Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 12/01/2021 às 19h55

O estado de São Paulo registrou nesta terça-feira (12) o número total de 13.175 pacientes internados por Covid-19 em toda rede hospitalar. O valor é o maior desde o dia 2 de agosto de 2020, quando foram contabilizadas 13.775 internações no total. O total de pacientes internados tem se mantido acima de 10 mil desde o início de dezembro de 2020, o que pressiona o sistema de saúde e interfere no atendimento de outras doenças. O número internações pela doença vêm subindo nos últimos dias no estado. Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, houve aumento de 24% nas novas internações nos últimos sete dias, em comparação aos sete dias anteriores. O estado de São Paulo vem registrando média diária de mortes por Covid-19 acima de 200 há quatro dias seguidos. O valor não ficava acima dessa marca desde o dia 16 de setembro do ano passado. A média móvel de mortes diárias, que considera os registros dos últimos sete dias, é de 206 nesta terça-feira (12). O valor é 60% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica tendência de alta da epidemia. Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, foram contabilizadas 283 novas mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o total desde o início da pandemia para 48.662. Já o total de casos confirmados da doença subiu para 1.561.844, considerando os 12.702 novos registros nas últimas 24 horas. Os novos registros não significam, necessariamente, que as mortes e casos aconteceram de um dia para outro, mas, sim, que foram computados no sistema neste período. As notificações costumam ser menores aos finais de semana e feriados, quando as equipes de saúde trabalham em esquema de plantão. A média móvel diária de casos é de 10.756 nesta terça. O valor é 75% maior que o registrado há 14 dias, o que para especialistas também indica tendência de alta. A média diária de casos está acima de 10 mil há quatro dias seguidos. O último registro de média móvel acima de 10 mil casos no estado era de 18 de agosto. Nesta sexta-feira (8), o governo de São Paulo reclassificou quatro regiões do estado para a fase laranja do plano da quarentena devido à piora de indicadores de saúde, mas alterou as regras para adotar medidas mais permissivas para as atividades econômicas nesse estágio. Veja os novos registros no estado de SP nas últimas 24 horas: Veja o total no estado de SP desde o início da pandemia: Leitos de UTI Nesta terça, o total de pacientes internados no estado com suspeita ou confirmação de Covid-19 é de 13.175, sendo 7.668 em enfermaria e 5.507 em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Nesta segunda, a taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 em toda rede de saúde, incluindo serviços particulares e públicos, é de 66,8% na Grande São Paulo e de 65,4% no estado. Na cidade de São Paulo, grandes hospitais da rede particular, como o Albert Einstein e Sírio-Libanês, registram taxa de ocupação superior a 90%. Na rede municipal da capital, ao menos dois hospitais não têm mais leitos de enfermaria. Os índices de ocupação variam dia a dia, e a central de regulação do estado é responsável por conseguir vagas para pacientes que estão na fila de atendimento. Vídeos: Tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana.

