Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/01/2021 às 23h15

Com repique nos casos de Covid-19 e indefinições no calendário de vacinação no Brasil, as empresas começam o ano reforçando medidas de segurança para os funcionários. Além de postergarem a volta aos escritórios, companhias intensificam testagens nas equipes e monitoram as discussões sobre a vacinação para entender se —e, eventualmente, como— poderão adotar um programa de imunização para seus trabalhadores. Nesta quarta-feira (13), grandes empresários que querem comprar vacinas para a Covid-19 afirmaram ao governo que, para isso, estão dispostos a doar uma parte para o governo. Na semana passada, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, defendeu em live realizada com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a possibilidade de compra de vacina pela iniciativa privada depois que o SUS estiver abastecido. “No momento em que a gente cumprir todas as demandas para suprir o SUS e atender a população brasileira, a gente necessita também que a iniciativa privada adquira as vacinas diretamente de laboratórios internacionais ou o excedente do produzido no Brasil e disponibilize na rede privada também”, afirmou. A possibilidade de vacinação na rede privada já entrou no radar das companhias. Na primeira semana de janeiro, a clínica de imunização vacinar, que atua há mais de 20 anos com o atendimento corporativo em São Paulo, foi procurada por 50 empresas interessadas em informações sobre vacinação de funcionários. De acordo com o médico e responsável técnico da Vacinar, Roberto Florim, as conversas são preliminares e feitas ao mesmo tempo em que as empresas fecham contratos para a aquisição das vacinas de prevenção contra a gripe. “O certo é que as empresas estão cada vez mais preocupadas com a imunização dos funcionários de maneira geral”, afirma Florim. A clínica não divulga os nomes das interessadas, mas diz que são dos mais diversos setores. A estimativa da Vacinar é que a procura por informação cresça nas próximas semanas, pois o início do ano costuma ser de retomada gradual nas consultas dos clientes após os recessos de final de ano. A tendência também é percebida pelo grupo Hermes Pardini. A carteira de clientes corporativos em dezembro de 2020 mais que dobrou em relação ao mesmo período de 2019. O vice-presidente do grupo, Alessandro Ferreira, afirma que, além do maior interesse por testes de Covid-19, cresce também a demanda por teleconsulta e a busca por acompanhamento mais regular de outras doenças. Tem mais demanda para monitoramento dos casos de diabetes e hipertensão, por exemplo, que predispõem ao contágio da Covid-19, mas também mais pedidos de monitoramento de saúde mental pesquisas têm apontado aumento de quadro de ansiedade e estresses em home office. “A procura não é apenas para cumprir obrigações previstas em lei, como acompanhar quem trabalha com produtos químicos, mas uma preocupação generalizada, indicando que há uma mudança de perfil nas prioridades com a saúde”, diz Ferreira. O grupo tem sido procurado para dar informações sobre vacinação de Covid-19. “Já estamos pleiteando, junto a algumas fornecedoras, para obter vacinas, porque temos interesse em vacinar nossos colaboradores e disponibilizar aos nossos clientes, que se mostram interessados. Mas ainda não há nada concreto”, afirma. A multinacional P&G (Procter & Gamble), que tem quatro mil funcionários no Brasil (800 deles em escritório), não descarta a possibilidade de importar vacinas. “Se houver a disponibilidade de vacinas para empresas privadas e a possibilidade de importação, teríamos interesse na aquisição para a segurança e o bem-estar de nossos trabalhadores”, afirma Fernando Akio Mariya, gerente médico da empresa. A P&G havia programado o retorno presencial aos escritórios para a primeira quinzena de janeiro. Diante da alta de casos de coronavírus e a identificação de uma mutação mais contagiosa do vírus, a volta foi postergada para fevereiro e poderá ser alterada de acordo com a evolução da doença. Em dezembro, a P&G estabeleceu uma espécie de quarentena para seus funcionários que retornavam