Confira o que os especialistas do Hospital Sírio-Libanês já falaram na imprensa sobre o novo Coronavírus:

FOLHA DE S.PAULO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/06/2021 às 14h05

Na última terça (8), em novo depoimento à CPI da Covid, o ministro da Saúde Marcelo Queiroga afirmou que a hidroxicloroquina não tem eficácia científica comprovada para o tratamento da Covid-19. A afirmação do ministro representa uma mudança em relação ao seu primeiro depoimento à comissão, quando disse que não iria se posicionar sobre o uso do medicamento em uma nota técnica da pasta. É a primeira vez também que Queiroga se alinha às principais evidências científicas disponíveis até então sobre o medicamento e demais drogas do “kit Covid”. “Essas medicações [se referindo às drogas do kit Covid, que inclui ainda tamiflu e azitromicina] não têm eficácia comprovada. Esse assunto é motivo de discussão na Conitec [Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao SUS]. Se eu ficar discutindo a discussão do ano passado, eu não vou em frente”, disse o ministro. A Conitec é um órgão consultivo da Saúde responsável pela análise da inclusão de medicamentos e protocolos de tratamentos no SUS (Sistema Único de Saúde). A hidroxicloroquina para tratamento de Covid-19 foi a droga mais estudada desde o início da pandemia, com 268 pesquisas científicas registradas em 55 países, mas sua eficácia não foi comprovada nem para tratamento de pacientes internados nem como medida profilática, de acordo com as pesquisas científicas que utilizam o chamado padrão-ouro do método científico. Esses estudos são do tipo randomizados, duplo-cego e com grupo controle, ou seja, os voluntários são distribuídos de forma aleatória em diferentes grupos, uma parte recebe o medicamento e a outra, uma substância placebo, que é inócua no organismo, e nem os pacientes nem parte dos pesquisadores sabem quem está recebendo o quê-todas essas regras permitem eliminar vieses e avaliar de maneira direta a associação entre uso do fármaco e o desfecho clínico (melhora ou piora do paciente). Um artigo publicado em junho de 2020 no periódico científico NEJM (The New England Journal of Medicine), um dos mais importantes da área médica, apontou que a hidroxicloroquina não tem eficácia como profilaxia (prevenção da infecção) após exposição pelo Sars-CoV-2. O estudo foi o primeiro ensaio clínico controlado publicado da droga, com 821 pessoas no Canadá e Estados Unidos. Seu uso para redução de mortes ou de intubação também foi refutado em estudo publicado na mesma NEJM. A pesquisa foi do tipo observacional (ou seja, os pesquisadores só observam os resultados de vida real, sem fazer intervenções) com 1.376 pacientes que tinham sido tratados no Hospital Presbiteriano de Nova York. Outro estudo também avaliou a mortalidade por Covid-19 entre pessoas medicadas com hidroxicloroquina associada ou não à azitromicina e não encontrou redução de mortalidade. A pesquisa, com participação de 1.438 pacientes, ainda apontou para maior ocorrência de arritmias e outras anormalidades cardíacas naqueles indivíduos que tomaram a combinação de medicamentos. O maior estudo brasileiro até então, a Coalizão Covid-19, também mostrou que a hidroxicloroquina não tem eficácia para pacientes com sintomas leves ou moderados e não promoveu melhoria na evolução clínica deles. A pesquisa foi liderada pelos principais hospitais brasileiros (Albert Einstein, HCor, Sírio-Libanês, Moinhos de Vento, Oswaldo Cruz e Beneficiência Portuguesa), pelo Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e pela Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet). Apesar de um estudo global com dados de 96 mil pessoas internadas publicado na The Lancet e que apontava para maior risco de morte associado à hidroxicloroquina ter sido retratado pela revista devido a inconsistências nos dados hospitalares, o acúmulo de evidências até então já era suficiente para comprovar que o seu uso não traz benefícios no tratamento da Covid-19. Entidades médicas em todo o mundo, incluindo a SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia), recomendaram abandonar o medicamento, ainda em maio de 2020. O Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (Niaid, na sigla em inglês) dos EUA contraindicou o uso da cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina para tratamento da Covid-19 já em abril de 2020. A nota teve o apoio de 13 entidades, entre elas o CDC (Centro de Controle e Prevenções de Doenças), principal órgão de saúde norte-americano. Posteriormente, em julho do mesmo ano, a FDA, agência regulatória de medicamentos no país, publicou uma nota que citava preocupação quanto ao uso da hidroxicloroquina fora de ambiente hospitalar para tratamento de casos leves ou profiláticos e como seu uso estava associado a um risco elevado de problemas cardíacos. A OMS (Organização Mundial da Saúde) interrompeu os estudos para avaliar a hidroxicloroquina para tratamento da Covid ainda em junho de 2020. Segundo o comitê independente que deu o parecer para encerrar a pesquisa, a droga não foi eficaz na redução da mortalidade. Mesmo com todas as evidências e contraindicação dos principais órgãos e entidades do mundo, o Ministério da Saúde só publicou em maio de 2021 um parecer, avaliado pela Conitec, contraindicando cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina, ivermectina, entre outros medicamentos, para tratamento de pacientes hospitalizados com Covid-19.

