Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

MADRUGADA BANDNEWS/BANDNEWS/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/08/2021 às 03h37

Principais temas estudados pelos cientistas o impacto da Covid19 e da mudança de comportamentos causada pelo isolamento social o neurologista william resende que é chefe de equipe nos hospitais albert einstein e sírio libanês e também fundador da clínica regenerate fala sobre esse assunto agora pra gente olha só a pandemia ela tem agora estudos mostrando que é o isolamento social prolongado têm vários motivos para causar problemas de memória desde é a pessoa ter rotinas ruins mas em relação a o seu dia a dia como por exemplo ela começa a dormir em horários irregulares começa a dormir cada vez mais tarde e o que fica cada vez mais tempo assistindo televisão o netflix mas e depois noutro dia já tem que acordar cedo pra poder começar a trabalhar não tem pausas para poder vou almoçar relaxar conversar com outras pessoas ela acaba tendo também uma vida às vezes mais monótono exemplar dorme acorda e trabalha no computador depois dorme acorda trabalha no computador ela nem sai do ambiente e a perguntar isso aconteceu semana passada ou na outra não sei porque todos os dias são iguais quando as coisas vão ficando muito monótonos vai vendo essa repercussão sobre a memória ou do problema e que talvez seja um dos maiores é o stress prolongado o estresse crônico por diversos motivos um o vírus é uma ameaça real e as pessoas estão com medo sim do vírus dois ou as pessoas estão sem o fator de alívio de stress normais delas as pessoas tinham válvulas de escape para ansiedade pro estreias como uma atividade física passeios festas shows viagens e as pessoas já não estão tendo isso mais é as pessoas estão com mais temor econômico a vou ser mandado embora é vai ter problemas na empresa seja um seja outro isso tudo tá gerando repercussão sobre um stress que não passa todo mundo fica se achando que a pandemia vai acabar a pandemia não cabe isso vai só se prolongando esse estresse crônico afeta a memória e às vezes pode já dar repercussões como síndrome de ansiedade generalizada depressão que também afetam a memória do como se já não bastasse isso tudo já a questão de própria rotina a rotina da pessoa ser monótona uma rotina que não propicia um sono adequado que prejudica a memória ou o stress prolongado também tem uma questão que é a pandemia é de informação a pandemia de fake news hoje a gente sabe que a memória ela é um constructo do cérebro a gente pega elementos do que gente vivenciou armazena estoca e busca aquilo de novo para evocar a memória esta pessoa não teve atenção naquilo que ela deveria fazer naquele momento ela vai ter dificuldades de buscar a memória de novo esse a gente consolida repete aquilo várias vezes é mais fácil lembrar bom papa devia ela piora o dois aspectos um a gente não repete mais as nossas história quando a gente tinha encontros sociais quando gentia no clube quando a gente ir numa festa a gente contava nos casos contava as coisas que aconteceu na nossa vida e quando a gente conta a gente repete e quando a gente repete é mais fácil de se lembrar e como já não bastasse isso ficamos só no computador e recebendo um monte de informações falsas às vezes a pessoa consegue ter uma memória falsa daquilo que ela testemunhou de verdade exemplo é uma pessoa que foi lá e vacinou às vezes ela vacilou e foi tudo tranquilo com ela não teve nada e aí outra pessoa chegue falar com aquela vacina x eu vacilei eu tive problema aquela vacina x todo mundo teve efeito colateral aquela vacina x é horrível aí depois três meses pergunta pra pessoa como eu sou eu a você passar acima não eu te vi um monte efeito colateral eu passei mal de sei que e a pessoa não teve porque de tanta informação de tantas vezes que foi repetido aquilo na cabeça dela ela começa a acreditar que aquilo foi verdade isso também é um fenômeno do isolamento prolongada é um fenômeno da pandemia sobre a memória e porque eu sou verificados hoje em consultório você já formaram grupos de estudo com a quantidade de pessoas que vocês começam na a verificar isso essa questão é uma situação que se repete já tem algum percentual para se ter uma ideia este sim o a eu já vejo isso assim diariamente a várias pessoas que é bom isso afeta mais quem já tinha alguma propensão o ponto principal é esse a pessoa que já tinha algum grau de estresse algum grau de ansiedade pessoa já não tinha um sono tão bom a pessoa que já tinha algum lapso vez ou outra na pandemia é o que mais piorou e sempre piora o que tá mais fácil de piorar a grande percepção é que aumentou a proporção isso ficou uma queixa bem mais frequentes além disso da minha percepção já foram realizados estudos como por exemplo ele se é do info pandemic que citei é falando das notícias falsas que são tantas vezes repetidas que já foram verificadas que pessoas começam a mudar a memória dela em relação àquilo que ela vivenciou na outra em relação ao stress também foram estudos de coleta de dados das pessoas como que mudou o estresse da pessoa em meio à pandemia e de outro que também foi o estudo em relação às rotinas e em pesquisas de questionar de como as pessoas tinham suas rotinas em momentos do lock down e momento do isolamento a grande maioria das pessoas não adotou rotinas saudáveis elas ficavam com rotinas que nada propiciam a memória e bem isso sim foi tudo comprovado através de pesquisas e também na prática o dia a dia como neurologista.