gradativamente ao escritório como prevenção a um possível aumento de contaminação no Natal e no Ano Novo. Agora, analisa se a estratégia foi efetiva. “Iremos usar o mês de janeiro para capturar informações mais precisas e atualizadas sobre os impactos das festas de final de ano no aumento de número de casos e de ocupação de UTI, que sempre foram vetores importantes na tomada de decisão de estarmos ou não no escritório”, afirma Raíssa Fonseca, gerente de RH. A 99 Food, que tem 120 funcionários na área administrativa —todos em home office e sem previsão de retorno aos escritórios—, também tem interesse na aquisição de vacinas. Segundo o diretor-executivo, Danilo Mansano, a empresa tem acompanhado a compra de vacinas na China e estuda como poderia replicar o processo no Brasil. Mansano afirma que segue protocolos definidos em parceria com o Hospital Sírio Libanês. Quando precisam ir ao escritório, os funcionários são submetidos a controle de acesso, triagem por meio de aplicativo interno e testagens. No início da semana passada, o presidente da ABCVAC (Associação Brasileira das Clínicas de Vacina), Geraldo Barbosa, embarcou para a Índia para conhecer a fábrica da Bharat Biotech, que está desenvolvendo a Covaxin. A entidade tem 200 clínicas de vacina associadas (70% do setor privado naciona) e afirmou que todas são favoráveis às negociações de compra do imunizante. Nesta semana, ao retornar da viagem, Barbosa afirmou que há uma resposta positiva do mercado corporativo, que tem procurado a associação para subsidiar a imunização de funcionários. "Se essas vacinas não vierem para o mercado privado brasileiro, não virão nem para o Brasil", afirma. "A aquisição depende do fim dos trâmites legais junto aos órgãos reguladores brasileiros, fabricante e distribuidora/importadora". A Covaxin ainda não obteve autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Na Índia, autoridades de saúde recomendam seu uso emergencial. O hospital Sírio-Libanês afirma que está acompanhando o processo de liberação e avalia que a prioridade é o setor público em um primeiro momento. “A instituição entende que há hoje um número limitado de unidades produzidas e, portanto, é fundamental centralizar essa compra no setor público”, afirma, em comunicado. A discussão sobre vacinas também está sendo acompanhada por indústrias. CNI (Confederação Nacional da Indústria) e Sesi (Serviço Social da Indústria) avaliam a possibilidade de obter os imunizantes contra a Covid-19, mas afirmam que irão aguardar as devidas orientações do Ministério da Saúde. Enquanto isso, cresce também a procura por empresas por testagens. Segundo Lídia Abdalla, presidente-executiva do grupo Sabin, a busca deste serviço por empresas teve aumento de 28% em dezembro. O grupo atende indústrias de mineração, telefonia, farmacêutica, energia, construção civil e serviços. A Dasa Empresas, que reúne laboratórios de diagnóstico, hospitais e uma integradora de saúde, teve aumento de 9,8% em pedidos de testagens de 1º de dezembro a 6 de janeiro. No mesmo período, a carteira de clientes corporativos do grupo cresceu 12,3%. A Volkswagen faz, neste mês, testagem em massa entre seus funcionários. O procedimento começou na semana passada para cerca de 10,5 mil funcionários que atuam nas fábricas em São Bernardo do Campo, São Carlos e Taubaté (SP) e em São José dos Pinhais (PR). Na segunda-feira (11), a testagem foi estendida a funcionários de áreas operacionais da montadora que precisam ir esporadicamente às fábricas. Além de manter 80 medidas de proteção ao coronavírus, que incluem uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento, a empresa afirma que segue acompanhando o andamento dos casos de Covid-19 no país e permanece sem data de retorno presencial aos escritórios. Há incerteza jurídica sobre obrigatoriedade de vacinação em empresas podem exigir que seus funcionários que tomem a vacina da Covid-19? Advogados trabalhistas ouvidos pela Folha têm posições divergentes sobre essa obrigatoriedade, bem como sobre eventuais sanções aos que se recusarem. Para a advogada trabalhista do Lopes & Castelo Sociedade de Advogados, Elizabeth