemas no ouvido anteriores à infecção por coronavírus. O paciente também fez testes para outras possíveis causas dessa perda de audição, mas todos os resultados foram negativos. Por exclusão, os médicos concluíram que o novo coronavírus era a causa mais provável do quadro. Infecções virais, como as causadas pelo vírus da herpes ou o vírus da influenza podem levar à perda auditiva neurossensorial, caso do paciente britânico. Desde abril, alguns casos de perda de audição potencialmente causados pelo novo coronavírus vêm sendo relatados, mas o sintoma é muito raro, afirma Mirian Dal Ben, médica infectologista do Hospital Sírio-Libanês. Segundo Dal Ben, uma das hipóteses levantadas até o momento aponta que a a surdez parcial pode ser causada nos pacientes de Covid-19 por um mecanismo parecido com o que leva à perda de olfato nesses doentes: a partir da ação do vírus no sistema nervoso central e nos nervos periféricos ligados a essas funções. A perda de olfato, ou anosmia, é um sintoma frequente da Covid-19 e pode ser até a única manifestação da infecção na pessoa. Alguns pacientes levam meses para recuperar a função. Uma perda definitiva de olfato nesses pacientes ainda não está descartada pelos cientistas. Estudos recentes têm comprovado que o novo coronavírus pode infectar nervos e até causar alterações neurológicas. Em um artigo publicado em julho no periódico científico Jama Otolaryngology, pertencente à Associação Médica Americana (AMA), cientistas da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins comprovaram que o Sars-Cov-2 pode colonizar partes do ouvido de pessoas infectadas, aumentando ainda mais as evidências de que o vírus pode ser o responsável pelas alterações na audição. Um levantamento realizado por pesquisadores do Reino Unido com mais de 120 pacientes de Covid-19 que receberam tratamento em um dos hospitais ligados à Universidade de Manchester mostrou que quase 15% dessas pessoas tiveram alguma alteração na audição, como perda parcial da capacidade de ouvir ou a presença de zumbido durante a infecção ou no período de recuperação. “Há necessidade de estudos de alta qualidade para investigar os efeitos agudos e temporários da Covid-19, assim como os riscos de longa duração para o sistema vestibular”, escrevem os autores no artigo publicado no fim de julho na revista científica International Journal of Audiology. "Embora sejam muito raros, esses casos devem acender o alerta para os médicos", afirma Dal Ben. Os pesquisadores que relataram o caso do paciente britânico sugerem que os hospitais procurem pelos sintomas auditivos nos pacientes de Covid-19 para que o tratamento possa ser iniciado o quanto antes. "Uma vez que o paciente relate a perda de audição, deve ser enviado com urgência a um otorrinolaringologista", escrevem os cientistas.

JORNAL DA GAZETA/TV GAZETA/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/10/2020 às 19h12

O vereador Eduardo Tuma do PSDB presidente da Câmara Municipal paulistana anunciou hoje por meio de suas redes sociais que testou positivo para Covid19. O vereador afirmou que sentiu febre e foi internado para realização de exames no Hospital Sírio Libanês na capital paulista, Lula disse ainda que não se distanciar da presidência da Câmara que pretende continuar conduzindo os trabalhos remotamente.

ÚLTIMO SEGUNDO/IG/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/10/2020 às 16h40

Facebook/Reprodução Eduardo Tuma(PSDB) testa positivo para Covid-19 O presidente da Câmara Municipal de São Paulo , Eduardo Tuma anunciou na noite da última segunda(12) que foi acometido pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2). Por meio de suas redes sociais, Tuma gravou um vídeo contando que sentiu dores na cabeça e aumento da temperatura no corpo no domingo, e seu médico o orientou a ir até o hospital. Ainda segundo o vereador, ele não precisará pedir licença do cargo pois pode conduzir a sessão dos vereadores por videoconferência. Veja o vídeo em que Eduardo Tuma comunica o diagnóstico de Covid-19: Nesta segunda (13), o presidente da Câmara também compartilhou nas redes que participou de uma reunião de bancada do seu partido, o PSDB, direto do hospital Sírio Libânes via chamada de vídeo.

