Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

PORTAL MEDICINA E SAÚDE/BELO HORIZONTE
Data Veiculação: 12/04/2021 às 09h49

A médica Rachel Riera, do Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa: “essas análises são fundamentais para identificar deforma precisa o real impacto da pandemia nos cuidados relacionados ao câncer” O impacto da pandemia para as doenças crônicas, especialmente para o cuidado dos pacientes com câncer, é uma preocupação global e reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) por meio da iniciativa “Building Back Better”. Nesta direção, o Núcleo de Avaliação de Tecnologias em Saúde Sírio-Libanês Ensino e Pesquisa, liderado pela Dra. Rachel Riera, numa colaboração com o Departamento de Doenças não Transmissíveis da OMS, mapeou e organizou as evidências científicas referentes aos fatores para disrupções e atrasos que a pandemia determina no cuidado dos pacientes com câncer. Além dos pesquisadores do NAT Hospital Sírio-Libanês, a revisão sistemática publicada tem a participação de dois coautores do Departamento de Doenças Não Comunicáveis da OMS, incluindo o oncologista Felipe Roitberg. Num cenário colaborativo, ambos auxiliaram com o escopo do estudo, estruturado sob a ótica das demandas da saúde pública. A pesquisa foi publicada na última edição da revista JCO Global Oncology, da Sociedade Norte-Americana de Oncologia Clínica (ASCO, na sigla em inglês) e encontra-se entre os trabalhos mais citados da prestigiosa revista. Foram avaliadas mais de 3.000 publicações, para que se chegasse a um conjunto de 62 trabalhos. “Esses estudos avaliaram a frequência e os tipos de atrasos e interrupções na prevenção ou no tratamento de pacientes com câncer em todo o mundo”, explica a Dra. Rachel. Segundo dados mensurados pelas pesquisas analisadas, mais de 50% dos pacientes com câncer atrasaram seu tratamento por conta da pandemia de COVID-19. O estudo também mostrou, por meio de levantamentos, que mais de 60% dos médicos reportaram atrasos no tratamento, sendo que 90% se referiam a radioterapia, 20% a quimioterapia e 76% a cirurgias. De acordo com levantamentos analisados, 77,5% dos pacientes interromperam seus tratamentos durante a pandemia, inclusive cuidados paliativos. Cerca de 48% dos médicos relataram também interrupção dessas terapias, e, mais: cerca de 73% dos oncologistas relataram atrasos de transplantes de células-tronco por conta da COVID-19. Mais de 88,5% dos centros oncológicos disseram que a pandemia causou atrasos na realização de exames laboratoriais para diagnóstico do câncer e 83,6% apontaram demoras nos exames de imagem. Consequentemente, registrou-se também 77% de queda nos diagnósticos de câncer desde o começo da pandemia. Mais de 95% de pacientes, médicos e centros especializados reportaram cancelamentos nas consultas de acompanhamento de pacientes, sendo que 42,5% dos médicos e pacientes apontaram que muitos simplesmente não apareceram nas suas consultas já marcadas. A revisão sistemática também levantou os principais motivos pelo atraso ou interrupção dos tratamentos oncológicos. Para os pacientes, medo de se infectar com a COVID-19 foi a principal causa. Já, segundo os médicos, os atrasos foram provocados pelo risco de contrair COVID-19, falta de medicamentos, falta de equipes e falta de serviços de apoio. Os estudos avaliados reportaram dados de pacientes com câncer de mama (18%), cabeça e pescoço (11%), urológico (10%), colorretal (6%), pele (6%), hematológico (5%), ginecológico (3%), pediátrico (3%) e pulmão (2%). Cerca de 48% dos estudos consideraram diferentes tipos de câncer. Segundo explica a Dra. Rachel, essas análises são fundamentais para identificar de forma precisa o real impacto da pandemia nos cuidados relacionados ao câncer. A partir dessas informações, a OMS poderá tomar decisões referentes à mitigação dessas consequências de acordo com o seu impacto em cada país e para cada tipo de câncer. “A produção científica durante a pandemia está sendo intensa e crescente, o que possibilitou uma gama muito grande de estudos que pudessem ser incluídos na revisão sistemática. No entanto, isso também exige que a revisão seja atualizada frequentemente”, explica a médica. Para o oncologista do Hospital Sírio-Libanês e consultor da OMS, Dr. Felipe Roitberg, o trabalho constitui o melhor nível de evidência possível para tomadas de decisão em saúde pública. “O principal objetivo agora é entender onde moram os elementos responsáveis pelos atrasos e disrupções no sistema de saúde mapeados pelo estudo publicado, mensurá-los – por meio de modelos preditivos, e apontar soluções que minimizem os consequentes atrasos no atendimento aos pacientes de doenças crônicas, entre elas, o câncer. Desta forma, os países poderão mensurar as vidas salvas ao retomar os cuidados dos pacientes e salvar vidas”, conclui o especialista

RÁDIO BANDEIRANTES 840 AM/SÃO PAULO | Primeira Hora
Data Veiculação: 12/04/2021 às 07h41