Greco, deverá haver diálogo entre empresas, funcionários e sindicatos, e os empregadores deverão investir em medidas de conscientização. Greco afirma que diante da recusa, dificilmente o trabalhador poderá ser demitido por justa causa, porque este processo tem muitas gradações, como advertências prévias. Já o advogado Jorge Matsumoto, sócio trabalhista do Bichara Advogados, avalia que, salvo exceções, o funcionário tem a obrigação de se vacinar e poderá sofrer demissão por justa causa. “Entendo que sim, porque se ele colocar em risco os funcionários, quem vai ser responsabilizada é a empresa", afirma. "Há para a empresa a obrigação constitucional de proteger seus funcionários. ” Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a vacina contra a Covid-19 pode ser obrigatória, desde que exista uma lei nesse sentido. No entendimento da corte, a imunização forçada é proibida, mas o poder público poderá adotar medidas restritivas para evitar a circulação de quem não se imunizar. A sócia e líder da área trabalhista do Trench Rossi Watanabe, Letícia Ribeiro, pondera que a vacinação de funcionários ainda é um tema em construção. “O posicionamento do Supremo é um norte importante a ser seguido por todos, inclusive pelas empresas e pelo que a jurisprudência trabalhista deve se firmar”, diz. A especialista lembra que vacinação compulsória não significa vacinação forçada. Segundo Ribeiro, caso um funcionário que trabalhe presencialmente se recuse a se vacinar e não apresente respaldo científico, o empregador poderá implementar restrições para manter a segurança dos demais funcionários. “O empregador deverá avaliar medidas de distanciamento social desse funcionário”, afirma. Apesar das divergências, há um consenso. Todos pontuam que, caso tenha respaldo médico para não se vacinar, como gravidez, alergia a algum componente da vacina ou outro comprometimento, o trabalhador poderá ser dispensado da vacinação. Deisy Ventura, advogada e coordenadora do doutorado em saúde global da USP, é contrária à comercialização de vacinas contra a Covid-19, mas é favorável que as companhias tenham estratégias para incentivar seus trabalhadores a se vacinarem na rede pública. "As empresas podem, sim, dizer que querem que seus trabalhadores se vacinem, fazer pressão sobre o governo para que o programa nacional de imunização seja rápido, eficiente, e elas podem instituir penalidades para quem não for se vacinar, com exceções para quando existir uma justificativa do funcionário”, afirma. A especialista defende que o engajamento do setor privado pode ser decisivo neste momento de pandemia. “Se o setor privado deixar claro que quer um programa de imunização público, eficiente e rápido, o governo é extremamente reativo ao interesse do empresariado. O engajamento das empresas pode ser decisivo neste momento”. Questionado pela Folha, o Ministério Público do Trabalho disse que segue analisando o tema e em breve deverá firmar um posicionamento a respeito.

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/01/2021 às 23h15

O efeito das aglomerações nas festas de fim de ano já começa a se refletir no aumento de óbitos e internações nos hospitais públicos e privados na cidade e no estado de São Paulo. No estado, as internações subiram 19% nas últimas duas semanas (entre 29 de dezembro a 12 de janeiro): de 11.070 para 13.175. A taxa de ocupação de leitos está em 66,3%. Além da alta de hospitalizações, o estado registrou 2.467 novos óbitos: de 46.195 para 48.662. Na capital paulista, nesse período, o total de mortes passou de 16.163 para 16.990. Foram 827 novos óbitos, um aumento de 5,5% em relação a todo período da pandemia em apenas 14 dias. Nas duas semanas anteriores (de 16 a 29 de dezembro), ocorreram 462 novas mortes, o que resulta em um aumento de 79% entre os dois períodos, segundo análise do projeto Info Tracker, da Unesp e da USP, a pedido da Folha. As internações em hospitais públicos municipais, em enfermarias e UTIs, cresceram cerca de 13% em duas semanas, de 1.868 para 2.103. Dos 43 distritos da capital paulista que têm hospitais com leitos para tratamento da Covid-19, houve