EXTRA ONLINE/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 13/10/2020 às 16h24

RIO - Numa eleição que ocorrerá em meio a uma pandemia de coronavírus que, até agora, já deixou mais 150,7 mil mortos no país, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a divulgar nos últimos dias uma série de vídeos e spots, transmitidos em meios de comunicação como a TV e plataformas como o Youtube, com dicas para eleitores e mesários se protegerem no dia da votação. Entre as medidas reiteradas estão a orientação para que cada pessoa leve sua própria caneta à seção, use a máscara desde o momento em que sair de casa e higienize as mãos antes e depois de digitar os números de seus candidatos na urna. Serão procedimentos diferentes de todas as eleições passadas. Num dos vídeos da campanha "Vote com Segurança", distribuído a emissoras de todo o país, o médico Roberto Kalil lembra, por exemplo, a indicação de que o horário das 7h às 10h seja deixado às pessoas com mais de 60 anos, um dos principais grupos de risco da Covid-19. Ele, então, prossegue com outras instruções. - Use a máscara o tempo todo e leve sua caneta. Na seção, limpe a mão com álcool em gel e evite contato físico. Se estiver com febre no dia ou tiver tido Covid19 nos 14 dias antes da eleição, fique em casa - afirma ele. Aos mesários, os vídeos lembram que eles vão receber máscaras e face shields, além de álcool em gel para proteção individual. É sugerido que eles sempre limpem as mãos, por exemplo, após manipular o caderno de votação ou tocar num eleitor ou em seus objetos e documentos. Tem ainda um aviso crucial para o bom andamento do processo. - Lembrem-se: a urna eletrônica e o terminal do mesário não devem ser limpos com álcool em hipótese alguma, pois o produto prejudica seu funcionamento - diz o apresentador de um vídeo da Justiça Eleitoral destinado aos mesários. As publicações mostram alguns comportamentos recomendados. Nas filas, é pedido que os eleitores respeitem a distância mínima de um metro para outras pessoas. O passo a passo para votar tem novidades. De frente para o local onde estarão os mesários, o eleitor é aconselhado a apenas mostrar seu documento oficial com foto. Após ter seu nome lido em voz alta pelo mesário, ele precisa confirmar se está correto e, então, guardar o documento. Em seguida, deve usar álcool em gel nas mãos antes de assinar o caderno de votação e, depois, ir para a cabine. Já aos candidatos, o apelo é para que, no dia da votação, se possível, eles se dirijam sozinhos à seção e mantenham a pelo menos um metro de distância dos eleitores. Cartazes serão afixados nos locais de votação com os procedimentos a serem adotados. Os protocolos sanitários foram estipulados no Plano de Segurança Sanitária, elaborado por médicos dos hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Fiocruz.

O GLOBO ONLINE/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 13/10/2020 às 16h02

RIO - Numa eleição que ocorrerá em meio a uma pandemia de coronavírus que, até agora, já deixou mais 150,7 mil mortos no país, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a divulgar nos últimos dias uma série de vídeos e spots, transmitidos em meios de comunicação como a TV e plataformas como o Youtube, com dicas para eleitores e mesários se protegerem no dia da votação. Entre as medidas reiteradas estão a orientação para que cada pessoa leve sua própria caneta à seção, use a máscara desde o momento em que sair de casa e higienize as mãos antes e depois de digitar os números de seus candidatos na urna. Teste: Com qual candidato a prefeito você mais se identifica? Serão procedimentos diferentes de todas as eleições passadas. Num dos vídeos da campanha "Vote com Segurança", distribuído a emissoras de todo o país, o médico Roberto Kalil lembra, por exemplo, a indicação de que o horário das 7h às 10h seja deixado às pessoas com mais de 60 anos, um dos principais grupos de risco da Covid-19. Ele, então, prossegue com outras instruções. - Use a máscara o tempo todo e leve sua caneta. Na seção, limpe a mão com álcool em gel e evite contato físico. Se estiver com febre no dia ou tiver tido Covid19 nos 14 dias antes da eleição, fique em casa - afirma ele. Segurança: Conheça 13 medidas para evitar o contágio pelo coronavírus na eleição aos mesários, os vídeos lembram que eles vão receber máscaras e face shields, além de álcool em gel para proteção individual. É sugerido que eles sempre limpem as mãos, por exemplo, após manipular o caderno de votação ou tocar num eleitor ou em seus objetos e documentos. Tem ainda um aviso crucial para o bom andamento do processo. - Lembrem-se: a urna eletrônica e o terminal do mesário não devem ser limpos com álcool em hipótese alguma, pois o produto prejudica seu funcionamento - diz o apresentador de um vídeo da Justiça Eleitoral destinado aos mesários. Programe-se: Veja as principais datas do calendário eleitoral de 2020 As publicações mostram alguns comportamentos recomendados. Nas filas, é pedido que os eleitores respeitem a distância mínima de um metro para outras pessoas. O passo a passo para votar tem novidades. De frente para o local onde estarão os mesários, o eleitor é aconselhado a apenas mostrar seu documento oficial com foto. Após ter seu nome lido em voz alta pelo mesário, ele precisa confirmar se está correto e, então, guardar o documento. Em seguida, deve usar álcool em gel nas mãos antes de assinar o caderno de votação e, depois, ir para a cabine. Já aos candidatos, o apelo é para que, no dia da votação, se possível, eles se dirijam sozinhos à seção e mantenham a pelo menos um metro de distância dos eleitores. Votação: Saiba quais são as novidades nas eleições municipais de 2020 Cartazes serão afixados nos locais de votação com os procedimentos a serem adotados. Os protocolos sanitários foram estipulados no Plano de Segurança Sanitária, elaborado por médicos dos hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Fiocruz.