EXAME.COM/SÃO PAULO
Data Veiculação: 12/01/2021 às 15h33

As aglomerações de final de ano devem se traduzir em um aumento preocupante de novos casos da covid19 por volta do dia 20. “A situação já está bem grave e na próxima semana deveremos assistir a uma alta ainda maior de pacientes internados com a covid19”, diz Edson Aparecido, secretário municipal de saúde de São Paulo. Segundo o secretário, por enquanto não se cogita a reabertura dos hospitais de campanha. Medidas mais restritivas, como o fechamento de bares, também não devem ser colocadas em prática tão já. Aparecido não é única autoridade de saúde do país a apontar a próxima semana como um marco para o novo pico do coronavírus. O governo da Bahia também está considerando que os próximos dias deverão representar um divisor de águas (para pior) nas internações causadas pela covid19. Uma das preocupações dos gestores é que as cidades menores não tenham condições de atender um maior número de pacientes e precisem transferi-los para centros urbanos com uma capilaridade mais abrangente do sistema de saúde, sobrecarregando ainda mais as capitais. No município de São Paulo, cerca de 20% das pessoas hospitalizadas com covid19 são atualmente de localidades do interior ou de cidades próximas à capital. Em Guarulhos, segunda cidade mais populosa do estado, a lotação de UTis já chegou a 93%. Com isso, a tendência é que os hospitais da cidade não tenham mais recursos para receber novos pacientes. Na capital paulista, tanto a rede pública de saúde como os hospitais particulares já vêm presenciando uma alta de internações causada pela covid19. No hospital Albert Einstein, a lotação de leitos comuns voltados a pacientes ao coronavírus é de 93%. No Sírio-Libanês, a ala de UTI dedicada à covid19 apresenta 90% de ocupação. No interior do estado, cidades como Marília e Socorocaba já não têm vagas nas UTIs da rede pública. Em Bauru, a lotação passa de 90%. Em Ribeirão Preto, a situação também é preocupante, com 84% dos leitos de UTI ocupados. Campinas vive um panorama parecido, com mais de 80% de ocupação dos leitos de UTI dedicados a pacientes com covid19. “Nessa segunda onda da covid19, há um aumento do número de casos tanto no interior como nas capitais, o que não aconteceu na crise de 2020”, afirma Aparecido. Secretários de saúde de outras capitais fazem uma análise semelhante. Em Belém, a expectativa também é de um agravamento sério do cenário da covid19 na terceira semana do mês, com o sistema de saúde sobrecarregado em várias partes do Pará. Em toda a Grande Belém, quase 100% dos leitos de UTI para pacientes do coronavírus já estão lotados. No Rio de Janeiro, onde houve várias festas de final de ano na praia, a expectativa é a mesma. A cidade tem 90% das UTIs lotadas. Por enquanto, o prefeito Eduardo Paes (DEM) resolveu não tomar nenhuma medida de maior restrição a atividades não essenciais. Um novo aumento de casos é aguardado para a semana que vem.

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 12/01/2021 às 12h10

O prefeito de Catalão, Adib Elias (Podemos), de 68 anos, segue internado em um hospital de São Paulo após testar positivo para a Covid-19. De acordo com boletim médico divulgado na manhã desta terça-feira (12), o prefeito teve febre de 39 graus durante a noite, mas amanheceu controlada. A situação clínica é estável. O prefeito recebeu o diagnóstico da doença o último domingo segunda-feira (10). Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, nesta terça-feira ele deve realizar por uma tomografia dos pulmões e angiotomografia do coração e artérias cardiovasculares. Após o resultado e avaliação médica, ele deve ser transferido para o Hospital Sírio-Libanês. No domingo, Adib Elias, foi internado no Hospital São Nicolau, em Catalão. No dia seguinte, ele foi transferido para o Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. Segundo a assessoria, ele está sendo supervisionado pelo médico Roberto Kalil. Adib foi reeleito prefeito de Catalão 57,62% dos votos. Foram 28.984 votos no total. Veja outras notícias da região no G1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