aumento de hospitalizações em 32. Para os pesquisadores, o cenário representa o começo de uma nova fase crítica da pandemia, com maior sobrecarga nos hospitais. Segundo Wallace Casaca, professor da Unesp e coordenador do Info Tracker, que monitora a pandemia no estado desde seu início, a taxa de contágio (Rt) do vírus na capital também está subindo. Estava em 0,78 no fim do ano e, nesta quarta (13), em 1,4. O índice, que aponta quantas pessoas serão contaminadas por um infectado e ajuda a estimar a velocidade de transmissão da doença, deve estar sempre abaixo 1 para que a tendência de queda de casos se mantenha. “É uma bomba que a gente estava esperando. Se continuar alto assim, comprometeremos fevereiro também com hospitais lotados e alta de casos mesmo com a vacinação. ” Casaca explica que, para o cálculo dessa métrica, é necessário ter o total de casos confirmados. Em geral, para um caso entrar como confirmado, leva-se em média de cinco a dez dias por causa do atraso entre a coleta do material para teste e a divulgação desse resultado. “O Rt de hoje, na verdade, leva em conta o que houve há dez dias. A taxa de contágio voltou a subir a partir do dia 5, ou seja, bate com o período das festas de Natal e Ano-Novo.” O epidemiologista Paulo Menezes, professor da USP e coordenador do centro de contingenciamento da Covid-19 do governo paulista, diz que parte desse aumento da taxa de contágio pode ser resultado das notificações de casos de Covid que ficaram represadas no final do ano. Mas ele não tem dúvidas de que houve um aumento real de internações e óbitos e acredita que, se as medidas de endurecimento da quarentena não tivessem sido adotadas no final do ano, a situação poderia ser ainda pior hoje. O estado vem registrando média diária de mortes por Covid-19 acima de 200. O valor não ficava acima dessa marca desde o dia 16 de setembro de 2020. “A transmissão é intensa em todas as regiões. O impacto que se espera com a vacinação é uma redução progressiva do número de óbitos e internações dos grupos de maior risco. Mas o vírus continuará circulando entre os jovens e os adultos. Nós vamos continuar tendo um número importante de casos durante meses e meses”, diz Menezes. Por isso, reforça o médico, será necessário manter todas as medidas de proteção e de distanciamento social. Hospitais privados paulistas também registram aumento de internações por Covid, segundo levantamento do SindHosp (sindicato dos hospitais, clínicas e laboratórios paulistas) em 76 instituições. Em dezembro, 40% dos leitos clínicos e de UTI estavam dedicados à Covid. Hoje são em torno de 60%. Segundo Francisco Balestrin, presidente do SindHosp, embora as taxas de ocupação permaneçam semelhantes —em torno de 84% (UTI) e 65% (leitos clínicos) —, o espaço dedicado a pacientes com Covid aumentou bastante nas últimas semanas. “Parece comentário de tia velha e chata, que está sempre dizendo que vai piorar, mas vai piorar. As pessoas não estão levando a sério as regras de ouro, como uso de máscara e evitar aglomerações.” No Hospital Israelita Albert Einstein (SP), o número de internados por Covid-19 nesta terça (12) bateu recorde e foi o maior desde o primeiro caso diagnosticado pela instituição, em fevereiro de 2020: 140 doentes, contra 138 em abril. Em dezembro, o número de pacientes com Covid oscilava entre 108 e 110. No Hospital Sírio-Libanês, a taxa de ocupação de leitos para Covid está em torno de 90%, com 174 pacientes internados, sendo 47 na UTI. Segundo Fernando Ganem, diretor de governança clínica do Sírio-Libanês, também tem chamado atenção um aumento de 20% no movimento do pronto-socorro de pessoas jovens, assintomáticas, que se aglomeraram no final do ano e agora querem fazer o teste para ver se têm Covid. “Muitas famílias estão exigindo que os seus jovens que foram para festas no final do ano façam os testes antes de voltar para suas casas”, diz. Há um consenso entre todos os médicos do comitê de contingenciamento de que São Paulo deve chegar em um novo pico de contaminações e internações em uma semana. Para eles, isso é uma consequência direta das aglomerações das festas de fim de ano.