CORREIO WEB/CORREIO BRAZILIENSE/BRASÍLIA
Data Veiculação: 13/10/2020 às 10h30

Por causa da pandemia do novo coronavírus, uma série de protocolos de segurança serão adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno das eleições municipais nos dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor. Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais. Eleitores Horário de votação ampliado: 7h da manhã até as 17h. Até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos. Máscaras: uso obrigatório, sem ela o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade. Distanciamento: será exigido mínimo de 1 metro. Comida: não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara. Álcool em gel: será distribuído em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação. Caneta : o TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação. Mesários Receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo. Covid-19 Tanto mesários quanto eleitores que estiverem com sintomas da covid-19 no dia do pleito não devem comparecer ao local de votação. Posteriormente, a ausência poderá ser justificada na Justiça Eleitoral.

ISTOÉ DINHEIRO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/10/2020 às 06h17

Por causa da pandemia do novo coronavírus, uma série de protocolos de segurança serão adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno das eleições municipais nos dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor. Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais. Eleitores Horário de votação ampliado: 7h da manhã até as 17h. Até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos. Máscaras: uso obrigatório, sem ela o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade. Distanciamento: será exigido mínimo de 1 metro. Comida: não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara. Álcool em gel: será distribuído em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação. Caneta: o TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação. Mesários Receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo. Covid-19 Tanto mesários quanto eleitores que estiverem com sintomas da covid-19 no dia do pleito não devem comparecer ao local de votação. Posteriormente, a ausência poderá ser justificada na Justiça Eleitoral.

MSN BRASIL
Data Veiculação: 13/10/2020 às 09h00

Por causa da pandemia do novo coronavírus, uma série de protocolos de segurança serão adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno das eleições municipais nos dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor. Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais. Eleitores Horário de votação ampliado: 7h da manhã até as 17h. Até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos. Máscaras: uso obrigatório, sem ela o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade. Distanciamento: será exigido mínimo de 1 metro. Comida: não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara. Álcool em gel: será distribuído em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação. Caneta : o TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação. Mesários Receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo. Covid-19 Tanto mesários quanto eleitores que estiverem com sintomas da covid-19 no dia do pleito não devem comparecer ao local de votação. Posteriormente, a ausência poderá ser justificada na Justiça Eleitoral. Com informações da Agência Brasil

UOL NOTÍCIAS - ÚLTIMAS NOTÍCIAS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/10/2020 às 06h17

Por causa da pandemia do novo coronavírus, uma série de protocolos de segurança serão adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno das eleições municipais nos dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor. Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais. Eleitores Horário de votação ampliado: 7h da manhã até as 17h. Até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos. Máscaras: uso obrigatório, sem ela o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade. Distanciamento: será exigido mínimo de 1 metro. Comida: não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara. Álcool em gel: será distribuído em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação. Caneta : o TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação. Mesários Receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo.Covid-19 Tanto mesários quanto eleitores que estiverem com sintomas da covid-19 no dia do pleito não devem comparecer ao local de votação. Posteriormente, a ausência poderá ser justificada na Justiça Eleitoral.