JORNAL GLOBONEWS - EDIÇÃO DAS 10H/GLOBONEWS
Data Veiculação: 12/01/2021 às 11h29

Hoje volta pra contar quem em são paulo tem Covid19 alerta com o aumento mia em todos e pouco mais uma semana por exemplo a média móvel de internados gente o paulista doidos ai já não tem mais vagas na enfermaria repórter marcos dos anjos o seu lado de são paulo bom dia marcos socialistas plexo dá acesso filha muito bom dia pra você bom dia a todos é o chamado efeito rebote a casa é justamente aquele que é provocado pela queda nas internações seguido de um aumento que durante as festas de fim de ano como natal e ano novo costuma velma ações os pacientes estão com o quadro que não tão com quadro grave sintomas leves e moderados e em casa em vez de procurar internação os pacientes que já estão internados por sua vez eles fazem eles optam pedi ao médico alta precoce e os médicos na maioria das permitindo dando pendendo pacientes e os libera um antes do então por isso havia uma queda nas internações durante as festas de natal e ano novo fizeram então este inúmeras internações acaba aumentando muito expressivamente o resultado desse aumento justamente me chamam de efeito rebote e consequentemente existe aí um aumento no nos percentuais de internação nas unidades de saúde como você mesma tudo dois da paulista e são os hospitais guarapiranga e use parelheiros já estão tem vaga nos leitos é nos leitos vi enfermaria outras unidades saúde também registram percentuais muito altos segundo um levantamento feito pelo jejum da globo dois hospitais particulares de são paulo percentual de ocupação acima por cento e albert einstein tentou de novo por cento e também o sírio libanês cujo percentual de e noventa por cento sobre isso a gente preparou uma arte uma ilustra senhor agora falando da média móvel de internação vou me lembrar que a média móvel é um cálculo socialista é um panorama mais academia então vamos ver então mostrando exatamente isso houve um aumento nas internações o primeiro de janeiro foi o primeiro dia do ano e também o dia onze de janeiro que foi ontem no intervalo de dez dias momento de nós internações são paulo no dia primeiro de janeiro esse número era de nove mil ações passou para onze mil e quarenta e uma internações crescimento vinte e seis por cento nas internações aquilo são paulo já na grande são paulo daqui da região metropolitana esse aumento por cento não passou e três internações trezentas e uma internações quem comentou internações dessa alta nas internações coordenadora do centro tudo novo coronavírus joão gabardo dos reis vamos ver o que eles o aumento que não tivemos do número de no número de internações no número de óbitos da semana nos alerta é uma situação que fica cada vez mais grave e que medidas a serem tomadas no japão estabelecendo que mesmo na fase amarela partir das vinte e duas horas não deve funcionar nenhuma atividade e as pessoas que não têm fusível não saiam de casa depois das vinte horas pois é então pra gente fechar temos agora o balanço atualizado tanto de casos quanto de mortes são paulo já vamos começar pelo número de casos desde o começo da pandemia lá no finalzinho de fevereiro até ontem dia onze e de janeiro então o número de chega a um milhão quinhentos e quarenta e nove mil e quarenta e dois casos confirmados e claro aqui são paulo já o número de mortos chega a quarenta e oito trinta e nove serviço falar agora da azul que horas é o número de casos do ibest e o número de mortes vinte e oito parece pequenos preciso lembrar que ontem segunda-feira que semana costuma mesmo haver uma redução exata ou represados é de lá por volta da desta quarta-feira aliás por volta na quarta-feira que amanhã aí sim devem ter o deve haver um aumento tanto de casos quanto de mostra obrigada marcos todos.

PORTAL DCI/SÃO PAULO
Data Veiculação: 12/01/2021 às 11h28

Covid-19 em SP – Duas semanas após as festividades de fim de ano, hospitais da rede privada de São Paulo registram taxa de ocupação superior a 90%. Na rede municipal, ao menos dois hospitais não têm mais leitos de enfermaria. Antes mesmo do Natal, infectologistas previam o caos hospitalar e a superlotação nas enfermarias que tratam a Covid-19 em SP. Parte do caos hospitalar se deu por conta das aglomerações nas praias, hotéis e festas de Ano Novo. Entre os principais hospitais privados da capital aponta uma elevação expressiva na rede particular. Covid-19 em SP nos hospitais particulares Hospital Israelita Albert Einstein - CONTINUE DEPOIS DA PUBLICIDADE - No Albert Einstein, um dos principais hospitais da rede privada de São Paulo, os leitos comuns que tratam o coronavírus está com 93% de lotação. Já a ocupação das Unidades de Tratamento Intensivo – UTIs e semintensiva para Covid-19 está com 84% cheia. São 62 pacientes para 74 leitos. Em novembro, o hospital já demonstrava preocupação com a alta de internações, quando possuía 68 pacientes confirmados com Covid-19 em SP internados. Hospital Sírio-Libanês Na segunda-feira (11), o Hospital Sírio-Libanês tinha 174 pacientes tratando o coronavírus. Destes, 47 estavam na UTI, o que representa 90% de ocupação da área dedicada a pacientes com Covid-19 em SP. O hospital tem observado aumento no número de pacientes com Covid-19 desde novembro. Em 7 de dezembro, a unidade chegou a acionar o plano de contingência do hospital por causa do pico de procura de pacientes com suspeita de coronavírus em 48 horas. Hospital Santa Catarina O Hospital Santa Catarina registrou, também na segunda-feira (11), 62 pacientes internados com Covid-19. O número representa 20% de sua ocupação, dos 310 leitos disponíveis na unidade. Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo O hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo registrou um total de 96 pacientes com coronavírus internados, sendo 76 pacientes com diagnóstico confirmado e 20 com suspeita da doença. Veja como está a situação dos pacientes com Covid-19 em SP na Beneficência Portuguesa: Pacientes confirmados: 37 estão em leitos de UTIs e 39 em unidades de internação Pacientes com suspeita: 7 estão em leitos de UTI e 13 em internação dos 938 leitos existentes na instituição, 198 deles são de UTI. Com a pandemia do novo coronavírus, o hospital disponibilizou cerca de 110 leitos para pacientes com Covid-19. Hospital Nipo-brasileiro e a Covid-19 em SP Até ontem (11), o hospital Nipo-brasileiro tinha registrado 37 pacientes internados. Destes, 12 são de casos suspeitos e 25 de casos confirmados por Covid-19 em SP. A unidade tem 19 vagas de enfermaria e 18 de UTI. Foram quatro novas internações nas últimas 24 horas e cinco altas. Desde o início da pandemia, em março do ano passado, o hospital registrou 1.963 internações por Covid-19. Covid-19 em SP na rede pública A rede pública também enfrenta o começo do ano pós festas com aglomeração, um tanto quanto lotadas. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, hospitais municipais como o Guarapiranga e o Parelheiros, ambos na Zona Sul da capital, já não têm mais vagas nas enfermarias. Nos demais, os índices superam os 80% de capacidade. Veja a situação dos hospitais públicos com casos de Covid-19 em SP: Sorocabana (Lapa): 90% Carmen Prudente (Centro): 80% Capela do Socorro (Zona Sul): 80% Cruz Vermelha (Centro) Bela Vista (Centro) 78% Ignácio Proença de Gouvêa (Mooca) 77% Além da alta de internações, o estado de São Paulo vem registrando média diária de mortes por Covid-19 acima de 200 há três dias seguidos. O valor é 86% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica tendência de alta da epidemia. Vale ressaltar que o valor não ficava acima dessa marca desde o dia 16 de setembro do ano passado. Siga-nos no

