Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

VEJA.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/04/2021 às 18h22

A pandemia do coronavírus parece apresentar sinais de melhora no estado de São Paulo. Na sexta-feira, 9, o secretário da Saúde, Jean Gorinchteyn, revelou uma queda de 17,7% nas taxas de internação como um todo, em comparação com a semana anterior. Um levantamento realizado por VEJA nesta terça-feira, 13, com cinco hospitais privados da capital paulista revela uma tendência ainda mais forte. No Hospital Albert Einstein, o número de pacientes internados pela Covid-19 caiu cerca de 30% na última semana. Em comparação com o dia 29 de março, a queda é de 45%. No Hospital Sírio-Libanês, a queda foi de 11,5% na última semana. Mas em comparação com o dia 22 de março, três semanas atrás, a redução foi de 32,5%. Outros hospitais privados da cidade de São Paulo que notaram queda nas internações por Covid-19 são o Hcor, com redução de 27,5% no número de pacientes internados pela doença em comparação com uma semana atrás e de 35% nos últimos 14 dias; e o Hospital Nove de Julho, que registrou redução de 24% nas internações diárias pela Covid-19, quando comparada ao volume de internações registrado há três semanas. No hospital Vila Nova Star não houve diminuição no volume de internações. Porém, foi observada redução de 50% no volume de atendimentos devido à Covid-19 no pronto-socorro, no comparativo dos últimos 15 dias de março para este início de abril. Durante o todo o mês de março, 61% dos atendimentos do pronto-socorro foram sobre Covid-19. Já nesses primeiros 13 dias de abril, essa taxa caiu para 41%. Segundo dados da Info Tracker, — plataforma de monitoramento da pandemia mantida pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade Estadual Paulista (Unesp), nesta terça-feira, 13, a taxa de ocupação geral de leitos para Covid-19 na cidade de São Paulo é de 73,47%, o que significa uma queda de 15% em comparação com sete dias atrás. Vale ressaltar que apesar da melhora, o cenário da pandemia na cidade de São Paulo, no estado e no Brasil ainda é grave. Nesta terça-feira, 13, foram confirmados 17.306 novos casos e 657 mortes pela Covid-19 no estado de São Paulo. No Brasil, foram 3.808 novos óbitos e 82.186 diagnósticos nas últimas 24 horas.

RÁDIO BANDEIRANTES 840 AM/SÃO PAULO | Manhã Bandeirantes
Data Veiculação: 13/04/2021 às 11h29

Manhã com o ministro queiroga ângelo bom dia gostinho bom dia pra você é bom dia pra todo mundo que tá cooperativa pela rádio bandeirantes participei mas sei de algumas informações do que foi colocado lá pelo ministro da saúde o colega carol vilela da tv participou mais compartilhou algumas informações é possível adiantar os ouvintes aí da rádio bandeirantes vamos lá então parece que o que o ministro tá até estranhando o fato se eu entendi bem aqui porque ele acha que o ministério já liberou mais vacinas do que de fato pessoas foram imunizadas é isso ângela é exatamente nesse segundo ele um milhão e meio de brasileiro não tomaram a segunda dose da vacina contra a corrente dezenove lembrando que nesse momento o cronograma é o ministério da saúde trabalha então com duas vacinas pedir pato então sou mais promissoras dentro daquilo que hoje é possível dentro daquilo que é permitido ou seja o governo consegue de fato a caca em relação a vacina de óxido e também a corona vaccari porque as demais têm previsão de chegada mas não agora desça a partir do segundo semestre né como no caso então da fase mais tão o trabalho está sendo realizado por parte do ministro da saúde marcelo queiroga é justamente a antecipação juntamente com a farmacêutica da orientação justamente que seja completado o esquema ou seja então os estados municípios vão ser convocados pra que as pessoas possam tomar aí a segunda dose um outro detalhe importante também é sobre testes é que estão perto aí de vencer já neste mês de maio a um levantamento pelo menos é preliminar do ministério da saúde que mais de um milhão de peixes estão prestes a vencer e aí então vai fazer o levantamento correto pra que possa disponibilizar esse teste pra estados e também municípios outro ponto foi colocado durante a reunião é justamente do orçamento aprovado é lá no congresso nacional porque a previsão de orçamento do ministério da saúde é muito baixo porém o ministério da saúde conta com uma fala o ministro da economia paulo guedes pra tentar reverter esse cenário porque segundo o próprio ministro colocou auxiliares verde marcelo queiroga o próprio marcelo queiroga é de que é o seguinte no governo vai ter um olhar diferenciado as demandas aqui do ministério da saúde o outro ponto também que é por que a gente ia saltar da bala é de marcelo queiroga foi justamente o clube local ele já de carta essa possibilidade orientação nacional para que seja implementada em todo o brasil no que dá na visão dele alguns estados adotaram medidas mais restritivas não tiveram tanto êxito como esperado e por último também a questão das empresas privadas com um tema bastante polêmico realizarem compras de vacinas contra a corrida e dezenove para imunização os profissionais e brando que ela neste caso pelo projeto só pode ser que agora está parada no senado federal que altera aquele projeto de lei aprovado assinado pelo presidente em março quase empresas ficariam com cinquenta por cento e cinquenta por cento para o sistema único de saúde na visão de marcelo queiroga deste aumentozinho comprar indisponibilidade junto à farmacêuticas qualquer outra empresa pra comprar então essas doses porque as empresas estão com dificuldade de fornecer pra todo mundo inclusive a uma barreira que é colocada nessa proposta a gente lembra né é justamente o fato de as empresas vão poder negociar com a farmacêutica que já tem negócios em andamento com o ministério da saúde apenas após a finalização desta negociação que há possibilidade de por esses pontos colocado o marcelo queiroga durante esta é café da manhã com pra amanhã de hoje fiscalização pois é gente tá correndo atrás de vacina itaú enfim pelas nossas mazelas mas o mundo também tá né o mundo tá sofrendo com falta de vacina aí agora pouquinho de teve a notícia de que pro futebol liberaram cinquenta mil doses de vacina pra jogos da copa américa pra jogos também da libertadores vai entender cinquenta mil dólares para vacinar jogador não que não seja importante tal é uma atividade econômica cultural não tem ninguém desmerece o futebol mas nas prioridades na minha prioridade pela mesma tarifa encabeçando ali no é o número um da lista não é o número um da lista agora ângelo só pra terminar por enquanto o ministro queiroga chegou a falar sobre lockdown se há alguma chance ou essa palavra nem foi citada a pra não levantar polêmica na verdade ele foi questionado sobre essa possibilidade de implementar o hospital natural lembrando que era contra antes mesmo endereço assumira que o ministério da saúde ele já era contra sua primeira fala deles patente chegou então aqui é o comando do país contra isso e quem pode julgar hoje colocar novamente essa negativa da parte dele em relação a esculpida de forma nacional o segundo ele os estados que adotaram medidas mais restritivas não tiveram tanto ele como esperado e dona acredita que neste momento não seria o caso de adotar e desbloquear o natural é a única coisa que acontece que a gente consegue observar entre ele e o presidente vai funcionar na relação a medidas que possam evitar também aí a propagação da convite como o uso de máscaras que ele fala sempre da população árabe para aglomerações desejar funcionário não considera isso néri é contra essas medidas restritivas mais rigorosas agostinho é isso isso disse bem né desde o início em dizendo que é contra o na verdade e na verdade seguinte ele só tá ministro porque ele é contra o ato da auna fome agindo fizeram um acordo lá presidente olá tudo bem seca que use máscara vá tudo bem mas longe da aula ou então é foi e parece que o pressuposto aí o ponto principal para que o ministro marcelo queiroga que eu reconheço está tentando fazer alguma coisa não é fácil reconheço mesmo mas pé parece enxugar gelo né porque neste momento o que se diz é que o fechamento é o que nos cabe é o que dizem os especialistas não entendo nada disso estou só repetindo o que disse o número um do sírio libanês o principal infectologista do albert einstein do são luís não é o pessoal da ms é o pessoal que tem que orientar nossos passos né assim que funciona né contratar com o incêndio se chama o bombeiro com carro quebrado de um mecânico contra-ataque uma doença silva médico é a lógica é assim mas parece que em relação a esse fechamento não virá mesmo ângelo abraço pra você bom trabalho em abraço pra você valer muito obrigado ângelo nascimento falando ao vivo de brasília o ricardo vou ouvir o nosso ouvinte que se acha vamos vamos nomo layton