ACRESCER/SÃO PAULO | GERAL
Data Veiculação: 13/10/2020 às 03h00

MEU FILHO TEVE COVID-19 5 famílias contam como foi lidar com a doença em casa — do diagnóstico à cura SAÚDE coronavirus. E agora? Antes de tudo, respire fundo e se acalme. Apenas5% dos casos de covid-19 na infância são mais graves. Conheça a história de cinco crianças que enfrentaram a doença e como o carinho e os cuidados da família ajudaram os pequenos a vencê-la TEXTO Dolores Orosco: ER ILUSTRAÇÃO: GETTYIMAGES SAÚDEÉ impossível não se preocupar ao receber o diagnóstico de covid-19 de um filho. Afinal, a doença é desafiadora e ainda provoca dúvidas. No entanto, felizmente, há vários dados embasados pela ciência que podem trazer conforto aos pais. Um estudo realizado em julho pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças (ECDC), com 582 casos de coronavírus pediátrico em 21 países da Europa, estimou que até40% das crianças são assintomáticas, ou seja, não apresentam sintomas. Entre as que adoecem, os problemas mais compunção febre (65%), infecções do trato respiratório superior, como tosse e coriza (54%), dor de cabeça (28%) e diarréia (22%). “São sintomas muito parecidos com a doença em adultos. A grande diferença está no número de casos graves. São raros os pacientes infantis que necessitam de internação em comparação aos adultos”, explica Ariel Levy, professor do Departamento de Pediatria da Universidade Nove de Julho (SP). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20%das crianças que contraem o novo coronavírus precisam de atendimento hospitalar e cerca de 5% usam suporte ventilatório durante a internação. Menos de 0,5% desses pacientes desenvolve a síndrome inflamatória multissistêmica (Sim-P), um quadro que pode estar associado ao coronavírus do qual a comunidade científica ainda tem poucas informações. “Seriauma resposta imunológica a esse vírus, que se manifesta até um mês após o contágio”, afirma Levy. De acordo com nota divulgada pela Sociedade Brasileira dePediatria (SBP), a Sim-P envolve ao menos dois órgãos. Além de febre persistente, um amplo espectro de sintomas, muitos deles potencialmente graves, têm sido observados nos pacientes, como alterações cardiovasculares, renais, respiratórias, hematológicas e gastrointestinais. Em um cenário no qual ainda não foi desenvolvida uma vacina nem um tratamento eficaz contra a doença, e a única certeza são os milhares de mortes no mundo todo, como os pais devem reagir quando o filho pequeno apresenta sintomas?O primeiro passo é manter a serenidade e não sair correndo para um pronto-socorro, como aconselha o pediatra Márcio Moreira, infectologista do Hospital Albert Einstein (SP). “A busca por serviços de emergência é exagerada em alguns casos. Se a criança está com tosse há dois dias, não tem por que ir ao hospital”, diz Moreira. “Fale com o pediatra de confiança por telefone. Já uma febre persistente ou muito alta por dois dias seguidos é mais preocupante e merece atenção médica. E isso vale para qualquer quadro, não só para a covid19. ”Em geral, a recomendação dos médicos para cuidar de uma criança com coronavírus é responder sintoma a sintoma, como explica a infectologista pediátrica Luciana BeckerMau, do Hospital Sírio Libanês (SP). “Está com febre? Entra com antitérmico. Está com tosse? Faça uma inalação ou dê o xarope. Está com diarréia? Aumente a oferta de líquidos. Tudo recomendado pelo médico. ”Não custa dizer que o acompanhamento de um profissional, aliás, é a primeira providência ao menor sinal de que seu filho pode ter se infectado por coronavírus. E, diante do diagnóstico, seguir à risca as orientações do especialista e cuidar paraque o pequeno seja bem cuidado do ponto de vista físico e emocional. A seguir, veja como cinco famílias enfrentaram acovid-19 junto com seus filhos. 