PANORAMA FARMACÊUTICO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 12/01/2021 às 00h00

A partir deste mês, mais de 300 unidades de farmácias da rede RD-Raia-Drogasil na cidade de Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo passam a oferecer ao público o kit meuDNA Covid, um teste do tipo PCR-Lamp que indica por meio da análise de saliva de forma não invasiva se a pessoa está ou não infectada pelo vírus Sars-Cov-2. Dentre as opções oferecidas pelas drogarias, esta é a única que conta com 99% de acurácia no diagnóstico, a qualidade de um laboratório – a Mendelics, líder em sequenciamento na América Latina – e com a tecnologia nacional validada pelo Hospital Sírio-Libanês, parceira nesse desenvolvimento. Ao todo mais de 300 mil pessoas já realizaram esse teste no Brasil. A parceria entre as marcas amplia o acesso ao produto que inicialmente foi lançado apenas para empresas e mais recentemente foi disponibilizado ao público em geral por meio do e-commerce da healthtech. Para saber em quais lojas mais próximas pode-se adquirir o kit de autocoleta, precisa consultar no https://meudna.com/teste-covid , solicitar o teste, recebê-lo em casa e após depositar a saliva necessária agendar a retirada do material, sem custo extra, que acontece em até dois dias úteis. Já no laboratório, é feita a detecção molecular para identificar se há presença do material genético do vírus e o resultado é disponibilizado online em até 24 horas. Agora, com a facilidade do ponto físico de compra espalhado pela cidade, quem tiver uma urgência maior em saber se está positivo para a doença poderá fazer a compra e a coleta de forma imediata e encurtar o processo até ser notificado por e-mail ou SMS sobre o diagnóstico. O valor também é menor. Na internet, o preço praticado é de R$169,00. Já nas unidades Raia-Drogasil ele sai por R$150. PCR-Lamp: ferramenta para barrar alta da contaminação A parceria acontece em um momento propício para os negócios e para as pessoas. “Nós, como uma empresa de saúde, entendemos que estava na hora de levar à farmácia uma ferramenta segura para que as pessoas pudessem saber com mais exatidão se estão doentes e, então, planejar os momentos em que não é possível ficar em casa, sem colocar outras pessoas em risco” detalha Cesário Martins, diretor do meuDNA. De cada 100 pessoas não infectadas, menos de um indivíduo terá um resultado de falso positivo e esse é o melhor cenário existente hoje para testes de coronavírus, representando 99% de acurácia. O meuDNA Covid utiliza como base do diagnóstico a técnica PCR-LAMP (Amplificação Isotérmica Mediada por Loop). Assim como o RT-PCR, o teste considerado “padrão ouro”, ela identifica o RNA do vírus nas células da pessoa infectada desde a fase inicial. Ou seja, trata-se de uma maneira de testagem da infecção ativa, apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a melhor ferramenta para rastrear o vírus e impedir a transmissão. A diferença é que o PCR-LAMP é mais rápido e barato: seu processo simplificado não depende do swab nasofaríngeo (coleta de secreção nasal) nem dos reagentes e equipamentos importados que estão em falta no mercado. Para o PCR-LAMP, a amostra coletada é de saliva em um tubo estéril, completamente indolor, e feita pelo próprio paciente. “O meuDNA entra nesse cenário para trazer à população aquilo que antes precisava de um intermediário – uma ida ao hospital ou laboratório. Agora, qualquer pessoa que precisa saber se está, ou não, contaminada poderá contar com todos os benefícios que esse modelo de teste entrega – confiabilidade e rapidez do resultado com a conveniência de coleta indolor e onde preferir”, acrescenta David Schlesinger, CEO do meuDNA e também da Mendelics. Fonte: Diário de Petrópolis.

