Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

CNN NOVO DIA/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 12/11/2020 às 07h25

se a votação nas eleições municipais do próximo domingo e vai cumprir um protocolo inédito sanitário por causa da pandemia então o eleitor poderá justificar a ausência pelo celular o luiz e a conceição são idosos e aposentados durante os últimos meses o casal tem ficado isolado para se proteger da pandemia mas neste domingo eles vão acordar bem cedo e saiu de casa para votar nas eleições municipais é uma obrigação né da gente tentar uma cidade melhor um país melhor num bairro melhor então é uma coisa que a gente deve lutar por isto o pleito deste ano terá um protocolo sanitário inédito pra evitar a contaminação entre eleitores e mesários uma das mudanças foi no horário ampliado em hora pra evitar aglomerações a votação vai acontecer das sete horas da manhã até as cinco da tarde das sete às dez será horário preferencial para pessoas com mais de sessenta anos um dos grupos de risco de contágio pelo coronavírus nossa estamos recomendando que as pessoas evitem se dirigiram ao local de votação acompanhadas não só daquelas que têm necessidades especiais inclusive com crianças para evitar aglomerações outra mudança importante foi excluir a biometria neste ano para evitar contato de muita gente com uma mesma superfície no caso das urnas a higienização das mãos vai ser fundamental o infectologista david uip fez parte do grupo de especialistas que elaborou os protocolos das votações nós fomos muito detalhista essas três instituições e ofereceu o tribunal eleitoral supremo o melhor protocolo sanitário possível ele tem que ser cumprido na hora de entrar na seção eleitoral neste ano tudo vai parecer bem diferente primeiro claro máscara obrigatória na hora de votar a caneta a justiça eleitoral recomenda que cada eleitor leve a sua pra assinar o caderno de votação se você esqueceu o mesário vai te emprestar uma que será higienizada na hora e pra mostrar o documento com foto isso vai ser feito com distanciamento tudo para evitar aglomeração outra mudança é a justificativa de ausência que pode ser feita pelo aplicativo é título desde que o indivíduo esteja fora da cidade de votação a geolocalização do celular vai ajudar no trabalho da justiça eleitoral já quem estiver com sintomas do coronavírus e faltar ao pleito não pode usar o método online ela poderá procurar um atendimento médico e nos sessenta dias após a eleição ela faz a sua justificativa apresentando um atestado médico que eu acho que é uma questão de e assim de responsabilidade do próprio eleitor são sete horas e vinte e sete minutos e eu lembro que no domingo você terá uma cobertura especial das eleições a aqui na programação da cnn já a partir das seis horas

EM PONTO/GLOBONEWS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 12/11/2020 às 07h18

Aqui muito importante internação de paciente com Covid19 sobem ou hospitais de elite de são paulo mostrando então uma disparada dos casos é o termômetro desses hospitais então o jornal levantou em alguns hospitais que atendem ao as pessoas de mais alta renda o sírio libanês aqui em são paulo tinha oito jornadas no final de outubro em outubro na verdade agora são pessoas cinquenta estão na uti aí fala do h corta pessoas no dia vinte de outubro em no dia trinta e dez dias depois já tinha trinta pessoas então pulou de dezessete para trinta e a sua situação reflete em outros hospitais que atendem esse cujo morador tá é enquanto isso público a doença vinha nos últimos anos é recuando mas ela estacionou em nuvem então e daí que que vá acontecer se vai passar a subir ou se vai se manter estável o perfil e chegando nesses hospitais da rede privada jornal são de jovem então a doença no mais nos mais jovens mudando um pouco sim à é logo no começo que tem a ver com o cansaço em relação ao isolamento social já pelo jornal são os jovens são mais suscetíveis a não aderirem ou a flexibilizarem social e acabam sendo os mais contaminados e fazer também você tem uma contaminação crescendo aliás na Europa escute a segunda onda e cresce mas os casos de morte não ou é tão primeiro porque muito mais jovens a mentalidade é menor entre os mais jovens e aí também a como hospitais se h adquiriram na verdade um know-how pra a doença então os protocolos foram avançando e se consegue reagir de uma maneira mais HOSPITAL SÍRIO-LIBANÊS HCOR.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 12/11/2020 às 03h00