ISTOÉ DINHEIRO ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/06/2021 às 13h00

“É Pfizer? Melhor”, diz o rapaz na fila da Unidade Básica de Saúde (UBS) Bom Retiro, na região central de São Paulo. “É, veja bem… acho que dá para confiar mais nos americanos do que nos outros”, completa. Se não é a regra, Caio Silveira, de 34 anos, tampouco chega a ser a exceção na corrida pela vacina contra a covid-19. A desconfiança que leva à preferência pelo imunizante da farmacêutica norte-americana em relação à Coronavac e à Oxford/AstraZeneca vem, muitas vezes, do acesso a informações desencontradas sobre reações indesejadas e níveis de proteção contra esta ou aquela variante do vírus. Em outras, o motivo é mais prático: algumas pessoas querem estar prontas para viajar quando a pandemia passar e temem a criação de um “passaporte da vacina”. Por ora, a imunização com a Coronavac não garante o acesso à União Europeia, por exemplo. Mas em alguns casos é só a vacinação em massa que deve liberar fronteiras. Desde 26 de janeiro, passageiros que nos últimos 14 dias estiveram em Reino Unido, Irlanda e 26 países europeus, além de África do Sul e Brasil (por causa das variantes), estão proibidos de entrar nos EUA. No início deste mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou o uso emergencial da Coronavac, a vacina contra a covid-19 mais comum no Brasil. A autorização foi um passo importante para que a União Europeia, que atualmente discute a flexibilização das suas fronteiras, comece a aceitar a entrada de pessoas já imunizadas com ela. Ainda assim, para quem tomou a vacina produzida no Instituto Butantan acessar o território europeu não é tarefa nada fácil. A viagem é condicionada à apresentação de um teste PCR feita até 72 horas antes do embarque e a uma quarentena de 14 dias no país de desembarque, com isolamento e rastreio de contatos. Essa é uma das preocupações da comerciante Kika Kim, de 49 anos, um lugar à frente de Caio na fila. “Por enquanto não tenho nada planejado, mas é melhor tomar logo a que posso viajar se eu precisar”, afirma. Para Caio, viagens internacionais ainda são uma realidade distante. A preocupação do administrador é mesmo não ter reações adversas e poder contar com o que ele acredita ser a maior proteção da vacina da Pfizer. Ele sofre de asma e saiu do Tatuapé, na zona leste, após ouvir falar que ali conseguiria receber a primeira dose desse imunizante. Atestado médico à mão, ele busca o que seu irmão, que também sofre com a asma, já fez. Isso à parte, o medo de se infectar com uma cepa para a qual a vacina da AstraZeneca seja menos eficiente que as demais também pesa. A cerca de 2 km dali, na UBS Santa Cecília, também na região central de São Paulo, a policial civil aposentada Rosimeire Ferreira, de 49 anos, foi atrás da “xepa”, a sobra da vacina. Preferência? “A da Pfizer”, diz. “A gente ouve que é melhor do que a Coronavac, então é essa. A da AstraZeneca parece que dá muita reação.” Cinco lugares atrás dela na fila, o estudante Maurício Kalife, 19, está ainda mais decidido. Para sua sorte, nesta terça-feira, 8, a vacina da farmacêutica americana era a que estava sendo oferecida. Não fosse o caso e ele procuraria outro posto de saúde. “Confio mais nos europeus e americanos”, afirma. Crítica Não deveria ser o caso, explica a infectologista do Hospital Sírio-Libanês Mirian Dalben. Todas as vacinas disponíveis hoje no País são eficazes e seguras. “É muito complicado comparar a eficácia global das vacinas”, diz. “O estudo da Pfizer foi feito antes da maioria das variantes surgir, no meio do ano passado, e a da Coronavac, depois.” Lançadas após a fase três das pesquisas, todas elas ainda passam por acompanhamento para se medir a eficácia em populações maiores ao longo do tempo, a chamada fase 4. “Pode ser que depois de um tempo, no futuro, possa se dizer que uma é melhor que a outra para determinada população”, afirma a infectologista. “Agora, o importante é tomar qualquer uma das três e não adiar. Não dá para ser sommelier de vacina.” Procurada, a Prefeitura de São Paulo afirma que todas as vacinas disponíveis no Brasil foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e têm eficácia comprovada. “A pasta orienta que não seja feita escolha de um imunizante e nem que a vacinação seja atrasada por isso.” Em nota, a administração municipal afirma que “o Município dispõe de doses suficientes de vacinas contra covid-19 para vacinar o público elegível e, neste momento, estão disponíveis os imunizantes da Pfizer para a primeira dose, Oxford/AstraZeneca para a primeira e segunda dose, e Coronavac, exclusivamente para a primeira dose de grávidas e puérperas e para a segunda dose dos grupos elegíveis”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CRESCER ONLINE/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/06/2021 às 08h28