O GLOBO ONLINE/RIO DE JANEIRO
Data Veiculação: 13/04/2021 às 07h00

SÃO PAULO - O rendesivir, único remédio aprovado no Brasil para a Covid-19 com indicação específica para isso na bula, ainda não foi incorporado no tratamento da doença no país. As negociações do laboratório americano Gilead, seu fabricante, com o Ministério da Saúde para incluí-lo no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda não renderam frutos. A aprovação para o uso do rendesivir contra a Covid19 no Brasil foi dada em 12 de março, há um mês, portanto, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ainda assim, desde então, não houve também, ao menos por enquanto, uma “corrida” atrás dessa medicação na rede privada. O GLOBO procurou, por meio de suas assessorias de imprensa, grandes hospitais particulares do país, para saber se já empregam o produto no seu dia a dia. Tanto a Rede D'Or São Luiz quanto o Hospital Sírio-Libanês responderam que não adotam por enquanto o rendesivir. Também contactado, o Hospital Israelita Albert Einstein não informou sua prática. Já em alguns dos outros mais de 50 países em que foi autorizado, como os Estados Unidos (por lá o antiviral ganhou aval do órgão regulador em 22 de outubro de 2020), o medicamento passou a fazer parte dos protocolos médicos para os pacientes infectados com o Sars-CoV-2 que se encaixam nas indicações. Atualmente, segundo a farmacêutica Gilead, 50% dos americanos internados com Covid fazem uso do rendesivir, conhecido também pelo seu nome comercial, Veklury. Covid-19: Governadores vão pedir à ONU ajuda humanitária para o Brasil A Índia é outro dos países que incorporaram o rendesivir no tratamento da Covid19. O país asiático, que atualmente vive uma explosão de casos da doença, inclusive proibiu nos últimos dias que o medicamento seja exportado, priorizando a demanda interna. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por sua vez, não endossa o uso, porque, na sua avaliação, não há evidências suficientes de eficácia. O órgão destaca que a mortalidade não caiu em estudo amplo que comparou pacientes que usaram rendevisir com outros que não receberam esse tratamento. A Gilead, no entanto, defende que os estudos submetidos às agências reguladoras comprovam outro ponto benéfico do seu antiviral, que inicialmente foi estudado para o ebola: a redução do tempo de hospitalização dos pacientes com Covid19. — A gente não quer que os pacientes que hoje estão em enfermaria vão para um leito de UTI e onerem ainda mais o sistema público, que já está em colapso. Não é um remédio para todo mundo, não é a salvação da pandemia, porque ele tem uma indicação muito precisa, mas neste momento que o Brasil está vivendo poderia nos ajudar muito — opina Rita Manzano Sarti, infectologista e diretora médica da Gilead Sciences no Brasil. A indicação precisa a que ela se refere é de que o uso seja apenas hospitalar, para pacientes internados com pneumonia causada pela Covid19 que estão usando oxigênio com fluxo de baixo a alto. Não há recomendação, portanto, para os que estão intubados e em ventilação mecânica. A aprovação da Anvisa vale para pacientes adultos e adolescentes, com idade igual ou superior a 12 anos e com peso corporal mínimo de 40 quilos. Para esse perfil de paciente, os cientistas concluíram que o uso do rendesivir foi capaz de abreviar o tempo de internação de 15 para 10 dias. ‘Proibitivo’ Para a infectologista Eliana Bicudo, que é consultora médica da Sociedade Brasileira de Infectologia e já acompanhou dois pacientes que usaram o rendesivir em Brasília, com sucesso, o valor do tratamento é o grande entrave para a adoção mais ampla no país. — Eu sou da opinião de que a gente poderia realmente considerar essa medicação, mas os custos são proibitivos — diz. — Eram pacientes que tinham dinheiro e pagaram por fora a medicação. Um deles tinha 70 anos, estava evoluindo mal e preenchia os critérios, então sugeri como mais uma arma. [Depois do uso] ele ficou bastante tempo com catéter nasal de alto fluxo [de oxigênio], mas não foi para a ventilação mecânica e evoluiu bem — recorda ela, que conta ter se amparado nas diretrizes da IDSA (Infectious Diseases Society of America), sociedade de infectologia dos EUA, ao sugerir o tratamento. No Brasil, o custo máximo da dose do rendesivir, de 100 mg, já está definido na tabela da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que estabelece os limites de preço que podem ser cobrados por cada remédio no Brasil. Cada dose do medicamento, que é importado, pode sair por até R$ 2.386,62, sem contar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que varia de estado para estado no país. Ministro:Queiroga afirma que não faltará vacina para população que já tomou a primeira dose pelo tempo necessário do tratamento, que é de cinco dias, sendo que no primeiro deles a dose é dobrada, o custo fica em até R$ 14.319,72 por paciente, fora o ICMS. No mercado dos EUA, o valor também é alto: o tratamento custa cerca de US$ 3 mil (em torno de R$ 17 mil). No caso dos pacientes com plano de saúde, porém, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) afirma que já está previsto que o rendesivir precisa ser coberto pelas operadoras. “É de cobertura obrigatória pelas operadoras de planos de saúde, quando indicado pelo médico assistente para o tratamento de pacientes acometidos pela Covid-19 (nos termos da bula registrada na Anvisa), durante a internação hospitalar”, informou o órgão em nota. O laboratório Gilead não dá detalhes da negociação com o Ministério da Saúde, mas afirma que é possível chegar a valores menores para a adoção da droga no sistema público. Nas últimas semanas, diante da reticência do governo federal nas discussões, a farmacêutica emitiu nota à imprensa afirmando que “nos causa surpresa o posicionamento do Ministério da Saúde em relação à eficácia e segurança do medicamento Rendesivir”. Enem:Veja se é possível conseguir uma vaga no curso que você deseja com a nota obtida no exame Procurada pela reportagem, a pasta não respondeu sobre seus planos em relação ao antiviral. Na fila O campo das medicações contra Covid no Brasil pode ficar mais amplo se forem aprovados dois coquetéis de anticorpos das farmacêuticas Eli Lilly e Roche. Ambos os pedidos de uso emergencial foram feitos à Anvisa nas últimas semanas, entre o final de março e o começo de abril. Eliana Bicudo vê com otimismo a possibilidade de tratamento com a combinação de bamlanivimabe e etesevimabe, da Lilly, e de casirivimabe e imdevimabe, da Roche. Os custos, ainda não revelados para o país, também vão definir se esses coquetéis pegarão por aqui, avalia ela, mas a utilidade no dia a dia já parece evidente. — Agora mesmo estou cuidando de um senhor de 190 quilos com Covid19. Se eu tivesse um anticorpo monoclonal hoje, eu já tinha aplicado nele, porque já sei que ele não vai evoluir bem e não tenho nada para impedir — conta a infectologista. Ambos os coquetéis são indicados para o começo da doença. A combinação da Lilly, em um dos grupos avaliados na fase 3 dos estudos, com 769 pacientes de alto risco, de 12 anos ou mais, com Covid leve a moderada, reduziu os riscos de hospitalização e morte em 87%. Entre os que tomaram os medicamentos foram quatro eventos (de hospitalização ou morte), contra 15 entre os que tomaram placebo. Já os produtos da Roche mostraram nos testes uma redução de 70% nas hospitalizações ou mortes, além de menor duração dos sintomas de 14 para dez dias. A fabricante recomenda o tratamento para “pacientes adultos e pediátricos (12 anos de idade ou mais), infectados pelo Sars-CoV-2 que não estão hospitalizados e possuem fatores de risco de progressão para a Covid-19 grave”, segundo a assessoria de imprensa da empresa no país. Nos Estados Unidos, onde o coquetel da Roche ficou conhecido após ter sido usado no tratamento para Covid do então presidente Donald Trump, a farmacêutica, que é parceria do laboratório Regeneron nesse projeto, pleiteia agora ampliar sua aprovação de uso para a prevenção da infecção. Pessoas que moram com alguém com Covid poderiam se beneficiar, por exemplo. Procurada pela reportagem, a Anvisa informou que os pedidos de uso emergencial dos dois coquetéis, tanto da Lilly quanto da Roche, seguem em análise. A agência tem o prazo de 30 dias para fazer a avaliação, contando a partir do momento em que seus técnicos considerem que as dúvidas técnicas foram sanadas.