48 CRESCER "TOM TEVE SÓFEBRE, ENQUANTO NÓSPARECÍAMOS ZUMBIS""Fui a primeira a pegar o coronavírus em casa, em junho. Dor de cabeça constante, dor muscular que queimava. Fiquei reclusa no quarto, meu marido deixava as refeições na porta. Meu filho. Tom, ficava sentado no chão do corredor conversando comigo. As vezes chorava, querendo colo. Eu chorava todas as vezes. Meu marido, Tadeu, começou a ficar mal poucos dias depois. Fadiga, tosse. Não demorou, o Tom foi ficando mais quieto e veio a febre. Levamo são pediatra e aqueles 39 graus de temperatura pelo segundo dia seguido não deixaram dúvidas: agora éramos os três com covid-19. Como eu e o Tadeu nos sentíamos péssimos fisicamente, bolamos um esquema de revezamento para manter o Tom hidratado e comendo direito. Eu ficava menos disposta durante o dia, e repousava. Já meu marido piorava à noite, então era minha vez de assumir o menino. Mas o esquema durou pouco: o Tom teve só febre, que tratamos com antitérmico, enquanto nós parecíamos zumbis. Quinze dias depois, as coisas voltaram ao 'novo normal' lá em casa. De certa forma, foi um alívio:mantive o Tom isolado por quase 100 dias antes de ficarmos doentes. Agora, fico mais segura para levá-lo ao parquinho. De máscara, claro. "PATRÍCIA FRANCESCHINI DA DEGOLAÇÃO, 39 ANOS, GERENTEDE EXPERIÊNCIA DO CLIENTE, MÃE DE TOM, 4. DE SÃO PAULO (SP)FOTO: ARQUIVO PESSOALCRESCER 49 SAUDEGISELLE LOBATO, 35, DESIGNER, MÃE DE CAIUÁ,8 MESES, DO RIO DE JANEIRO (RJ)SOU MAE-SOLO, E EUE MEU BEBÊSOFREMOSCOM COVID-19 JUNTOS" Acordei com dores no corpo, enjoos e calafrios. 'Normal', pensei naquela manhã de maio. Afinal, eu estava amamentando e cuidando sozinha de um bebê de 5 meses. Também andava estressada por estar desempregada em plena pandemia. Não podia contar com o pai do Caiuá, porque sou mãe-solo, nem com os meus pais, pois temos uma relação difícil. Aqueles sintomas eram a soma de tudo, concluí. Mas não eram. Dias depois, continuei mal e tive falta de ar. Suspeite ide coronavírus e bateu o desespero. Quem cuidaria do meu bebê seeu estivesse doente? Não demorou para o Caiuá ter febre e ficar como nariz tão entupido, que chorava. Uma amiga, que é infectologista, veio nos ver e me ajudou a tratar a coriza dele. Ela recomendou que, se a febre dele não passasse, eu deveria ir ao hospital. Em dois dias, a febre do Caiuá passou. Mas foram as piores 48 horas da minha vida! Tive dores horríveis pelo corpo, não sentia o gosto e nem o cheiro da comida. A cabeça doía e meu filho chorava horas seguidas. Tinha dificuldade para amamentar e sentia culpa pela fome do meu filho, por não ter energia para dar um banho nele, pela casa suja. Uma amiga me ligou oferecendo ajuda. Além das compras dos alimentos, fiz outro pedido: combinamos que, se eu demorasse mais de três horas para respondê-la no WhatsApp, ela viria aqui com a polícia e arrombaria a porta. Meu medo era morrer e meu filho ficar no berço, sozinho. Para que meu leite fortalecesse o bebê, passei a comer porções fartasde carne, legumes, mesmo não sentindo gosto de nada. Priorizei ahigiene do Caiuá e de seu quarto. Também deixei de ver os telejornais; as notícias das mortes pela covid-19 me traziam pensamentos ruins. O Caiuá melhorou em quatro dias. Eu demorei uns 12. Não posso dizer que passei pelo coronavírus ilesa. Sinto uma pontada no coração quando lembro daqueles dias. " ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••J i *L. -*■*mm». BB|MEU FILHOPASSOU CINCODIAS NA UTI""No final de maio, meu marido Márcio e eu sentimos dores no corpo, tivemos diarreia e perdemos um pouco do olfato. Como os incômodos eram leves, nem procuramos um médico. Nos recuperamos rápido. Mas algumas semanas depois, nosso filho, o Matias, começou a ter aqueles mesmos sintomas, mais perda de apetite e febre. Também notamos ínguas na sua barriga. Na consulta com o pediatra, a covid19 foi descartada. O médico suspeitou de apendicite, mas, por meio de um ultrassom, essa hipótese também foi excluída. Voltamos para casa incomodados com a recomendação