SBT BRASIL/SBT/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/01/2021 às 19h54

internações de pacientes contaminados pelo novo coronavírus dispararam e voltaram ao nível de agosto auge da pandemia um dos hospitais particulares mais conhecidos do país está diante de uma situação alarmante a taxa de ocupação dos leitos é de noventa por cento um pico do número de pacientes com convide maior ainda do que aquilo que aconteceu em abril maio no pico da pandemia com cento e quarenta e um leitos ocupados por pacientes portadores de convite nas últimas horas foram registrados mais de quinze mil e duzentos novos casos e trezentas e vinte e três novas mortes no estado de são paulo a média móvel dos últimos cinco dias está acima de dez mil casos e duzentas mortes segundo a secretaria estadual da saúde nós estamos com a média de internações superior a mil e seiscentas internações diárias esses números eles são semelhantes aqueles que nós tivemos no mês de agosto quando ainda estávamos no pico da pandemia por causa do aumento das internações casos e mortes nas últimas semanas o governo de são paulo decidiu antecipar a reclassificação do plano de retomada das atividades prevista para o dia cinco de fevereiro hoje quatro regiões estão na fase laranja noventa por cento da população do estado segue na fase amarela os detalhes serão anunciados na próxima sexta feira o governo divulgou também o investimento de um bilhão e meio de reais na compra de mais de trezentos e cinquenta mil notebooks e tablets além de setecentos e cinquenta mil chips de celular para acesso gratuito à internet pelos alunos da rede estadual as aulas presenciais serão retomadas no dia primeiro de fevereiro nas regiões que estiverem nas faces vermelha ou laranja apenas trinta e cinco por cento dos alunos voltaram na fase amarela serão setenta por cento todos os estudantes poderão frequentar a escola em esquema de rodízio alguns prefeitos são contrários a volta das aulas presenciais segundo o secretário da educação um decreto publicado no dia dezessete de dezembro tornou a educação essencial do estado mais cruciais soares explicou que o supremo tribunal federal deu autonomia aos municípios desde que apresentem uma justificativa no silêncio do prefeito não pode fechar escolas ele terá que publicar e dizer o porquê não faz sentido você debate você tem todas as aglomerações que acontecem à escola que um ambiente seguro no mundo inteiro está funcionando né por que a escola particular bose é pública não pode ser gente está preparado no caso das estaduais então é por isso que precisa ter mais educativa inclusive para rede possa dialogar questionar em última instância ir à justiça o governador joão dória disse que a eficácia de cinquenta a vírgula trinta e oito por cento da corona vac atende às exigências da comunidade científica e fez um apelo à agência nacional de vigilância sanitária desejar esperar que a anvisa cumpra o seu dever científico mas compra também o seu dever humanitário no próximo domingo e libere as duas vacinas a vacina da astrazeneca e a vacina do Butantã o secretário da saúde alertou mesmo com a vacinação as medidas de prevenção precisam ser mantidas já que a contaminação só deverá começar a cair neste ano nós temos hoje como medida cabal é impedir que as pessoas continuem morrendo por isso a vacina e a relação ela deve ser iniciado o mais rápido possível continuaremos seguindo todos esses rituais até o próximo ano e todos devem ser encorajados a continuar nessa árdua e dura viagem que vamos completar outros hospitais da capital paulista também tem a ocupação de leitos de uti acima de noventa por cento é o caso do sírio libanês já no hospital nippo brasileiro no carmem prudente a lotação é total junto com o agravamento da pandemia a fundação de vigilância em saúde do amazonas confirmou o primeiro.

Jovem Pan
Data Veiculação: 13/01/2021 às 16h45

DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO- 02/12/2020 O hospital Israelita Brasileira Albert Einstein tem 90% dos seus leitos ocupados nesta quarta-feira O número de internações por Covid-19 no hospital Israelita Brasileira Albert Einstein, em São Paulo, bateu recorde nesta semana. São 141 leitos ocupados por portadores da doença nesta quarta-feira, 13. Em abril, no pico da pandemia, 138 pacientes estavam internados por complicações causadas pelo coronavírus. O recorde foi batido na terça-feira, 12, quando 140 leitos estavam ocupados. Segundo o Dr. Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, o hospital está com 90% de ocupação de leitos. São 65 leitos divididos entre Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e semi-intensivo, enquanto o restante são leitos de enfermaria em apartamento para os pacientes que não necessitam de cuidados intensivos. O Hospital Sírio Libanês também tem uma taxa de 90% de ocupação. São 177 pacientes internados com suspeita ou confirmação de Covid-19, sendo que 48 estão na UTI. Em entrevista à Jovem Pan, Klajner disse que, desde meados de novembro, um aumento do número de casos de Covid-19 foi observado, principalmente depois do feriado de finados, em 2 de novembro. “Os números de internação de pacientes portadores da Covid-19 refletiam o abandono das regras de distanciamento social, do uso da máscara, da higienização frequente das mãos. O nosso receio naquele momento era que as celebrações de final de ano pudessem fazer