SAÚDE & VITALIDADE/SÃO LUÍS
Data Veiculação: 12/01/2021 às 00h00

Todas as manhãs, Leandro Tavares, 37, veste seu capacete e segue rumo ao petshop onde trabalha, no Rio de Janeiro. O entregador, que chega a percorrer 50 km por dia, decidiu trocar o ônibus pela bicicleta para evitar a aglomeração do transporte público durante a pandemia. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a bike é uma das formas de deslocamento mais seguras para evitar a proliferação do coronavírus. Mas não foi só um risco mais baixo de contrair covid-19 ao ir e voltar do trabalho que Leandro obteve quando passou a se locomover sobre duas rodas: “Diminui o estresse, melhorou o humor e até minha autoestima aumentou”, afirma o carioca. A médica cardiologista Danielle Resende, do Vera Cruz Hospital, de Campinas, confirma que logo nos primeiros dias de atividade física algumas pessoas já podem obter uma elevação na sensação de alegria e bem-estar e redução de estresse, já que pedalar estimula a produção de substâncias como epinefrina, noradrenalina e endorfina. Nickolas Pereira de Arruda, 27, também colheu esses benefícios. O mecânico hidráulico de São Paulo relata que a redução do estresse e o aumento da disposição no dia a dia foram os primeiros efeitos que sentiu ao trocar o ônibus pela bike para ir trabalhar. Depois de alguns meses, veio a perda de peso e o paulistano, que tem asma, viu até sua respiração melhorar. Por ser uma atividade aeróbica –exercício em que você faz movimentos constantes por tempo prologando e usa o oxigênio como principal fonte de energia para os músculos–, pedalar trabalha bastante o sistema cardiorrespiratório, melhorando a saúde do coração, dos pulmões e a circulação sanguínea. Para se ter ideia, segundo a cardiologista Amanda Gonzales Rodrigues, do Hospital Sírio-Libanês, uma única sessão do exercício já é capaz de reduzir os níveis da pressão arterial por até 24 horas. “O exercício também proporciona grande gasto calórico e pode contribuir para a perda de peso, mas uma dieta equilibrada é fundamental nesse resultado. A pessoa não pode comer mais para compensar o que perdeu pedalando, né? ”, alerta Rodrigues. Para obter todos esses benefícios trazidos pela atividade física, a OMS recomenda a realização de ao menos 150 minutos semanais de exercícios moderados, que podem ser distribuídos ao longo do dia. Ou seja, mesmo quem mora perto da empresa e gasta 15 minutos para ir e 15 minutos para voltar do trabalho vai garantir melhorias à saúde. Persistência é a chave principalmente no início, quem é sedentário pode sofrer com fadiga e dores musculares. Mas o segredo é manter a regularidade, pois com o tempo a capacidade do sistema cardiovascular aumenta, os músculos ficam mais fortes e o organismo se adapta ao exercício. Caso o desconforto no começo seja grande, procure intercalar os dias em que pedala, para dar tempo para o corpo se adaptar. “Após algumas semanas, o organismo passa a funcionar de forma tão equilibrada que até mesmo a qualidade do sono melhora”, diz Raul Osiecki, professor do curso de educação física da UFPR (Universidade Federal do Paraná) Todo cuidado é pouco Antes de se lançar ao projeto de pedalar diariamente, é fundamental fazer uma avaliação médica para saber se você está apto para praticar exercícios regularmente. O segundo passo é ter uma bike com tamanho adequado para sua altura, com o selim e o guidão ajustados corretamente. Também é importante que a bicicleta tenha os equipamentos de segurança necessários para pedalar no trânsito: farol dianteiro, luz traseira, buzina. Sem falar do capacete, que é essencial para a segurança. Principalmente para quem é iniciante, Ericson Pereira, professor do curso de educação física da PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), recomenda antes de sair de casa planejar bem o trajeto que irá fazer: “Opte por ruas mais planas no início”, diz. Independentemente do seu nível no pedal, a recomendação é sempre transitar por ciclovias, ciclofaixas ou ruas pouco movimentadas, mesmo que isso faça com que o trajeto fique um pouco mais longo. Evite grandes avenidas (vá por vias paralelas) e nunca pedale no corredor de ônibus, nem na contramão —os ciclistas devem obedecer às mesmas regras de trânsito dos automóveis. O professor Ericson alerta ainda que o ciclista precisa estar preparado para imprevistos: leve na mochila ferramentas para consertar um pneu furado ou problemas mecânicos. Por: Lívia Inácio Colaboração para o VivaBem Fonte: OMS (Organização Mundial da Saúde) Danielle Resende,médica cardiologista do Vera Cruz Hospital, de Campinas Amanda Gonzales Rodrigues, cardiologista do Hospital Sírio-Libanês Raul Osiecki, professor do curso de educação física da UFPR (Universidade Federal do Paraná) Ericson Pereira, professor do curso de educação física da PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) Transcrito: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2021/01/11/menos-estresse-e-mais-folego-ganhos-de-quem-passou-a-pedalar-na-pandemia.html

