Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus

CNN NOSSO MUNDO/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/10/2020 às 23h57

A série é nosso mundo, a gente conversa com o cardiologista doutor Roberto Kalil Filho que estar muito sincera que vai responder agora a provocação da país Taiz para repetir rapidamente Dantas sobre o pós pandemia alma. Expectativa muito grande assim se as pessoas vão ficar mais solidária, essas pessoas vão ficar mais boazinha e eu queria saber do senhor o que os espera no do. As pessoas não vão mudar as pessoas são como são nossos cultos carro não vou ficar mais bonzinhos não, mas de novo, mas o que o que houve um pânico generalizado relação à saúde das pessoas estão valorizando mais a saúde está bom, né. No sistema público, por exemplo, estamos muito ajuda de empresas, a solidariedade foi muito grande. Eu espero que continue em que o brasileiro, por exemplo, não tem cultura de doar. É muito difícil você conseguido ação da população, o aumento dos empresários, porque cultura, nós começamos no Incor o uma campanha até a agência fez uma campanha linda, os dois anos atrás, captação de recursos para o Incor essa foi não foi bom, porque as pessoas se conta nos dedos pessoas que realmente tem essa cultura e do ar e nós continuamos insistindo nisso, então e houve muita solidariedade das grandes empresas bancos e lá todo o mundo e de pessoas físicas durante essa pandemia com várias doações importantes, inclusive que salvaram vidas e vidas vividas. Espero que continue. Isso talvez já é contínuo e isso vai mudar o mundo pós pandemia eu acho que o brasileiro em se as pessoas com condição que ele saia, vão ter um pouco mais dessa cultura de doar e de fato a participar de uma só para melhorar a saúde pública do país. Não terão uma responsabilidade dos governantes das autoridades, porque não é muito solidário, idade de doações de empresários, ótimo, toda doação é bem-vinda para o encontro em ufá toda doação é bem-vinda. Um picolé o saco de arroz. Até milhões que nós recebemos doação, porém, não tira a responsabilidade dos governos e de investir mais. Da população SUS. Estou e ficou amigo de muitos presidentes pelo que eu vi praticamente todos os presidentes vez do Figueiredo passaram pela sua mão e pela sua casa. E imagino que nessa trajetória de metas de gênio alguns convites para participar desses governos. Nunca fiz ter uma atuação política, mas efetiva. Eu recebi vários convites mesmo você fala, você já sabe se foi amplamente divulgado nessas últimas décadas aí mas de qualquer maneira eu nunca tive vontade, porque é o nem maturidade para ocupar um cargo de cinco um da Secretaria do ministério, eu acho que você tem que ter uma doze anos que tentam maturidade muito muito muito e que necessita muito preparado para que por que isso não é uma brincadeira, uma coisa bastante sério, eu assumi a direção do Incor de nós e por único com os Mo que é um em cor e pelo cargo de professor titular e tive que assumir cargo administrativo. Você tem que estar sempre ganha muito obrigado, doutor. onze anos em cargo administrativo da instituição e continua apanhando muito você imagine um encontro bem, eu estou grande são quinhentos leitos três mil funcionários também, mas imagine você lidar com milhões de dezenas, centenas de hospitais é muito difícil nunca tive vontade primeiro que eu amo o que eu faço é o seu médico, então eu nasci para ser médico e eu adoro a medicina, a minha vida e medicina de família e claro sempre torce um pouquinho nariz quando falo possuem normas, eles se acostumaram que não adianta, eu sou médico e pronto. A esposa e duas filhas lindas, mas isso já é um a um consenso. Não há discussão com minha vida e medicina do você largar da medicina os meus pacientes Tottenham eu faço meu período do estudo khorasan pela trinta e quatro anos, fazendo pesquisa dano ao ensino e cuidando das pessoas mais carentes. Isso para mim é fundamental minha vida e no Instituto do coração, enquanto estou no consultório, o meus pacientes a saiu uma da manhãs tão nunca tive de largar esse meu mundo que minha vida para ocupar um cargo público, talvez por falta de maturidade por falta de preparo. A dor sofrida, mas por outro lado, eu quero voltar aqui, ela só fala que o senhor es o longa com todas essas alto. Pelos lados do outro lado, o senhor vai conseguir fazer os doces de um game exatamente quantos homens no game nos representando nesse nesses você já conseguiu conter o ex e um anos não viu o cerco militar. O que o que o que justamente pela proximidade com essas pessoas e grupos que muita coisa para os hospitais públicos e bastante, porque eu mesmo tempo inteiro. Desde a liberação de verba desde atrás de verba, aparelhos suas coisas e de rotina e no meio de outros fiéis de muito mais não população como um todo, mas a instituição em cor que o trabalho. Claro, que no futuro se falasse, pretende no futuro nem no futuro presente não, mas talvez não pretendo morrer tão cedo, não tem tempo para ocupar o cargo e de. A diferença a gente ter nesses cargos públicos de pessoas que estão conectadas, por exemplo, com os pais não um cargo de ministro da Saúde da Secretaria de Saúde esteja conectado com o com o sistema se médica hoje. Não que venha desse sistema e Ani, obrigatoriamente, mas que a conexão se faz necessária. Eu acho que o ministro da saúde, o próprio secretário da saúde e tem que ter conectado com as universidades e hospitais públicos com a rede privada também. Você não tem sentido o ministro da saúde, um táxi conectado com o sistema público é privado com a universidade. Boa parte de ciência, plano faz parte, não dá para governar sozinho o prêmio sozinho sem a classe e da saúde se apoiam e ando ou dando opinião. E ameaças não é e que são tantas perguntas na cabeça, a gente fique cronômetro dando, né, até que horas a gente se pergunta será que vai dar tudo. Doutor se o senhor estivesse numa provocação a que mais leve e se tivesse na cadeira de ministro da saúde, quando nós tivemos a confirmação do primeiro caso de convite no Brasil foi mais. Logo depois vieram as mortes e a gente ficava aquele sentimento será que não chegaremos a mil mortes por dia e chegamos por tanto tempo. Se eu estivesse na cadeira ocupada pelo então, ministro da saúde, Luís Henrique, Mandetta quais alternativas, diferenças. E o que é que foi feito que hoje observando o senhor acha que poderia ter sido feito diferente. Olha se eu tivesse a capacidade de julgar a gente falar e por que não eu não se falou, fala mesmo cabo, mas não tem essa capacidade de julgar essa doença pegou o mundo inteiro se preparando Evo mais mais longe do que o ministro Mandetta do que o ministério brasileiro por conta dos Estados Unidos. A tragédia nos Estados Unidos, né. A medicina de bilhões de trilhões de dólares à disposição a isso, ela na verdade começou na China dizem todo mundo, viu. É pegou Europa, então não for verdade, não começou nos Estados Unidos estudou eu comparo a tragédia que foi nos das americanas Nova Iorque, então é e não dá para você eu não tenho nem capacidade para julgar o que poderia ter sido diferente, porque o que eu posso dizer foi feito tudo o que tinha que ser feito a pôr o Brasil enfrentou muito bem essa crise, vocês sabem, eu acho que minha avaliação do efeito muito bem. Não se eu acho que os o