Os hospitais brasileiros têm registrado um aumento preocupante na quantidade de atendimentos de crianças com covid-19. No Hospital Pequeno Príncipe (PR) o número de crianças diagnosticadas com a doença nos cinco primeiros meses de 2021 já é mais do que o dobro registrado em todo o ano de 2020. Já a média mensal de casos confirmados neste ano (155) é cinco vezes maior que a do ano anterior (31). “Além do aumento preocupante de diagnósticos, a faixa etária que está sendo acometida atualmente chama atenção. A grande maioria são bebê e crianças pequenas, que ainda não frequentam creches e escolas e estão se contaminando em casa, juntamente com o pai e a mãe”, afirma o infectopediatra Victor Costa Júnior, vice-diretor do Hospital Pequeno Príncipe. Pediatra examina menina. (Foto: Getty Images) De março a dezembro do ano passado, o hospital, exclusivamente pediátrico, atendeu 1.611 casos suspeitos de coronavírus e confirmou 311 deles. Já de janeiro a maio deste ano, dos 2.646 pacientes testados, 776 tiveram o diagnóstico confirmado de covid-19, ou seja, além do aumento de casos a média de confirmação de casos positivos passou de 20% para 30%. Nesta terça-feira (7), o hospital tinha 22 pacientes internados por causa da Covid-19, sete deles na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Esse número é o maior registrado pela instituição desde o início da pandemia. De acordo com Costa Júnior, um dos fatores que pode estar provocando o crescimento no número de casos entre as crianças é a faixa etária dos pais. “São adultos que geralmente tem entre 30 e 50 anos e que atualmente são o grupo mais contaminado pelo vírus”, explica. O infectopediatra ressalta também que, quando as temperaturas caem, existe maior circulação de outros patógenos. “Nos meses mais frios, vemos um aumento de infecções por H1N1, rinovírus, vírus sincicial respiratório, entre outros, em crianças. Essas doenças têm sintomas que podem ser confundidos com os do coronavírus, o que faz com o número de casos suspeitos aumente. Além disso, elas deixam a mucosa respiratória mais umidificada, o que pode ser um fator de risco para contrair outros vírus e fazer uma confecção com a covid-19. Por isso, vacinar os pequenos contra vírus como o da gripe é tão importante especialmente neste momento de pandemia”, explica. O Hospital Sírio-Libanês também registrou aumento de casos entre as crianças neste ano, de acordo com Ricardo Fonseca, coordenador do Pronto Atendimento Pediátrico da Instituição. “Notamos entre as crianças um aumento proporcional ao visto em todas as faixas etárias, mas não com maior gravidade. O Estado de São Paulo, por exemplo, registrou até janeiro de 2021, 1,4 milhão de casos de covid-19 na população e de janeiro ao início de maio de 2021, 1,6 milhão de casos, ou seja, houve aumento da incidência da doença em todas as idades”, afirma o pediatra. Volta às aulas O pediatra do Hospital Sírio-Libanês (SP) não acredita que a volta às aulas presenciais tenha contribuído para o aumento no número de casos. “Se seguidos os protocolos de segurança como uso de máscaras, higiene, ventilação e controle de sintomáticos as escolas são locais de baixo risco de contágio. Trabalhamos com diversas escolas e percebemos isso”, afirma. O vice-diretor do Hospital Pequeno Príncipe também não acredita que a reabertura das escolas seja um dos fatores relevantes para o aumento da incidência da covid19 em crianças. “Fazemos vigilância e não temos notícia de nenhuma escola que tenha fechado por causa de um surto de covid-19. As instituições de ensino precisaram cumprir diversos protocolos para voltar a receber os alunos. Considero que são ambientes seguros e, pelo que vemos no dia a dia, a maioria das crianças contrai o vírus dentro de casa”, disse.