ISTOÉ DINHEIRO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/08/2021 às 22h16

Muita gente já tomou ao menos a primeira dose da vacina contra o Coronavírus no Brasil. Com a chegada da variante Delta, especialistas alertam que é preciso cuidado, principalmente quem não tomou nenhuma dose ou apenas uma. Em alguns países, como Estados Unidos e Inglaterra, o número de casos aumentou, sinalizando um alerta para a liberação das atividades no Brasil. Um estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças compara a transmissão da variante Delta à da catapora. Outros estudos alertam que a Delta gera uma carga viral 1.260 vezes maior do que a cepa original. Mirian Dal Ben, infectologista do Hospital Sírio-Libanês, alerta que, além da variante Delta ser mais transmissível, os estudos reforçam a importância da segunda dose contra a doença. “Um dos estudos avaliou as vacinas da Pfizer e a da Astrazeneca e viu que com uma dose só a proteção contra a variante é em torno de 30%. Com as duas doses, a proteção fica alta, em torno de 70% para a astrazeneca e 90% para a Pfizer”, explicou a médica. Em relação a vacina da Janssen, um estudo da África do Sul mostrou que a dose única do imunizante protege mais de 70% contra a variante Delta. Para a Coronavac, ainda não há estudo publicado, de acordo com a infectologista. “Para a vacina conferir uma boa proteção contra as formas graves da covid, quando a gente pensa em variante Delta, a gente precisaria de duas doses da vacina e essa proteção só é adquirida 15 dias após a aplicação da segunda dose”, disse Dal Ben. A médica alerta que a pandemia do Coronavirus ainda merece atenção e que nenhuma vacina é 100%, por isso, é possível, mesmo vacinada, que a pessoa pegue a covid e transmita a doença. Porém, a chance de ter a covid de forma grave, quando vacinada, é menor. “A variante Delta é transmitida da mesma forma que as anteriores. A recomendação é que as pessoas vacinadas continuem usando máscara, fazendo o distanciamento social, evitando aglomerar, evitando frequentar espaço cheios de pessoas e mal ventilados. Quem não está vacinado não está protegido”, alertou a médica. Segundo a infectologista, para quem tomou apenas uma dose, a proteção é baixa. Quem tomou as duas doses da vacina está protegido da Delta.“Quando você está vacinado, embora esteja protegido das formas graves da doença, ainda pode transmitir para quem não está vacinado. Então quando mantem todos os cuidados, você se protege e também protege o outro”, concluiu a especialista.

O BOM DA NOTÍCIA/CUIABÁ
Data Veiculação: 09/08/2021 às 12h58

Para custear a transferência do jornalista Lucas Perrone, para o Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, amigos organizaram uma vaquinha para arrecadar R$ 90 mil. Lucas está internado em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) com covid-19 e, na última sexta-feira (6), o jornalista teve uma piora em seu quadro clínico e acabou internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Também na sexta-feira, o jornalista perdeu o pai, o médico pediatra Mário Perrone, de 77 anos para a covid-19. Segundo informações, Lucas é hipertenso e faz parte do grupo de risco.