primeiro houve, na verdade, uma devoção de todo o mundo para combater esse vírus, tanto a sociedade como os profissionais da saúde. Então é muito difícil que poderíamos que que o ministro manetta poderes, eu não sei menos não tem nem capacidade a para parte da opinião. É muito fácil você falar de ter feito isso aquilo, mas eu não tenho essa capacidade deste julgamento. O núcleo difícil não estamos levando pelo asa, não sei responder até que a gente viu o gestões até esse momento com mais estrutura excelente de saúde, ele não falou que o Brasil, mas falando do mundo e que também perderam muitas vidas. Uma doença que ocorre porque pegou a sobra na área, o que. Quando você tinha um sistema de U Tis ano o sistema mais robusto úteis. Que foi o caso está São Paulo. O Estado de São Paulo também, mas também é o sistema único de saúde aqui muito bem aparelhando. Tivemos problemas, tivemos problema soubemos enfrentar subimos enfrentar o todos você pegar todos estados que o sistema único de saúde e foi estava bem aparelhado melhor treinado, a mortalidade foi menor uma maneira ou de outra né, mas o Brasil e hoje foi um sufoco, o que eu estou assim, eu fico olhando de trás para frente e para trás, o Brasil foi bem. Eu queria eu queria falar sobre o dilema da economia e da vida, né. Quem salvar primeiro a economia ou havida quem defendeu salvar a vida de sua economia. A gente falar, mas a gente vai vivo como é que só participa dos e como é que o senhor participou desse debate tirar do chão, apoiou ou eu não me fim não deram eu não poderia, honestamente eu nessa pandemias nós do Hospital das Clínicas, por exemplo, o que nós fizemos ontem o Instituto Central, o Instituto do Hospital das que existem vários títulos tem cores. A criança que atrito, então foi feito um projeto para o estudo Central não tem novecentos leitos. Se o instituto convite, tanto leitos com um e com enfermaria como leitos de UTI chegou a setenta e trezentos leitos de UTI até uma UTI Cardiológica dentro do Hospital das Clínicas para combater o convite, claro que o encontro acabou tendo convivem com a receber pode traumatizados a transplantes de fígado, coisa que não era caso então complexo ser jeito assim cada um tem uma parte do Instituto chamado Central e vamos deixar o instituto só especializado nisso, então eu fiquei muito voltado para isso eu me meti na vida privada e eu nos pacientes e no hospital, os atendemos centenas em temos centenas de casas, convite no Hospital Sírio Libanês, onde eu pratico medicina privada, então se quer saber eu fiquei tão voltado para eu não eu não tomei parte dos negócios utilizando flexibiliza. Mas deixar tudo aberto, deixar o comércio aberto e teria matado mais pessoas nas teremos perdido mais brasileiro do que o isolamento é ouvido uma sem dúvida nenhuma, isso no mundo inteiro, isso aí é padrão. E que usar máscara também se lavar as mãos também, então. Quero voltar aqui é uma fala da íris a se falar e ia para a perda mensal para voltar a uma fala da Eliza, quando ela disse que a pandemia matou e matou pobre e aí a gente trouxe muitas vezes maior usam aqui Marquês monótono nas nossas entrevistas de que estamos todos na mesma tempestade, mas nós todos nós estamos todos no mesmo barco. Aí eu queria ouvir suas reflexões também sobre a nossa desigualdade no Brasil e como a pandemia matou as pessoas de forma diferente como as periferias sofreram. O senhor lida muito com uma classe mais rica e o mais o senhor tem é muito crítico também de tudo isso do sistema e o que ele houve também é sobre isso, mas é justamente o anos, o locais. Assim que o SUS tinha mais condição de mortalidade foi menor. O caso fez mais bem aparelhado das porque e Alemanha foi bem, porque no começo, porque tinha UTI que o sistema de saúde robusto tinha o julgamento do no respeito orçamento dessas coisas protetivas são medidas de proteção agora. No nosso pergunta, os hospitais, os com tecnologia mortalidade foi baixo, claro que você pega e na rede privada é uma UTI com todo o recurso do mundo mortalidade foi o mais baixo em nesse ponto houve essa desigualdade de o de atendimento mais estrutura de atendimento e mesmo com essa estrutura no Estado de São Paulo é o que mais perdeu seres humanos e para a doença, ele tem mesmo tendo essa estrutura que o senhor considera, mas o Estado de São Paulo em relação ao número de habitantes, não sei como não há não sei qual foi o último da idade, mas não foi mais alto, não. Porque é uma população muito maior relação número de habitantes em relação ao número de habitantes não foi não foi que a estrutura nossa nós não tivemos problema, devemos ser úteis cheias, mas não teve nenhum caos aqui no Estado de São Paulo, você pode ver tanto na cidade, mas de novo pela estrutura SUS que existe no Estado de São Paulo. Então vai ter um complexo com outros também estão completos como Hospital das Clínicas nessa retaguarda e outras instituições várias instituições públicas que nós temos com alta tecnologia e sem falar que o sistema privado e serviços de saúde Suplementar em São Paulo também é forte na então você junta o sistema e supressão de fomentar com sistema público de São Paulo. Talvez se de um sistema de saúde dos mais preparados do mundo para enfrentar uma situação dessas. Meninas é preciso ouvir o doutor sobre vacinas, mas vou deixar a minha primeira fase e pergunta depois a gente volta esse tema que a gente prometeu lá no primeiro bloco, a lista soul para a menor sobre o Vasco. Doutor, segundo apurou a revista Piauí, Bolsonaro ainda quando era candidata, uma facada em dois mil e dezoito não quis ir para o sírio-libanês, porque lá é e seria um dos petistas se tratando e esse ano, o presidente parece deixadas história meio de lá e até citou senhor que é médico de muitos petistas e numa. Se for a quina e falado isso, o senhor ganhou coração, além de Presidente hoje nos bastidores se fala de uma amizade começando, eu queria saber o senhor a sua relação com o presidente hoje senhora Net de e vencer, não. Não sou médico do presidente e espero que não se de médico, porque eu vejo pela no pelas notícias, uma pessoa saudável teve seus problemas e de novo. A história de arte, nesse paciente ele tem direito de escolher o médico. Então não tem problema, não tenho, tem dilema, disse, optou por hospital Albert é direito do paciente. Neste não tem política nisso, não é onde se sente mais confortável médico, principalmente por paciente por deixa o médico e tem uma boa estrutura hospitalar. Você me perguntou a relação com o Presidente se encontra presente uma vez. No dia dezessete de agosto, agora. Foi um encontro dele no Palácio do Planalto a convite de não ter na agenda oficial. Então tive essa a honra de conhecê-lo e como você falou durante essa crise. Quando fiz o cálculo que não falei algumas vezes com o presidente por telefone, mas pessoalmente eu tive a honra e sempre à mão, uma surpresa da República. Mas um Presidente da República, né, opina vez mais. Gostei muito do presidente Dilma pressão, ótima do presidente. Muito bom, então nós vamos para o intervalo, agora com essa peça fala, a gente volta a falar de vacina você fica aí hora daquela pausa, a gente segue nossa entrevista com o cardiologista Roberto Kalil Filho. A fala sobre tudo o que já temos sobre vacina aqui no Brasil, nós voltamos já, ficar em um Hull.

CNN NOSSO MUNDO/CNN BRASIL/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/10/2020 às 23h23

Este ano, o coronavírus por isso convidamos um dos médicos mais renomados do país famoso, inclusive por cuidar da saúde de muitos presidentes da República. Era uma pesquisa inédita no Brasil sobre as possíveis sequelas da couve de dezenove no coração. E a presidente do conselho Diretor do Instituto do coração do Hospital das Clínicas de São Paulo e também diretor geral de Cardiologia do Hospital sírio-libanês em A vida pessoal revela alguns se agredindo os dele tem talento para saxofone e adora gatos, doutor Roberto, Kalil seja muito bem-vindo ao cinema nosso Brasil não é muito bom estar aqui com vocês. Bom, a nossa do momento que a gente está começando agora essa nova temporada esse novo programa para a gente é muito importante já queria mexer um pouquinho na sua vida pessoal, porque a gente já falou que só agora gatos toca saxofone e a gente sabe que sou obstinado também trabalha muito chegar cedo no escritório no consultório. Agora obstinados também são todos os cientistas nesse ano de dois mil e vinte nesse ano atípico nesse mundo que a gente tá vivendo agora só mudou ainda mais a sua vida consegue dormir, doutor. É um pouco no sentido muito pouco e continuou dormindo com um claro que se o convite, uma coisa mais estressante para todo mundo, né. Os médicos e os pacientes por familiares. Foi realmente manter completamente diferente e temos que trinta e cinco o ano de medicina já estou velho medicina, mas nunca vivi um cenário de dívida, só que pouco é o que eu estou há cinco homens, quatro anos e tem atualmente um lado pelos médicos não passou na Câmara, então, mas eu durmo telefone toque pro por danos assim a cada hora não estavam acostumados sempre foi assim todos os dias para estão nessa mesma linha a turnê esse ano foi a expressão de para todo mundo que fizer. E comentam pouco recentemente, o presidente do nova chance e pegou coronavírus, né. E teve aí uma tela de remédios internação, a gente não sabe direito se ficam. O meia está bem se não tá bem e quando ele saiu do hospital, ele deu uma declaração dizendo eu não temo para os americanos não temam o coronavírus né. Eu queria saber se achar essa declaração dele responsável pelo que estou sabendo dentro do hospital, como se vê isso deixa, né. Sem politizar porque sempre se não o problema do DER de São João de Meriti, foi muito politizado também foi de qualquer maneira a oitenta por cento das pessoas que que tem o coronavírus ação sintomática os e vão passar nem sabendo que tem desculpe por acaso. Os quinze por cento mais ou menos são formas leves que realmente uma gripe mais forte que se trata em casa o cinco por cento que necessitam hospitalização eu costumo dizer uma maneira não científica que tem duas doenças o coronavírus fora dos planos econômicos e tema de uma doença muito mais grave, mas são cinco por cento e teve alta na manhã você encara. Porque se você estão olhando para os pacientes que estão em casa, o que não sei de nada, então é uma dor não temo o vírus, né, mas na minha opinião não é bem assim, porque você não sabe e muita gente fala entretanto pegar o coronavírus, né, para ficar livre, eu falo, não faça isso e não fale isso, que você não sabe se vai se deixar sintomático dos ônibus sintomático setenta em casa você não tem tomando o terá sua vida, então. Muito diferente, claro que é um vírus que e nós já tínhamos outros vírus da família como o sasc ouvir o Sarkozy o mês, mas de qualquer jeito da mesma família, ele é completamente diferente e o senhor tá dentro desses seis por cento que foi internado inclusive, não é, infelizmente tudo disse que, infelizmente estou aqui, infelizmente, fiquei ruim mesmo, né. E cair dentro do cinco por cento uma forma que muito grave. Fiquei e dez dias internado numa semi-intensiva e ele confessou você nos primeiros dias foi terrível, um sofrimento muito grande foi muito sintomático, então há pontos de com um terceiro dia de internação e eu liguei pro para a equipe médica que estava me cuidando David Uip infectologista Carlos Carvalho, pneumologista doutora Márcia, cardiologista MG, por seis três da manhã senti o terceiro dia do atentado no carro desliga todo o governo. Eu tinha medo da morte e do sofrimento que estamos no causar no meu caso por esse vírus estão se vendo. Não, mas eu depois da minha alta e foi para casa numa quarta-feira na quinta o piloto no hospital. Eu que fui de me do mundo, né. Eu queria falar exatamente da sequela por que, inclusive a pesquisa que a gente surfava direto sobre as sequelas no coração, eu ouço gente se fim de semana. O que passou e houve também gente diz assim aí eu tive, eu tive muito pouco sintoma, mas eu estou tendo uma enxaqueca nunca estive antes, eu estou tendo um cansaço nunca tive antes, então é mesmo que não tenha se você tenha sido assintomático que você tenha ficado ali no pior sim, mas tratando em casa há o risco ainda de de conviver com a sequela que precisa ser tratada, né do toque de ano, não tem nada desprezível quando se fala em coronavírus. Precisa ser acompanhado as formas mais graves, por exemplo, de internação, como é o que acontece, tem que ter acompanhamento de três meses de acompanhamento e continuam tendo eu fiquei doente e trinta de março foi internado vinte e nove e trinta de março. Se ela faz assim cinco o mês, né. E tudo não é porque a gente não sabe direito como manejar sem vírus, né. Novidade é uma novidade mas de qualquer jeito, tem acompanhamento até hoje e é o que você falou que esse vírus é uma doença predominantemente pulmonar, mas não é só pulmonar que se achava no começo, ele agride organismo como um todo coração, por exemplo, o que ele agrediu bastante e muitas vezes a pessoa internada, ela é um mal ao coração e silêncios não tem sintomas durante internação para que depois da alta, então nós temos vários trabalhos descrevendo agressão do vírus no coração de uma forma estão dias. A título de curiosidade também descobri que eu teria ocorrido no dia trinta de março, doutor também, de vinte e mesmo dia e aí eu queria que o senhor falar sobre isso acabou de dizer sobre essa com elas no coração que que a gente já sabe. Hoje a gente conhece bastante o vírus, né. É claro que vamos conhecer mais e mais e mais Sul mais é o que acontece e tem várias formas de agressão coração, a primeira forma é uma coisa que as viroses a pode acontecer Camil card tio, o coração. Uma bomba de músculo que bombeia sangue para o corpo inteiro. E uma boa o bastante contente, bombeiros, cinco litros, em média, cem por minuto. E a mil card de uma inflamação do músculo do coração podendo levar enfraquecimento x. Vocês terão mais a uma ideia da gravidade dessa situação e não os primeiros a cento e cinquenta casos em honra. sete por cento das mortes foram por Milk Beach bastante, né, sobre o que teria agredido o músculo direto outra maneira ele pode grandes artérias do chamados artérias coronárias que são as artérias que uma não sai do músculo do coração e quando elas fechou causa infarto o que eles causam ele causa tombo, quadro nas artérias nevando infarto. Então ele pode levar ao infarto e e durante a hospitalização ou depois, então ele agride e a terceira forma de uma maneira didática e como ele agride muito os pulmões, você tem menos oxigênio por ter sido para todos esses a população de rua na falta de que gere o coração dos você ter uma pessoa de isquemia miocárdio internado desde o coração de várias maneiras, sem falar em arritmia de hipertensão arterial e outras coisas a mais, mas isso pode atingir qualquer pessoa o reversor de qualquer pessoa, não é só quem tem já comunidades ou problemas para não. Qualquer pessoa claro que as pessoas que têm comunidades já tiveram um problema cardíaco. Elas caem uma população de muito mais alto risco, quando e contaminadas pelo visto, não estamos falando pessoas que não tinha absolutamente nada do ponto de vista de uma semana interesse. Os assim informáticos também podem apresentar esse tipo de problema, a gente costuma ver em pessoas que apresentam sintomas e mais. Vocês terem uma ideia há quarenta dias ou dois meses, no máximo saíram dois trabalhos publicados na revista de renome chamando a gema é conhecida internacionalmente mostrou dois aspectos um sumiram e vinte pacientes ou não ser bem o número vinte de poucos pacientes, eles a falecer por pneumonia e não tóxico. sessenta por cento de seu setenta e oito por cento não sessenta por cento desde o começo e do coração, morrer por pneumonia, mas sessenta por cento o comprometimento do coração na mesma revista publicado estudo de ressonância magnética aí a sua à pergunta dos pacientes mais assintomático, os de caso tem leve diz que se recuperaram de ressonância magnética é um exame que viu músculo do coração. setenta e oito por cento das pacientes com uma média de setenta e um dia depois da doença com as três meses de inflamação no músculo do coração. Há quatro cinco, o dias atrás. O criança também foi detectado o vírus Hospital das Clínicas, Tutu do da criança foi a primeira vez que se detectou vírus dentro da ação. E anteontem eu três quatro dias atrás a revista Lancet lançam estudo público, estudo vinte e um pacientes autópsia todo o senhor vê isso no coração, mas na última manifestação de doenças do coração, então é muito melhor muito mais agressivo no sistema chamado cardiovascular cérebro também, porque ele causa acidente vascular cerebral derrame cerebral. Então é uma doença sistêmica. Faltou para que a noite e saio vai só para emendar aqui para quem está nos ouvindo agora nos assistindo agora o que deve quanto tempo, a gente deve fazer esse acompanhamento depois de ter e o coronavírus esplêndido caos. Depende da gravidade do caso se o médico vai saber de frente a maneira de você acompanha, mas tem que ter a companhia cita as formas moderadas graves, com certeza, tem então, comente e isso é orientado, né. As pessoas têm esse acompanhamento de rotina. Falar um pouco de futuro, agora, porque é o presente e parece tão assustador, mas ou o próprio envolvimento do senhor na pesquisa né, fazer descobrir os então a a se falar no coração, que esperanças que quer que os estudos que já avançaram nos trazem para isso, você pode até ter a sequela, mas tem esperanças, são boa, né. Nesse momento são bons, nós estamos ainda na pandemia. Não se fala em segundo a Honda não estão na Segundona não sendo o primeiro. Mas estamos saindo de uma maneira ou de outra da primeira não só depois falar com o Brasil enfrentou isso se quiser, mas de qualquer jeito, né, então é que está saindo dos oprimidos então as pessoas têm que ter o acompanhamento clínico de qualquer jeito, as pessoas infectadas, sim, a boa notícia é que hoje o tratamento do vírus não sabemos muito mais do que. Por exemplo, a própria Organização Mundial da Saúde foi de corte e cor e de não poluir, não podia porque você toma corticoides professor aumentar o risco de infecção generalizada hoje um dos grandes tratamento por de fazer outra. E eu vi que ele recebeu o prêmio de ter recebido treinamento o clássico recebeu e anticoagulante, por exemplo, vários estudos mostraram que nos meses a março abril. A doença causa quadro, tanto no cérebro, como no pulmão, como no coração do tratamento com anticoagulantes fundamental estão hoje se sabe como lidar com vírus, você sabendo como lidar, evidentemente, você cai mortalidade os pacientes mais graves da mortalidade cai porque você já tem protocolos e é cientificamente comprovados de como cuidar, né. Dos pacientes mais graves. E do ponto de vista, pesquisa da pesquisa sobre falando do coração específicas e que não. Não tem várias pesquisa mostrou próximos um registro que chama Conarte, ele tem vinte centros no Brasil, dez estados e a mim é um registro de complicações cardíacas e efeito colateral de drogas. Nós estamos em fase final e o estudo na literatura que tem mais caso até agora, com quatrocentos casos, estamos com mil e quinhentos casos registrados e nós lá logo e não vemos teremos resultado do grau de agressão, como o vídeo, nós é a nação por ecocardiograma por enzimas cardíacas por eletrocardiograma série de métodos para avaliar missão no coração e nós vamos ter não chega a dois mil pacientes anos pagamos o registro, uma população bastante representativos, o que é importante para aumentar também, né. Como foi agredido e sua pergunta como acompanhar as pacientes mais tardiamente. Doutor e nós tivemos e nós sabemos que as doenças cardíacas são as que mais mata no mundo inteiro nós tivemos durante a pandemia do coronavírus um aumento das mortes por doenças cardíacas e eu queria isso explicasse até que ponto a gente vai relacionar esse aumento das mortes e de acompanhamento médico de ao cardiologista por causa do isolamento está em casa comendo errado bebendo, bebida alcoólica e até que ponto a gente pode dizer que essas mortes que não chegaram a ser relacionadas com coronavírus podem ter relação com o coronavírus teremos inclusive muitos artistas por infartos se ano. Isso é um problema sério, porque o isolamento que se criam pânico, claro que o julgamento necessário, mas as pessoas deixaram de se cuidar deixar de fazer acompanhamento e pessoas. Kiko sinto-me em casa para comer de hospital foi errado aumentou muito a morte por doenças cardíacas, durante a pandemia em relação se você pegar março a junho. Aumentou muito em relação a dois mil e dezenove no mundo inteiro. Tem uma citação, por exemplo, que oitenta por cento das mortes do que o Samu lá de Nova Iorque, atestou em casa foram não coronavírus. duas pessoas morreram em casa por falta de cuidado não pelo vírus. Então isso foi uma tragédia paralela à essa pandemia, infelizmente e por mais que fiz a sociedade falavam todas essas pessoas, campo, pois esse vírus causou um pânico nas pessoas como se sabe se esse ponto foi muito ruim, então orientação que se dá nesse momento é que as pessoas que estão na fase de flexibilização procure um médico retome seu tratamento não só do ponto de vista cardíaco com outras pessoas. O Instituto do coração no mês de março, por exemplo, tem uma redução de infarto e cinquenta por cento e onde foram os infartos morreu em casa em abril, os pegamos vários pacientes infectados, arma for mais tarde já com sequelas cardíacas. Então é isso foi muito ruim e muito ruim, esse pânico. As pessoas pararam de um médico Paraná nos faz o acompanhamento e principalmente que estão passando mal em casa ou em casa. São Paulo foram sentimento de essa possibilidade de perder alguém que a gente ama o agente, o mesmo né, deixar de existir por causa de uma doença ainda sem tantas informações a cada dia evolui em da ciência, foi causam pavor e eu gostaria de me perguntar, doutor e em março, pelo menos aqui no Brasil, quando essa doença de fato chegou aqui a gente teve de virar uma transformação social tremenda. dez das relações nem que todo mundo se encostava se abraçava, de repente, opera e não vai constar, mas ninguém os comércios fechando baixando as portas, muita gente sem condição de conseguir manter sua começa diante e agora, pelo menos no mês de setembro ressentimento com o senhor falou de pânico, parece que foi do Pânico ao grito de liberdade, de repente, as pequenas flexibilizações resultaram em por exemplo, praias tomadas de gente lugares como o litoral de São Paulo, litoral do Rio de Janeiro, litoral de Pernambuco, tantos outros lugares, eu gostaria de ouvir a opinião do senhor a respeito disso, porque em lugares em que mesmo seja proibido mesmo que seja proibido pisar na areia no fim de semana o fim de semana em que você não vê a areia. Aquela luta, esse é um problema muito mais certo, até do que do que você tá colocando porque as pessoas elas se libertam entre aspas também muito e com a muleta, vacina e depois comenta depois, vai ver uma cena, eu não fique doente, já sabe que não é assim como se fosse o pote de ouro não vai ser então, está aumentando de novo em alguns locais a incidência da infecção pelo vírus aumentando o número de hospitalizações. Por causa disso, porque as pessoas, infelizmente, elas não se cuidam a Suécia não se cuidam, então essas medidas protetivas elas têm que ser continuadas e não é porque a vacina mas surgida que a pouco mais de um mês dois meses quando não se sabe quando, mas de qualquer jeito mesmo com o surgimento da vacina não é que se resolver o problema, porque proteções para discutir depois da meia-noite, quando o time das pessoas e as por um bom tempo tem que se cuidar cientistas aumento, utilizem máscaras, chato, mas que mais fazer o que é uma proteção. A mais e é isso que você tá colocando a gente vê na televisão todo dia muito ruim, porque isso vai aumentar a incidência de vida das pessoas continuam morrendo informou que mais o que que acontece uma falsa sensação de que dominamos. Já conhecemos o vírus como se conhecessem mais que os próprios médicos, mas que os próprios cientistas anos a como damos a eles e mostra porque, na verdade também o isolamento dos com quando foi sofrimento para todo mundo e claro, o suprimento necessário mas foi um sofrimento e tem um limite. As pessoas se metam mesmo e pronto os né. É muito e isso não pode julgar, mas que não é e a julgar não pode julgar jogando errado, porque vai aumentar a contaminação e mais mortes vão acontecer. O problema não está resolvido e o problema não está na resolvidos coronavírus veio para ficar eternamente. Claro que eu e você o que você quer, meu, exemplo, o sarampo. Quantas décadas tem o sarampo, sim, uma eu já sou velho, mas então você disse o sarampo é que acontece o ano passado, o aumento da incidência de sarampo teve imunização de rebanho com sarampo teve campanha de vacinação esquiva-se ineficazes estão falando e mesmo assim, sismos de descuido talvez da das pessoas o ano passado teve um pico sarampo e o coronavírus a mesma coisa vai ter vacina o não sabemos mais o tratamento vão surgir e médios mais novos aí que vão atenuar até essa doença, mas as pessoas tem que ter consciência que o vírus vai continuar. Que ele houve um pouquinho sobre política e a formar melhores, eu queria só fala mais uma mas antes, a gente mudar de assunto que falar sobre a comunidade científica porque o movimento da comunidade científica internacional, talvez seja sem precedentes, nervos e é claro que a modernidade da comunicação, ela que são, mas e eu queria eu queria ouvir sobre isso da outra sobre essa integração. E é o lado bom lado ruim dela, porque ao mesmo tempo parece que tem uma boa corrida mercadológica e por quem apresenta a primeira solução, enfim, mesmo que tenha positivo de encontrar a cura tratamento como é que o senhor assiste a esse movimento dessa interlocução inédita na a fim de saudar uma competição saudável. Quando você vê eu saí uma vacina que vai sair disse ela quando espaço os mesmos, que seja os menos de um ano, existe isso a semana dois três anos, mas pela tecnologia e pela pelo apelo da gravidade da doença. A doença foi uma das maiores tragédias. Doutor a gente estava falando aqui agora da imprudência de algumas pessoas de como as pessoas provocada que pela eles até que de como as pessoas estão saindo do isolamento e curtindo como se já houvesse vacina e aí eu queria me ouvir sobre também não só a negligência mais sobre algumas pessoas líderes mundiais, a gente viu aí contra a máscara durante um bom tempo. Movimentos ante vacinas, essa sociedade polarizada onde as pessoas estão indo para a rua fala inclusive contra a pandemia e contra a vacina como CEO que. Domingos às cinco horas por dia vêm as duas coisas primeiro as medidas protetivas elas têm que ser utilizadas e, infelizmente, porque quando você faz exercício com máscara em de insuportável você tá fora de casa, numa academia você tem que usar isso, então isso aí faz parte. E na minha opinião vai continuar no Japão e culturas pessoas gripados do Masp na rua e eu acho o que essa cultura não veio para ficar um pouco, né, mesmo que o coronavírus sei lá do que um ano todo mundo vacinados, ela quando os remédios mais modernos, mas a você a a máscara talvez seja utilizada para sempre não com esta frequência e não com essa obrigatoriedade, mas eu duvido que no seu ambiente de trabalho, você chegar o ano passado e você esperava. Agora vamos sair daqui e a que sai de agentes informou a moça em polícia das amostras se tiver gripado. Eu amo mesmo tipo só não disse Temer a de qualquer maneira, então isso a corte a política contra a vacina é um crime existe faz tempo e coronavírus quantas campo, a vacina para Agripino ao e fundamental e fundamental salva-vidas, as vacinas para as vítimas tem campanha de uma conta na sanção da gripe em pessoas que não se máximos eles se parecerão nesse momento agora não tinham, não deixa. Vai continuar sua posição, mas a oposição completamente responsável pelo amor de Deus e lideranças que acabou não incentiva do doutor também a pandemia ou diz, acredito na pandemia ou dos médicos. Então veja é muito nessa não politização, né. A polícia não faz parte de qualquer momento e da unidade doutor quando o Lula e Dilma se tratar no sírio-libanês, muitos críticos e dizer um a. Mas tem que para o SUS vai tratar no SUS e agora com a pandemia gente viu a importância do sistema único de saúde, né, com ele é fundamental para a população brasileira. Eu queria saber o que o senhor pensa do SUS e se o senhor acha que os governantes deveriam se. Tratar o sistema público como a maioria da população com mais dez, por exemplo, em países como o Reino Unido não acho que os políticos são as autoridades são pessoas vão ser os humanos. Eles têm condição que nem todo mundo tem de ter um convênio médico escolha do paciente os pacientes que esse Felipe na República, o ministro será quente, deixa fantasia, ele entre aspas dessas nessa desse cargo fora. Ele é um ser humano e se ele tem condição de ter um convênio médico, ele se tratavam a gente bem entender e com o médico quiser o que acontece com os nunca se falou do Lula e Dilma como se Lula vai tratar no SUS. Uma figurante vai falar bom atirando lugar de uma pessoa carente do Sul se vai mostrar particular, porque é que não é no SUS não mencionam as pessoas primeiro os pessoas todos nós somos seres humanos, temos o direito de escolher da onde tratar vez que temos condição imposta por isso é assunto que não tem dúvida nenhuma. E que esse é mais ou menos o sobre os suíços e russos T três a um para o SUS e outra coisa. No que você talvez tenha colocado esses políticos se tratasse no SUS, eles veriam, talvez quais as dificuldades do SUS sem e aí dariam mais importância, desculpa. O dia de um político precisam motorista precisa ficar doente, para perceber que o SUS está sucateado, infelizmente isso financiado pelo amor de Deus e só enxergar, porque infelizmente o SUS. Que a medicina não será mais barato, a população mais jovem, os estamos com a população mais envelhecida mais idosa, a medicina de alta de tecnologia estão se recurso. A quantas de que décadas e sistema está subfinanciado pelo amor de Deus e pelo visto vai continuar subfinanciado a pandemia na minha opinião Sul saiu fortalecido, sim, porque é nosso brasileiros cidadãos comuns Prensa as autoridades viram que quem salvou a vida das pessoas foi o SUS. Porque a onde o SUS estava mais e armado entre aspas com mais estrutura cidades, a mortalidade foi menor. Foi o que aconteceu em São Paulo, por exemplo, e olha o que aconteceu em cidades que não têm que o SUS está sucateado. Doutor se ou os políticos não precisam, então ser atendidos no SUS para terem essa noção, essa consciência do amor, Carlos Burle Marx o carteado por que que ainda existe na opinião do senhor a sensação não faça a situação, mas a realidade da população de que irá ao SUS significa mais um problema ou seja ir ao hospital público significa mais um problema do que o próprio problema que o pessoal tá passando, então é por causa de fila, fala disso, os pais que estão tentando dizer para você não é sucateado que eu falo. E eu sinto muito pesado e em alguns locais sim, a estrutura que quer que que os governantes o que que a sociedade e aos amigos numa classe de tem cidades, né. Falta tudo como vocês veem todos os dias agora, por outro lado, tem centros o suspeito brilhantes e então Susam sistema que funciona sim, é um sistema perfeito, ele atende mais de uma escuta, o inglês. O inglês e tem orgulho de sistema de saúde e o brasileiro tem que ter orgulho sim, porque o SUS é motivo de orgulho. E em sendo motivo de orgulho, ele tem que ser mais valorizado e essa pandemia mostrou quantas milhares de vidas salvou SUS. A população foi tratada pelo SUS, Olha o que foi feito no sistema único de saúde, então as pessoas reconheceram sim, dois que você tá falando, tenho certeza que vai mudar a cabeça de muita gente eu ir ao SUS e não gostou do setor doente, o hospital do Sul fica mais doente, vão porque tem Felipão, claro, tem fila porque não tem estrutura necessária porque não tenho dinheiro que o e o Governo de mudar o sistema único de saúde ou então, na verdade, o problema seria então no repasse de verba, claro que o país ainda estava sem dúvida nenhuma água não é um problema deste governo, um. Sempre me de todos os governos que já vivi como médico. Alguns melhores alguns Carmona de então, eu acho que a pandemia mostrou. O SUS tem que ser mais fortalecido e como com verbas com mais verbas, as sempre tem aquela conversa, a falta administração tem desvio tensa, desculpa, vamos tratar ao SUS, como ele merece o melhor sistema de saúde do mundo e atendo mais de cem milhões de pessoas não existe isso. Tem que ter orgulho do SUS em ele tem orgulho do SUS e tem que fortalecer o SUS, a gente traça uma linha do tempo do SUS dá para ver essa evolução de como o próprio sistema melhorou, nesse sentido também na doutor, mas eu queria me disseram que os só é muito provocativo também o senhor falou que pensa e eu queria perguntar se eu combino com tantos presidentes, o senhor tem esse tipo de conversa esse tipo de provocação também a esses de presidentes e ex-presidentes autoridades, a Rede Nossa Senhora. Não é porque as redes, um bem tão do Elvis não dei a minha vida interna com essas alturas não só presidentes com qualquer autoridade com secretários contumaz eu estou na direção do Incor. Eu estou no Incor jamais das que trinta e quatro anos, o que o coração e eu fiz me tornei professor catedrático lá o seu titular. Em dois mil e onze estão a dez anos com o cargo administrativo também eu resume muito acho que quando tocava telefones, secretário da saúde do estado concorda é um hospital público ligado ao estado, secretário foi meu Deus do céu de novo, não é que eu resmunga e o tempo inteiro. Olha e seis mundo e continua o mesmo ano com os governadores com secretários com os assessores, quem me conhece e sabe que ele resmunga não é meio louco, então eles faixa que foi assim por fazer logo que ele quer para evitar a juíza para quantos vez pediu telefonia para ministros para governadores para a gente isso não é recente, mas também. Thaís as tem que ver agora para um rápido intervalo estar deste ano, houve a provocação, então e a gente vai. Eu queria falar do pós pandemia programa agora chama nosso mundo, mas ainda assim, o a há uma expectativa de que o post de Mia muita coisa vai mudar e eu quero saber o que o senhor espera que realmente vá mudar no pós pandemia na área da saúde. E aí, doutor aguarda a gente vai responder depois de saber. A gente faz uma pausa bem rapidinho, mas, na volta seguimos com CNN, nosso mundo, a gente conversa. Hoje está doutor Roberto Kalil Filho.

CNN BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 09/10/2020 às 23h00

O episódio de estreia do programa CNN Nosso Mundo entrevistou o médico Roberto Kalil Filho, também conhecido como Dr. Kalil. Ele falou sobre as mudanças que a pandemia impôs à medicina e o novo cotidiano que a sociedade enfrentará em função do vírus. O professor contou às entrevistadoras sobre as pesquisas que ele e outros especialistas têm conduzido sobre o novo coronavírus. O médico, especialista em cardiologia, afirmou que alguns pacientes estão demonstrando sequelas no coração e no cérebro após se curarem da Covid-19, e que existem muitas pesquisas focadas em entender consequências posteriores da Covid-19. "Já sabemos que o vírus ataca o organismo como um todo." Ele também comentou sobre o aumento de casos da doença em vários lugares do mundo. "A volta de novos casos está relacionada à falta de cuidados", afirmou. Ele e as entrevistadoras conversaram sobre as mudanças que a doença provocou na política, na economia e na sociedade mundial. Sobre os impactos do vírus no Brasil, o médico afirmou que o Sistema Único de Saúde, o SUS, foi um grande aliado na luta contra a pandemia. "A pandemia mostra quantas vidas foram salvas pelo SUS (...) O SUS sairá fortalecido pelo trabalho na pandemia", disse. Kalil também falou que a vacina será muito importante para vencer o vírus, mas lembra que não representa uma "página virada": "Precisamos entender que o vírus vai continuar", explicou. Roberto Kalil Filho é médico cardiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ele também fundou o Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês e é diretor do Instituto do Coração (Incor). O professor foi entrevistado por Elisa Veeck, Thaís Herédia e Lia Bock, e quem comanda a atração é Luciana Barreto. A CNN está no canal 577 nas operadoras Claro/Net, Sky e Vivo. Para outras operadoras, veja aqui como assistir à CNN. O programa também pode ser assistido ao vivo no site da CNN Brasil.

GLOBOESPORTE.COM SÃO PAULO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/10/2020 às 19h33

Liberado para começar a fisioterapia e o processo de recuperação física, o atacante Raniel recebeu outra boa notícia dos médicos: a trombose vascular na perna direita não tem relação com a Covid 19, que ele pegou no início de setembro. Segundo André Estenssoro, cirurgião vascular que operou Raniel no Hospital Sírio Libanês, alguns casos de trombose decorrem apenas de quadros agudos e graves da Covid19. – No caso específico do Raniel, eu acho que não teve correlação nenhuma. Foi muito mais uma coisa que a gente chama de síndrome compartimental, por um sangramento contido dentro da face que contém a musculatura, a face é um tecido inelástico, então ele acaba comprimindo a musculatura e o vaso – disse Estenssoro. – O novo coronavírus ensinou para os médicos e para toda população que, o que a gente está falando hoje, amanhã pode não ser bem assim. O que a gente tem no processo do coronavírus dos pacientes médios ou mais graves, em algum momento, são quadros de microtromboses que podem evoluir para tromboses maiores ou tronculares. Mas esses quadros já começam no momento da doença e evoluem, deixando sequela cardiovascular depois – acrescentou. Mais notícias do Santos: Para o médico, no entanto, não é possível identificar o que provocou a trombose vascular que evoluiu para a síndrome compartimental. Ele considerou algumas possibilidades como um estiramento muscular ou mesmo uma pancada forte. E disse que Raniel sentia tanta dor que foi preciso interromper o exame de ressonância para começar a cirurgia. – A gente não sabe o que aconteceu para este sangramento. Ele não se lembra de nenhum trauma durante a partida anterior, ou de coisas que pudessem nos levar a isso. Durante a cirurgia, a gente também não viu nenhum vaso maior sangrando. Às vezes um estiramento muscular pode provocar essa hemorragia, há outros quadros que pode levar a isso, mas quando ela está dentro desse compartimento, a gente não tem esse tempo para ficar esperando. Raniel ainda não tem previsão de volta aos treinos e jogos, vai depender de como ele vai reagir na fisioterapia. Mas, para Estenssoro, é certo que não haverá sequelas. – Primeiro, ele não teve nenhuma lesão importante da parte muscular. Agora, a musculatura tem que desinchar por completo. A compressão em si está resolvida, ele fez outros ultrassons depois, com fluxo restabelecido, tudo muito bem. Cada um vai evoluir de um jeito, mas não tende a deixar nenhum tipo de sequela, isso é o mais importante. Oxalá a única sequela dele seja a cicatriz do corte – disse o cirurgião. – Obviamente que ele chegou preocupado, todos estavam, ele é um atleta, o corpo é um instrumento de trabalho, a perna mais especificamente, então tenho certeza de que isso assustou e preocupou muita gente. A intervenção rápida, tenho certeza, vai evitar que ele tenha mais sequelas com relação a isso. E emocionalmente ele está muito mais tranquilo, eu também o consultei se eu podia atender vocês e ele autorizou.