Hospitais tomam empréstimos ante queda de receita com receita até 40% menor por cirurgias e procedimentos cancelados na pandemia, hospitais privados e filantrópicos têm recorrido a empréstimos. Entidade que reúne as instituições em São Paulo diz que os menores não devem sobreviver. Saúde B1 Com queda de receita de até 40%, hospitais recorrem a empréstimos Redução de procedimentos e aumento do preço de insumos impactam resultado financeiro. Com queda de receita de até 40% devido a cirurgias e procedimentos cancelados durante a pandemia de Covid-19, hospitais privados e filantrópicos têm recorrido a empréstimos bancários para tentar sobreviver à crise. Como a maior parte das despesas hospitalares é fixa, a redução de recursos e o aumento dos custos variáveis (insumos, remédios e equipamentos) fizeram com que o resultado financeiro de alguns hospitais caísse pela metade. Segundo a Anahp (associação nacional que reúne 121 hospitais privados de excelência, entre eles o Albert Einstein e o Sírio-Libanês), a margem Ebitda das instituições passou de 13,6% para 6,7% nos oito meses deste ano em relação a igual período de 2019. Esse indicador mostra o potencial de geração de caixa de uma empresa. Com um impacto de R$ 500 milhões em suas contas deste ano, o Einstein obteve R$ 200 milhões do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Foi a primeira parceria do banco com um hospital privado brasileiro. A instituição confirmou a informação sobre o empréstimo, divulgada pelo jornal Valor Eeonomieo, mas disse que não se manifestaria sobre o assunto no momento. Só com a compra de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e outros itens usados no combate à Covid19, foram gastos pelo hospital R$ 130 milhões. Os investimentos tiveram aumento de R$ 45 milhões. Com o empréstimo no BID, cujo prazo de amortização é de sete anos e com taxa de juros de mercado, o Einstein encerrará o ano com caixa de R$ 1,3 bilhão, uma redução de 13% em relação ao projetado antes da pandemia. A receita deve ficar na ordem de R$ 3 bilhões, queda de menos de 10% em relação a 2019. Entre os hospitais ligados à Anahp, a maioria relata queda de receita de até 25%, segundo sondagem realizada pela entidade com dirigentes dessas instituições. Um quarto deles projeta redução superior a esse patamar. Segundo Marco Aurélio Ferreira, diretor-executivo da Anahp, cerca 25% das instituições recorreram a uma linha de crédito de R$ 2 bilhões aberta pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento). Com taxa de juros de 3,5% ao ano e prazo para pagamento de até quatro anos, o empréstimo deu um fôlego aos hospitais. Em abril, a margem Ebitda deles tinha sido negativa, de -1,9%. Já em agosto fechou em 11,8%, um sinal de que o setor está se recuperando. "Nós estávamos na UTI. Hoje a gente pode dizer que o paciente respira sem a ajuda de aparelhos”, compara Ferreira. Além do empréstimo, ele diz que a melhoria de processos, a renegociação com fornecedores e a ampliação douso da telemedicina também ajudaram na retomada. Há hospitais do grupo que já se dizem totalmente recuperados da perda de movimento de pacientes sofrida no auge da pandemia. O Sírio-Libanês, por exemplo, relata que sofreu queda de 50% do movimento no segundo trimestre deste ano. A partir do fim do terceiro trimestre, registrou retomada e, em outubro, fechou o mês com aumento de 5% em relação ao ano de 2019.0 hospital não informou dados financeiros, como queda de receita, ou se precisou recorrer a empréstimos bancários. Segundo a Anahp, embora os indicadores demonstrem sinais de melhora, a maioria das instituições ainda luta para se recuperar e alcançar os resultados que apresentavam antes da pandemia. A taxa de ocupação do primeiro semestre deste ano foi 13 pontos percentuais menor que a média registrada no mesmo período do ano passado —de 78% para 65,5%. O menor índice, registrado em abril, foi de 53%. Segundo Francisco Balestrin,presidente do SindHosp (sindicato paulista que reúne Entrada do pronto-socorro da Santa Casa de São Paulo zanone Fraissat 4.mai.20/Folhapress A situação dos hospitais privados de excelência 121 instituições no país R$ 40,1 bi de receita bruta em 2019* 28.288 leitos, sendo 6.665 de UTI Taxa de ocupaçãodos leitos, em %** 2017 2018 77,3 S 2019 78,0 2020 6s,s 0 100 Indicador financeiro mostra 0 potencial de geração de caixa da empresa** Margem Ebitda, em % Evolução do Ebitda durante a pandemia, em% 2017 2018 2019 2020 Abr. Mai. Jun. JuL Ago. *Conjunto de 119 hospitais até dezembro de 2019 ** De janeiro a agosto Fonte: Observatório Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados) 430 hospitais privados, além mais de 40 mil laboratórios e clínicas), a situação financeira das instituições menores é crítica e muitas não devem sobreviver. O sindicato ainda está mapeando esse cenário. Como a linha de crédito do BNDES era destinada aos hospitais com faturamento acima R$ 300 milhões, a maioria das instituições privadas brasileiras de pequeno e médio porte ficou de fora. “Menos de 10% de 6.200 hospitais brasileiros faturam esse montante. Foram poucos os que tiveram êxito [em obter empréstimo do BNDES]. Quem conseguiu dinheiro emprestado conseguiu muito caro, com juros exorbitantes”, diz Balestrin. Adelvânio Francisco Morato, presidente da FBH (federação que reúne 4.200 pequenos e médios hospitais), tem a mesma percepção. Ele diz que a entidade tenta negociar com setores do governo federal uma linha de crédito específica para essas instituições menores, a longo prazo e juros baixos. “As pessoas parecem que não entendem que o Brasil não é o Einstein, o Sírio, o HCor [Hospital do Coração], a Beneficência Portuguesa, eles são exceções. Ao menos 70% dos hospitais têm até cem leitos e não conseguiram ser contemplados pelas linhas de créditos abertas até agora.” A saída, segundo Morato, tem sido recorrer a linhas de crédito bancárias normais, com juros altos. “A gente não sabe se eles vão dar conta de honrar os compromissos. Eles estão sobrevivendo, mas atrás está ficando um rombo financeiro gigantesco.” A queda de receita do grupo chegou a 40%. A estimativa do Sindhosp é que R$ 1,2 bilhão deixou de entrar nos caixas dos hospitais que representa, uma queda de 25% da receita. Já o aumento de custos é projetado entre 5% e 15% dependendo do porte e da localização da instituição. Quanto menor e mais distante, maior é o custo. “As pessoas ainda estão preocupadas com a pandemia. A procura por hospitais ainda é feita com muita parcimônia”, diz Balestrin. Nas Santas Casas, instituições filantrópicas responsáveis por 70% dos procedimentos de alta complexidade do SUS, a situação é ainda pior. Elas já acumulam dívidas históricas, que tendem a se agravar no pós-pandemia. As 2.000 associadas da CMB (Confederação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas) somam R$ 20 bilhões em dívidas e, segundo a entidade, foram geradas principalmente em razão do subfinanciamento do SUS. Hoje, o governo federal paga entre 40% e 60% dos custos dos procedimentos. Uma forma de cobrir parte desse déficit é o atendimento de usuários de planos de saúde. Porém, com a queda do movimento durante a pandemia, houve redução de até 40% da receita. Segundo MiroclesVéras, presidente da CMB, os pacientes do SUS também se mostram receosos de procurar os hospitais, o que levou a uma queda do atendimento público. Até outubro, por conta dos efeitos da pandemia, o Ministério da Saúde pagou aos filantrópicos pela média de atendimentos realizada em 2019. Agora, passou a valer a regra anterior de pagamento por serviço prestado. “Se esses pacientes não estão indo hospitais, vamos ter impacto também na receita do SUS até o fim do ano”, afirma Véras. Ele diz que muitas instituições tentam renegociar os empréstimos consignados (os recursos que elas recebem do SUS pelos atendimentos já vão direto para o banco), mas esbarram nos altos juros. “São de 12%, 13% ao ano. Dada a importância das nossas instituições, pedimos juros menores, nos mesmos patamares dos agrícolas, de 3% a 4% ao ano. Esse endividamento não é nosso, é do governo brasileiro”, diz Véras. U Foram poucos os que tiveram êxito [em obter crédito do BNDES]. Quem conseguiu dinheiro emprestado conseguiu muito caro Francisco Balestrin presidente doSindHosp

O ESTADO DE S.PAULO/SÃO PAULO | GERAL
Data Veiculação: 12/11/2020 às 03h00

Internações por covid-19 sobem em hospitais de elite em SP Alta de infecções na classe média fez com que hospitais privados da cidade de São Paulo registrassem aumento de atendimentos e internações por covid-19 nas últimas semanas. No Hospital Sírio-Libanês, o número de internações por covid19, que havia recuado para 80 em outubro, agora é de 120, sendo 50 na UTI. Os números também estão em alta no HCor, no Vila Nova Star e no São Camilo, metrópole/pág. ai6 Médicos atribuem alta ao relaxamento da quarentena na classe média alta nas últimas semanas; gestores já discutem reativar leitos exclusivos para a doença. No Sírio, n.Q de pacientes salta de 80 para 120. Vila Nova Star e São Camilo também receberam mais pacientes Hospitais de elite de São Paulo veem aumento de internações pela covid-19 ALEX SILVA/ESTADAO-18/3/2020 Hospital Sírio-Libanês. Internações por covid-19, que haviam diminuído, voltam a crescer: reversão da queda na capital começou em meados de outubro Felipe Resk Ludimila Honorato João Ker Com alta de infecções na classe média constatada na capital paulista, hospitais privados de São Paulo voltaram a registrar aumento de atendimentos e internações por covid-19 ao longo do último mês. Já na rede pública municipal, boletins epidemiológicos da Prefeitura mostram que o índice vinha recuando significativamente mês a mês, mas acabou estacionando em novembro. No Hospital Sírio-Libanês, por exemplo, o número de internações por covid19 havia recuado para 8o em outubro e agora voltou a registrar 120, o mesmo patamar de abril, fase mais aguda da pandemia. Entre os pacientes, 50 estão na UTI. Já o HCor, no Paraíso, zona sul, chegou a internar cem pessoas no período mais crítico, mas viu o índice cair nos meses seguintes. Há três semanas, porém, as internações subiram de novo: de 17 registros, em 20 de outubro, para 30, no último dia do mês. Desde então, a taxa tem se mantido acima desse patamar. Esses dados foram publicados pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, e confirmados pelo Estadão. “Em nenhum dos dias, o índice foi inferior ao de 20 internações diárias”, diz o HCor. Considerando só leitos de UTI, havia 13 pessoas no hospital por casos confirmados ou suspeitos de coronavírus no início da semana. O Hospital Vila Nova Star, que atende principalmente público de alta renda, confirma, em nota, que houve “aumento no número de pacientes com suspeita de covid19” no pronto-socorro, mas não informou o número de atendimentos. “Ressalta, porém, que a quantidade de internações permanece estável”, diz o comunicado. Por sua vez, o São Camilo afirma ter notado crescimento “gradual e muito sutil” tanto nas internações quanto nos atendimentos do PS. Em 13 de setembro, a unidade registrava 39 pacientes internados — média que se manteve pelo mês seguinte. Agora são 45, segundo último boletim do hospital. “Desde 12 de outubro, temos constatado uma reversão da tendência de queda e, em alguns hospitais privados, aumento de internações”, descreve o especialista em saúde pública Márcio Sommer Bittencourt, do Centro de PesquisaClínicae Epidemiológica do Hospital Universitário da USP, que reúne e monitora boletins de unidades na capital. “O crescimento observado é lento e gradual”, e não acelerado como em abril. O monitoramento tem notado, ainda, alta de pacientes em prontos-socorros dessas unidades por suspeita de coronavírus, diz Bittencourt. “O aumento de infecções é principalmente entre os mais jovens, grupo mais cansado do isolamento social e tem menor chance de evoluir para quadro grave”, diz. Ainda assim, gestores de alguns A COVID-19 NO PAÍS • Com dados do consórcio da imprensa e do ministério (recuperados) TOTAL NOVOS REGISTROS DE DE MORTES EM24H.ATÉ AS MORTES 20H DE ONTEM 163.406 564 MÉDIA MÓVEL TOTAL DE TESTES MORTES (7 DIAS) POSITIVOS 319 5.749.007 NOVOS CASOS NÚMERO DETECTADOS EM 24H, DE ATÉAS20H DE ONTEM RECUPERADOS* 47.724 5.064.344 •NÚMEROS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE hospitais já discutem reativar comitês de crise e retomar leitos exclusivos para covid19. Ele explica que não há banco de dados público sobre ocupação na rede privada e as informações dependem de divulgação voluntária de cada unidade. Também pondera que hospitais de referência recebem grande volume de pacientes de outras cidades ou Estados. Também há unidades que mantiveram o índice estável no último mês. No início de abril, o Albert Einstein chegou ater 135 internados por covid19, 112 deles na UTI número que caiu para 56 em outubro. Nesta semana, eram 59. Fernando Gatti, coordenador médico do serviço de controle de infecção hospitalar do Einstein, acredita que há um efeito de redistribuição de casos não atendidos pelo Einstein. “Recusamos pacientes de outros municípios e Estados pelo grande volume de cirurgias eletivas que voltamos a assumir. Optamos por assumir essa demanda que ficou um bom tempo reprimida”, explica. A Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (Fehoesp) afirma que, diante de amostra pequena, é cedo para determinar tendência de aumento. Em São Paulo, há 116 hospitais privados, sem contar os filantrópi2 PERGUNTAS PARA... Raquel Stucchi, professora de Infectologia da Unicamp IA que se devem essas novas infecções na capital? • Ainda não saímos da i.a onda. Parecia que íamos sair e chegar mais perto da base da curva epidemiológica, mas casos e internações voltam a aumentar. Isso se deve à maior flexibilização: abriram mão de distanciamento social, higienizar as mãos com álcool em gel e uso correto de máscara; voltaram a fazer festa, reunir amigos em grupos grandes, viajar com quem não é do convívio diário, ir a bar e restaurante. Como avalia a evolução do perfil de infectados? A • pandemia começou no Brasil pelos mais ricos, que tinham viajado para a Europa. Depois, se estendeu para a população mais periférica, que precisou sair para trabalhar e não conseguia ficar em casa isolada. Agora, possivelmente, temos pessoas que estavam em home office e circularam menos, mas começaram a sair sem os cuidados devidos, expondo-se ao vírus. /J.K. cos. Para o Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado (SindHosp), os dados podem ser sazonais e não necessariamente apontam tendência de alta para a cidade e o Estado. Rede municipal. Já nos hospitais municipais, boletins epidemiológicos da gestão Bruno Covas (PSDB) indicam que, em geral, as internações pararam de cair em novembro. No dia i.°, havia 642 pacientes por covid19, considerando unidades da Prefeitura e leitos contratados na rede privada. Já ontem, eram 655 internados, segundo o boletim mais recente. Esse comportamento contrasta com o observado nos meses anteriores, com quedas consecutivas na capital. Entre os dias i° e 15 de outubro, por exemplo, São Paulo havia saído de 807 internações para 623, recuo de 22,8% em duas semanas, que fez a cidade chegar ao patamar atual. Para comparação, o patamar era de 1,2 mil casos, em agosto, e 930, em setembro.

FOLHA DE S.PAULO/SÃO PAULO | COTIDIANO
Data Veiculação: 12/11/2020 às 03h00

O Todos Pela Saúde, organização integrada por médicos e especialistas e criada para o combate à Covid-19, discute o lançamento de nova campanha para insistir que o uso das máscaras e o distanciamento social, mesmo em encontros pequenos e reservados, segue sendo fundamental. relax total “As classes A e B, que conseguiram se isolar no início da epidemia, agora estão saindo, e de forma muito relaxada, o que já está gerando uma nova onda de contaminação”, afirma o médico Sidney Kla jner, presidente do Hospital Albert Einstein. curva A coluna revelou que hospitais privados têm registrado um aumento nos atendimentos de infecção pelo novo eoronavírus. O Sírio Libanês tem hoje 120 pacientes, número próximo ao do pico da epidemia. O HCor viu o atendimento saltar, de 18 para 30 pacientes. No Vila Nova Star, os casos no pronto atendimento dobraram. ri sco O fenômeno é creditado ao comportamento de grande parte da classe média e alta: os jovens frequentam festas sem qualquer cuidado. E mesmo pessoas mais velhas e, em tese, mais cautelosas, vão a encontros familiares e com amigos, tiram as máscaras e ficam próximas —justamente a atitude mais perigosa de todas. disparo há ainda um temor de que se repita agora o que ocorreu no começo da epidemia no Brasil: a infecção se alastrar por todas as classes sociais, revertendo a curva de queda de casos na cidade. todo cuidado “Estamos preocupados em comunicar às pessoas as situações que podem levar a um novo aumento dos casos de Covid-19” diz Klajner. primeira parte A primei ra campanha do Todos Pela Saúde, “Usar a Máscara Salva”, foi estrelada pelo médico Drauzio Varella, que também integra o conselho da organização. calma, gente as investidas de simpatizantes do PT que pedem para o candidato do partido a prefeito de SP, Jilmar Tatto, apoiar Guilherme Boulos (PSODSP) estão causando incômodo em dirigentes petistas. na luta “Eles deveríam buscar os eleitores indecisos para que votem no Boulos, e não assediar as pessoas do PT”, diz o deputado estadual José Américo (PT-SP), coordenador de comunicação da campanha de Tatto. QUARENTENA Regina Casé no Instagram Betty Faria no Instagram Henrique Fogaça no Instagram A atriz Regina Casé □ publicou foto com 0 elenco da novela "Amor de Mãe” da TV Globo. "É tanto tempojuntos queacaba virando família mesmo" escreveu. A atriz Betty Faria 0 exibiu seu novo corte de cabelo. 0 chef Henrique Fogaça □ postou uma selfie freio O PSOLna Câmara pediu que o Tribunal de Contas da União investigue se o governo federal está interrompendo a execução de recursos para o combate à Covid-19 ou os direcionando para outros usos. em caixa A coluna revelou na segunda (9) que os desembolsos com a epidemia praticamente pararam. Desde meados de setembro, o nível de gastos permanece igual, e cerca de R$ 6 bilhões podem ser perdidos se não forem empenhados até o final do ano. opostos os deputados Kim Kataguiri (DEM) e Isa Penna (PSOL) vão mediar um debate na sexta (13) entre candidatos a vereador apoiados por eles: Rubens Nunes, Fernando Holiday e Tiago Pavinatto, membros do MBL, e Simone Nascimento, Carina Vitral e Renato Assad, filiados ao PSOL. muito chato “Esta é uma forma errada de militância que pode inclusive comprometer o relacionamento futuro do PT com o PSOL”, segue ele. Américo diz que a direção do PSOL já foi procurada para receber a queixa. urna O movimento político independente Bancada Ativista se une a artistas para promover uma campanha de incentivo ao voto, com projeções em oito pontos do centro e da zona oeste da cidade de São Paulo. A ação ocorre nesta nesta quinta (12) e na sexta-feira (13). DOBRADINHA O filtTO "petistas com Boulos”, que adiciona a frase sobre uma foto de perfil, tem ganhado adesão no Facebook. Ele foi criado pela página “Sou PT voto Boulos e Erundina”, que tem mais de 9 mil seguidores. Na vida real, no entanto, o candidato do PT a prefeito de São Paulo, Jilmar Tatto, já sinalizou que não vai renunciar nem indicar voto ao psolista. páginas A jornalista Maju Coutinho será a apresentadora do evento virtual que anunciará os vencedores do Prêmio Jabuti, no dia 26 deste mês.