com que esse número aumentasse ainda mais. E, infelizmente, é isso que está acontecendo nesse momento”, lamenta o médico. Apesar do aumento registrado em novembro, no final do ano, o hospital mantinha uma estabilidade de 108 pacientes durante 10 dias. Após a virada do ano, rapidamente o número subiu para 120. “Hoje só 141 pacientes portadores de Covid-19 internados mostrando uma tendência de incremento, especialmente pela população que, durante as festas e celebrações de natal e de ano novo, aumentaram o número de ocupação de hotéis, o número de viagens e de festas, de encontros e isso está sendo refletido por uma transmissão maior da doença e um risco maior da população de alto risco ser contaminada pelos jovens que voltaram das viagens, das festas e das celebrações”, afirmou Klajner, que ressalta que a esperança em torno do imunizante não podem resultar em um abandono das medidas de segurança. “No início de dezembro, nós batemos 102% de ocupação por causa de pacientes no pronto atendimento aguardando suas internações”, contou. Para evitar que a marca de 100% seja alcançada mais uma vez, o hospital está evitando absorver pacientes de outros estados. No HCor, o número de pacientes internados por Covid-19 nesta quarta-feira, 13, é de 74, sendo 73 confirmados e 1 suspeito. Desses, 50 estão em enfermaria e 24 na UTI. Segundo o hospital, o número de pacientes tem se mantido estável nos últimos 14 dias. O gráfico de média móvel de internações de pacientes com diagnóstico confirmado no HCor mostra que, desde 15 de novembro, o número de pacientes vem aumentando. O gráfico se mantém estável a partir de dezembro de 2020, mas o número de internações é o mais alto desde junho de 2020. Dr. Sidney Klajner fez um alerta: agora, 10 dias após a virada do ano, os casos com sintomas mais intensos da doença vão começar a aparecer e, consequentemente, as internações vão aumentar. “Os números estão mostrando. A capacidade dos sistemas de saúde tem se esgotado em todos os países. Alguns países, inclusive, adotaram lockdown tão rígido quanto foi no começo da pandemia por causa do sistema de saúde exaurido. É o que vai acontecer novamente com o Brasil caso a gente continue com adotando as práticas de encontro, de viagem e de socialização”, aponta Klajner.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 13/01/2021 às 14h13

O estado de São Paulo já registra média diária de mortes por Covid-19 acima de 200 há cinco dias seguidos. O valor não ficava maior que esta marca desde o dia 16 de setembro do ano passado. A média móvel de mortes diárias, que considera os registros dos últimos sete dias, é de 211 nesta quarta-feira (13). O valor é 54% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica tendência de alta da epidemia. Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia. Devido à piora nos indicadores de casos, mortes e internações por Covid-19, o Governo de São Paulo anunciou que antecipará a reclassificação do plano de flexibilização da quarentena para esta sexta-feira (15). Após a última reclassificação que colocou 4 regiões do estado na fase laranja, a previsão era de que uma nova mudança só fosse feita em fevereiro. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, foram contabilizadas 323 novas mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o total desde o início da pandemia para 48.985. Já o total de casos confirmados da doença subiu para 1.577.119, considerando os 15.275 novos registros nas últimas 24 horas. Os novos registros não significam, necessariamente, que as mortes e casos aconteceram de um dia para outro, mas, sim, que foram computados no sistema neste período. As notificações costumam ser menores aos finais de semana e feriados, quando as equipes de saúde trabalham em esquema de plantão. A média móvel diária de casos é de 10.862 nesta quarta O valor é 74% maior que o registrado há 14 dias, o que para especialistas também indica tendência de alta. A média diária de casos está acima de 10 mil há cinco dias seguidos. O último registro de média móvel acima de 10 mil casos no estado era de 18 de agosto. Veja os novos registros no estado de SP nas últimas 24 horas: Veja o total no estado de SP desde o início da pandemia: Leitos de UTI O estado de São Paulo registrou nesta quarta-feira (13) o número total de 13.490 pacientes internados por Covid-19 em toda rede hospitalar, sendo 7.735 em enfermaria e 5.755 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O valor é o maior desde o dia 2 de agosto de 2020, quando foram contabilizadas 13.775 internações no total. O total de pacientes internados tem se mantido acima de 10 mil desde o início de dezembro de 2020, o que pressiona o sistema de saúde e interfere no atendimento de outras doenças. Nesta quarta, a taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 em toda rede de saúde, incluindo serviços particulares e públicos, é de 67,7% na Grande São Paulo e de 66,3% no estado. Na cidade de São Paulo, grandes hospitais da rede particular, como o Albert Einstein e Sírio-Libanês, registram taxa de ocupação superior a 90%. Na rede municipal da capital, ao menos dois hospitais não têm mais leitos de enfermaria. Os índices de ocupação variam dia a dia, e a central de regulação do estado é responsável por conseguir vagas para pacientes que estão na fila de atendimento. Vídeos: Tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana