Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

REUTERS BRASIL ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/08/2020 às 22h55

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli foi internado neste domingo com uma pneumonite alérgica, mas passa bem e não deve ficar de licença médica, informou a assessoria de imprensa do STF. Segundo a assessoria, o ministro testou negativo para Covid-19. “Embora internado, passa bem e, a princípio, não ficará de licença médica e continuará despachando”, acrescentou. Em maio, Toffoli foi submetido a um pequeno procedimento cirúrgico de urgência e chegou a ficar afastado alguns dias do Supremo mesmo depois da alta. Na quarta-feira da semana passada, o gabinete do ministro Celso de Mello, do STF, informou que o decano da corte foi submetido a exames médicos e poderá passar em breve por uma nova cirurgia. Em janeiro, Celso de Mello passou por uma cirurgia no quadril no Hospital Sírio Libanês, na capital paulista. Reportagem de Ricardo Brito

PODER 360/BRASÍLIA
Data Veiculação: 09/08/2020 às 20h22

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender em seu perfil no Twitter, neste domingo (9.ago.2020), o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da covid-19. O medicamento, no entanto, não tem eficácia comprovada para o combate ao coronavírus. O militar lembrou que a hidroxicloroquina deve ser usada conforme recomendações do Conselho Federal de Medicina, que estabelece que os médicos têm autonomia para receitar o remédio. Receba a newsletter do Poder360 O presidente ainda publicou 1 vídeo, no qual a deputada estadual Clarissa Tércio (PSC-PE) diz que médicos voluntários estão sendo perseguidos em Pernambuco “por atenderem gratuitamente pacientes com covid-19” e “receitarem, quando necessário, a hidroxicloroquina”. “A deputada Clarissa Tércio/PE, faz relato daqueles que criticam, mas não oferecem alternativas”, disse. Assista ao vídeo da deputada estadual (4min36seg) publicado pelo presidente: EFICÁCIA DA CLOROQUINA A cloroquina é 1 remédio de uso controlado que tem efeito imunomodulador, ou seja, dá resposta imune contra determinados microorganismos. É usado contra a malária, artrite reumatoide e lúpus. A droga e a hidroxicloroquina, medicação derivada da cloroquina, já foram testadas contra o coronavírus em vários países, mas não tiveram eficácia comprovada. Em 4 de julho, a OMS (Organização Mundial da Saúde) decidiu de forma definitiva retirar a hidroxicloroquina de seus testes realizados em hospitais pelo mundo. A organização estabeleceu que o remédio só deve ser usado sob estrita supervisão médica. O produto já havia sido suspenso duas vezes depois de estudos não comprovarem o benefício do medicamento no tratamento da covid-19. Um estudo brasileiro divulgado em 23 de julho também indicou que a medicação não apresentou “melhores resultados clínicos” na saúde de pacientes com a covid-19. A pesquisa foi desenvolvida pela coalizão formada pelos hospitais Albert Einstein, HCor e Sírio-Libanês, Moinhos de Vento, Oswaldo Cruz e Beneficência Portuguesa, pelo Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e pela Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet). Atualmente, no Brasil, a venda da cloroquina e da hidroxicloroquina está restrita, após determinação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Só pode ser feita mediante apresentação de receita branca especial em duas vias.