de apenas manter nosso filho em observação e bem hidratado. A febre persistiu, e o Matias ficou com a palma da mão avermelhada, como se fosse uma alergia. Voltamos ao hospital e meu filho foi internado. Naquela noite, enquanto dormia, ele teve uma queda brusca de pressão: chegou a 6X3. Fiquei desesperada! No dia seguinte, taquicardia. O infectologista suspeitou que pudesse ser a síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica e o transferiu para a UTI. Em uma rápida pesquisa no celular, perdi o chão. Crianças estavam morrendo daquela doença pouco conhecida e associada ao corona. Como era possível, se o exame do meu filho tinha dado negativo?Depois de uma sorologia, os médicos descobriram que no momento daquele exame anterior, o Matias já não estava mais com o vírus. Provavelmente ele se contaminou um mês antes, mas ficou assintomático. Talvez na mesma época em que eu e meu marido adoecemos. Meu filho passou cinco dias na UTI. A preocupação era que a síndrome atingisse seu coração. O mais estranho é que, aparentemente, ele estava ótimo! Conversava, brincava no tablet. Só se incomodava com as picadas dos exames de sangue, necessárias na terapia de imunoglobulina pela qual foi submetido com sucesso. Meu filho ficou mais dois dias no hospital depois de deixar a UTI. Fomos para casa aliviados, com alguns medicamentos prescritos. Aos poucos, ele recuperou o apetite e a disposição voltou com tudo. "FOTOS: ARQUIVO PESSOAL; j-------------- J. :,MARIANA SANCHEZ ROLIM, 3». TERAPEUTA,MÃE DE MAURÍCIO, 15, E DE MATIAS, 7. DE SÃO PAULO (SP) "Vivo com minha mulher e nossos dois filhos no quilombo África, a 130 km de Belém (PA). Já havia alguns casos de coronavírus na comunidade, mas ficamos assustados mesmo quando uma moça de27 anos, moradora próxima da região, morreu da doença. Temíamos que nosso caçula se contaminasse, porque o Luís tem síndrome dedo e sabemos que essas crianças têm problemas de imunidade. Acho que foi em uma viagem a trabalho no Amapá, no final de maio, que peguei o coronavírus. Tive dores nas pernas e nas costas, visão embaçada e tosse seca. Fui ao hospital, que fica a 70 km de casa e, depois de encarar horas de espera, saí da consulta com uma receita de hidroxicloroquina nas mãos. Nas duas vezes em que tomei os comprimidos, meu coração disparou. Cortei o remédio por conta própria. Demorou pouco para que o Luís e a Ana Luiza, nossa filha mais velha, começassem a adoecer. Tiveram febre e tosse por dois dias. O menino chorava mais, para nosso desespero. Pelo telefone, o médico recomendou um remédio para os sintomas e repouso. Minha esposa, Claudia, foi uma guerreira. Não sei se ela pegou covid-19, poisnão tinha nenhum sintoma. Cuidou da gente como uma leoa e com uma receita de sua família: chá de jambu, açafrão, graviola, gengibre e melaço. Não sei sefoi por isso, mas as crianças se recuperaram e, uns três dias depois, já estavam correndo pelo quintal. Já eu não posso dizer o mesmo. São quase três mesesdesde que fiquei doente e ainda sinto cansaço, principalmente para falar. "RAIMUNDO MAGNO NASCIMENTO, 42, ADMINISTRADOR. PAI DE ANA LUIZA, 8, E DE LUÍS, 7, DE MOJU (PA)O "A PREOCUPAÇÃO ERA COM OPSICOLÓGICO DAS CRIANÇAS" "Estranhei quando o Gabriel (foto) reclamou de dor de cabeça. Meu filho raramente fica doente. Mediquei com um analgésico e ele foi dormir. Na manhã seguinte, estava amoado e febril. Dias depois, meu caçula, o Teodoro, teve diarreia e febre. Como o Gabriel já estava melhor, e o mais velho, João, estava superbem, nem associei com a indisposição do irmão. Liguei o alerta uma semana depois. Eu estava fazendo um bolo de banana com canela na cozinha e o João, da sala, elogiou o aroma gostoso. Fiquei espantada, pois não sentia cheiro nenhum! No final daquele dia, tive dor no corpo e febre. Acordei muito pior, com uma fadiga extrema. Meu marido, Fernando, também. Como meu estado era o pior, fui ao hospital e testei