BOM DIA SP/TV GLOBO/SÃO PAULO
Data Veiculação: 09/06/2021 às 07h00

Podia falar agora da pressão no sistema de saúde aqui da capital a cristina mayumi rômulo dávila vão trazer informações sobre a lotação dos leitos convide nos hospitais públicos e particulares da cidade começando com destino a miami bom dia bom já rodrigo bom dia pra todo mundo é justa bem em frente à unidade de pronto atendimento titular que fica em são miguel paulista zona leste da capital unidade funciona vinte e quatro horas e tá com uma taxa de ocupação de cento e quarenta e oito por cento é a unidade mais votada da rede municipal de saúde só pra ter uma ideia é como se estivessem sem leitos disponíveis estivesse a cento e quarenta e oito pessoas para serem atendidas ou seja quarenta e oito a mais do que eles podem atender então a gente vê que isso tem se tornado está preparando uma rotina praças unidades de saúde isso é muito perigoso porque as pessoas que precisam desse atendimento nessas unidades acabam esperando por horas muitas horas seis horas dez horas pra esse atendimento porque a humanidade estão lotadas outra situação bastante complicada também é do pronto-socorro da barra funda lá a taxa de ocupação está em cento e sete por cento é muito complicado que lá dá até pra ver que informa a fila do lado de fora então assim a gente vê as unidades de saúde aí superlotadas e as pessoas ainda se descuidando pra ver se a gente consegue chamar a atenção das pessoas gente preparou do uma arte para mostrar que a situação não é só crítica aqui na opa tito lopes e nem só no pronto-socorro da barra funda olha só também nesta situação crítica a upa pirituba o pronto socorro doutor caetano virgílio neto e a upa santo amaro todas com muito mais paciente do que são capazes de atender normalmente e não só de convívio nesses casos de olha em cinco hospitais da rede municipal as utis para cor vídeos tão completamente ocupadas sabóia cruz vermelha santa isabel são luiz gonzaga e vereador josé estourou a pole a situação bastante complicado já estivessem essas unidades de saúde operando acima da capacidade imagina se eles têm uma capacidade para atender x bem já fiz de pessoas mas mesmo assim ainda tem mais pacientes aguardando é muito complicado imagina pra esses profissionais de saúde verem essa situação e não poderem fazer nada porque tá tudo muito lotado e a situação também dos leitos particulares não é diferente o rômulo dávila traz essas informações rômulo bom dia oi cris bom dia pra você bom dia a todos que estamos acompanhando aqui no bom dia são paulo a situação já é preocupante na rede pública na rede particular não é diferente e existe uma preocupação de que essa situação fica ainda pior isso porque a prefeitura prevê um novo pico de internações para as próximas semanas e o medo é de que a gente viva algo parecido com o que a gente já viveu com o que a gente já viu em abril o mês mais letal da pandemia até agora os hospitais particulares estão ficando sem vagas e a gente precisa lembrar que todos os hospitais eles não atendem apenas os pacientes que precisam de um leito de uti para tratar da convide dezenove eles também atendem os outros pacientes que estão internados em utis por outros motivos ou seja pode faltar leito de uti pra quem tá com Covid19 assim como pode faltar leito de uti pra quem precisa de uma unidade por qualquer outro motivo o sindicato que representa a categoria dos hospitais particulares fez uma pesquisa com noventa e um hospitais com noventa e uma unidades aqui do estado de são paulo e oito um oitenta e oito por cento deles oitenta e oito por cento deles na verdade já atingiram uma ocupação dos leitos de uti acima de oitenta por cento ou seja é uma situação preocupante ainda tem a lista de alguns hospitais aqui da capital é isso que você vai ver na nossa tela agora primeiramente vai falar dos hospitais que nos passaram os dados de ocupação dos leitos que são exclusivos para o tratamento de ouvido no albert einstein de onde nós falamos ao vivo agora que no morumbi na zona sul cem por cento dos leitos estão Ocupados dos leitos exclusivos para convide nuas valdo cruz noventa e quatro por cento de ocupação no nippo brasileiro noventa por cento de ocupação e no santa catarina oitenta por cento de ocupação agora outros dois hospitais que nos passaram a taxa de ocupação em leitos gerais ou seja somam-se os leitos exclusivos para convívio e também os outros leitos de outros pacientes a ocupação no sírio libanês é de noventa e quatro por cento e no acordo de oitenta e nove por cento a gente tem uma entrevista agora como presidente do sindicato dos hospitais particulares aqui do estado de são paulo e ele falou um pouquinho sobre essa situação que o estado vive hoje do esta demanda extra que se põe e mais duzentos leitos é no caso de nós temos estrutura a mais para que ela possa ser contratada o que neste momento é algo que precisa ser muito bem visto exatamente por conta desta situação os hospitais privados também eles estão com com suas ocupações com paciente cor verde no seu limite superior taísa galvão gant retorna esse assunto ficou alerta para todo mundo estamos vivendo tudo aquilo que já vem é por que ele que já viveu esse momento que a gente inclusive já viu alerta aqui na a sete seis agora que você conta pra gente o que você lembra que já na abertura do bom dia são paulo a gente falou de uma interdição na rua vergueiro davide cura e vinícius.