Ponha gente continua falando a respeito da volta da educação na cidade de são paulo vamos saber como está a movimentação na escola estadual eliza raquel macedo de souza na capital paulista e gorka ali atrás os detalhes pra gente igor bom dia tudo bem não vou de a pra você e pra isabela nesta segunda-feira levou aplicação tranquila por aqui como tem que ser a gente lembra que as escolas estão funcionando aí com apenas trinta e cinco por cento da sua capacidade máxima e aqui na zona leste são paulo é exatamente isso que está acontecendo os alunos do ensino médio chegaram na entrada já passaram por aferição de temperatura e higienização das mãos com álcool em gel e dentro da sala de aula aquele distanciamento que é obrigatório e importante por aqui há um rodízio dos alunos é diferente aqui eles vão ficar uma carga horária menor em sala de aula seja apenas três horas por dia porém esses mesmos alunos vão vir diariamente para escolas em outros colégios atuação um pouco diferente lembrando que nas escolas estaduais não é obrigatório o a o retorno presencial hoje há dois dias e maria segunda e terça-feira para que haja e todo um planejamento e aí sim efetivamente na quarta-feira começaram as aulas das escolas que já estão mais antecipado como no caso desta que assistem as aulas já estão acontecendo nesta segunda-feira lembrando que merenda escolar tá liberada em todos os colégios tanto aqui na capital paulista quanto no restante do estado de são paulo obrigado igor cabiam cento quarenta e dois e mais da metade dos pacientes com câncer atrasaram tratamentos por conta da pandemia da corrige informações agora chegando com a repórter gilvan giovanna the boat ou bom dia a isabela bom dia ao nélson todo mundo ligado aqui no primeira hora e se existem um exemplo do rafael vitale que no ano passado começou a sentir algumas dores no pé que aparentemente eram normais claro ele foi ao médico e os exames que estava marcados para o meio de março no comecinho da pandemia foram desmarcados para o segundo semestre em setembro o empresário de trinta e quatro anos conta que com os hospitais evitando pacientes que não apresentavam sintomas da convide o diagnóstico do câncer demorou para ser descoberto foi um balde de água gelada porque eu nem esperava só que quando ele foi começar o tratamento antes no começo do ano desse tumor ele era muito pequenininho e largasse lá tamanho numa azeitona pequena alguma coisa sim só que com a pandemia todo fechados hospitais evitando receber pacientes que num que não eram causas urgentes quando chegou no final do ano já estava do tamanho de uma laranja e com essa demora no diagnóstico e tratamento também mudou o que seria uma rápida cirurgia de remoção do tumor foi transformada em procedimentos ainda mais agressivos para o organismo radio e quimioterapia juntos e o rafael é um exemplo prático do que aconteceu com mais da metade dos pacientes com câncer no mundo todo que atrasaram algum tratamento por conta da pandemia segundo um estudo do hospital sírio libanês e da organização mundial da saúde os médicos também relataram que em sessenta por cento dos casos houve atraso no diagnóstico e por causa da pandemia os recursos que antes eram destinados para o tratamento do câncer foram redirecionados para os pacientes com covardia e estes atrasos tanto na identificação do tumor quanto nos tratamentos prejudicam esses pacientes oncológicos é o que afirma a coordenadora da pesquisa rachel riera e quais são as consequências que a gente espera desse atraso no diagnóstico ele vai ter um tratamento iniciado mais tardiamente numa fase mais avançada da doença e isso faz com que eles têm a menor sobrevida ou menos probabilidade tem uma boa resposta ao tratamento a queda nos diagnósticos de câncer desde o começo da pandemia foi de setenta e sete por cento em comparação com dois mil e dezenove forster bandeirante

RÁDIO BANDEIRANTES 840 AM/SÃO PAULO | O Pulo do Gato
Data Veiculação: 12/04/2021 às 06h55

Atrasaram tratamento por causa da pandemia da convide a repórter Giovana de boyacá conosco aqui pra contar isso fala giovanna bom dia pois é pedro um ótimo dia você a Silvânia todo mundo ligado aqui no pulo do gato da rádio bandeirantes no ano passado o Rafael vitali começou a sentir algumas dores no pé que aparentemente eram normais foi ao médico e os exames que estavam marcados para o meio de março início pandemia foram remarcados para o segundo semestre em setembro o empresário de trinta e quatro anos conta que com os hospitais evitando pacientes que não apresentavam sintomas da convide o diagnóstico do câncer demorou pra ser descoberto foi um balde de água gelada porque eu nem esperava só que quando ele foi começar o tratamento antes no começo do ano desse tumor ele era muito pequenininho ele era a selar tamanho numa azeitona pequena alguma coisa sim só que com a pandemia todo fechados hospitais evitando receber pacientes que num que nós em casos urgentes quando chegou no final do ano já estava do tamanho de uma laranja e com essa demora no diagnóstico tratamento também mudou o que seria uma rápida cirurgia de remoção do tumor foi transformado em procedimentos ainda mais agressivos para o organismo rádio e quimioterapia juntos o Rafael é um exemplo prático que aconteceu com mais da metade dos pacientes com câncer no mundo todo que atrasaram algum tratamento por causa da pandemia segundo um estudo do hospital sírio libanês e da organização da saúde os médicos também relataram que em sessenta por cento dos casos houve atraso no diagnóstico e os recursos que antes eram destinados para o tratamento do câncer foram redirecionados para pacientes com coronavírus e os atrasos tanto da identificação do tumor quanto nos tratamentos prejudicam esses pacientes oncológicos afirma a coordenadora da pesquisa rachel riera e quais são as consequências que a gente espera desse atraso no diagnóstico ele vai ter um tratamento iniciado mais tardiamente numa fase mais avançada da doença e isso faz com que eles tenham menor sobrevida ou menos probabilidade tem uma boa resposta ao tratamento e à queda nos diagnósticos de câncer desde o começo da pandemia foi de setenta e sete por cento em comparação com dois mil e dezenove pedro é mais um dos efeitos dessa pandemia tá chegando a notícia para nós aqui que uma blitz interrompeu mais uma balada mais humano é aquela que nós falamos é aquela de campinas não cento e trinta