positivo para o coronavírus. Contei ao médico sobre os sintomas das crianças e do meu marido e ele concluiu que provavelmente todos lá em casa estavam contaminados. Como as crianças já estavam bem e tiveram aqueles poucos sintomas, minha preocupação era com o lado psicológico dos meninos. Um dia, na aula pelo computador, o Gabriel interrompeu a professora para contar que estava com coronavírus. Ela ficou assustada e me ligou, preocupada. Reuni os meninos para entender como eles estavam lidando com tudo aquilo e tivemos uma conversa amorosa. Expliquei que sim, a doença podia matar, mas que nós ficaríamos bem, nossos sintomas eram leves. Respondi com sinceridade a todasas dúvidas e disse que na próxima semana já estaríamos bem. Foi o que aconteceu. "JADE SCAZUFKA MACHADO, 38. PSIQUIATRA. MÃE DE JOÃO,11 ANOS. GABRIEL, 7, ETEODORO, 2. DE SÃO PAULO (SP)Como falar sobre o novo coronavírus com as crianças O ASSUNTO CONTINUA CIRCULANDO POR ONDEQUER QUE SE OLHE. POR ISSO, É IMPORTANTENÃO FUGIR DELE QUANDO OS PEQUENOSQUEREM SABER MAIS SOBRE A TAL COVID19 Uma conversa franca, adequada à idade da criança, é a recomendação que a psicóloga Glaucia Guerra Benute, coordenadora do curso de Psicologia do Centro Universitário São Camilo (SP), dáaos pais que estão com filhos com coronavírus. "Esconder o diagnóstico para poupar a criança não é um bom caminho. Ela pode ouvir um diálogo sem querer entre os adultos e descobrir a verdade, diz Glaucia. "Com isso, além do laço de confiança quebrado, passa a criar fantasias com a doença e, aí sim, sentir medo, desamparo e a enxergar a coisa de um jeito muito mais grave. "Glaucia aconselha, ainda, que os pais falem sobre o coronavírus de forma lúdica, com a ajuda da internet. "Há vários canais infantis que disponibilizam histórias e desenhos sobrea pandemia para várias faixas etárias. São conteúdos que ajudam a compreensão infantil com leveza", explica a psicóloga. "E importante também ouvir seu filho. Sempre que ele fizera mesma pergunta sobre a doença, repita a mesma resposta com carinho e paciência. "A psicóloga Rosangela Villar, da UNICAMP, completa orientando os pais a terem autocontrole para não transmitir insegurança e descrença na cura. "Para as crianças mais novas, é importante menos informações detalhadas e mais acolhimento. Ajude seu filho a nomear os sentimentos: 'você está preocupado?' e 'do que você tem medo?' são perguntas que as farão expressar o que estão sentindo", afirma Rosangela. "Para as mais velhas, mostre exemplos de pessoas que tiveram a covid19 e estão aqui, bem, tocando suas vidas.

AGÊNCIA BRASIL/BRASÍLIA
Data Veiculação: 13/10/2020 às 00h00

Protocolos serão adotados no primeiro e no segundo turno Publicado em 13/10/2020 - 06:17 Por Karine Melo - Repórter da Agência Brasil Brasília Por causa da pandemia do novo coronavírus, uma série de protocolos de segurança serão adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno das eleições municipais nos dias 15 e 29 de novembro, respectivamente. Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor. Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais. Eleitores Horário de votação ampliado: 7h da manhã até as 17h. Até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos. Máscaras: uso obrigatório, sem ela o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade. Distanciamento: será exigido mínimo de 1 metro. Comida: não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara. Álcool em gel: será distribuído em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação. Caneta : o TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação. Mesários Receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo. Covid-19 Tanto mesários quanto eleitores que estiverem com sintomas da covid-19 no dia do pleito não devem comparecer ao local de votação. Posteriormente, a ausência poderá ser justificada na Justiça Eleitoral. Edição: Graça Adjuto