G1/NACIONAL
Data Veiculação: 12/01/2021 às 07h12

Grandes hospitais da rede particular, como o Albert Einstein e Sírio-Libanês, registram taxa de ocupação superior a 90%. Na rede municipal, ao menos dois hospitais não têm mais leitos de enfermaria. Segundo pesquisador da USP, alta se deve a fenômeno já conhecido de redução das internações durante as festas e do posterior 'efeito rebote' provocado pelos encontros. SP tem dois hospitais municipais sem vagas para pacientes com Covid19 As internações por Covid-19 voltaram a subir nos hospitais particulares e públicos de São Paulo após o período de festas de final de ano. Segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde, hospitais municipais como o Guarapiranga e o Parelheiros, ambos na Zona Sul da capital, já não têm mais vagas nas enfermarias. Outros cinco hospitais estão com índice acima de 80%: Sorocabana (Lapa): 90% Carmen Prudente (Centro): 80% Capela do Socorro (Zona Sul): 80% Cruz Vermelha (Centro) Bela Vista (Centro) 78% Ignácio Proença de Gouvêa (Mooca) 77% Levantamento feito pelo G1 entre os principais hospitais privados da capital aponta uma elevação expressiva na rede particular. Alguns dos consultados pela reportagem registram taxa de ocupação de leitos superior a 90%: O Hospital Israelita Albert Einstein está com 93% de ocupação de leitos comuns para Covid-19. São 71 pacientes para 76 leitos disponíveis. A ocupação das Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) e semintensiva para Covid-19 está com 84% de sua ocupação. São 62 pacientes para 74 leitos. Em novembro, o hospital já demonstrava preocupação com a alta de internações, quando possuía 68 pacientes confirmados com Covid-19 internados; O Hospital Sírio-Libanês tinha 174 pacientes, sendo 47 na UTI nesta segunda (11), o que representa 90% de ocupação da área dedicada ao cuidado destes pacientes. O hospital tem observado aumento no número de pacientes com Covid-19 desde novembro. Em 7 de dezembro, a unidade chegou a acionar o plano de contingência do hospital por causa do pico de procura de pacientes com suspeita de Covid-19 em 48 horas. O Hospital Santa Catarina tem nesta segunda-feira (11) 62 pacientes internados com Covid-19, ou 20% de sua ocupação. O HSC dispõe ao todo de 310 leitos, sendo 79 de UTIs adulto e 16 pediátrico; O hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo registra nesta segunda-feira (11) um total de 96 pacientes de Covid-19 internados, sendo 76 pacientes com diagnóstico confirmado e 20 com suspeita da doença. Dos pacientes com diagnóstico confirmado, 37 estão em leitos de UTI e 39 em unidades de internação. Dos pacientes com suspeita, 7 estão em leitos de UTI e 13 em unidades de internação. Do total de 938 leitos existentes na instituição (sendo 198 deles de UTI), a BP disponibiliza no momento cerca de 110 deles para pacientes de Covid-19 (sendo 50 deles de UTI); O Hospital Nipo-brasileiro tem nesta segunda-feira (11), 37 pacientes internados. Destes, 12 são casos suspeitos de Covid-19 e 25 são casos confirmados. A unidade tem 19 vagas de enfermaria e 18 de UTI. Foram quatro novas internações nas últimas 24 horas e cinco altas. O hospital já teve 1.963 internações desde o início da pandemia. Márcio Sommer Bittencourt, pesquisador do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica do Hospital Universitário da USP e mestre em Saúde Pública pela Universidade de Harvard, afirma que a alta nas internações nos hospitais com pacientes com Covid-19 se deve a um fenômeno conhecido de redução das internações durante as festas e do 'efeito rebote' posterior, por causa dos encontros nesse período. “Sempre há uma redução de internações no Natal e no Ano Novo. Este é um fenômeno já bastante conhecido. O paciente que não está grave, que está com sintomas moderados ou leves, prefere ficar em casa. Quem está internado pede alta precoce e a gente tende a agilizar a alta do paciente e até dar a alta a pedido dele. E o paciente que no dia 25 de dezembro tem condições de esperar atendimento pelos sintomas, ele espera", explica Sommer. "Mas depois dos feriados tem um rebote. A queda, então, se justifica por aqueles que não vêm aos hospitais, pelos que a gente dá alta precoce e dos que pedem alta um pouco mais cedo. É um fenômeno esperado”, destaca. Análises feitas pelo especialista na rede particular confirmam a tendência de sobrecarga na rede. Ele considera os índices de ocupação de UTIs e também de enfermarias. Cresce o número de pacientes internados nos hospitais particulares de São Paulo Cresce o número de pacientes internados nos hospitais particulares de São Paulo Festas de Natal Bittencourt acredita que a alta das internações atual esteja relacionada aos encontros que ocorreram durante o período do Natal. Ele aponta, porém, que o reflexo da contaminação ainda será sentido no sistema de saúde. “Acho que a maior parte das transmissões serão nas próximas semanas. E sempre é bom lembrar que não é apenas transmissão direta. Por exemplo, em um evento de festa, eu posso pegar o vírus de alguém e levar para a minha família e aí você tem uma segunda infecção como consequência da primeira que foi no evento. O efeito secundário do evento pode acontecer algumas semanas depois. ” Hospitais públicos e particulares de SP estão lotados com pacientes com Covid-19 Hospitais públicos e particulares de SP estão lotados com pacientes com Covid-19 Sobrecarga do sistema O problema da elevação contínua dos índices é o risco de colapso do sistema de saúde. De acordo com Bittencourt, vários hospitais privados hoje têm o maior número de pacientes internados com Covid-19 desde julho e agosto, com índices próximos ao da máxima que tiveram em todo o período. “O sistema hospitalar já está sofrendo sobrecarga. Não está em colapso, mas está em sobrecarga. Temos vagas em UTI que serviam para atender a outras doenças atualmente usadas para Covid-19, alguns lugares reduzindo procedimentos eletivos, ajustando fluxos, há hospitais que estão cancelando tomografias porque tem muitos pacientes com Covid19 fazendo tomografia, ou cancelando outros procedimentos eletivos e ambulatoriais para conseguir acomodar o aumento do volume de pacientes com Covid19 que está procurando o atendimento recentemente. ” Infectologista fala sobre mudanças nas regras de flexibilização do Plano SP Infectologista fala sobre mudanças nas regras de flexibilização do Plano SP Alta de mortes Além da alta de internações, o estado de São Paulo vem registrando média diária de mortes por Covid-19 acima de 200 há três dias seguidos. O valor não ficava acima dessa marca desde o dia 16 de setembro do ano passado. A média móvel de mortes diárias, que considera os registros dos últimos sete dias, é de 213 nesta segunda-feira (11). O valor é 86% maior do que o registrado há 14 dias, o que para especialistas indica tendência de alta da epidemia. Como o cálculo da média móvel leva em conta um período maior que o registro diário, é possível medir de forma mais fidedigna a tendência da pandemia. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, foram contabilizadas 28 novas mortes por coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o total desde o início da pandemia para 48.379. Já o total de casos confirmados da doença subiu para 1.549.142, considerando os 3.010 novos registros nas últimas 24 horas.