CATRACA LIVRE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/10/2020 às 18h26

Um levantamento feito com 1.400 mulheres a partir dos 18 anos, apontou que 62% delas pretendem aguardar o fim da pandemia do novo coronavírus para retomar as consultas e os exames preventivos para o câncer de mama. Entre as mulheres com mais de 60 anos esse percentual é ainda maior, chegando a 73%. Os dados foram coletados pelo Ibope, em parceria com a farmacêutica Pfizer, com brasileiras das classes A, B e C em diferentes regiões do país. Se por um lado, há a preocupação com a pandemia, por outro, a classe médica mantém o sinal de alerta para o câncer de mama. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), entre 2020 e 2022, devem surgir mais de 66 mil novos casos da doença no Brasil e a prevenção ainda é o caminho mais efetivo para a cura. Para entender qual é a melhor recomendação neste momento, o #GiroCatraca falou com o Dr. José Carlos Sadalla, ginecologista, mastologista e especialista em câncer feminino do Instituto do Câncer de São Paulo (ICESP) e dos hospitais Sírio-Libanês e A Beneficência Portuguesa (BP). Ele destacou que é difícil prever o momento em que a pandemia vai acabar e que postergar os exames por um tempo tão prolongado pode comprometer o diagnóstico precoce para o câncer. “Quando o tumor é avançado, você tem menor chance de cura. Não que seja incurável, mas as chances diminuem e, eventualmente, são necessários tratamentos mais agressivos”. A executiva de marketing Mariel Campanhã também chama atenção para a importância da mamografia e do exame de toque. “O autoexame é necessário, mas não só uma vez por ano. A pessoa mais importante da sua vida é você”, comenta. Ela foi diagnosticada com câncer de mama em 2017, passou por um tratamento intensivo e venceu a doença. Muriel compartilhou com o #GiroCatraca um pouco da sua jornada de luta e autoconhecimento.

ESTADÃO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/10/2020 às 17h48

Em recuperação de uma trombose venosa profunda na perna direita, o atacante Raniel gravou um vídeo divulgado pelo Santos, nesta sexta-feira, direto de sua casa, no qual agradeceu o apoio, principalmente, dos torcedores, além da comissão técnica, diretoria e fãs em geral. "Venho para agradecer todo suporte e mensagens de apoio. Vocês fazem parte dessa minha recuperação e sou muito grato de coração", disse o jogador, de 24 anos, que teve alta do Hospital Sírio-Libanês, na quinta-feira, onde estava internado desde domingo. "Sei que este ano não está sendo fácil para mim, muitas turbulências, mas tudo isso é passageiro e as coisas vão voltar ao normal. Tenho muita fé", disse o jogador, que contraiu a covid-19 no início de setembro. Segundo os médicos, existe a possibilidade de a trombose estar ligada à infecção pelo coronavírus. "Quero também agradecer à diretoria, aos jogadores, comissão ´técnica e também aos torcedores de outros times do Brasil que estão me dando força. Grande abraço e tudo vai correr bem", disse Raniel, que vai iniciar fisioterapia, nesta segunda-feira, no CT Rei Pelé. Mensagem do atleta Raniel para a nação santista. Tamo junto, meu atacante! pic.twitter.com/jvV1FiwFGy — Santos Futebol Clube (@SantosFC) October 9, 2020

CNN BRASIL ONLINE
Data Veiculação: 09/10/2020 às 05h00

No episódio de estreia, o CNN Nosso Mundo entrevista o cardiologista Roberto Kalil Filho. Nesta sexta-feira (7), ele fala sobre os avanços da medicina em relação ao novo coronavírus, lembra dos dias em que, diagnosticado, enfrentou a Covid-19 e analisa as mudanças sociais que podem ocorrer após a pandemia. "Contraí a doença e vivi dias terríveis", lembra o cardiologista sobre sua experiência. O professor também destaca algumas das descobertas mais importantes da ciência sobre o novo coronavírus. Kalil afirma que novas pesquisas sobre os impactos da Covid-19 no coração serão publicadas, em breve, e que as equipes médicas estão em constante busca por novas formas de recuperar os pacientes de possíveis sequelas causadas pela doença. O cardiologista também fala sobre como a pandemia expôs fatos sobre a sociedade como um todo. "A doença pegou o mundo inteiro despreparado". O médico faz questão de destacar a importância do Sistema Único de Saúde na luta contra o vírus e diz acreditar que o órgão sairá fortalecido pelo trabalho realizado na pandemia. Roberto Kalil Filho é médico cardiologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ele também fundou o Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês e é diretor do Instituto do Coração (Incor). O professor foi entrevistado por Elisa Veeck, Thaís Herédia e Lia Bock, e quem comanda a atração é Luciana Barreto. O CNN Nosso Mundo é exibido às sextas-feiras, a partir das 22h30. A CNN está no canal 577 nas operadoras Claro/Net, Sky e Vivo. Para outras operadoras, veja aqui como assistir à CNN. O programa também pode ser assistido ao vivo no site da CNN Brasil.